NÃO SÃO AS ARMAS QUE MATAM
A questão do desarmamento da população, instituído no Brasil em 22 de dezembro de 2003, pelo Estatuto do Desarmamento (Lei Federal 10.826), é assunto extremamente controverso, dividindo a opinião pública em dois lados opostos: os que a aplaudem e apoiam e os que a condenam e desaprovam. Os primeiros, por acreditarem que a principal causa da violência e do aumento dos crimes contra a vida são as armas de fogo. Os segundos, ao negarem esse vínculo causal, acrescentam que o desarmamento deixou o cidadão de bem ainda mais vulnerável e exposto à sanha da criminalidade violenta, esta sim, a principal responsável pelo assustador índice de assassinatos registrados no País. Entre os que condenam o aludido estatuto, há os que consideram, ainda, que o desarmamento da população foi medida adotada por regimes ditatoriais e genocidas no passado, em diversos países, como medida de reduzir a capacidade de reação/resistência do povo. Registros históricos nos revelam, de fato, episódios que sustentam o posicionamento desses últimos. O “Decálogo de Lênin”, inserto no livro O Pensamento Vivo de Lênin (Paulo Tortello/1987) recomendava, em um dos seus mandamentos, o seguinte: “Procure catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo para que sejam confiscadas no momento oportuno, objetivando dificultar ou impossibilitar qualquer resistência ou reação”. O líder supremo do Partido Comunista Chinês, Mao Tse-Tung, é outro exemplo que pode ser citado. Ao definir a política do partido sobre armas de fogo, consta ter estabelecido o seguinte: “O verdadeiro poder político emana do cano de uma arma. O Partido Comunista deve comandar todas as armas. Dessa maneira, nenhuma arma comandará o Partido”. Impossível abordar essa temática sem trazer à nossa reflexão o que diz a lei maior do País, a Constituição Federal, em seu Artigo 5º – Dos Direitos e Garantias Fundamentais: “Art 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: Inciso XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial; Inciso XXII – é garantido o direito de propriedade.” Fundamenta-se aí, no nosso modesto entendimento, a segurança jurídica para que todo cidadão brasileiro lance mão dos recursos necessários, com a moderação que a lei recomenda, para proteger, não apenas sua vida, mas a de seus familiares assim como a sua propriedade, na medida em que o Estado se torna incapaz de prover, com eficiência e eficácia, a segurança pública, conforme preconizado na CF, em seu artigo 144. No Brasil, os números da violência e da criminalidade, sobejamente divulgados pela mídia nacional e pelos órgãos de Defesa Social revelam, com clareza insofismável, que o Estado não está conseguindo conter o seu avanço. Sobretudo no que diz respeito à posse de armas de fogo. Basta ter dinheiro que, sem muito esforço, consegue-se comprar uma nova do tipo, marca e/ou calibre que desejar. Aí está o Crime Organizado a nos demonstrar, diuturnamente, essa realidade em ações cada vez mais ousadas de assaltos a bancos, carros fortes, invasão de fazendas etc, ostentando armamento de guerra capaz, inclusive, de abater aeronaves. Para o grande número dos que são contrários ao Estatuto do Desarmamento essas são as principais justificativas para que todo o cidadão tenha a posse de uma arma de fogo. Obviamente, desde que satisfaça e se enquadre dentro de critérios rígidos de controle, cuja posse não se pode confundir com o porte da arma, posição com a qual comungo. Um dos argumentos dos que aprovam a mencionada lei é que as armas de fogo existem “para matar”. Já os que são contrários à lei, ressaltam que as armas de fogo são recursos para a “defesa” do cidadão de bem. Ao discordar dos primeiros, destaco que não são as armas que matam, mas o ser humano. Mesmo porque armas são objetos inanimados, instrumentos de que a vontade humana se serve para a prática do bem ou do mal. A decisão de matar, ou não matar, é um ato de escolha pessoal. Quem decide por matar, o faz com uma arma de fogo, uma arma branca, um pedaço de pau ou ferro, com uma pedra, usando fogo ou veneno ou, simplesmente, com as próprias mãos. Um cidadão de bem que tem a posse de uma arma de fogo e a deixa guardada, em segurança, dentro de seu domicílio, ela jamais causará ferimentos em alguém. Será tão somente um recurso extremo de defesa de que poderá lançar mão, se assim o desejar, em face de grave e injusta ameaça. Não percebo a posse de armas de fogo como responsável pelo elevado índice de violência e criminalidade de uma sociedade. Israel, com uma população de pouco mais de oito milhões de habitantes, cerca de 140.000 têm, não apenas a posse, mas também o porte de arma de fogo, número este que o governo israelense deseja dobrar como medida para aumentar a segurança dos cidadãos daquele pequeno País. Lá os índices de violência e criminalidade são extremamente baixos. Entendo, finalmente, que os elevados índices de violência e criminalidade de uma sociedade têm como causas maiores, intrínsecas ao ser humano, a corrupção, a índole violenta, o egoísmo, a intolerância, a ganância e o instinto de maldade. Situação esta potencializada pela fragilidade do Código Penal, da Lei das Execuções Penais e de um Sistema de Persecução Criminal deficiente, geradores de impunidade e da sensação de que, no Brasil, o crime compensa.
