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A VISÃO PROFISSIONAL COM HUMANIDADE E ESSÊNCIA

A visão profissional com humanidade e essência permeou a análise da Mestre em Psicologia e Tenente-Coronel veterana da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Foi assim que Eliene Lima se expressou acerca de o episódio recente e circulante na mídia brasileira. Seu artigo de opinião publicado, no último dia 10/11, pelo Jornal citado abaixo, favorece a uma série de correção de rumos. Ao contrário de opiniões exdrúxulas, ali e acolá, a Professora de Grande Saber e Oficial Superior da PMMG analisa a importância do ser humano. Este é evidenciado, no contexto comunitário, enquanto cidadão; e no contexto organizacional, enquanto agente da lei, e por esta tutelado. E, na condição de protetor público, sacrifica sua vida, diante proteção estatal devida à sociedade.  Leia, a seguir, o autora citada escreveu: “O noticiário recente sobre a megaoperação da polícia do Rio de Janeiro mais uma vez acendeu um debate polarizado. De um lado, a defesa da ordem, do outro, a crítica à violência. Opiniões são dadas, muitas vezes, da abençoada distância do confronto, negligenciando um ponto crucial: o ser humano que executa a missão. Não estou aqui para fazer avaliação sobre a atuação da polícia. Mas eu gostaria de chamar à reflexão sobre o custo emocional pago por aqueles que, naquele dia, saíram de casa sem saber se voltariam vivos ou apenas representados por uma bandeira dobrada. Muitos ignoram que, quando um indivíduo comum decide se tornar um policial militar, ele se submete a um treinamento exaustivo e faz o juramento de servir e proteger a sociedade, mesmo com o sacrifício da própria vida. Esse extremo, para muitos, nunca chega. Porém, para alguns, essa possibilidade pode se tornar realidade até mesmo numa ocorrência comum, quem dirá quando a tarefa do dia é uma megaoperação planejada, em que o policial sai na viatura com a certeza de que está indo para um confronto armado. Humanidade Sobre a megaoperação no RJ, eu vi em imagens agentes ajoelhados em oração antes de entrar no beco, onde a única certeza eram os tiros e a predisposição do inimigo em defender seu território. Essa cena me fez pensar muito no quanto as opiniões e julgamentos de quem está fora da situação negligencia o fato de que por trás daquela farda existe um ser humano. Sim, “eles escolheram a profissão”. Mas essa escolha não anula medos, inseguranças, dores, famílias, histórias, expectativas e aspirações. Eles vivem o que qualquer pessoa vive, mas com uma diferença: se realizam numa atividade em que já é previsto que, se preciso for, sua vida será entregue para salvar a vida do outro. Eu mesma já tive a oportunidade de servir como policial militar e, como eles, fiz o mesmo juramento. Posteriormente, como psicóloga da PM, ouvi em consultório muitos relatos de vida daqueles seres humanos que existem por trás da farda e pude perceber que o cenário social hostil e a exposição constante ao trauma provocam uma anestesia emocional – uma defesa psíquica, muitas vezes necessária para a sobrevivência no teatro operacional. Essência Hoje, diante do cenário de guerra enfrentado pela PMERJ, não consigo parar de pensar: como é viver dia após dia sabendo que esse confronto pode te esperar na próxima esquina, mesmo se você estiver de folga? O que será que acontece com a sensibilidade desse homem? Será que essa sobrecarga diária não explica boa parte da truculência, da agressividade e da aparente arrogância no trato com a população e, até mesmo, em suas relações pessoais? Não se trata de justificar desvios de conduta. Apenas de colocar em outra perspectiva as queixas da sociedade, trazendo o humano para o centro da questão. As ações policiais não são executadas por robôs. O treinamento exaustivo não tem o poder de anular a essência da humanidade. Pelo contrário: se a ausência total de sentimentos fosse possível, os policiais seriam ainda mais criticados, pois a maior parte dos chamados exige, sobretudo, inteligência emocional e solução de conflitos. Como já disse, não estou aqui para defender ninguém. Mas, na posição de psicóloga que já esteve muito perto do que é ser policial, entendo como urgente pensarmos nos policiais como seres humanos. Não apenas para chorar pelos que se foram. Mas para nos solidarizarmos com aqueles que, dia após dia, administram dentro de si as dores e os dilemas de exercer uma profissão tão necessária e, ao mesmo tempo, tão criticada e incompreendida.” Nas considerações explicitadas, por Eliene Lima, em sua visão profissional com humanidade e essência, há muita serenidade. Diferem daquelas, trazidas à baila, por muitos acadêmicos midiáticos, carentes do conhecimento vivencial do “chão organizacional” e das ruas e ruelas  brasileiras. Quase sempre endossadas por pares, escritores das frases pronunciadas por politiqueiros de plantão. Com as informações de O Tempo. Leia também que o episódio divulgado não é tão recente: PMs mortos e Feridos no Estado do Rio de Janeiro Na Comunidade da Rocinha, policiais militares fluminenses atuaram em mais um dia de confronto  

