A POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS NA “OPERAÇÃO INTERIOR MAIS SEGURO”

Ação de proteção pública contou com a participação da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) na “Operação Interior Mais Seguro”. Na última quarta-feira, 27/08/25, numa ação conjunta realizada com outros órgãos públicos na zona rural do município de Barreirinha, os policiais militares do 1° Grupamento de Polícia Militar (GPM), realizaram uma visita à Comunidade do São João do Massauari, localizada na zona rural de Barreirinha, atendendo solicitação dos comunitários, com os quais acertaram ações de proteção comunitária mais efetivas. Além dos militares, sob o comando do 2° Tenente PM — Gildo Assis, participaram os representantes da Polícia Civil do Amazonas (PC–AM), Conselho Tutelar e da Prefeita de Barreirinha, reuniram-se com aproximadamente 60 comunitários, incluindo lideranças locais, profissionais da saúde, professores, agentes comunitários de polícia e representantes de instituições parceiras. Durante o encontro, foram debatidas demandas importantes como ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, visando a prevenção e o combate ao tráfico de drogas, furtos e a conscientização sobre o consumo de bebidas alcoólicas. As solicitações propostas foram acolhidas e encaminhadas, acordando-se sobre a elaboração de um plano de ação conjunto para ampliar a presença policial e desenvolver atividades preventivas na região. Com as informações da: PMAM Contatos para a imprensa: Diretoria de Comunicação Social da Polícia Militar do Amazonas – (92) 98842-1841
POLÍCIA MILITAR CATARINENSE NA FORÇA INTEGRADA DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

Em Santa Catarina, existe uma Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/SC), e a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) tornou-se mais um dos seus integrantes, desde a última segunda-feira, 25. Com a adesão da PMSC, e a integração, de fato, da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senapen) na Ficco/SC, amplia-se a capacidades de atuação conjunta das forças de segurança para enfrentar e combater ações criminosas organizadas. A solenidade realizada na Superintendência contou com as presenças do Superintendente o Comandante-Geral da PMSC, Coronel PM — Emerson Fernandes, a Secretária Regional da Polícia Federal em Santa Catarina, — Aletea Vega Marona Kunde, a Secretária de Justiça e Reintegração Social de Santa Catarina, — Danielle Amorim Silva, o representante da Secretaria Nacional de Políticas Penais, policial penal federal — Jonas Rodrigues, o representante da Polícia Civil da Grande Florianópolis, Delegado —Pedro Henrique de Paula e Silva Mendes, e o coordenador da Ficco/SC, Delegado — Nelson Confortin Napp. Durante a solenidade, foram colhidas presencialmente as assinaturas dos representantes das instituições partícipes. Após a assinatura do termo de cooperação, a força-tarefa da Ficco/SC passa a ser composta pela Polícia Federal, Polícia Militar de Santa Catarina, Polícia Civil de Santa Catarina, Secretaria Nacional de Políticas Penais e Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social de Santa Catarina. Com as informações e imagens da: PMSC
BPTRAN PARTICIPA DA EXPOSIÇÃO NA IGREJA BETEL EM COMEMORAÇÃO AOS 171 ANOS DA PMPR

Na noite do último domingo (17), o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) esteve presente na Exposição Igreja Betel, realizada em alusão às festividades de comemoração dos 171 anos da Polícia Militar do Paraná (PMPR). O evento reuniu fiéis e comunidade local para homenagear a instituição, que ao longo de sua história tem desempenhado papel essencial na segurança e proteção dos paranaenses. Durante a solenidade, o BPTran marcou presença com a exposição de motocicletas Suzuki GSX 1000, ícones do patrulhamento viário que chamaram a atenção do público. Policiais da Companhia Tático Móvel de Trânsito (COTAMOTRAN), unidade pertencente ao BPTran, apresentaram os equipamentos, explicaram as funções operacionais e interagiram com a comunidade, esclarecendo dúvidas e aproximando a corporação da população. A participação do BPTran nesse momento especial reflete o orgulho da tropa em integrar a Polícia Militar do Paraná, instituição que completa 171 anos de serviços prestados à sociedade. O evento simbolizou não apenas uma celebração histórica, mas também uma oportunidade de fortalecer os laços entre a PMPR e a comunidade, mostrando a importância do trabalho conjunto em prol da vida e da segurança. Polícia Militar do Paraná, nós fazemos a diferença! FONTE: PMPR