RODA DE INQUISICÃO
O programa Roda Viva, da Tv Cultura, teve na noite do dia 20 de janeiro do corrente ano a sua maior audiência dos últimos 18 anos, quando foi entrevistado o Exmo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. O anúncio do programa, que marcou a estreia de sua nova âncora, a jornalista Vera Magalhães, gerou grande expectativa na população brasileira, como não poderia deixar de ser. Afinal, seria entrevistado um dos principais ministros do governo Bolsonaro e 10º colocado entre as 50 personalidades mais influentes do mundo, pela lista Bloomberg. O único brasileiro a integrar a mencionada lista A nova jornalista dirigente do programa registra em seu currículo passagens pelo jornal Folha de São Paulo, revista Veja, sendo hoje colunista do jornal “Estadão”, todos de ideologia esquerdista e ferrenhos opositores ao governo Bolsonaro, ao qual vêm atacando de todas as formas, com a divulgação sistemática de notícias falsas (fake News), exercitando um “jornalismo” inescrupuloso, próprio dos órgãos da Imprensa Marrom. A formação da bancada de entrevistadores não poderia ser mais tendenciosa, integrada pelos jornalistas Leandro Colon, Diretor da Sucursal da Folha de SP em Brasília, Andreza Matais, Editora Executiva do jornal Estado de SP, Alam Gripp, Diretor de Redação do jornal O Globo, Felipe Moura Brasil, Diretor de Jornalismo da Rádio Jovem Pan e Malu Gaspar, representante especial da Revista Piaui, todos manifestamente simpatizantes com o ideário esquerdista. Para os que alimentavam expectativas de um programa rico em informações relevantes e de elevado jornalismo, oposto ao que vem sendo apresentado pela grande mídia nacional, a decepção veio logo na abertura. Afinal, o próprio currículo da nova âncora do programa já sinalizava tal resultado. Vera Magalhães abriu o programa com a apresentação do entrevistado, inserindo nos seus comentários observações pessoais, no nosso entender, inteiramente impertinentes e inoportunas sobre o ministro. Na sequência, ao apresentar sua pergunta, não encontrou outro assunto a não ser rebuscar e cobrar esclarecimentos já amplamente expostos pelo Ministro Moro, sobre o desacreditado episódio da “Vaza Jato”. Já direcionava, assim, o que viria na sequência. Todos os demais entrevistadores não conseguiram ver importância nas significativas reduções nos principais índices de criminalidade violenta, no endurecimento do combate ao narcotráfico e contrabando de armas, no aumento considerável na apreensão de drogas, na aprovação do Pacote Anticrimes, entre outras conquistas. O que os telespectadores puderam assistir foi um verdadeiro “tribunal de inquisição”, em que a maioria dos entrevistadores, se pautou pelo desrespeito, provocação e intimidação, destilando ódio nos olhares, requentando desgastadas e forçadas acusações, que nenhum brasileiro, verdadeiramente patriota, cansado de ouvir, nunca acreditou. Excluímos dessa postura o jornalista Felipe Moura Brasil que, embora se conduzisse respeitosamente, se limitou a fazer breves perguntas sobre a teratológica aprovação da lei que criou a figura do Juiz de Garantias (um jabuti inserido no Pacote Anticrime do Ministro Moro pelo PSOL), cuja vigência já foi suspensa “sine die”. Pelo Ministro do STF, Luiz Fux. Um verdadeiro e deprimente show de incompetência e decadência, suportado com serenidade, equilíbrio e autoridade pelo ilustre entrevistado. Uma vez mais, o povo brasileiro assistiu o verdadeiro jornalismo sendo vilipendiado pelos principais órgãos da imprensa, envenenados pela ideologia marxista e a corrupção, transformando-se numa das instituições mais desacreditadas do país. Inegável a importância de uma imprensa séria e compromissada com a integridade das informações, para a consolidação dos regimes democráticos. Lamentavelmente, não é o que vem ocorrendo no Brasil nas últimas décadas. Mancomunados com o projeto criminoso do poder, arquitetado pelo PT, a troco de milhões de reais desviados criminosamente dos cofres públicos, importantes órgãos da mídia vem prestando verdadeiro desserviço à Nação Brasileira, cujos danos e consequências são impossíveis de se mensurar. Diuturna e sistematicamente, estamos assistindo essa banda doentia da imprensa brasileira atuando e torcendo contra o sucesso do país por se recusar em aceitar a eleição de Bolsonaro à Presidência da República, contra o qual vem promovendo as mais insidiosas campanhas difamatórias. Mais do que isso, vem desvirtuando e sabotando descaradamente os projetos promissores e as grandes conquistas do novo governo, sobejamente demonstradas pela realidade fática. Não obstante, todo esse esforço foi destroçado pelas redes sociais que, divulgando em tempo real as realizações do governo, decretaram o fim do monopólio das informações, até então sob o domínio e manipulação da grande mídia. A verdade nos mostra, cada vez mais e de forma cristalina, que o inconformismo dessa parte podre da mídia nacional decorre da perda de bilhões de reais anuais com que foram cooptados para apoiar e encobrir os crimes cometidos pelos governos petistas, que causaram ingentes sofrimentos ao povo brasileiro e jogaram o país à beira do abismo. Indubitavelmente, a atuação nefasta dessa Imprensa Marrom não escapará ao escrutínio e julgamento popular o que, ressalte-se, já começou, conforme sinalizam os resultados de pesquisa recente do Data Folha que revelou que apenas 24% dos entrevistados acreditam na imprensa brasileira. Não sentiremos nenhuma falta dela. Vídeo da entrevista publicado pelo YouTube.
