Polícia Militar do Mato Grosso intensifica ações na Operação Ostensividade II
A Operação Ostensividade II é uma escolha estratégica da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso (PMMT), no compromisso de proteger as pessoas e as comunidades mato-grossenses. Consequente de minucioso planejamento, orientado por sistemática inteligência, o propósito dos profissionais mato-grossenses de polícia ostensiva e preservação da ordem pública se dispõem com ações de polícia comunitária aos 141 municípios do Estado do Mato Grosso. Leia mais informações, na notícia publicada, no portal da PMMT, e transcrita em seguida: A Polícia Militar lançou na manhã desta quinta-feira (22.06) a Operação Ostensividade II, uma ação que prioriza a prevenção, mas que também atua fortemente na repressão aos crimes de homicídio, roubo, furto e tráfico de drogas. Cerca de 1.300 policiais e 418 viaturas(carros e motocicletas) estão nas ruas dos 141 municípios mato-grossenses. Somente em Cuiabá e Várzea Grande são 600 policiais, incluindo os das unidades especializadas como os batalhões Bope, Rotam, Trânsito, Cavalaria e Ambiental. O comandante geral da Polícia Militar, coronel Jorge Luiz de Magalhães, explica que o principal objetivo da ‘Ostensividade II’ é aumentar a capacidade operacional da PM atuando com foco na prevenção e repressão à criminalidade. Além de levar maior sensação de segurança à população, esse reforço busca a redução de indicadores de violência, destaca o comandante. O secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas, disse que a Polícia Militar está cada dia mais presente nos municípios mato-grossenses fazendo a prevenção e reprimindo crimes. Rogers citou como exemplo dessa forte presença policial o número de armas apreendidas. De acordo com o secretário de Segurança, no primeiro semestre deste ano 1.270 armas de fogo (revólveres, pistolas, entre outras) que estavam nas mãos de bandidos e pessoas não autorizadas a portá-las foram retiradas de circulação. Esse número representa um aumento de 41% em relação ao mesmo período do ano passado. “Estamos reforçando o policiamento e a presença das forças policiais nas ruas fazendo segurança para a sociedade de bem”, completou Rogers Jarbas. Operação O planejamento estratégico da ‘Ostensividade II’, teve como base as informações de inteligência e as análises criminais desenvolvidas por cada um dos 15 comandos regionais sobre suas respectivas áreas de atuação. As ações se estenderão até a madrugada de sábado (24.06) em diversas modalidades: barreiras, blitz, bloqueios, saturação (que consiste em mobilizar o máximo de policiais em uma determinada área), entre outras ações. Fonte: PMMT.
“Violência e Economia”
O Jornal Globo deste domingo (18) publicou a opinião Violência e Economia, da autoria do Coronel Wolney Dias Ferreira, comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). A reportagem foi igualmente publicada no portal da PMERJ. No texto, o Coronel Wolney relata uma análise da questão da violência e criminalidade no ambiente socioeconômico do Estado do Rio de Janeiro. Faz comparações periódicas, referindo-se às duas décadas do século passado e as duas deste século. Explicita a pressão sobre um crescimento nada compatível com a desejável organização e estruturação dos espaços geográficos destinados às concentrações metropolitanas cariocas e, apesar desses contrapontos, enfatiza o esforço dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública na prestação de serviços aos cidadãos e comunidades. Leia e obtenha mais informações, na notícia publicada e transcrita a seguir: Em período de crescimento, reduzimos a taxa de homicídios para 28,7 em 2012. A partir do ano passado, no entanto, os homicídios voltaram a ter trajetória de alta