Por desmatamento ilegal de matas ciliares de córrego e por exploração ilegal de madeira, foi multado em R$ 37 mil
Em São Gabriel do Oeste (MS) Policiais Militares da Policia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul (PMMS), durante as atividades de polícia ostensiva ambiental, descobriram um desmatamento e exploração ilegal de madeira. Leia mais sobre a notícia transcrita do Portal da PMMS. Campo Grande (MS) – Um desmatamento e exploração ilegal de madeira foram descobertos hoje (10), quando Policiais Militares Ambientais de São Gabriel do Oeste realizavam fiscalização em uma propriedade rural daquele município. Durante a vistoria no local, que foi acompanhada pelo advogado do fazendeiro, os Policiais verificaram em princípio a derrubada de diversas árvores em uma área de 90 hectares de pastagem, sem autorização ambiental. Além da exploração da madeira, o fazendeiro ainda realizou um desmatamento, derrubando as matas ciliares de um córrego que corta a propriedade. O advogado apresentou somente um protocolo de solicitação de licença junto ao órgão ambiental para a exploração da madeira das árvores isoladas na pastagem, porém, não havia sido expedida a autorização.As atividades foram interditadas e o fazendeiro (81), residente em São Gabriel do Oeste, foi autuado administrativamente e multado em R$ 37.000,00. Ele responderá por crime ambiental. A pena é de um a três anos de detenção. O infrator foi notificado a apresentar um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADA), junto ao órgão ambiental. Fonte: PMMS
210 kg de carne transportados ilegalmente, foram apreendidos pelos policiais militares sul-mato-grossenses, após denúncia de furto de gado
Em Campo Grande, profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem publica, da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul (PMMS), que atuam nas atividades de polícia ostensiva ambiental, fizeram apreensão de produto de crime de abigeato (abate e furto de carnes de animais). Leia mais sobre a notícia transcrita abaixo,que foi publicada no Portal da PMMS. Policiais Militares Ambientais de Corumbá receberam denúncias de crime de abigeato (abate e furto de carne de animais) e transporte ilegal de carne e realizavam fiscalização ontem (9) na rodovia MS 228, conhecida como Estrada Parque e apreenderam 210 kg de carne transportados ilegalmente. A carne estava em um veículo que foi abordado na região da Serra do Morro Azul, a 24 km da cidade de Corumbá. 125 kg de carne bovina e 85 kg de carne suína eram transportados sem condições sanitárias. O condutor do veículo afirmou que se tratava de carne proveniente de criação própria. A PMA encaminhou a carne e o infrator à delegacia de Polícia Civil para a averiguação da denúncia inicial de abigeato. De qualquer, forma foi acionada a vigilância sanitária que apreendeu a carne. Mesmo se as investigações não confirmarem o crime de abigeato, o infrator poderá responder por crime contra a saúde pública. Fonte: PMMS
Alimentos arrecadados no Concerto de Aniversário da Polícia Militar são entregues ao Lar Recanto do Carinho, em Florianópolis , Santa Catarina
Na realização do Concerto da Banda de Música da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC), foram arrecadados diversos alimentos doados pelos espectadores daquele show. A notícia publicada, no portal da PMSC, e transcrit em seguida informa que: Na tarde desta sexta-feira, 9, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) esteve no Lar Recanto do Carinho, em Florianópolis, para entregar parte dos alimentos arrecadados com o concerto da banda de música realizado no último dia 30, em homenagem aos 182 anos da corporação. Foram entregues à instituição 390 quilos de alimentos não perecíveis. O restante, 350 quilos, será entregue para a Orianópolis nos próximos dias. O comandante-geral da PMSC, coronel Paulo Henrique Hemm, acompanhou a visita e a entrega dos donativos. Além da entrega dos mantimentos, a PMSC promoveu diversas atividades com as crianças. A banda da PM animou a tarde tocando algumas músicas infantis para os pequenos, como Mexe-Mexe, das Chiquititas; Carrossel; a música tema do desenho Pica-Pau e clássicas como O Sapo Não Lava o Pé, Ciranda Cirandinha, entre outras. Além disso, o cão Max, do Canil da PM, também fez a alegria das crianças. Durante a tarde de interação, as crianças puderam fazer carinhos em Max e brincar com o cão durante atividades