O Encanto das Catedrais.

Quando se confrontam duas posições antagônicas temos uma certeza e uma verdade: a certeza é que uma delas está equivocada; e a verdade é que as duas podem estar erradas mas, nunca certas. Viver por entre catedrais é uma oportunidade única de conviver com o conhecimento, de gratuitamente usufruir da carga maravilhosa de infinitas contemplações do saber, do apreender, do reter, aquilo que os olhos decodificam num relance, num piscar e num segundo ver se transformar em prazer. Viver por entre catedrais não é falar de religião – pode-se até mesmo se falar em religião, não em fé – mas na capacidade de se Ordenar e disponibilizar a avidez do saber, do interpretar, de fechar os olhos e imaginar o que o Mestre se propôs a transmitir e ao abrir os olhos se maravilhar. Viver por entre catedrais não é uma oportunidade aleatória, mas uma escolha consciente de quem se propõe a ouvir, a se espantar com o amor que tudo constrói. Uma característica do ouvinte, do pensante, do caminhante – que por entre estantes, mesas, tablados, paredes, tetos, portas e janelas – encontra a lógica estruturante do pensamento. Viver por entre catedrais é encontrar o mestre por entre palavras e não o guia que se forma para fazer maravilhar as belezas dos arranjos, das frases pontuadas – que buscam encantar. Encontrar o Mestre é a oportunidade de compreender que o arranjo é aleatório e que o importante é saber ouvir, deixar falar, compreender o ambiente e sobretudo esperar pela próxima informação, como a noite espera pelo dia – um novo ensinamento. Viver por entre catedrais não precisa ser em Notre Dame, nem no Louvre ou na Sé de Braga. Muito menos na Biblioteca Pública de Nova Iorque e nem mesmo no Oceanário de Lisboa. Viver por entre catedrais pode ser bem pertinho, sugiro uma catedral onde o Mestre vai te proporcionar uma essência de vida, um prazer pela última flor do Lácio, quase ao seu lado, escutando os corações e falando de Camões. Se tiveres tempo visite essa Catedral ela é na minha cidade natal e o seu nome é Espaço Camões, na Rua Pedro Simão Vaz, 217 – Bairro Jardim dos Anjos. Bom Despacho-MG.
O mundo no “caça palavras”.

