Policiais militares mineiros e cidadãos de Ribeirão das Neves-MG estão unidos na Campanha do agasalho de 2017
As instalações da Base Comunitária do bairro Florença, em Ribeirão das Neves – MG, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, tornaram-se local de coleta e ponto de apoio à Campanha do Agasalho de 2017, segundo notícia publicada no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG). Nas ações comunitárias, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública devem estar presentes, pois, nessas ocasiões, são estabelecidos e fortalecidos os relacionamentos polícia e comunidade. São relacionamentos respeitosos e de confiança para ambas as instituições. Leia mais informações, na notícia publicada e transcrita a seguir: A Base Comunitária do bairro Florença da 203ª CIA/ 65º BPM promoveu desde o mês de maio a Campanha do agasalho 2017 “Combatendo o frio com a sua solidariedade”. O objetivo da ação foi incentivar atitudes solidárias por parte de moradores, comerciantes e policiais militares atuantes na região do bairro Florença, por meio da doação de agasalhos e cobertores usados. Todas as pessoas arrecadadas seriam repassados às famílias em situação de vulnerabilidade econômica, provavelmente, as maiores acometidas pelo frio rigoroso do período de inverno. Após três meses de divulgação do trabalho por meio impresso (Mural da Base e Jornal Guia Mais), eletrônico (redes sociais e demais mídias eletrônicas), e por contatos pessoais com a comunidade local, foram recebidas aproximadamente três mil (3.000) peças de roupas (nas categorias adulto; infantil e juvenil, masculinas e femininas), além de calçados e cobertores. Para direcionar as doações, foi realizado um cadastro das famílias carentes da região, as quais tiveram a oportunidade de dialogar com os militares, proporcionando assim uma maior proximidade com eles e um melhor conhecimento da realidade dessas famílias, cuja grande parte, teve seus provedores acometidos pelo desemprego nos últimos dois anos. O material arrecadado foi distribuído na última semana, na própria sede da Base Comunitária. Durante o atendimento, foram distribuídos panfletos PM Serviços (Dicas de autoproteção, Campanha Antidrogas); folder Base Comunitária e orientações produzidas pelos militares da Base relembrando da necessidade de lavar as roupas antes de utilizá-las; de fazer um bom uso delas e de evitar o uso abusivo de bebidas alcoólicas. Além do empenho dos militares da Base Comunitária do Bairro Florença e da 203ª CIA/ 65º BPM, dos comerciantes e moradores, a Campanha do Agasalho 2017 foi fortemente abraçada pelos Bombeiros Civis (Sede Vale das Acácias); Comunidade Bom Jesus; OAB Ribeirão das Neves e Jornal GUIA MAIS, parcerias de sucesso que se posicionam a favor do bem estar da comunidade de Ribeirão das Neves. Foram beneficiadas com as doações recebidas durante a Campanha do Agasalho 2017 aproximadamente setenta famílias, ou seja, cerca de trezentas pessoas, em sua maioria moradores dos aglomerados adjacentes à Base Comunitária. A Campanha foi encerrada de maneira muito positiva destacando a importância da comunidade em se manter amiga da PMMG. Fonte: PMMG.