BRIGADA MILITAR NO “COMUNIDADE EM AÇAO” FOCAM A SAÚDE MENTAL DE TODOS

Representantes do Hospital da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, (HBM) participaram, no último dia 11 de agosto de 2025, segunda feira, do programa de rádio “Comunidade em ação”, que evidencia a parceria da Rádio Negritude, da Lomba do Pinheiro, com o 19º BPM; e é realizado toda primeira segunda-feira do mês das 10h até às 12h, e conta com a direção do Capitão PM Kayser, sempre acompanhado pelo Ten Cel PM Fabrício. Com foco na importância da saúde mental tanto na comunidade quanto entre os profissionais de segurança pública. Naquele encontro, participaram o Capitão PM Médico e Psiquiatra — Thiago Freire —, e da psicóloga Erminda, que compartilharam orientações, experiências e estratégias de prevenção. Naquela ocasião, a psicóloga Erminda explicou que saúde mental é um estado de equilíbrio emocional que influencia diretamente a forma como pensamos, sentimos e nos relacionamos. Durante sua fala, sobre a saúde mental, aquela psicóloga enfatizou que “Ela é tão importante quanto a saúde física. Quando a mente não está bem, todo o corpo sente”. Destacou ainda que há alguns sinais de alerta para problemas emocionais, incluindo mudanças bruscas de humor, isolamentos, alterações no sono e na alimentação, além de queda no rendimento no trabalho ou nos estudos. Herminda também lembrou que, no período da pandemia, ocorreu o ritmo acelerado, nas cidades, aumentando-se os níveis de ansiedade, depressão e estresse entre a população. Quanto à comunidade em geral, ressaltou que a família e os amigos têm papel fundamental na detecção e no apoio às pessoas em sofrimento mental, esclarecendo que : “Muitas vezes, quem está passando por uma crise não consegue pedir ajuda. O olhar atento e o acolhimento podem salvar vidas”. Destacou que vencer o estigma de procurar um psicólogo é um passo essencial, enfatizando que “Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, é sinal de coragem”. Entre as orientações práticas, a psicóloga recomendou hábitos diários como manter uma boa alimentação, praticar exercícios físicos, ter momentos de lazer e cultivar vínculos com vizinhos, amigos e grupos comunitários; e completou: “As redes de apoio são fundamentais para prevenir o adoecimento mental”. O Capitão PM Médico e Psiquiatra — Thiago Freire —, evidenciou a importância da saúde mental dos policiais militares, que convivem diariamente com situações de risco e alta pressão. Lembra, ainda que “O estresse acumulado pode impactar diretamente o desempenho profissional e a segurança de todos. É fundamental oferecer apoio psicológico e cuidado para esses profissionais”. Destacou, ainda, o quanto são importantes iniciativas institucionais para proteger a saúde mental da tropa, como acompanhamento regular por psicológico, treinamentos voltados à gestão emocional e espaços de escuta qualificada. Os entrevistados, tanto o Capitão PM Médico — Thiago Freire quanto a psicóloga Herminda reforçaram a mensagem central: cuidar da mente é cuidar da vida. Iniciativas como o “Comunidade em Ação” aproximam a Brigada Militar da população, fortalecem vínculos e promovem saúde, a proteção e o bem-estar para todos. No “Comunidade em ação”: são abordados temas diversos como saúde mental, violência doméstica, dentre outros assuntos atuais, em que são convidados especialistas sobre o tema. FONTE: BMRS