O mundo no “caça palavras” foi uma forma de The Economist simbolizar (foto abaixo) as condições possíveis para o ano de 2020 e a Terceira Década deste Século XXI. As frases e palavras visualizadas mostram “o mundo em 2020′; “Trump”; “Brexit”; “AI”; “Taito”; “Tokio”; “Marte”; “Clima”; “XI”; “Recessão”; “MODI”; “EXPO”; “SDGS”; “BOND”; “Beethoven”; “Visões”; “Biodiversidade”; “RATNPT”; “WAR”; “REN”; “Raphael”; “Nighting Ale” e “Russia”. Porém, qual será o real significado, e o porquê, de cada uma das palavras e do conjunto delas? “O mundo em 2020” tem certamente uma simbologia caracterizada pelas cores ora destacadas. Os dois primeiros dígitos foram grafados na cor vermelha; os dois finais na cor verde. A mensagem das cores estão relacionadas aos eventos específicos que são simbolizados por elas, ou ao conjunto dos elementos? De igual modo, o termo “Visões”, associado ao “mundo em 2020” e aos demais episódios/eventos, foi grafado, na cor vermelha, evidenciando a palavra visão. Será um alerta, aos desavisados, de que o centro de controle amplia, cada vez mais sua visão, ilimitada aos espaços, até então, considerados limitados, íntimos, privados? A temática — “Trump”; “Brexit”; “AI”; “Taito”; “Tokio” e “Marte” — ocupará consideráveis espaços midiáticos, neste ano de 2020. O conjunto de episódios/eventos demonstra associação entre eles, sejam os políticos (impeachment do chefe do executivo norteamericano); tecnológicos (corrida da utilização funcional de Inteligência Artificial); entretenimentos (produção e distribuição de jogos eletrônicos); esportivos (Jogos Olímpicos de Tóquio) e/ou espaciais (Ações ampliadas na busca da conquista de Marte). Cada um deles constitui palco de disputas acirradas. Quem vencerá a corrida ora programada? Há posicionamentos que destacam o BR (Sigla do Brasil), colocado após o nome do presidente dos Estado Unidos e antes de Brexit. A corrida ambientalista está simbolizada pelos termos: “Clima”; “XI”; “EXPO” e “SDGS” e “Biodiversidade”. Quem é o “XI”, será o Líder Político da China? Ou, talvez, ao décimo primeiro OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, que é Tornar cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Os eventos “EXPO“; “SDGS” compõem a agenda sobre a “Biodiversidade” mundial. Chamam atenção, outros três conjuntos de termos com alguma relação entre si. O primeiro, constituído pelos nomes “Bond”, “Beethoven” e “Raphael”. Bond é criação inglesa do homicida com permissão para eliminar lideranças honestas e desonestas que se posicionam contrárias ao centro de controle. Qual será a bola da vez? Alguém, dentre os citados no caça palavras? O “trabalho” daquele homicida é perfeito, do ponto de vista da execução. Não deixa qualquer rastro capaz de indicar alguma autoria. Neste ano, serão comemorados, respectivamente, em 6 de abril, o 500º aniversário da morte do pintor italiano Raffaello Sanzio da Urbino; e, no dia 17 de dezembro, o 250º aniversário de Ludwig van Beethoven. No segundo, o destaque é para os termos “Recessão” e “MODI”. O primeiro é retratado numa realidade indesejável, presente nos cenários dos países considerados, outrora, prósperos com boas condições à sua população. Tem-se repetido, aqui, ali e acolá. Nos anos de 2015 a 2018, foi a realidade vivenciada pelo povo brasileiro. De igual modo, reflexos de dificuldades, têm sido observadas em várias localidades do mundo, evidenciadas em mobilizações e manifestações. O papel da Índia, na contextualização conflituosa mundial, dentre outros, é lembro pelo nome de “MODI”, uma das importantes liderança indiana? No terceiro, o que dizer dos termos “WAR REN” ou “WARREN”;”Nighting Ale” e “Russia”? Se for WARREN, quem será? O terceiro homem mais rico do mundo (Warren Buffet) liderará o ranking, em 2020? Ou a senadora, política e jurista, Elizabeth Warren, enfrentará e vencerá Trump, nas eleições à Presidência dos Estados Unidos. Destaca-se, ainda, que, na nona edição do Oxford Advanced Learner’s Dictionairy (OALD), o termo war refere-se a “guerra de tudo”; ren é a sigla de enfermeira registrada, e, Nighting Ale, seria alguma referência à Florence Nightingale? Esta, no citado dicionário é assim destacada: (1820-1910) an English nurse who became famous for her work during the Crimean War. In spite of a lot of opposition from army officials, she greatly improved the conditions of military hospitals and reduced the numbers of soldiers dying of disease. She used to walk round the hospital beds at night with her lamp, comforting the patients, and so became known as the ʼLady of the Lampʼ. Later she ran a campaign to change the British hospital system and improve the training of nurses. In 1907, she became the first woman to receive the Order of Merit. Não se encontrou explicação plausível para os termos: “RATNPT”. Talvez, seja “RAT” (Rato ou causador de pragas, segundo o OALD) e “NPT”. Há outras referências sobre a palavra “DOR”
409 alunos concluíram o Ensino Médio, nos Colégios Tiradentes da PMMG, na RMBH.