PONTOPM DE LUTO: DEIXOU-NOS O JORNALISTA RENATO FRAGOSO

Deixou-nos o Jornalista Renato Fragoso. Seguiu, rumo ao Seio de Abraão, o Amigo de Infância, Confrade Mesa-Mariano e Editor e Escritor e Colunista Colaborador do Ponto PM. Por onde passou, Renato Fragoso, por conta de sua admirável capacidade de relacionar-se com pessoas, conquistou amigos. Mais moço do que eu: 4 anos e oito meses e 29 dias, éramos conterrâneos, nascidos na Cidade Sorriso. Tínhamos  muitos amigos e amigas em comum, inclusive a mesma parteira: Dona “Alma Maria Hammerich ou Alma Kohnert”. Talvez você, caro(a) leitor(a) não tenha conhecido, pessoalmente, o Renato Fragoso, no entanto, saberá quem ele foi, se ler o que ele escreveu quando tomou posse na MesaMariano! DISCURSO DE POSSE NA MESAMARIANO. O Acadêmico Renato Fragoso, neste ano, brindou aos leitores do Ponto PM, com o seguinte artigo: AS GEOPOLÍTICAS DO PRESIDENTE DOS EUA, DONALD  TRUMP.

HONRAS OFICIAIS AO CAMARADA IRMÃO-DE-FARDA

O 8 de Janeiro de 2024, foi marcado, nas Minas Gerais, com honrarias ao Valente Camarada Irmão-de-Farda — Sargento Roger Dias da Cunha — devidas aos seus heróis. Após ter sido tombado cruelmente no serviço, o Governo de Minas Gerais honrou-o, com a publicação do DECRETO NE, no Diário Oficial de Minas Gerais. Seguiram-se o cortejo oficial, devido aos heróis brasileiros, rumo ao espaço do velório e sepultamento. Leia o Ato Oficial: Segundo o Vespertino Oficial Mineiro, o Ato, é “‘sinal de pesar’ e acontece, segundo o governo, em solidariedade aos familiares e em respeito às Forças de Segurança de Minas Gerais”. O tombamento covarde do militar de polícia foi consequência de ação criminosa de um foragido da Justiça mineira. Aconteceu “durante uma perseguição no bairro Novo Arão Reis, região Norte de Belo Horizonte, na noite da última sexta-feira (5)”. Cortejo fúnebre e velório Transeuntes belo-horizontinos assistiram ao deslocamento do cortejo fúnebre de — Sargento Roger Dias da Cunha — mais um Camarada Irmão-de-Farda assassinado no cumprimento do dever. Aqueles que compareceram ao Cemitério Bosque da Esperança assistiram às manifestações dos servidores públicos da segurança pública de Minas Gerais. Leram, nas faixas estampadas, as frases de protesto , afirmando que: “Vidas policiais importam” e “O sargento não teve saidinha”. Sepultamento Nos vídeos abaixos, há registros de dois momentos significativos na homenagem prestada pela Polícia Militar de Minas Gerais, mediante a participação do Comandante-Geral — Coronel Rodrigo Piassi Rodrigues. No primeiro, há o diálogo entre a senhora viúva do Sargento Roger Dias da Cunha. No outro, Aquele Comandante-Geral transmite sua mensagem de Gestor Principal (CEO) Polícia Militar Mineira, destacando a incerteza dos militares, nos riscos consequentes de suas ações operacionais, além do momento de muita tristeza para os servidores militares de Minas Gerais. Com as informações das fontes citadas, inclusive do Jornal o Tempo