de busca com bolinhas. Para a coordenadora do Lar Recanto do Carinho, Maria Lange Rila, a interação foi importante para as crianças acolhidas pela instituição. “O que a polícia está trazendo hoje aqui mostra uma coisa boa. Muitas dessas crianças tem os pais ou familiares presos e associavam a Polícia como algo ruim, portanto, através desse contato, puderam conhecer o trabalho e a informação se multiplica, vão chegar em casa e contar que a PM trouxe a banda e o cão Max, dançou com eles, e isso é muito importante”, ressalta. Foram parceiros nesse evento o Shopping Ideal e a Loja Daniela Rorato, que apoiaram realização do concerto da banda de música da PMSC, resultando na arrecadação dos donativos. Lar Recanto do Carinho O Lar Recanto do Carinho, fundado no ano de 1992 atende hoje 13 crianças, que moram no abrigo, e 53 que são atendidas na creche. A casa foi aberta devido a necessidade inicial de atender crianças filhas de pais portadores de HIV. Atualmente, além dos portadores do HIV, o Lar atende crianças órfãs entre zero a 17 anos em situação de risco de vida social ou pessoal. Nesses quase 25 anos de instituição, foram atendidas 450 crianças. Confira mais do trabalho do Lar Recanto do carinho clicando aqui. Confira a Galeria de fotos Fonte: PMSC.
Polícia Militar de Santa Catarina lança o “Rede Catarina de Proteção à Mulher”
As ações preventivas às violências domésticas e protetivas devidas às mulheres, crianças e adolescentes serão conduzidas doravante pela “Rede Catarina de Proteção à Mulher” lançada nessa quinta-feira (8) pela Polícia Militar do Estado de Santa Catarina. Dentre os destaques da notícia publicada no portal da PMSC, há explicações enfatizando a “’Rede Catarina de Proteção à Mulher'[…] transcende os programas e projetos experimentados de patrulha Maria da Penha, pois é mais que uma patrulha, é mais que uma ronda de fiscalização de medidas protetivas”. Leia mais e conheça outras informações inseridas na notícia transcritas a seguir: Diante do atual cenário relativo à violência doméstica em Santa Catarina, que é um dos cinco indicadores mais críticos dentre todas as ocorrências atendidas no Estado, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) lançou nesta quinta-feira, 8, a “Rede Catarina de Proteção à Mulher”. O programa objetiva direcionar esforços por parte da Corporação no combate e prevenção à violência doméstica, particularmente contra as mulheres. A rede foi idealizada a partir de práticas bem sucedidas em todo o território nacional e em Santa Catarina, como na cidade de Chapecó, com o Guardião Maria da Penha, que também já existe em Santo Amaro, Norte da Ilha de Florianópolis e Lages, entre outros municípios. Mas a Rede Catarina de Proteção à Mulher transcende os programas e projetos experimentados de patrulha Maria da Penha, pois é mais que uma patrulha, é mais que uma ronda de fiscalização de medidas protetivas. O programa é, de fato, a necessária atenção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, que vai dar voz e dignidade a elas, a partir do conceito de que é possível fazer mais e melhor, de forma simples e efetiva. Rede Catarina de Proteção à Mulher O programa está estruturado a partir de três eixos: ações proteção, policiamento direcionado ao problema e solução tecnológica. Para tanto, o comando local instituirá guarnição específica denominada de ‘’Patrulha Maria da Penha’’ para qualificar o atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. A Patrulha Maria da Penha será composta por no mínimo dois policiais militares, sendo um deles, necessariamente, do sexo feminino. A implantação da patrulha é recomendada para as cidades com incidência significativa de violência doméstica e familiar, bem como, para cidades com mais de 100 mil habitantes. A Rede Catarina de Proteção à Mulher é uma estratégia, dentre outras do portfólio de programas de prevenção da PMSC, que pode ser utilizada pelo comando local, conforme a necessidade, para preservação da ordem pública, assim como a Patrulha Maria da Penha. Violência doméstica e familiar Configura-se violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial, ocorrida no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas; assim como, no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa, bem como em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação. As relações pessoais elencadas independem de orientação sexual. Fonte: PMSC.