A Polícia da Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da Diretoria de Educação Escolar e Assistência Social (DEEAS), registrou, em sua magnífica história, mais um evento grandioso. Na manhã do último sábado (14), no Estádio Jornalista Felipe Drummond (Mineirinho), foi realizada uma solenidade cívico-militar, quando 409 alunos concluíram o Ensino Médio, nos Colégios Tiradentes da PMMG, da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A DEEAS, sob a Direção do coronel Welerson, e os CTPM, sob o comando da tenente-coronel Ana Paula, são unidades do Sistema de Ensino da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Responsabilizam-se pela direção intermediária e a execução dos Ensinos Fundamental e Médio, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), mediante as unidades localizadas nos municípios de Belo Horizonte (Argentino Madeira, Avelino Camargos, Gameleira, José Mauro de Vasconcelos, Minas Caixa e Nossa Senhora das Vitórias); de Betim e de Vespasiano. O início do cerimonial policial-militar, na presença dos convidados, foi marcado pela entrada dos alunos ao local central daquele anfiteatro, sob os acordes da canção “Fibra de Herói”, numa esplendorosa apresentação da Fanfarra do Colégio Tiradentes. Em seguida, a major Regiane, subcomandante dos CTPM, prestou o anúncio regulamentar ao coronel diretor da DEAAS, a fim de iniciarem a solenidade. Seguiram-se, então os atos solenes da seguinte programação: Momento solene em homenagem aos veteranos da PMMG, quando a Banda de Música executou o exórdio e o toque de presença do veterano mais antigo. Assim, ao sargento Manoel Pessoa de Holanda, foi prestada a continência dos militares presentes e do coronel Welerson Conceição Silva; Colocação pelas madrinhas e padrinhos dos distintivos de formatura aos alunos, coroando o êxito alcançado durante o período escolar; Premiação dos seguintes alunos que se destacaram na conclusão do curso: Gabriel Freitas D’aquino Filocre – CTPM/Argentino Madeira; Júlia Rodrigues Vasconcelos Bandeira – CTPM/Avelino Camargos; Júlia Ellen Silva Gonçalves – CTPM /Betim; Vitória Campos Carvalho – CTPM/José Mauro de Vasconcelos; Maria Eduarda Adams Andrade – CTPM/Gameleira; Leise Vilas Novas Rodrigues – CTPM /Minas Caixa; Kamilah Santos – CTPM/Nossa Senhora das Vitórias e Laura Marques Vilela – CTPM/Vespasiano; Compromisso dos alunos que concluíram o Ensino Médio foi conduzido pelo aluno Daniel Lucas da Silva Rocha, na presença dos convidados; Homenagens especiais aos pais, paraninfo e aos coronéis Welerson e Filgueiras; Discurso do paraninfo dos formandos Deputado Federal Subtenente Gonzaga, destacando a emoção daquele momento singular na sua vida e na dos formandos e familiares, reafirmando seu compromisso de continuar apoiando, por meio das emendas parlamentares, o Colégio Tiradentes. O evento cívico-militar foi encerrado, marcando um dos momentos mais singulares da solenidade. Foi quando a tenente-coronel Ana Paula, comandante dos CTPM da RMBH comandou o último “fora de forma“. Em seguida, os alunos que concluíram o Ensino Médio iniciaram movimentos de “ordem unida”, formando a Bandeira de Minas Gerais, e, no último ato solene, entoaram o brado de honra do Colégio Tiradentes. Fonte: PMMG e FaceBook do CTPM.
O Portão das Armas da Academia da Polícia Militar Mineira é um Pórtico Colonial

Ao longo dos anos muitas pessoas passaram e continuam a passar pela Rua Diabase, no bairro do Prado, em Belo Horizonte e não se dão conta do Pórtico edificado para celebrar os 100 anos da Independência do Brasil. O Portão das Armas da Academia de Polícia Militar é um marco incorporado ao patrimônio da Capital das Alterosas. Foi edificado durante o Governo de Afonso Vaz de Melo, à frente da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte; quando o Governador do Estado de Minas Gerais era Arthur Bernardes e o Presidente da República Epitácio Pessoa. O Pórtico edificado no Prado Mineiro, no ano de 1922, ano do Centenário da Independência do Brasil, é uma manifestação de um estilo de época da arquitetura portuguesa denominado “Estilo Colonial” presente nas colônias portuguesa e adotado em alguns locais da Metrópole. As linhas geométricas e os azulejos azuis emprestam caráter ao estilo arquitetônico que se multiplicou por todas as possessões portuguesas pelo mundo e ganha significativa expressão no início do século XX com uma apurada maturação que vai encantar os arquitetos em Portugal e particularmente no Brasil. Um Pórtico tinha diversas funções nas cidades – historicamente abundavam nas Cidades-Estados Européias e nos Coutos de Portugal – nos séculos XVI a XVIII era o local onde se dava o controle de fronteiras; acontecia a tributação dos produtos que entravam e saiam das muralhas das cidades e por onde passavam as tropas militares nas derrotas e nos triunfos. O Pórtico do Prado Mineiro edificado para as Comemorações dos 100 anos da Indepedência do Brasil, teve um significado muito importante – já distante da concepção original dos séculos XVI a XVIII – que foi galardoar as pessoas que participaram da Feira dos 100 anos da Independência do Brasil, transpor o Pórtico do Prado Mineiro e ser parte da Feira era um privilégio e uma responsabilidade institucional para com a República. Naquela época a posse dos novos Prefeitos e Governadores se dava no dia 07 de Setembro e a posse do Presidente da República se dava no dia 15 de Novembro. Assim, no dia 07 de Setembro de 1922 Flávio Fernandes dos Santos assumiu a Prefeitura de Belo Horizonte e Raul Soares de Moura o Governo do Estado de Minas Gerais, tendo como vice-governador Olegário Maciel. O Presidente da República que tomou posse em 15 de Novembro foi Arthur Bernardes, o ex-governador de Minas Gerais. Obviamente que não estava, sobre a disponibilidade da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, o espaço onde hoje temos o Pórtico e que nem tampouco o atual Portão das Armas da Academia de Polícia Militar se presta ao objetivo inserido na sua concepção. Mas, independente disso, como nas palavras do Coronel Idimar Vilas Boas, o Portão das Armas da Academia de Polícia Militar presta-se a nos lembrar que: “ A grandeza da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais também foi feita pelo sangue dos que tombaram envergando a sua farda e sobre a sombra da Bandeira do Brasil”. Tanto o Pórtico edificado no Prado Mineiro em Belo Horizonte – MG, no ano de 1922, como um prédio que está localizado na cidade de Aveiro em Portugal, edificado no início do século XX, nos remetem claramente ao conceito de estilo arquitetônico aqui abordado, não permitindo qualquer especulação que tenha o condão de divagar sobre o tema. As fotos que se seguem, sobre ambas edificações, falam por sí.