OUTRA BAIXA DE CAMARADA IRMÃO-DE-FARDA

A fatídica ação criminosa de outro fora da lei (alcunha dos pistoleiros do Oeste Americano do Norte) ocasionou mais uma baixa na Gloriosa Polícia Militar do Alferes Tiradentes. Tornou-se outra gravíssima ofensa ao Povo Mineiro e, se é verdade que Minas são muitas, não é menos verdade que há muitos mineiros entristecidos, com a execução sumária de outro camarada irmão-de-farda, segundo notícias publicadas. Há muitas manifestações de pesar na “mídia nacional”. Mas, menos de dez publicadas pela “mídia sensacionalista”, como soe acontecer, numa rápida pesquisa do buscador google. No entanto, desperta atenção aquela publicada pela Revista Oeste, com o seguinte título: “Pacheco lamenta a morte de sargento da PM e diz que lei da ‘saidinha’ pode ser apreciada no Senado.” A notícia aponta ao Twitter daquela autoridade, onde se encontra, na data de hoje (08/01/2024), a seguinte postagem: “O crime cometido contra o policial Roger Dias da Cunha é de gravidade acentuada e gerou a todos grande perplexidade e tristeza. Meus sentimentos à sua família e à Polícia Militar de Minas Gerais.” O próprio autor associa, à sua postagem, outras três: “Assim como ele, a policial civil Milene Bagalho também foi assassinada por um cidadão que a recebeu a tiros num bairro nobre de SP. O delegado da PF Thiago Selling Cunha levou um tiro na cabeça, ao cumprir mandado de busca e apreensão no Guarujá, mas felizmente não morreu.” “Policiais estão morrendo ou sendo feridos com gravidade no cumprimento de sua função e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem não tem condição de tê-las, e a liberdade para usá-las garantida a quem não devia estar em liberdade.” “Embora o papel da segurança pública seja do Executivo, e o de se fazer justiça, do Judiciário, o Congresso promoverá mudanças nas leis, reformulando e até suprimindo direitos que, a pretexto de ressocializar, estão servindo como meio para a prática de mais e mais crimes.” A autoridade afirma que “policiais estão morrendo (…) e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem (…) não devia estar em liberdade”. No entanto, a reação mencionada nasceu dentro do próprio Senado. Isso é comprovado, desde 2013, quando se vê que a Câmara dos Deputados certifica ter: “Recebido o Ofício nº 2235/2013, do Senado Federal, que encaminha, a fim de ser submetido à revisão da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 65 da Constituição Federal, o Projeto de Lei do Senado nº 7, de 2012, de autoria da Senadora Ana Amélia, constante dos autógrafos em anexo, que “Altera os arts. 123 e 124 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal). para restringir o beneficio da saída temporária de presos”.” (sic) Após dez anos de tramitação naquele Parlamento, a proposta de equacionamento — da desejada reação do Senador mineiro e ocupante da Mesa da Presidência — retornou ao Senado conforme registro do Primeiro-Secretário do Senado Federal. Desde então, completam-se, no próximo dia 11 janeiro de 2024, um ano e três meses da conclusão dos trabalhos da Câmara dos Deputados. Salienta-se que, nessa casa legislativa, o projeto, oriundo do Senado, foi aprovado pelos representantes do Povo Brasileiro, com 311 votos favoráveis e 98 contrários. Buscaram-se as informações sobre a consequente tramitação do material enviado pelo ofício citado no link anterior. Não se conseguiu, até o fechamento desta postagem, acessar ao site do Senado Federal. Cabe então, ao Presidente do Senado, responder o porquê do atraso dos trabalhos devidos à sociedade brasileira. Será que a reação, manifestada na postagem twieteira do Senador, será concretizada nos próximos dez anos? Enlutados, os camaradas irmão-de-farda do Sargento PM Roger Dias da Cunha, lamentam sua partida precoce. Que Deus conforte e console seus familiares, com os corações doídos pela inesquecível perda. A todos nós, anima-nos a certeza de que o camarada irmão-de-farda cumpria seu dever-de-ofício, diante dos riscos de morte e outras dificuldades, mesmo com o sacrifício da própria vida, para proteger a sociedade mineira. Que o dia de sua morte e de seu sepultamento sejam lembrados por todos os mineiros! Que sua coragem e intrepidez de Servidor Militar Mineiro sirvam de exemplo a outros mineiros que são, igualmente, servidores públicos. Com as infomações da Rádio Itatiaia (imagem destacada) e da Revista Oeste “1” e “2” e o vídeo da câmera que filmou o trágico momento..