FIONA WILSON: CHEFE DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA EM VICTORIA-CANADÁ

A nova Chefe do Chefe do Departamento de Polícia de Victoria (VicPD) será Fiona Wilson. Anteriormente, a oficiala, atuou como “como subchefe do Departamento de Polícia de Vancouver e seu futuro no VicPD”. Leia, em seguida as respostas dadas aos seis questionamentos ora descritos: “P: Você pode compartilhar algumas de suas memórias favoritas e maiores sucessos de sua carreira em Vancouver? Adoro olhar para trás e refletir sobre uma carreira que trouxe tanto significado, entusiasmo e satisfação à minha vida. Alguns dos meus momentos mais memoráveis foram durante meu tempo em patrulha, acompanhando uma equipe dedicada no Downtown Eastside. Os policiais da linha de frente que atendem a chamadas de emergência e interagem diretamente com a comunidade são verdadeiramente a espinha dorsal de qualquer departamento de polícia. Participar desse trabalho no início da minha carreira foi inspirador e formativo. Ao longo do caminho, tive o privilégio de trabalhar ao lado de pessoas extraordinárias – muitas das quais se tornaram amigas para a vida toda e colegas de confiança. Quando penso nos aspectos mais gratificantes da minha carreira, uma área que se destaca é a defesa do Departamento de Polícia de Victoria (VPD) em torno das causas básicas da criminalidade e da desordem, particularmente aquelas ligadas ao uso de substâncias e doenças mentais. Em 2007, o Chefe Jamie Graham, seguido pelo Chefe Jim Chu, me pediu para explorar o que parecia ser uma tendência crescente: um aumento nas ligações policiais envolvendo indivíduos em crise de saúde mental. O apoio deles ajudou a lançar algumas das primeiras pesquisas sobre essa questão no Canadá – uma iniciativa que lançou as bases para uma conscientização e ação mais amplas. Na época, em certas áreas da cidade, mais da metade das nossas ligações envolviam alguém em crise de saúde mental. Foi um momento crucial, uma das primeiras vezes em que um serviço policial canadense reconheceu publicamente a necessidade de maiores recursos comunitários para apoiar pessoas com doenças mentais, muitas das quais entravam em contato com a polícia simplesmente porque não havia outra ajuda disponível. Também demos o importante passo de denunciar o que estava acontecendo: a criminalização das doenças mentais devido a lacunas sistêmicas no atendimento. Essa experiência despertou em mim um compromisso duradouro de defender a melhoria dos apoios à saúde mental, especialmente para aqueles que também enfrentam os desafios do uso de substâncias. P: Como você soube que este era o momento certo para se candidatar a um cargo de chefia? Já estou servindo como chefe adjunto no Departamento de Polícia de Victoria (VPD) há mais de quatro anos e sabia que uma mudança de liderança estava próxima, não apenas para o nosso departamento, mas também para o VicPD. Eu me sentia pronta para dar o próximo passo na minha carreira. À medida que comecei a aprender mais sobre a VicPD e o trabalho em andamento, rapidamente ficou claro que as comunidades de Victoria e Esquimalt compartilham valores que se alinham intimamente com a minha própria abordagem de liderança. As prioridades que me importam como líder policial também ressoam com a visão e as expectativas do Conselho de Polícia de Victoria e Esquimalt. Decidir me candidatar não foi fácil – foi uma mudança significativa. Mas, assim que entrei no processo, ficou cada vez mais claro que era a pessoa certa. Foi uma decisão em grande parte familiar; sabíamos que impactaria a todos nós, então dedicamos um tempo para tomá-la juntos. O processo de recrutamento da VicPD foi impressionantemente completo, e fiquei extremamente grata pela comissão de recrutamento ter me dado a oportunidade de concorrer, mesmo tendo entrado na competição no final do processo. Mesmo assim, concluí todas as etapas junto com os outros candidatos. Tudo aconteceu tão rápido que não precisei manter segredo por muito