117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade.
No Doodle da Google, neste 31 de outubro de 2019, há, conforme figura destacada acima, justa homenagem, pois seria o 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade. Ícone entre mais respeitáveis produtores da literatura brasileira e um dos mais destacados poetas de nossa pátria, no Século XX, o mineiro de Itabira faleceu em 17 de agosto de 1987. Ainda no princípio do século passado, Drummond marcou sua estreia grandiosa, no movimento do modernismo brasileiro, com produção literária riquíssima, reconhecida nas “características do seu tempo”, informa Carolina Marcello, mediante o “uso da linguagem corrente, temas do cotidiano, reflexões políticas e sociais.” Mas, o 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade, aqui, lá e acolá, deve ser lembrado, principalmente, pela riqueza poética de seus poemas. A despeito de o tempo passar, as questões centrais, vivenciadas, no dias atuais, pelos leitores drummonianos, foram descritas, anteriormente, pelo admirável poeta. Sua poesia fala de vida nas grandes metrópoles, onde se vive, na maioria das vezes, de memória, numa solidão infindável, em meio aos burburinhos marcantes das pessoas e comunidades. Firme na convicção de que “escrever é cortar palavras”, a lembrança do poeta literato é comemorada de muitas formas e maneiras, a exemplo do que se publicou nesse 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade. Todas falaram de seus feitos inesquecíveis, com jeito leve e suave de contar momentos expressivos, muitas vezes pessoais, porém parecidos com os experimentados pela maioria dos seus leitores. Quem nunca teve uma pedra no meio do caminho? No dia do 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade, vale a pena relembrar! No Meio do Caminho Veja a recitação do poema em várias línguas. Com as informações buscadas em 1 e 2.
1789 – CONSPIRAÇÃO NAS MINAS GERAIS
O último quartel do século XVIII, trouxe à lume, três movimentos significativos nas relações políticas e econômicas nas maiores economias daquela época. Sendo eles a Revolução Francesa em terras homônimas; a Revolução Americana nas terras das Colônias Inglesas na América do Norte; e a Conspiração nas Minas Gerais, uma colônia portuguesa na América do Sul. A Revolução Francesa, com os seus ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, nada mais é do que um movimento das classes que suportam, com seus impostos e trabalhos, a Realeza e gera emprego e circo para os pobres. A Revolução Francesa, por mais que se tente ocultar a verdade, às custas de um pragmatismo retórico, é um basta que as Ordens Militares, Religiosas e Filosóficas põem na carga que pesava sobre as suas costas. Os donos dos Capitais em França, têm a necessidade de expandir os seus negócios na concorrência com a Inglaterra no comércio internacional e para isso necessitam de liberdade (g.n.) para comprar de quem oferece os melhores insumos e com os melhores preços e não mais dos produtores das colônias francesas – os amigos do Rei. Necessitam de igualdade (g.n.) com a realeza na oferta de terras públicas para, aumentando a produção, concorrerem em vantagens competitivas e, por fim, fraternidade (g.n.) para se associarem entre os iguais – na disponibilidade do Capital. Os clérigos, buscam uma mudança de vida que lhes permitam, no mínimo, a capacidade de se auto-sustentarem e não apenas viver das migalhas do alto-clero que se constituía em parte da realeza. Os militares buscavam apenas a exata equivalência dos seus soldos às necessidades da vida. Mas essas Ordens não poderiam, sozinhas, modificar o ambiente, era necessário um estágio de desencontro social propício e pessoas disponíveis ao improvável e tudo conspirando, chega-se à Revolução Francesa, que mais tarde desemboca no 18 de Brumário e por fim retorna à Monarquia. A Revolução Americana, uma colônia de exploração econômica Inglesa, é o corolário de um modelo republicano e único na história contemporânea. As 13 colônias inglesas que vão dar origem aos Estados Unidos da América são fruto do claro entendimento do povo que lá estava, sobre a função de uma colônia de exploração econômica, que