Tenente QOR Thramm, não estás, mas permanecendo se faz presença.

Vivemos para, em fim, voltar ao Criador,Mesmo que para os que ficam, reste apenas a dor.Não são as lembranças e memórias o remédio revelador,Mas a certeza e a glória manifestas no Salvador. Sorrir, cantar, sofrer e chorar e não mais sentir o calor,Pensar, expressar, ofender e apontar não revela qualquer valor.Ausência, incerteza, desespero e remorso são apenas o bolor, Irmãos, filhos, netos, sobrinhos e esposa são provas de um grande Amor,Amigos, companheiros, colegas e jornadas fazem parte do clamor. Como fruto de dois corações, sou algo indivisível,Carrego a certeza de que o Criador é mesmo Invisível.Pois como Ele, não é porque não estou, que não sou visível.Mas em cada mente e coração pela eternidade dos que ficam, me torno crível. Palavras que manifesto ao Amigo e Familiares de Hamilton de Magalhães Thramm. Carlos Alberto da Silva Santos Braga e Família.

Nota de Pesar – Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond

O Pontopm publica a seguinte Nota de Falecimento do Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond: Encontraram, por volta das 10h da manhã de hoje, 26-4-2019, num apartamento do prédio do n° 1437 da Rua Genoveva de Souza (Sagrada Família, Belo Horizonte-MG), onde morava, o corpo morto do Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond, um dos Fundadores da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano, como titular da Cadeira Epistêmica n°2, patroneada pela Santa-Doutora Teresa d’Ávila. // Padre Samuel foi vigário, pela Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte, das Paróquias do Buritis e Sagrada Família, era Capelão-Veterano da Capela Sedes Sapientiae da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Dedicou-se, em todo seu período militar ativo, às labutas pedagógico-pastorais em favor do melhor desenvolvimento socioespiritual de Cadetes, Alunos, Oficiais, Praças, Professores, Pesquisadores e Funcionários Civis da citada Nobre Escola do Prado Mineiro. Teólogo admirável e digno de respeito, frequentou as Cátedras de Pós-graduação da Faculdade Jesuítica de Teologia de Belo Horizonte, com ardor intelectual e proficiência. Artista Visual esplêndido no desenho, pintura e escultura, logrou prêmios expressivos em certames artísticos mineiros e brasileiros. Sua escultura Úxor Spíriti e sua tela Fuga para o Egito são trabalhos magistrais. O Padre-Coronel Samuel Sérgio Drumond, agora Pastor dos Hemisférios Espirituais da Sabedoria Eterna, fará muita falta a seus Paroquianos Fiéis, principalmente aos do Sistema de Educação Tecnoprofissional gerido pela Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, e aos Confrades e Confreiras de nossa Ativa e Providencial Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano. Réquiem in Aetérnum Dona Ei, Dómine! De Bom Despacho-MG para Belo Horizonte-MG, 26 de abril de 2019. Ass.: Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano. De modo Semelhante, a Arquidiocese Militar do Brasil divulgou nota de falecimento, destacando, além da foto mostrada acima, que: É com pesar que a Arquidiocese Militar do Brasil comunica o falecimento Capelão da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, Ten Cel Capl QOR Samuel Sergio Drumond, da Academia de Polícia Militar daquele estado. Nascido em 31 de março de 1956, na capital do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, o capelão Sergio Drumond foi ordenado padre em 15 de agosto de 1983 e era incardinado na Arquidiocese de Belo Horizonte. Incorporou-se às fileiras da PMMG em 1987, tendo chegado ao posto de Tenente Coronel. Os integrantes da Arquidiocese Militar se solidarizam com o ocorrido, oferecendo aos familiares e amigos as nossas condolências, bem como as nossas mais profundas orações.

Desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista

  Desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista e foi encontrada morta. Mas, até quando continuará a violência desvairada contra a mulher? A mídia nacional se posiciona contra toda e qualquer violência. Os autores dos textos, não sem razão, na maioria das vezes, carreiam-lhes sentimentos próprios de completa indignação, quando a violência é contra a mulher ou criança. Mas, parece que essa verdade não prevaleceu, quando se lê um texto publicado recentemente, descrevendo, provavelmente, os últimos momentos da soldado Juliane dos Santos Duarte, enterrada no Cemitério da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Ela foi desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista e encontrada morta. Ao registro policial, conforme se sabe, aquele matutino assume que teria tido acesso e consentiu na publicação de informações repassadas por testemunhas. E a descrição, lembrando cenas hollywoodianas passadas em bares de estradas, foi feita com impressionante riqueza de detalhes. Pouco a pouco, tem-se a sensação de que as informações dos processos policiais vêm a público antes mesmo do conhecimento judicial. Isso, certamente, contradiz o desejável processo judicial do Estado Democrático de Direito. Mas, Fabiane era mulher — e acima de tudo policial militar — e foi encontrada morta, assassinada, provavelmente, de forma cruenta. Dela, pode-se escrever e dizer o que quiser. Porém, desrespeitá-la, sem conhecê-la, sem uma mínima convivência, sem sequer saber o que ela sentia, o que fazia, é de uma total irresponsabilidade. O texto publicado reflete sinais claros de homofobia eivado de ódio inexplicável, com indicativos de lugar comum, e pouco recomendado aos formadores de opinião desejável a uma das metrópoles mais importantes do mundo. Entretanto, com a palavra, Madeleine Lacsko, que obteve mais informações e tem mais explicações: Fonte da Imagem: SPTV.

Enlutados e contristados, os policiais militares mineiros continuam firmes na proteção dos cidadãos e de suas comunidades

  Nesta data, ainda enlutados, lamentavelmente, os policiais militares mineiros recebem a seguinte notícia: Com pesar comunicamos o falecimento neste momento do nosso companheiro Cabo PM Lucas Reis Rosa, da 7 RPM. Teve reações inflamatórias graves, pós cirúrgicas, ao trauma. Rogamos a Deus que abençoe, proteja e ilumine a todos os familiares, proporcionando serenidade neste momento. Maiores informações serão posteriormente repassadas. Márcio Flávio de Moura Linhares, Cel PM Diretor de Saude Segundo informações recebidas, o cabo Lucas lutou bravamente contra a morte! Ferido do cruento episódio de Pompéu foi submetido a “três cirurgias, tendo sido amputado seu braço direito e permanecia com o abdômen muito prejudicado devido aos disparos de fuzil.” É uma notícia que contrista a todos nós, a despeito do pleno espírito natalino! A despeito disso, rogamos a Deus o conforto aos seus familiares e que seja estendido a cada um(a) do(a)s valioso(a)s membros da Instituição Militar Estadual das Minas Gerais. Que o exemplo dos notáveis milicianos mineiros, desde o novel alferes Tiradentes… até o cabo Osias e, agora, o cabo Lucas, seja um referencial a todos os que continuam prestando serviços de proteção às pessoas e suas respectivas comunidades. Que Deus abençoe cada um(a) de vocês! Equipe Pontopm.