A realidade fática do principal líder de um órgão de proteção pública que depende, lamentavelmente, de um poder político anacrônico e ultrapassado
O Coronel Wolney Dias Ferreira, comandante-Geral da PMERJ recebeu, nesta semana, duas notícias que têm sido comuns no cotidianos dos principais líderes das policias militares brasileiras. A primeira notícia, foi o assassinato do “soldado Thiago Marzula, de 30 anos, […] morto com um tiro na cabeça, na segunda-feira, durante patrulhamento numa favela em São Gonçalo. Ele deixou um filho de apenas 1 mês.” A outra foi o assassinato do “cabo Bruno dos Santos Leonardo, que era lotado na UPP da Mangueira. O policial foi morto segunda-feira durante um ataque a tiros contra uma equipe da PM na localidade conhecida como Telégrafo. Bruno estava na corporação havia seis anos, era casado e deixou uma filha e um enteado.” Os policiais militares receberam as últimas homenagens de familiares e colegas de trabalho, respectivamente no “no Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo” e no “Cemitério Municipal de Queimados”. Todos ficamos abalados, quando perdemos um parente, amigo ou companheiro de trabalho. Esta triste realidade é mais frequente na vida dos policiais militares brasileiros, e, mais especificamente, daqueles que serviram ou servem no Estado do Rio de Janeiro. Ainda em um dos cemitérios, o Jornal GLOBO e algumas redes de TV registraram a declaração emocionada do Coronel Wolney, destacando-se: — Quem atenta contra a vida de um policial atenta contra o Estado. Isso é um ato de terrorismo, e eu defendo penas muito severas. Sinceramente, acho que para esse tipo de crime deveria ser prisão perpétua. Acho que a nossa legislação tem que ser revista. Tem que ser dado um peso muito maior aos crimes contra um policial, contra quem tira a vida de alguém. Imagine se for um menor de idade? Não vai ficar nem preso. E é isso o que a sociedade quer? Nós estamos derramando o nosso sangue diariamente, tingindo o solo desse estado em defesa da sociedade, que precisa saber que também é responsabilidade dela — frisou o comandante. — Eu me sinto muito mal. É como se eu perdesse um filho cada vez que morre um comandado. É muito duro porque uma parte minha vai junto com esse filho. Esse é o meu pior pesadelo. A sociedade tem que entender que a polícia é a última linha entre a ordem e o caos. Nós somos os defensores da liberdade que permite a nossa sociedade viver e ter o seus direitos. Isso não pode ser aceito como uma coisa normal[…] — Estamos revendo a nossa legislação, as nossas instruções reguladoras. Estamos também tentando diminuir os confrontos para evitar a vitimização não só de policiais como também de terceiros, de civis. Estamos empenhados em buscar uma estratégia melhor, muito mais eficaz, para reduzir a perda de vidas. — Temos uma perda anual de 1.200 a 1.300 homens, seja por falecimento, passagem para a inatividade ou incapacidade física. E hoje eu não tenho reposição. Em razão da crise, eu não posso incorporar policiais militares […]. É importante destacar que, enquanto as notícias informam que outras polícias militares brasileiras realizam concursos e efetivam novos servidores à proteção pública, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) “perdeu 7,7% de seu efetivo em dois anos. Foram 3.805 agentes que deixaram de cuidar da segurança do estado.” Nos últimos sete anos, segundo um infográfico publicado no Jornal GLOBO, a evolução do efetivo da PMERJ cresceu, no período de 2010 a 2015, de 38.929 para 49.234 servidores. Esse efetivo decresceu para 47.827, em 2016, e, em 2017, 45.429. Mas, ainda no cemitério, “aoo lado de aproximadamente 300 pessoas, entre PMs, parentes e amigos de Marzula, Wolney Dias disse que já não suporta mais ter que enterrar policiais. Este ano, já foram 89 mortes.” Ainda há pouco, O GLOBO publicou outra notícia sobre a zombaria política da segurança do Rio de Janeiro! Senhores, DONOS DA REPÚBLICA, o Rio de Janeiro precisa de escolas e hospitais. E a melhor proteção pública para o Rio de Janeiro somente será efetivada pelos órgãos públicos cariocas. Nenhum outro, de qualquer lugar do planeta, será capaz de fazê-lo! E a pergunta que não quer cessar…até quando? Fonte: texto, foto e vídeo (O GLOBO – 1 e 2 )