Historicamente, os indicadores de violência acompanham o desempenho da economia. Embora seja impossível quantificar essa constatação com números de ciência exata — tal a quantidade de variáveis em jogo —, podemos afirmar que nas crises econômicas, como a atual, a violência se expande. E, pior, quando a violência se expande, empurra para baixo a economia, produzindo um ciclo desastroso para toda a sociedade. É possível observar esse cenário nas últimas quatro décadas. O primeiro grande boom de violência foi vivido no estado nas décadas 1980 e 1990, período em que se registrou um forte esvaziamento no setor industrial, especialmente na Zona Norte carioca — Penha, Bonsucesso, Benfica, Caju, Jacaré e outros bairros. Grandes empresas fecharam e deixaram para trás edificações e terrenos, que, em seguida, serviram para expansão de favelas. A ocupação desordenada do solo, por sua vez, agravou a violência. Em 1994, a taxa de homicídio chegou a 64,8 por cem mil habitantes, um recorde da série histórica. Na primeira década do novo século, os indicadores tanto da economia quanto da violência começaram a se reverter. Beneficiado pelo preço das commodities no mercado internacional, o país se expandiu, houve grandes investimentos em infraestrutura e uma vigorosa política de inclusão social. O Rio de Janeiro, com a expansão da indústria do petróleo, viveu um momento muito especial. Nesse período de crescimento, conseguimos reduzir a taxa de homicídios para 28,7 em 2012. A partir do ano passado, no entanto, os homicídios voltaram a registrar trajetória de alta. Não cabe aqui discutir se demoramos a nos preparar para enfrentar as consequências da crise financeira internacional, que explodiu nos EUA em 2008 e espalhou-se rapidamente pela Europa e mercados da Ásia. Mas não há dúvida de que a quebra de Wall Street é um dos fatores determinantes da recessão brasileira. E hoje pagamos um preço alto, com mais de 13 milhões de desempregados. Se observarmos as curvas da série histórica dos homicídios no estado, entre 1991 e 2016, é possível estabelecer um paralelo com a economia. O Rio foi o estado mais prejudicado com a queda vertiginosa da indústria do petróleo, seu maior ativo econômico. No curto prazo, as consequências da crise na segurança são evidentes, com a perda de homens e equipamentos. Para citar um exemplo, deixamos de contar, por falta de recursos, com um reforço diário de 600 policiais que eram pagos pelo programa Regime Adicional de Serviço (RAS). No médio e longo prazo, temos um desafio muito grande para impedir que novas áreas da região metropolitana — como Itaboraí, Xerém, Itaguaí — virem grandes favelas, como aconteceu há 20 anos na Zona Norte carioca. O governo do estado vem atuando com determinação para equacionar o impasse financeiro, como medida emergencial. E, em seguida, criar mecanismo de recuperação da crise, diversificando a economia com investimentos em serviço, infraestrutura e meio ambiente, além da retomada de setores tradicionais como a indústria naval. Nesse complexo quadro socioeconômico, não podemos deixar de enaltecer o trabalho das forças de segurança do estado, em particular dos policiais militares. Apesar de todas as dificuldades financeiras e materiais, nossa tropa não perdeu o entusiasmo de cumprir o lema da corporação: “Servir e proteger”. Fonte: PMERJ e O Globo
Polícia Militar catarinense assegura a Festa do Divino em Palhoça