A homenagem dos colegas de farda ao policial militar mineiro tombado em serviço

  No vídeo destacado acima, os policiais militares mineiros prestaram, nas mais diversas localidades, uma homenagem ao colega de farda que foi morto covardemente. No cemitério municipal de Martinho Campos aconteceu, na manhã desta quarta-feira, a cerimônia fúnebre prestada ao ex-Cabo PM Osias ALves de Barros (33). Num clima de muita tristeza, os colegas de farda prestaram as últimas homenagens ao policial militar mineiro tombado em serviço. Na presença de cidadãos martinhocampenses e muitos colegas farda, o cortejo fúnebre seguiu o cerimonial policial militar, com salvas de tiros, que é devido ao servidor militar estadual morto durante a prestação de serviços públicos. Com o nome inscrito na galeria dos heróis tombados em defesa dos cidadãos e das comunidades, o ex-Cabo PM Osias deixou viúva a senhora Amanda Aiala dos Santos Barros (25), com quem era casado há dois anos, e sua filhinha de 10 meses. A morte trágica do policial militar mineiro ocorreu, no episódio de Pompéu, após o roubo num estabelecimento bancário, no último dia 5, e registrado neste Pontopm, em 1, inclusive, em 2, com consequências indesejáveis.   Fonte: EM OnLine.

Policiais militares mineiros, feridos no cumprimento do dever, recebem o apoio médico necessário

  Na Nota de Condolências do Comando-Geral, publicada neste Pontopm foi destacado que: A Instituição prestará todo o apoio necessário para minimizar a dor neste momento de dificuldade. Também estamos oferecendo todo o suporte ao Cb Lucas e ao Cb Leonel Richs, para que se restabeleçam o mais rapidamente possível e possam retornar ao convívio familiar. Nesse sentido, destaca-se a seguinte nota da Diretoria de Saúde: Prezados policiais militares, Para conhecimento de todos, participo-lhes que o Cb PM Lucas Reis Rosa, da 7ª RPM, ferido com 02 disparos de fuzil, durante ação de marginais em Pompéu, encontra-se internado em UTI no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde passou por duas intervenções cirúrgicas na data de ontem. Em virtude da extensão e gravidade dos ferimentos, o braço direito do militar foi desarticulado na altura do ombro/úmero (amputação), visto que o disparo atingiu a artéria braquial. O Cb Lucas encontra-se na UTI do HPS, onde sua situação ainda é grave e inspira cuidados. Equipes médicas do HPS, HPM e NAIS estão permanentemente acompanhando o militar, onde toda a assistência está lhe sendo prestada com os melhores profissionais. Quanto ao Cabo Leonel Richs de Aquino, da 6ª RPM, encontra-se na UTI do Hospital Madre Tereza, também assistido por equipes do Hospital Madre Tereza, do HPM e dos NAIS, sem risco e estável, conversando normalmente e totalmente consciente. Deve ser transferido, ainda hoje, para o quarto. O projétil que o atingiu, embora esteja alojado na altura do ombro direito, não precisará ser retirado. Que cada um, segundo a sua fé, envie pensamentos positivos aos nossos companheiros, para que se restabeleçam o mais rapidamente possível e retomem suas vidas junto às famílias. (a) Márcio Flávio de Moura Linhares, Coronel PM Diretor de Saúde da PMMG Que as nossas orações sejam em favor do pronto restabelecimento dos policiais militares feridos!

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