1400 alunos de escolas públicas de Várzea Grande-MT frequentaram, neste ano, o Proerd desenvolvido pelos policiais militares mato-grossenses
O portal da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso(PMMT) informa que 1400 alunos de escolas públicas frequentaram, neste ano, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) desenvolvido pelos seguintes policiais militares mato-grossenses:”tenente Eronildo, cabo Jildeni, soldado Romoaldo.” O Pontopm divulgou anteriormente ações de polícia ostensiva bemsucedida praticada pelos policiais militares, em Bom Despacho-MG, veja a notícia a seguir: Policiais militares mineiros do 7º Batalhão da Polícia Militar, em Bom Despacho-MG, promoveram o Proerd para 339 alunos Na mesma direção, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da PMMT não mediram esforços, a fim de cooperaram com os infantes de Várzea Grande-MT, orientando-os a se distanciarem das drogas e das consequências nefastas aos familiares e à sociedade. Leia mais informações, na notícia transcrita a seguir que foi publicada no portal da PMMT: A Polícia Militar formou neste primeiro semestre de 2017, cerca de 1.400 alunos em 18 Escolas Públicas da cidade de Várzea Grande, por meio do 2º Comando Regional. Foram atendidos alunos do 1° ano do ensino fundamental ministrando conteúdo de noções de cidadania e segurança pessoal. Para os alunos do 5° ano foi aplicado um livro com 12 lições que trabalham: dinâmica em grupo, técnicas para resistir às pressões dos amigos e da mídia quanto ao uso de drogas e a prática de violência, maneiras de lidar com o estresse, promoção da auto estima, entre outros. Uma dinâmica utilizada para as séries iniciais e que surtiu efeito positivo foi apresentar aos alunos uma viatura policial caracterizada e equipada com instrumentos necessários para realização do policiamento. Por exemplo, o pai de uma criança contou que depois que o filho conheceu a viatura, ele nem dormiu direito de tanta alegria e que durante a noite teria até sonhado em ser policial. A procura pelo Programa tem aumentado tanto que está sendo estudada uma nova formação de instrutores para melhor atender a comunidade escolar nos próximos anos. O trabalho é uma parceria com as Secretarias de Educação do Estado e Municípios. Os instrutores responsáveis pelo Proerd em Várzea Grande são: tenente Eronildo, cabo Jildeni, soldado Romoaldo. Fonte: PMMT.
Polícia Militar do Rio de Janeiro solicita apoio das comunidades para localizar assassínios de servidores públicos
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) publicou, nesta quinta-feira, em seu twitter, uma recompensa de R$ 5 mil, a fim de coletar informações capazes de formalizar, sob o Pálio da Lei, a identificação criminal dos assassinos de policiais militares. Eis o destaque da mensagem: “Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceria”.
4 capivaras foram encontradas mortas às margens de um córrego, na quadra 22 do Lago Sul, em Brasília
O portal G1-Brasília publicou notícia sobre a morte de quatro capivaras, encontradas “às margens de um córrego localizado na quadra 22 do Lago Sul, em Brasília.” A localização dos animais da fauna silvestre brasileira – duas capivaras fêmeas e dois filhotes machos – foi “na tarde desta quarta-feira (19), por agentes do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal.” A equipe de polícia ostensiva ambiental, que compareceu ao local, a fim de verificar e registrar a morte dos quatro animais. Levantaram as primeiras informações, descartando-se a hipótese de morte por envenenamento. Provavelmente, a morte das quatro capivaras tenha ocorrido em consequência de atropelamento, durante a travessia, dos animais, pois aquela “fica próxima à passagem dos carros”. Há indicativos de que o atropelamentos tenha sido provocado por um veículo “de grande porte, ônibus ou caminhão”. Isso porque uma “das capivaras adultas pesa de 100 a 120 quilos, se fosse um carro de menor porte, certamente teria capotado com o impacto.” Fonte: texto e fotos (portal G1-Brasília)
Um Estado Democrático de Direito, à beira da falência?
No portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), encontrei mais um artigo da autoria do Coronel Wolney, honrado e legítimo Comandante-Geral da Instituição Militar Estadual. Leia o texto transcrito em seguida: UMA PEÇA QUE NÃO ENCAIXA Limitar a ação da PM na Maré vai estimular confronto entre quadrilhas rivais Por Cel PM Wolney Dias Ferreira Se o novo protocolo impondo regras para operações policiais no Complexo da Maré já estivesse em vigor, o incidente da noite deste domingo na Linha Vermelha poderia ter um desfecho trágico. Nesse episódio, assim como tem ocorrido em situações semelhantes, a Polícia Militar agiu rapidamente. Ao perceberem que ocorria uma guerra com intensa troca de tiros entre quadrilhas rivais das comunidades Nova Holanda e Parque União, os policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE)e do 22º BPM (Maré) intervieram de forma precisa: fecharam a Linha Vermelha nos dois sentidos no trecho que margeia a área de confronto. O Batalhão de Choque (BPChq) foi acionado e, em seguida, teve início a ação para pôr fim ao confronto. Com o objetivo de preservar vidas e amenizar o pânico, nossos policiais orientaram os ocupantes dos carros parados pelo bloqueio da via expressa que se abrigassem no quartel do 22º BPM. Apesar dos momentos de grande apreensão com o barulho incessante dos disparos efetuados por criminosos em guerra, não houve registro de feridos. Caso não seja revista, a decisão de caráter liminar da Juíza Ana Cecília Argueso Gomes de Almeida, assinada num plantão do Judiciário, vai dificultar o trabalho das forças de segurança no Complexo da Maré. Se estivesse vigorando no incidente deste domingo à noite, a única medida possível adotada pela Polícia Militar seria o bloqueio do trânsito. Para dar prosseguimento às ações seguintes, os policiais teriam que comunicar o fato ao hospital da rede pública mais próximo, providenciar o deslocamento de uma ambulância e selecionar viaturas equipadas com câmeras para intervir na guerra entre criminosos rivais. Correríamos o risco de o confronto se prolongar e se expandir, expondo mais ao risco as vidas tanto de moradores das comunidades como de ocupantes dos veículos e de policiais. Fruto de sugestões de organizações sociais do Complexo da Maré, o conjunto de normas proposto pela Defensoria Pública e aceito pela juíza plantonista ignora questões técnicas de segurança pública e fecha os olhos para as profundas dificuldades financeiras do nosso estado. Sobre a instalação de câmeras e GPS em todos os veículos da Corporação, a Polícia Militar apóia integralmente a iniciativa, pois salvaguardaria e legitimaria a ação policial. Mas não há recursos. Lutamos para manter em funcionamento a nossa frota e repor nosso efetivo. Da mesma forma, seria bastante positivo o envio de ambulâncias, mas a medida deve esbarrar também na falta de recursos para reforçar a frota de UTIs móveis. Tecnicamente, as propostas cometem falhas em dois pontos. No primeiro, que obriga a comunicação prévia ao hospital mais próximo, compromete o fator surpresa e amplia a possibilidade de vazamento de informação sobre a ação da polícia. O segundo, que invalida a denúncia anônima para incursões nas comunidades, rompe com o último elo entre a polícia e moradores de bem das áreas conflagradas. Infelizmente, muitas áreas do estado ainda são controladas por quadrilhas fortemente armadas. No Complexo da Maré, são 17 comunidades dominadas por diferentes facções criminosas. O Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Roberto Sá, tem dito com freqüência que a nossa política não é de confronto. Mas retirar das forças policiais a capacidade de operar emergencialmente representará um perigo para a sociedade. O representante do Ministério Público, que na tramitação do processo deu parecer contrário à proposta da Defensoria, foi claro ao ressaltar que a ação policial não pode ser restringida pelo Poder Judiciário. “(…) que tampouco deve ser restringido, pelo Poder Judiciário, o policiamento realizado pelo BOPE e BPChq ou o dever de a polícia transitar pelas vias públicas com vistas a ocupá-las , em qualquer comunidade do Estado do Rio de Janeiro, haja vista que, à Polícia Militar, cabe a função do policiamento ostensivo (…)”. Numa outra realidade, as propostas contidas na decisão liminar da Justiça seriam