Em Campo Erê, Santa Catariana foi promulgada a Lei Municipal de apoio ao Proerd
Os profissionais de #políciaostensivaepreservaçãodaordempública que apoiam o Programa Educacional de Resistências as Drogas e a Violência (Proerd), no município de Campo Erê, receberam na última quarta-feira (7), mais uma apoio significativo. Por vontade daquela sociedade catarinense, o chefe do Executivo sancionou lei autorizando o apoio ao Proerd. Naquele ato, encontravam-se os servidores militares da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina, envolvidos atuam direta ou indiretamente no Proerd. Leia e conheça outras informações publicada na notícia transcrita abaixo e que foi publicada no portal da PMSC: Nesta quarta-feira, 7, foi sancionada a Lei Municipal nº 2.001, de 30 de maio de 2017, que trata da autorização para que a Prefeitura Municipal de Campo Erê, por meio da Secretaria Municipal de Educação, apoie o Programa Educacional de Resistências as Drogas e a Violência (Proerd) no município. A lei foi sancionada pelo prefeito Odilson Vicente de Lima, em ato que contou com a presença do comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (BPM/Fron), tenente-coronel Alexandre dos Santos Cabral, do comandante do 3° Pelotão do 11º BPM, 1º tenente Marcos Roberto Rosati, e do cabo Dirceu Luiz Schneider, instrutor Proerd em Campo Erê. O objetivo da lei é valorizar o trabalho dos instrutores, por meio do repasse de recursos, que serão utilizados integralmente em favor dos alunos, instrutores Proerd e professores das escolas do município. Os recursos serão investidos especificamente nas atividades do programa. Fonte: PMSC.
Em Barão de Melgaço, Mato Grosso, policiais militares ambientais apreenderam pescado irregular
As ações dos profissionais de #policiaostensivaepreservacaodaordempublica, da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso (PMMT), que atuam na polícia ostensiva ambiental, resultaram na apreensão de uma tonelada de pescado e dois veículos roubados em Barão de Melgaço. Foi avaliada positivamente ,a operação desenvolvida pelos policiais militares, numa ação integrada com a equipe de fiscalização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, segundo notícia publicada no Portal da PMMT. Leia mais sobre outros detalhes descritos na noticia transcrita abaixo: O vice-governador e secretário da Sema, Carlos Fávaro, avaliou positivamente o trabalho da fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA). Após denúncia, os órgãos deflagraram deflagraram na madrugada desta terça-feira (06.06), uma operação no município de Barão do Melgaço, onde apreenderam 1,1 tonelada de pescado irregular, quatro veículos, sendo dois deles roubados e um freezer. Para Fávaro, este trabalho é importante para a preservação ambiental de Mato Grosso. “Temos avançado em várias áreas e não podemos deixar de intensificar a fiscalização, tendo em vista que é por meio desse serviço que conseguimos intimidar e punir os responsáveis. Além disso, a fiscalização ainda possibilita a contribuição para várias instituições e escolas, o que é gratificante para nós”. Todos os peixes apreendidos foram doados para instituições filantrópicas e 26 escolas públicas de Cuiabá. Conforme o superintendente de Fiscalização da Sema, major Gibson Almeida, as espécies apreendidas eram pintado, cachara e dourado, a maioria estava descaracterizada. Os veículos apreendidos são do modelo Fiesta Sedan, uma caminhonete S10 e dois Palios. “Nossa checagem apontou que um dos Palios e o Fiesta são roubados”. Gibson explica que esse grupo já vem sendo monitorado e se enquadra nas características de uma organização criminosa. O comandante da BPMPA, o capitão Jean Holtz, conta que assim que as equipes chegaram no município, nas imediações de Estirão Comprido e Porto Brandão, os criminosos tentaram coibir a ação efetuando disparos de tiros contra os fiscais e policias. Em seguida, abandonaram o pescado e os carros e fugiram do local. “Vamos registrar um boletim de ocorrência e instaurar um inquérito para identificar as pessoas para serem responsabilizadas por esses crimes cometidos”, informa. Holtz explica que os peixes oriundos desse tipo de pesca costumam ser vendidos para comerciantes, donos de restaurantes, hotéis e pousadas. “As pessoas precisam entender que a compra de peixe ilegal fomenta a pesca depredatória no Estado e isso gera