Os profissionais da polícia ostensiva e preservação a ordem pública da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) asseguraram as atividades da Festa do Divino Espírito Santo, no município de Palhoça. Representada por policiais militares do 16º Batalhão de Polícia Militar, a Instituição Militar Estadual foi representada e cumpriu sua missão constitucional, segundo informações publicadas no portal da PMSC. Leia outras informações na notícia transcrita a seguir: A Polícia Militar, através do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM), de Palhoça, garantiu, mais uma vez, a segurança na Festa do Divino Espírito Santo, que aconteceu nos dias 10, 11 e 12 de junho na cidade. Durante o evento, realizado pela Paróquia Senhor Bom Jesus de Nazaré, as famílias da comunidade e das cidades vizinhas puderam orar e se divertir na mais tradicional festa da região. Através de um trabalho planejado, os policiais militares puderam proporcionar segurança plena ao público, que se distribuíu pelas áreas do pátio da Casa Paroquial, ruas laterais e frontais da Igreja Matriz, bem como na passagem do Cortejo Imperial pelas ruas. O 16º BPM contou também com o apoio de outras unidades da PMSC, que auxiliaram no policiamento, como os policiais da Guarnição Especial de Polícia Montada (GEPMon), Companhia de Policiamento com Cães (Cia Pol Cães), ambas de São José, e do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), de Florianópolis. Este ano, mais uma vez, por conta da utilização de câmera móveis, estas serviram como complemento ao vídeo-monitoramento, possibilitando uma melhor fiscalização da área. Nenhuma ocorrência foi registrada pela PMSC durante os três dias de evento. Sendo assim, tanto o planejamento, como a execução das ações realizadas, foram avaliadas pelo comando da unidade como grande sucesso. História da festa A Festa do Divino é realizada sete semanas depois do Domingo de Páscoa, no Dia de Pentecostes, para comemorar a descida do Espírito Santo sobre os 12 apóstolos. A celebração marca a influência da colonização portuguesa na região. No ano de 1323, a rainha portuguesa D. Isabel resolveu organizar uma festa que rememorasse o episódio bíblico do Domingo de Pentecostes. Antes de se estabelecer no Brasil, essa festa religiosa tomou espaço nas ilhas de Açores, no início do processo de expansão marítima portuguesa. No período do Pentecostes, um pouco antes da Páscoa, a população açoriana realizava grandes banquetes públicos. Já no período colonial, a festa do Divino Espírito Santo contava com a coroação simbólica de um imperador e banquetes públicos. Há documentos que atestam a realização da festa do Divino em diversas localidades brasileiras, desde os séculos 17 e 18. Fonte: PMSC.
Na cidade de Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, policiais militares agiram prontamente
Ação de polícia ostensiva com êxito e proatividade! É o que se verifica na ação do Soldado PM Luciano Barros, conforme reportagem abaixo, na cidade de Cabo de Santo Agostinho, PE. Dois homens foram presos pela Polícia Militar, nesta quarta-feira (17/05), no Cabo de Santo Agostinho, logo após assaltar uma residência na Rua 09, em Ponte dos Carvalhos. Com a dupla, foram apreendidos um revólver calibre 32, munições, maconha e dois celulares. A prisão só foi possível graças ao profissionalismo do soldado Luciano Barros, que ia passando na hora que os homens invadiram a casa e atendeu ao chamado da vítima, capturando um dos bandidos. Depois de efetuar a prisão, acionou o GATI do 18º BPM, que saiu em busca do acusado que conseguiu fugir do soldado. Após diligências, a equipe localizou o suspeito na 1° Travessa da Rua da Saudade, no Alto do Sol. Detido, ele foi reconhecido pela dona de casa e, juntamente com seu parceiro e o material apreendido, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil do Cabo, onde os dois foram autuados em flagrante por roubo. Ambos são responsáveis por diversos assaltos na localidade, agindo sempre no início da manhã. Fonte: PMPE.
PM do Rio de Janeiro publica: “Nota de esclarecimento sobre Segurança nas Escolas”.