viáveis e aceitáveis. No nosso caso, para atuar em comunidades dominadas por criminosos abastecidos com farto armamento de guerra precisamos contar com o fator surpresa e com informações anônimas. Ou será que as organizações sociais das comunidades da Maré estariam dispostas a colaborar, protocolando a informação, por exemplo, sobre um depósito de armas? Uma peça não se encaixa nesse quebra-cabeça. E não é a Polícia Militar. Uma pergunta: Qual é a principal disfunção de um Estado Democrático de Direito no contexto da Segurança Pública, prevista na Constituição da República Federativa do Brasil? Uma resposta muita singela: A divergência de propósito entre representantes dos segmentos da Segurança Pública responsáveis pela garantia da Ordem Pública é cristalina, quando se lê o artigo acima. E, não há explicação plausível sobre o porquê da divergência dos segmentos jurídicos e policiais, quando deveria ser o contrário, na proteção das pessoas e das comunidades. Somos um Estado Democrático à beira da falência? Parece que sim! Principalmente, quando se observa que profissionais — a despeito dos salários aviltantes e atrasados; não reconhecidos e desrespeitados — não medem esforços para proteger as pessoas, todas, indistintamente de quem são, principalmente aquelas que não se respeitam e se matam por um nada. Senhora Juíza! Por favor, não impeça que os policiais militares cariocas minimizem os impactos das estatísticas divulgadas, em rede nacional, pela CBN, nesta data: Fonte: PMERJ e CBN.
“Geração UPP ganha Medalhas em Mundial de Jiu-Jitsu”
A “Geração UPP” foi bem-sucedida, segundo noticiado no portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), “no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu Olímpico”. Os participantes da competição conquistaram 51 medalhas, sendo “31 medalhas de ouro, 14 de prata e 06 de bronze.” Além da importante conquista dos jovens participantes do projeto, a PMERJ é a grande vitoriosa, segundo a declaração dos militares citados na notícia, com as ações de polícia comunitárias desenvolvidas. Desse modo, cooperam para que os jovens não fiquem expostos e à mercê de criminosos. Leia mais informações, na notícia publicada, no portal da PMERJ, e transcrita a seguir: Jovens atletas do projeto de artes marciais Geração UPP – equipe formada por alunos dos projetos de prevenção de comunidades que contam com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e patrocínio da Legião da Boa Vontade (LBV) e Prime Esportes – conquistaram 51 medalhas no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu Olímpico, realizado no último final de semana, na cidade do Rio de Janeiro. Os 75 moradores da Providência, Cidade de Deus, Batan, Andaraí, Barreira do Vasco, Mangueira e da LBV Jiu-Jitsu trouxeram para casa 31 medalhas de ouro, 14 de prata e 06 de bronze. Na avaliação do coordenador do projeto na Unidade Cidade de Deus, cabo Flávio Luis, a equipe foi muito bem na competição. De acordo com o policial, o mundial foi muito importante, pois legitima o trabalho realizado consolidando-o como um celeiro de campeões, além da formação de cidadãos. Na avaliação do comandante da UPP Providência, major Cláudio Cares, os projetos de prevenção colaboram com a proximidade entre a UPP e a comunidade proporcionando oportunidades na melhoria da qualidade de vida e bem estar dos moradores. Para a comandante da UPP Cidade de Deus, major Camille Jubram, o Geração UPP atingiu níveis de eficiência somente vistos em grandes equipes profissionais. Ela afirma que o resultado consolida um trabalho realizado que legitima as ações de proximidade ministradas por policiais na comunidade. De acordo com a assessora de Projetos de Proximidade das UPPs, major Bianca Neves, o Geração UPP é considerado uma plataforma de descoberta de novos talentos nas artes marciais. Segundo a oficial, o projeto é desenvolvido por policiais e criado com a intenção de socializar moradores de comunidades beneficiando 3,8 mil crianças, adolescentes e adultos em 19 comunidades. Parceiros A parceria entre Legião da Boa Vontade (LBV), Super Rádio Brasil, Concessionária Porto Novo, além do apoio do Governo do Estado, Coordenadoria de Polícia Pacificadora – CPP, Prime Esportes e parceiros locais foi responsável pela alimentação, inscrição e aquisição de quimonos. Fonte: PMERJ.