é: fornecer insumos para a indústria da metrópole se enriquecer às custas do empobrecimento do colono. Obviamente, que no início do processo da colonização inglesa na América, a metrópole era essencial para o fornecimento de bens, equipamentos e insumos necessários à construção do país, além de proporcionar aos colonos, as hipóteses de formação de um capital intelectual que estruturasse a nova nação. Assim, o povo com o seu território e a sua identidade busca na independência a sua soberania que conduzindo ao conceito de nação, proporciona o estabelecimento do Estado Americano. Pode-se perceber que a Revolução Americana produziu um grande sucesso, ao passo que a Revolução Francesa ficou muito presa ao ideologismo, não conduzindo à praticidade que buscavam aqueles que financiaram os revolucionários franceses, tornando-se o motivo pelo qual os militares vão assumir o controle do país com Napoleão Bonaparte. O Brasil, uma colônia portuguesa nas Américas, vai passar por um movimento que busca o estabelecimento de uma nova relação política e econômica que os autores vão nominar como Conspiração nas Minas Gerais. Um ilustre membro da Academia de Inscrições e Belas Artes de Paris, França, Monsieur De Fortia (1833), na organização da sua obra L’Art de Vérifier les Dates. Tome Quatorziéme, se expressou sobre a Conspiração nas Minas Gerais com as seguintes palavras: “ 1789 – Conspiration à Minas-Géraès. Ancien officier de Cavalerie de Minas-Géraès, appelé Joaquim Jozé da Silva Xavier et surnommé o tiradentes ou arracheur de dents, guidé par l’exemple des États-Unis … d`établir une république indépendante. … Aprés deux ans, Xavier fut condamné à être pendu, décapité et écartelé… …. La même sentence s’appliquait à Maciel, son beau-frére, à Francisco de Paulo Alvarenga et à trois autres … Le gouverneur de Portugal, jugea à propos de mitiger ces sentences, et Silva seul subit la peine de mort (1) (1) M. Southey, Hist. of Brazil, chap 43.” Ao citar Robert Southey (1774-1843) um historiador inglês, a verificação da data e dos fatos se dá por ouvir dizer, de algumas testemunhas, haja vista que naquela época as hipóteses de aprofundamento sobre o assunto eram restritas. Southey contava apenas 15 anos. A imprensa portuguesa não noticiou os fatos. Em Setembro de 1789, conforme Maxwell (1973) em sua obra A Devassa da Devassa, o representante Britânico em Lisboa, Robert Walpole (1736-1810), toma conhecimento de alguns distúrbios no Brasil, sem informações seguras. O Direito Português à época da Conspiração nas Minas Gerais, Código Phillipino de Ordenações e Leis do Reino de Portugal, tratava no seu Livro V, Título VI, dos Crimes de Lesa Majestade, figura penal que se descreve a Inconfidência, vejamos: “Lesa Magestade quer dizer traição commettida contra a pessoa do Rey, ou seu Real Stado, que he tão grave e abominavel crime, e que os antigos Sabedores tanto estranharaõ, que o comparavaõ à lepra; porque assi como esta enfermidade enche todo o corpo, sem nunca mais se poder curar, e empece ainda aos descendentes de quem a tem, e aos que com elle conversaõ, polo que he apartado da communicação da gente: assi o erro da traição condena o que a commette, e empece e infama os que de sua linha descendem, postoque não tenhaõ culpa.” Nos dicionários vamos encontrar as explicações mais apropriadas sobre Inconfidência e Inconfidente, como vemos a seguir: Inconfidência, substantivo feminino; conspiração, sublevação contra o governo ou autoridade estabelecida; conjuração; associação de pessoas, com lastro em pacto ou juramento, para atingimento de finalidade comum de conspiração; traição; infidelidade; perfídia; deslealdade; quebra da obrigação de manter segredo; falta à confiança depositada. Inconfidente, adjetivo de dois gêneros e substantivo de dois gêneros. O adjetivo inconfidente atribui ao substantivo a qualidade da prática da inconfidência: indigno de confiança, desleal, traidor, falso, infiel; aquele que vaza informações ou divulga segredos; conjurado, conspirador contra o governo ou autoridade estabelecida. Era considerado crime de inconfidência (g.n.) ou
“Internacionalização da Polícia”, no discurso da Rainha Elizabeth II.