tempo, apenas o tempo suficiente para garantir que estávamos prontos. Desde que tomei essa decisão, tudo se encaixou. Desde o início, senti que era para ser. “Recebi a oportunidade de desempenhar esta função não porque sou mulher , mas, para ser sincera , acho que é justo dizer que o faço apesar de ser mulher.” P: Como foi quando você recebeu a ligação informando que seria o próximo chefe do VicPD? Por acaso, eu estava dirigindo quando recebi a ligação – curiosamente, eu também estava ao volante quando Adam Palmer ligou para me contar que eu tinha sido aprovada no concurso para superintendente do Departamento de Polícia de Washington, D.C., anos atrás. Talvez estar no carro seja o meu amuleto da sorte quando se trata de novidades sobre carreira! Quando recebi a ligação desta vez, fiquei tomada de gratidão. Foi um daqueles momentos surreais — algo que já vivenciei algumas vezes na minha carreira — em que você precisa parar e realmente absorver, porque é difícil acreditar que está exatamente onde esperava estar. Minha família ficou emocionada e incrivelmente orgulhosa. Meu marido, que trabalha na VPD e realmente ama seu trabalho lá, ficará na cidade com nossos filhos durante a semana enquanto eu me estabeleço em Victoria. Eles virão nos fins de semana, e assim que nosso filho mais novo terminar o ensino médio e meu marido se aposentar, o plano é que todos se mudem para a ilha. Por enquanto, sei o quanto é importante, especialmente neste primeiro ano, estar totalmente presente na comunidade e passar o máximo de tempo possível em Victoria e Esquimalt, construindo essas conexões e definindo o tom para o trabalho que temos pela frente. P: Gostaria também de falar sobre o fato de você ser a primeira mulher chefe da VicPD. Como você se sente? Essa é uma pergunta interessante. Por um lado, reconheço plenamente o significado histórico deste momento e me sinto honrada e privilegiada por assumir este papel. Sei que estou apoiada nos ombros de tantos pioneiros, tanto mulheres quanto homens na polícia, que vieram antes de mim e abriram caminho. Também sei que tive mentores e patrocinadores incríveis ao longo da minha carreira, sem os quais eu não estaria onde estou hoje. Ao mesmo tempo, acho importante ser
POLICIAL MILITAR DE FOLGA, EVITA ASFIXIA DE BEBÊ, EM DIVINÓPOLIS-MG

Na tarde da última sexta-feira 01 de agosto, mesmo de folga, o cabo Lucas Costa Neto, do 23º Batalhão da Polícia Militar, demonstrou coragem, técnica e, acima de tudo, serenidade diante de uma situação extrema: no bairro Bom Pastor, em Divinópolis, uma bebê de apenas quatro meses de vida estava engasgada e sem conseguir respirar. O militar aguardava o elevador do prédio quando foi surpreendido pela saída repentina de duas mulheres em desespero, uma delas com a criança no colo, que já apresentava sinais evidentes de asfixia. Com calma e preparo, o cabo Neto iniciou imediatamente os procedimentos de primeiros socorros, conseguindo desobstruir as vias aéreas da bebê e salvar sua vida. Somente após o atendimento, ele veio a saber que se tratava da filha de outro policial militar, o tenente Feliciano, comandante do Pelotão da PM de Carmo do Cajuru. A atuação rápida e eficiente do militar repercutiu positivamente nas redes sociais e emocionou a comunidade, reforçando o compromisso e o preparo dos policiais militares, sempre prontos para servir e proteger — mesmo em seu hora de descanso. FONTE: PMMG
OPERAÇÃO AGOSTO LILÁS : AÇÕES PREVENTIVAS DOS MILITARES MINEIROS CONTRA A VIOLÊNCIA ÀS MULHERES