Acontecimento episódico, ainda não esclarecido, envolvendo a garota Maria Eduarda, deixa-nos estarrecidos. Julgamentos precipitados, não são recomendáveis. No destaque do Portal G1, encontra-se: […] Perícia aponta que um dos tiros partiu de PM Peritos identificaram que ao menos um dos tiros que atingiram Maria Eduarda, estudante de 13 anos morta dentro da escola em Acari, partiu de um dos dois PMs que foram presos na sexta-feira (31). A informação foi dada com exclusividade pela GloboNews, nesta quarta-feira (5). Peritos já haviam concluído que a cápsula era de um fuzil 7.62, usado tanto por traficantes (fuzis AK.47) como pela PM (FAL, o fuzil automático leve) […]. A prudência recomenda aguardar o julgamento final! De qualquer forma, a Polícia Militar do Estado de Rio de Janeiro, é colocada na berlinda! Se houve “violência derivada” praticada por algum agente público, a quem o Estado Democrático de Direito concedeu, na forma da lei, o direito de usar arma letal e usá-la, nos casos de legítima, cabe tão somente ao Estado a aplicação da pena. E isso será feito, com toda certeza. A liderança da Instituição Militar Estadual carioca tem consciência da fragilidade da proteção integrada da responsabilidade do Estado. Tanto que publicou, no seu portal, a seguinte nota: A Polícia Militar esclarece que é uma das poucas Instituições que atuam em áreas conflagradas. Essa atuação é motivada por acionamentos de cidadãos ao 190 ou a partir de operações previamente planejadas. Nesse último caso, as operações ocorrem, em sua maioria, antes ou após a entrada e saída de alunos das escolas. Desde maio de 2016, a Polícia Militar, visando aproximar a Corporação da comunidade escolar, seja no âmbito Estadual ou Municipal, criou o Conselho Comunitário de Segurança Escolar (CCSE) em todas as AISP do Rio de Janeiro. Esse conselho se reúne uma vez ao mês, nos batalhões, para discutir e buscar soluções em conjunto com representes das escolas para os problemas que se apresentam na comunidade escolar. Além dessas reuniões, é comum entre os Batalhões e nas UPPs, a interação direta, seja dos comandantes de companhia ou os comandantes de UPPs, com os diretores de escolas através de grupos de whatsapp, o que proporciona agilidade no contato e estabelece uma relação de confiança. Temos atuado também em diversos projetos sociais junto às comunidades, em especial com crianças e adolescentes. Projetos esses que carecem de apoio e envolvimento dos demais órgãos públicos. A Corporação tem todo o interesse em ampliar o debate em relação à segurança nas escolas. Entendemos que a Segurança Pública é um assunto complexo. É preciso atuar nas causas para evitar que a Corporação seja cobrada pelas consequências. O Comando da Corporação convida o Prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o Secretário Municipal de Educação, Cesar Benjamin, a conhecer os projetos desenvolvidos pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), bem como a participar de uma das reuniões do CCSE. Fonte: PMERJ e a indicada acima.
Ação de polícia ostensiva no contexto da segurança pública.
O exercício da polícia ostensiva e preservação da ordem pública somente alcançará resultados bem sucedidos se houver integração com os demais órgãos responsáveis pela efetividade da segurança pública. A liderança piauiense tem consciência disso e busca mediante o diálogo as proposições para a atuação de proteção pública integrada. Nesse entendimento, nessa última quarta-feira (29), foi publicado no portal da PMPI que: o Comandante Geral da PMPI, Coronel Carlos Augusto, se reuniu com o Juiz da Central de Inquéritos, Dr. Luiz de Moura Correia, que esteve no Quartel do Comando Geral acompanhado do Promotor de Justiça Militar , Dr. Assuero Stevenson, da 9ª Promotoria, e do Secretário da Central de Inquéritos, Carlos Moura. Também estiveram presentes na reunião o Subcomandante Geral, Coronel Lindomar, o Coordenador Geral de Operações da PMPI, Coronel Alberto, o Comandante do Policiamento Metropolitanos I, Coronel Wagner Torres, o Corregedor da PMPI, Coronel George, o Comandante e o Subcomandante do Policiamento Especializado, Tenente-Coronel Sousa Filho e Major Wilson Gomes, respectivamente. Durante a reunião, foram abordados diversos temas importantes. Dentre eles, foi discutida a aplicação do projeto de acolhimento e ressocialização de dependentes químicos egressos do sistema prisional, que poderão fazer o seu tratamento em comunidades terapêuticas conveniadas, como a Fazenda da Paz e a Casa do Oleiro. Esse projeto, criado por iniciativa da Coordenadoria de Enfretamento às Drogas do Estado do Piauí – CENDROGAS – deverá ser posto em prática a partir de abril deste ano, envolvendo o trabalho de várias entidades. Fonte: PMPI.
Continuidade da melhoria profissional, na Polícia Militar Baiana.