degradação ao meio ambiente, porque os que agem ilegalmente não medem as consequências que causarão ao rio e aos outros peixes”. O pescado passou por uma avaliação pela equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica do Estado do Mato Grosso (Politec), que identificou boa condição de consumo, possibilitando a doação para as seguintes instituições: Fundação Abrigo Bom Jesus, Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae), Comunidade Católica Cristo Servo, Albergue Municipal e escolas públicas de Cuiabá. Nos próximos dias serão lavrados os autos de infração que indicarão o valor da multa baseada no Decreto n° 6514, de 22 de julho de 2008, que estabelece punição de R$ 700 a R$ 100 mil para este tipo de pesca irregular. Para o assessor especial da Sema, o coronel da Polícia Militar (PM) Everson Cezar Metelo, o sucesso das operações realizadas é graças a parceria entre a Sema e o BPMPA. “Vamos intensificar ainda mais a fiscalização juntamente com o batalhão. Nosso objetivo é de estreitar o relacionamento para que o trabalho das equipes dê bons resultados à sociedade”. Regras para pesca Embora esteja fora do período de defeso da piracema, os pescadores profissionais e amadores precisam seguir algumas regras determinadas pela Lei Estadual nº 9.096/2009. Ela estabelece a proibição para uso de apetrechos de pesca como: tarrafa, rede, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho, garateia pelo processo de lambada, substâncias explosivas ou tóxicas, equipamento sonoro, elétrico ou luminoso. As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm). Denúncias A pesca depredatória e outros crimes ambientais podem ser denunciadas por meio da Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838; no site da Sema, por meio de formulário; ou ainda nas unidades regionais do órgão ambiental. Fonte: PMMT.
Em Lages, os policiais militares catarinenses empreendem a “Operação Inverno”
As ações de polícia ostensiva são consequências de estratégias escolhidas e adaptadas às necessidades das comunidades servidas pelos policiais militares. Exemplo disso são as ações de polícia ostensiva empreendidas pelos membros da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), que atuam em Lages, com o objetivo de assegurar tranquilidade aos lageanos e turistas que se deslocam àquela localidade durante o inverno. Leia e conheça mais detalhes da notícia transcrita abaixo que foi publicada no portal da PMSC. No intuito de promover o bom convívio entre moradores e visitantes, a Polícia Militar de Lages lançou na última sexta-feira, 2, a primeira edição da Operação Inverno, durante a solenidade do 2º aniversário da 5ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM). “A Operação Inverno se concretiza, com o objetivo de implementar ações de policiamento preventivo com reforço policial nos municípios desta região, oportunizando uma segurança diferenciada a todos os turistas que por aqui passarem”, destaca o comandante-geral da Policia Militar de Santa Catarina, coronel Paulo Henrique Hemm. Com barreiras policiais, além de inibir furtos e roubos, o objetivo é orientar as pessoas sobre segurança e cuidados no trânsito, como o uso obrigatório do cinto, não falar ao celular enquanto está ao volante, não dirigir após consumir bebida alcoólica, não jogar lixo no chão e estar alerta aos fenômenos da natureza como neblina, chuva e gelo na pista. As baixas temperaturas e os grandes eventos que movimentam a Serra Catarinense durante a temporada atraem turistas de todo o país à região mais fria do Brasil, como a 29ª Festa Nacional do Pinhão, que ocorre entre os próximos dias 9 e 18, em Lages. O Recanto do Pinhão iniciou a programação no sábado, 3, e o Serra Catarina Festival de Inverno será realizado de 21 de junho a 19 de agosto, e toda essa gente, além de conforto e entretenimento, também busca segurança para garantir um passeio perfeito. A Operação Inverno será dividida em três fases. A primeira iniciou no sábado, 3, na abertura do Recanto do Pinhão, no Centro da cidade. A segunda será colocada em prática a partir do dia 9, com a Festa do Pinhão. Já a terceira etapa começará após a festa e se estenderá para toda a região, especialmente nos municípios envolvidos com o Serra Catarina Festival de Inverno e de maior demanda turística, como Bom Jardim da Serra, São Joaquim, Urubici e Urupema. Fonte: PMSC.