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), em solenidade de lançamento na capital mineira na Praça Cívica da Cidade Administrativa, lançou ,na última sexta-feira, 01 de agosto de 2025, em todo o estado, a Operação Agosto Lilás. O objetivo é potencializar as ações voltadas ao enfrentamento à violência contra a mulher, reafirmando o compromisso da Instituição com a defesa dos direitos fundamentais e a promoção da segurança e bem-estar da população mineira, em especial das mulheres. A iniciativa fortalece a rede de apoio às vítimas, encoraja denúncias, e aumenta, em todo o solo mineiro, a efetividade ao combate da violência doméstica. A população pode colaborar realizando denúncias por meio do telefone 190 (Emergência Policial) ou do número 180 (Central de Atendimento à Mulher), e , ainda, mediante denúncia anônima, mediante do número 181. Ao longo desse mês de agosto, a PMMG realizará diversas ações de prevenção, educação e combate aos crimes de violência contra a mulher; destacando-se, entre elas: De acordo com a chefe do Centro de Jornalismo da PMMG, major PM — Layla Brunnela, a PM vai contar agora com uma classificação de risco das vítimas por meio de um aplicativo informatizado que será gerado a partir de dados inseridos no sistema como: — tipo de violência que a mulher sofreu; — quantas vezes que a vítima buscou ajuda junto à Polícia Militar; — se foi emitida medida protetiva e outros. “Todos os comandantes e todos os militares envolvidos no atendimento de proteção à mulher, terão, em tempo real, a atualização do sistema. A classificação vai orientar [aos profissionais da] PM a um atendimento prioritário e agilizar o pós-atendimento mais aproximado”, frisou a major Layla. FONTE: PMMG
Curso de Comandantes de Operações Aéreas na Polícia Militar de Minas Gerais

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio do Comando de Aviação do Estado (COMAVE), iniciou em 14 de Julho de 2025 (segunda-feira), o curso de Comandantes de Operações Aéreas na Polícia Militar. A seleção de 10 candidatos se deu por concurso interno, com prova teórica e teste físico, destinado a apenas oficiais da PM (1º e 2º Tenentes) com até 11 anos de instituição. O curso Será realizado no Hangar da PM, no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e algumas atividades externas, como na Serra do Rola Moça, Clube dos Oficiais dos Militares Mineiros (COMM) e outros. Com a realização do curso, seus concluintes estarão capacitados a atender as demandas aos operadores de aeronaves de asas fixas e asas rotativas. Durante o período acadêmico, estudarão as disciplinas da matriz curricular prevista e descritas a seguir: – História da Aviação de Defesa Social; – Comunicação e uso de Tecnologias de Aviação; – Equipamentos Especiais de Aviação, Técnicas de Emprego Operacional; – Doutrinamento Básico da Unidade Aérea Pública (UAP); – Manobras Aquáticas; – Apoio à atividade Aérea; – Noções de Manutenção Aeronáutica; – Manobras em altura; – Armamento, equipamento e tiro defensivo a bordo de aeronave; – Exercícios práticos de emergências gerais; – Gestão Operacional – atividades do Centro de Operações Agrícola (COA); – Segurança Operacional Gerenciamento de Recursos da Tripulação (CRM). Ao final do curso, com data prevista para o dia 5 de setembro, os concluintes exercerão às funções de Comandante de Operações Aéreas do COMAVE. Sendo 2P, (Copiloto) da aeronave, auxiliar o comandante de aeronave das diversas demandas relacionadas ao voo. E ainda, ao final do turno de serviço na sede da Unidade, como gestão da tropa de serviço, estarão em condições para as missões que estejam previstas ou que surjam no decorrer deste. Para o comandante do COMAVE, coronel PM— Ricardo Alexandre Faria, o Curso de Comandante de Operações Aéreas da PMMG 2025 representa a confiança que o comando da PMMG deposita na aviação policial, e a importância do emprego de aeronaves em missões de apoio ao povo mineiro, à tropa da PMMG e aos demais Órgãos Públicos do Estado. “A aviação chega de forma rápida e eficiente onde a presença policial é imprescindível e essencial. Por isso, a formação dos futuros pilotos da PMMG é um processo importante para a continuação da prestação de segurança pública”. FONTE: PMMG
CRER PARA VER