Polícia Militar do Amazonas cumprimenta todos os profissionais que atuam na proteção das florestas brasileiras
Neste Dia de Proteção às Florestas, a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) destacou no seu Facebook “Parabéns a todos que trabalham na proteção das florestas.” Na oportunidade, a Equipe do Pontopm, cumprimenta todo(a)s o(a)s policiais militares brasileiro(a)s que desenvolvem ações protetivas de polícia ostensiva ambiental atuam na proteção das florestas brasileiras. Fonte: PMAM.
Policiais militares brasilienses da polícia ostensiva ambiental apreenderam pássaros que eram criados ilegalmente
Durante uma fiscalização de polícia ostensiva ambiental, policiais militares brasilienses ambiental apreenderam pássaros que eram criados ilegalmente, numa “chácara às margens da BR-060.” As ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública foram desenvolvidas pelos integrantes do Grupo de Operações do Cerrado, unidade o Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). No portal da PMDF, há mais informações, sobre as aves silvestres apreendidas, na notícia transcrita em seguida: Hoje (15) por volta de 9h30 policias militares do Batalhão Ambiental apreenderam 24 pássaros silvestres que eram criados de forma irregular um uma chácara às margens da BR-060. Os policiais patrulhavam pela rodovia quando viram na varanda de uma casa dentro de uma chácara várias gaiolas com pássaros. Os policiais do Grupo de Operações do Cerrado mantiveram contato com o caseiro da propriedade que franqueou a entrada na chácara. Logo foi verificado com o caseiro, dono dos animais, que os pássaros não tinham documentação necessária para serem criados e que ele usava armadilha do tipo alçapão para captura das aves. Ao todos foram apreendidos: dez canários da terra, dois papa capim, três azulões, um patativa , dois sábias do campo, dois trincas ferro, um galo de campina, um pintassilgo, um gaturano verdadeiro e um pássaro preto. O homem foi preso e encaminhado à delegacia. GOC:sargento Arizomar e soldados Lucas Alves, Luiz Souza e Matheus Saraiva. Fonte: PMDF.
40 caixas de cigarros contrabandeadas foram apreendidas pelos policiais militares sul-mato-grossenses, na Rodovia MS-157
Apesar de considerável, Acentua-se, cada vez mais, a continuidade do contrabando das drogas lícitas e ilícitas através de rodoviais brasileiros. Felizmente, não há descontinuidade das atividades fiscalizadoras dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, presentes diuturnamente nesses espaços públicos. Exemplos da afirmação anterior são encontrados nos portais das polícias militares brasileiros, como é o caso da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul (PMMS) que registrou, no final da manhã (11h) da última quinta-feira, (13) a apreensão de “40 caixas de cigarros de origem estrangeira, sem a documentação de regularidade fiscal,” na Rodovia MS-157. O material apreendido era conduzido num “veículo Renault Duster de cor prata e placas de Belo Horizonte” e, ao ser abordado, durante uma fiscalização de rotina, por policiais militares rodoviários, seu condutor “disse que pegou os cigarros no Paraguai com um desconhecido e levaria até o Mato Grosso.” A ocorrência policial militar foi encerrada quando “o condutor, veículo e os cigarros foram entregues na Delegacia de Polícia Federal de Dourados para os procedimentos legais.” Fonte: PMMS.