No “Dia Mundial do Meio Ambiente”, policiais militares do Espírito Santo apoiaram a iniciativa na região das nascentes
Profissionais de #políciaostensivaepreservaçãodaordempública da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) apoiaram e participaram do “S.O.S. Nascentes”. Da iniciativa, houve, também, a participação de “professores e alunos da Escola Municipal José Marques da Rocha, plantaram 300 mudas nativas em duas propriedades rurais na localidade de Bom Destino, município de Água Doce do Norte.” Leia mais detalhes, na notícia publicada, no portal do PMES, que é transcrita a seguir: O 11º Batalhão da Polícia Militar iniciou a versão 2017 do projeto “S.O.S. Nascentes”, que tem entre outros objetivos realizar o plantio de mudas nativas, recuperação das nascentes e dos mananciais que abastecem os municípios de Barra de São Francisco, Águia Branca, Água Doce do Norte, Mantenópolis e Ecoporanga. Nesta segunda-feira (05), dedicada ao “Dia Mundial do Meio Ambiente”, policiais militares da Unidade, em parceria com uma mineradora da região, representantes da ONG Sentinela Francisquense, professores e alunos da Escola Municipal José Marques da Rocha, plantaram 300 mudas nativas em duas propriedades rurais na localidade de Bom Destino, município de Água Doce do Norte. O projeto que foi feito por iniciativa de militares do 11º Batalhão já funciona desde 2015, e com essa nova versão o comandante da Unidade, o tenente-coronel Luciano Silva Suave, pretende envolver todo o efetivo de voluntários para trabalhar em conjunto com ONGs, escolas e Poder Público. O oficial disse que até o fim de um ano, o projeto busca beneficiar 150 propriedades rurais com 30.000 mudas. Já no município de Águia Branca, uma parceria entre policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão, alunos da Escola Municipal Padre Sérgio Banza, e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou uma “blitz ecológica”. Na ação, motoristas foram agraciados com mudas de ipê roxo. O comandante da Unidade enfatizou a importância da parceria entre as instituições locais e a relevância em despertar nas crianças uma consciência de uso racional da água, bem como da preservação dos seus mananciais. Fonte: PMES.
No Distrito Federal, Batalhão de Polícia Ambiental dá início ao Junho Verde
O meio ambiente no Distrito Federal tem sido prioridade, para os profissionais de #políciaostensivaepreservaçãodaordempública que atuam nas atividades de polícia ostensiva. Com a finalidade de mobilizar as pessoas para que se conscientizem na proteção da fauna, da flora e demais recursos ambientais próprios dos centros urbanos, os policiais militares ambientais, da Polícia Militar do Distrito Federal PMDF). Nesse entendimento, desde a manhã desse domingo (4), iniciaram-se as atividades específicas sobre o Junho Verde. Assim, unidos, os órgãos e entidades, públicos e privados, convergirão esforços para cumprirem suas missões de protetores da natureza. Leia mais, sobre o assunto, a notícia publicada, no portal da PMDF, e transcrita em seguida. O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) realizou a abertura do Junho Verde na manhã deste domingo (4), no Parque Águas Claras. A campanha visa as intensificações nas ações de proteção aos recursos hídricos, a fauna e a flora do DF, além da educação ambiental. As atividades são alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que será nesta segunda-feira (5). O BPMA realizou a entrega de material didático, feito pelos próprios policiais do Batalhão, com dicas para preservar os recursos hídricos. Também houve a apresentação a céu aberto do Teatro Lobo-guará. O Bavop disponibilizou um helicóptero da unidade para que o público do parque pudesse conhecer o interior da aeronave da PMDF. Quem passou no posto policial localizado no parque também pode conhecer alguns animais taxidermizados. Os animais fazem parte do acervo da PMDF e da Universidade de Brasília (UnB) e posteriormente serão conduzidos para o museu ambiental que será inaugurado ainda este mês, como parte de uma das solenidades do Junho Verde. Além do museu, o BPMA também realizará a abertura da biblioteca ambiental, na sede do Batalhão. A inauguração está prevista para o próximo dia 12. Operacionalidade O major Souza Júnior, comandante da unidade, afirmou que o Batalhão vai dar início a duas operações durante o Junho Verde. “Teremos a operação ‘arca de Noé’ que visa o combate aos crimes ambientais contra a fauna e a flora e a operação ‘Água Viva’ que será a intensificação no patrulhamento nos cursos de água do DF”. Durante o Junho Verde, o Batalhão vai definir qual será o mascote da unidade. As opções estão entre o tamanduá, o lobo-guará e a capivara. Fonte: PMDF.