A equipe Pontopm divulgou, anteriormente, ações de comando, notadamente na área da inteligência, antes e durante os eventos carnavalescos. Nesta quarta-feira (22), a Polícia Militar baiana registra mais uma atividade exemplar, ao reunir a liderança dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, a fim de conhecer a realidade planejada e a executada durante o carnaval de 2017. Nesse sentido, A Polícia Militar da Bahia realizou no auditório do Centro de Operações de Inteligência – COI o Workshop Carnaval 2017, evento realizado pelo Comando de Operações Policiais Militares – COPPM, e que contou com as presenças dos Comandantes das Unidades Policiais da Capital, Região Metropolitana, Especializadas e do Comando de Operações de Inteligência – COInt. A iniciativa do Workshop Carnaval 2017 justifica-se pela responsabilidade dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem públicas, nas diversas funcionalidades gestoras em um dos eventos mais importantes, não apenas pelos baianos, mas por muitos brasileiros e estrangeiros. No período, há uma projeção nacional e internacional dos festejos carnavalescos realizados na maioria das cidades baianas. Daí, a importância a ação de comando evidenciada, conforme ressaltado, no portal da PMBA, que: Esse encontro teve o objetivo de congregar os dados e informações do Carnaval 2017 e que irão permitir o aperfeiçoamento, e execução da Operação Carnaval com o intuito de torná-la mais eficaz e eficiente para que a população e os visitantes possam desfrutar em segurança da maior festa popular do mundo. Fonte: PMBA.
Melhoria contínua com inteligência.
Os grandes eventos locais, regionais ou nacionais que concentram muitas pessoas nas vias públicas, estão mais exigentes com a qualidade dos serviços de proteção dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública.Por isso, a melhoria contínua tem de ser compromisso inadiável dos profissionais que lideram e executam esses serviços. Melhorar continuamente serviços policiais prestados é desafio singular na gestão da polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Usar a inteligência (coletando dados e informações, analisando-os e difundindo-os, com oportunidades) para as decisões adequadas, diante das mais diversas situações, é uma das formas de superar o desafio evidenciado. Houve um tempo em que se fazia relatórios, após o emprego de policiamento nas ocasiões das festejos populares brasileiros. Mas, desde o período que se encerrava o evento até a elaboração do relatório, perdiam-se muitos dados e informações. Além disso, não se praticava técnicas adequadas da indispensável inteligência conhecida nesses tempos intensivos em tecnologia. Há, porém, um exemplo, já praticado pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar da Bahia (PMBA), destacado na seguinte notícia: A Ouvidoria da Polícia Militar está colhendo informações, através de questionário analítico, com o objetivo de recepcionar elogios, sugestão e críticas dos foliões, bem como dos policiais militares empregados no circuito da festa. A comerciante Sara Souza, que trabalha no carnaval há mais de 15 anos, elogiou a PM pelo excelente trabalho realizado nos últimos anos. A percepção da melhoria da atuação da Polícia Militar também foi notada pelo segurança de bloco César Matos. “As abordagens policiais estão melhorando a cada ano”, revela. O ouvidor da PMBA, major Maciel, afirma que as pesquisas tem dado resultado, principalmente no processo da elaboração do questionário, o que requer um conhecimento técnico, a fim de buscar informações, sobre a preparação do policial para o serviço e avaliação do público externo. Carnaval – As pesquisas acontecem nos portais de acesso à festa, nos principais pontos dos circuitos, nas bases de alojamento, postos de reunião de tropa, entre outros. Em 2016 mais de 800 foliões e 317 policiais responderam o questionário. Entre as sugestões apresentadas, foram atendidos o aumento do efetivo e de detectores de metais nos portais de abordagem, bem como a instalação de banheiro químico e de postos elevados de observação nas proximidades dos portais.(PMBA) Trata-se de um procedimento, com tecnologia disponível, que pode apoiar efetivamente os grandes eventos. Essa prática tecnológica, fluindo naturalmente durante as atividades operacionais, concorre oportunamente para decisões gestoras eficientes e eficazes. Aliás, muito se fala em pensar antes de agir. Esse pensar sintetiza o caminho percorrido pela inteligência que leva à sabedoria. Pense nisso!