“O sol nunca se põe, no Império Britânico…” A pretensão da frase destacada ganha muita força no discurso da Rainha Elizabeth II. Isso porque, mais uma vez, a ilustre monarca, chefe de Estado do Reino Unido, compareceu à cerimônia de abertura dos trabalhos do “Parlamento para o ano que virá”. Naquela Casa Legislativa, Elizabeth II fez o tradicional pronunciamento, na Câmara dos Lordes, a mais alta do Parlamento Britânico. Na oportunidade, ratificou a decisão tomada de que, no próximo 31 de outubro deste 2019, o Reino Unido deixará o bloco da União Europeia. Mas, qual foi a mensagem da principal representante da monarquia britânica, Mater et Magistra, aos súditos do Reino Unido, nesses tempos de crises, e aos povos do planeta Terra? Qual é o significado da propagada globalização enfatizada pela Rainha Elizabeth II? Não, há, na mídia nacional, considerações diversas das que foram apresentadas. Cada um dos veículos contou segundo suas particularidades. Algumas encarregaram, ainda, da vestimenta e da quantidade de joias usadas pela rainha pois a ocasião era muito mais do que simbólica. Contudo, na busca de algumas respostas aos questionamentos anteriores, vale a pena conhecer a opinião de Débora Gomes Barbosa, uma brasileira, que é Mestra em Inteligência de Estado e residente numa das cidades britânicas. Para ela, há, no discurso da rainha, prevalência do uso de pronomes possessivos. Posicionamentos favoráveis à parceria, com a UE, notadamente nas questões inquietantes, como a livre imigração, não se esquecendo da “migração global”. Na esteira da evidenciada globalização, destacou-se, também, a tecnologia 5G, proteção ao meio ambiente, além do mencionado sistema de internacionalização da polícia e educação para garotas, dentre outros temas. Veja o vídeo e faça suas conclusões. Ah! Talvez voce esteja interessado em ver outro vídeo que mostra o discurso da Rainha Elizabeth II, na abertura dos trabalhos, no mesmo Parlamento, em 59 anos atrás. Com as informações das fontes citadas e foto da BBCNews.
194º Aniversário da Romancista Maria Firmina dos Reis
Na data, em que se comemora o 194º Aniversário da Romancista Negra Maria Firmina dos Reis, o Google presta-lhe justa homenagem. Isso porque, na sua página principal, aquela empresa elaborou e mostrou, ao longo do dia 11 de outubro de 2019, um um doodle de reverência à Professora Maranhense. No Palmares — Fundação Cultural, há informações sobre, destacando-a de “Personalidade Negra”, com os seguintes dizeres: Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 11 de outubro de 1825. Filha bastarda de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Foi uma escritora brasileira, considerada a primeira romancista brasileira. Em 1847, aos 22 anos, ela foi aprovada em um concurso público para a Cadeira de Instrução Primária, sendo assim a primeira professora concursada de seu Estado. Maria demonstrou sua afinidade com a escrita ao publicar “Úrsula” em 1859, primeiro romance abolicionista, primeiro escrito por uma mulher negra brasileira. O romance “Úrsula” consagrou Maria Firmina como escritora e também foi o primeiro romance da literatura afro-brasileira, entendida esta como produção de autoria afrodescendente. Em 1887, no auge da campanha abolicionista, a escritora publica o livro “A Escrava”, reforçando sua postura antiescravista. Ao aposentar-se, em 1880, fundou uma escola mista e gratuita. Maria morre aos 92 anos, na cidade de Guimarães, no dia 11 de novembro de 1917. Em 1975, Maria recebe uma homenagem de José Nascimento Morais Filho que publica a primeira biografia da escritora, Maria Firmina: fragmentos de uma vida. Sobre Maria Firmina dos Reis, a Wikipedia destaca sua brilhante carreira, no magistério público do Maranhão, apresentando, igualmente, sua obra literária, descrita a seguir: Úrsula. Romance, 1859. Gupeva. Romance, 1861/1862 (O jardim dos Maranhenses) e 1863 (Porto Livre e Eco da Juventude). Poemas em: Parnaso maranhense, 1861. A escrava. Conto, 1887 (A Revista Maranhense n° 3) Cantos à beira-mar. Poesias, 1871. Hino da libertação dos escravos. 1888. Poemas em: A Imprensa, Publicador Maranhense; A Verdadeira Marmota; Almanaque de Lembranças Brasileiras; Eco da Juventude; Semanário Maranhense; O Jardim dos Maranhenses; Porto Livre; O Domingo; O País; A Revista Maranhense; Diário do Maranhão; Pacotilha; Federalista. Composições musicais: Auto de bumba-meu-boi (letra e música); Valsa (letra de Gonçalves Dias e música de Maria Firmina dos Reis); Hino à Mocidade (letra e música); Hino à liberdade dos escravos (letra e música); Rosinha, valsa (letra e música); Pastor estrela do oriente (letra e música); Canto de recordação (“à Praia de Cumã”; letra e música). Veja o vídeo e saiba outras informações de Maria Firmina dos Reis, uma das grandes romancista brasileiras. Com as informações e fotos das fontes citadas.