Na proteção ambiental atribuída à Polícia Militar Brasileira, os desafios são cada vez maiores e urgentes
A existência da Mata Atlântica no território brasileira não é obra do acaso! Sua importância é singular para o desenvolvimento social, político e econômico. A história das localidades por ela abrigada, presente em 17 dos 27 estados brasileiros, confunde-se com a história brasileira. De repente, tudo se esvai… A desproteção campeia. Os danos são cada vez mais significativos e irreversíveis. À Polícia Militar dos 17 estados, onde se estende a Mata Atlântica, compete a proteção da fauna e flora, juntamente com outros órgãos e entidades responsáveis pela salvaguarda do meio ambiente. A Mata Atlântica agoniza e clama aos protetores ambientalistas, aí incluídos os profissionais de #políciaostensivaepreservaçãodaordempública que atuam na polícia ostensiva ambiental, seus legítimos guardiães. Deixar a Mata Atlântica desprotegida é o mesmo que consentir o extermínio paulatino das condições de vida para 60% da população brasileira. Não protegê-la é concordar com a extinção de toda essa gente. É preciso agir, pois, o caos está mais próximo do que imaginemos, a continuar a situação descrita no editorial — Destruição de florestas — publicado nesta data, Jornal Estado de Minas. Leia mais sobre o editorial transcrito a seguir: Destruição de florestas Causou grande apreensão o crescimento do desmatamento da Mata Atlântica, um dos principais biomas brasileiros – abriga espécies em risco de extinção. As queimadas nas florestas, a conversão de matas em pastagem e o avanço de atividades produtivas ao longo de todo o bioma estão deixando os ambientalistas em alerta. De acordo com levantamento da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), a devastação da cobertura vegetal cresceu 57,7% em apenas um ano, entre 2015 e 2016, quando a área perdeu 290 quilômetros quadrados, o equivalente a 29 mil campos de futebol. Os números assustam, principalmente por causa do avanço do setor produtivo sobre as florestas do país, não só na Mata Atlântica, mas também nos outros principais biomas brasileiros. O que causa apreensão aos ambientalistas é que o incremento da ocupação das áreas de matas se deu depois das mudanças feitas no Código Florestal, provocando o desmonte da legislação ambiental nacional. Na avaliação do diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Mario Montovani, pode estar ocorrendo o início de nova fase de crescimento do desmatamento, “o que não podemos aceitar”. Outra questão que chama a atenção é o desrespeito ao documento assinado, em 2015, pelos secretários de Meio Ambiente dos 17 estados que abrigam o bioma, que prevê a ampliação da cobertura vegetal nativa e a busca do desmatamento ilegal zero até o final do ano que vem. O grave é que depois de dois anos que a carta Nova História para a Mata Atlântica foi firmada, apenas cinco unidades da Federação (Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro) estão no nível de desmatamento zero. O estado campeão na devastação é a Bahia, com 12.288 hectares desmatados, 207% a mais do que no período anterior. Minas Gerais ficou em segundo lugar na lista, com 7.410 hectares, e o Paraná na terceira posição, com 3.545 hectares, entre 2015 e 2016. Em Minas, o que chama a atenção é que a região desmatada é conhecida, há décadas, pela produção de carvão com mata nativa e pelo reflorestamento com eucalipto, uma espécie importada da Austrália. Mais: o estado liderou a derrubada de florestas em sete das últimas nove edições do Atlas da Mata Atlântica. O que está em jogo é a preservação de milhares de espécies da flora e fauna brasileira. Tem de se dar um basta nas tentativas de flexibilização do licenciamento ambiental por parte de deputados e senadores comprometidos com a produção agropecuária. Não se trata de prejudicar ou engessar setor fundamental para a economia do país, mas sim de promover a consciência da necessidade de preservação de áreas como a Mata Atlântica, como legado para as futuras gerações. Fonte: Jornal Estado de Minas.