Marcílio Fernandes Catarino (*) Não obstante pressentir que o tema que ora abordo, nesta modesta crônica, possa suscitar controvérsias, considerei pertinente e oportuno compartilhá-lo com os livres pensadores. Considero-me um espírito inquieto e de buscador insistente, mas ainda balbuciando as primeiras letras do alfabeto espiritual. Dos meus momentos de reflexões, muitas perguntas sem respostas persistem. Constantemente me deparo com registros e narrativas que divergem frontalmente da formação e educação com que fui criado, em especial nos períodos de infância e adolescência. Não por deficiência ou negligência paternas, a quem devo um espírito forjado nos mais elevados valores éticos e morais, mas pelas lacunas e até contradições, que ainda perpetuam na História e na cultura oficiais. Creio que a expressão “Ver para crer”, registrada no Canon Bíblico (João 20:29) e que nos traz à memória a figura de São Tomé, talvez seja do conhecimento da grande maioria da humanidade, que cada grupo interpreta segundo seu entendimento e convicções. No nosso modesto entendimento, revela insegurança de como nos conduzir ou dar prontas respostas nos momentos de dúvidas e incertezas. Essa passagem bíblica, também interpretada como uma bem-aventurança (“Bem-aventurados os que não viram e creram”), revela em si a essência do “sentimento da fé” que, em particular para os cristãos, adquire contornos mais profundos, pois não se trata apenas de acreditar, mas da certeza sobre aquilo em que se crê. A frase do Divino Instrutor poderia, talvez, parecer contraditória para muitos, sugerindo a pregação de uma “fé cega”. No entanto, creio que ela nos exorta à reflexão de que cada um de nós, criados à imagem e semelhança do Criador Supremo, já traz potencialmente, nas profundezas da sua Consciência, os registros que nos conduzem às respostas, que não podem ser encontradas em nenhum livro ou religião. Como compreender e muito menos aceitar aquilo que desconhecemos, pergunto-me? Mergulhado nessas reflexões, procuro entender a caótica realidade em que vive a humanidade hodierna, em que campeia a mentira e a manipulação, a disseminação do medo e do pânico, os violentos conflitos sociais, a ânsia de poder e dominação, coloridos nos noticiários da mídia mundial com os recursos inimagináveis da Inteligência Artificial. Situação que poderia ser revertida ou mitigada com o fortalecimento e atuações mais efetivas das organizações internacionais para o progresso da Humanidade, também denominadas Organizações Intergovernamentais, praticamente todas comprometidas com interesses ideológicos e afetadas pela corrupção. Aos olhos superficiais de muitos, parece que o mundo está cada vez pior. Para outros, influenciados por conceitos religiosos limitantes e manipuladores, que a humanidade está caminhando celeremente em direção ao Armagedon, também registrado no Canon Bíblico acima mencionado (5º Livro – Apocalipse). Ambos os grupos são constituídos, ao meu juízo, de grande parte das pessoas que nos parecem alienadas, incapazes de refletir com a própria cabeça, quem sabe dominada por processos complexos e sutis de hipnose coletiva, engendrados por mentes sombrias. Para os mais despertos – segundo afirmam diversos estudiosos espiritualistas de variadas fontes, cujos estudos e mensagens se encontram amplamente divulgados na Internet – a linha de tempo do Armagedon foi definitivamente extinta, exatamente em razão da expansão da consciência de uma massa crítica da humanidade necessária para ancorar a Luz Criadora na nossa Casa Planetária. Reação de uma parte da humanidade que ousou em questionar e não mais aceitar o draconiano regime imposto pelo poderoso “establishment”, lutando pela consolidação do império da liberdade e da justiça, da convivência harmoniosa e pacífica entre os povos. Como fontes que abordam essas questões, que considero mais confiáveis, cito, entre outros, o pesquisador russo Zecharia Sitchin, o escritor e pesquisador Junior Legrazie, o psicoterapeuta reencarnacionista Vital Frosi, o escritor e pesquisador Rogério de Almeida Freitas (que se apresenta com o pseudônimo Jan Val Ellan) precursor da Revelação Cósmica, que aprofunda temas contidos nas Revelação Psíquica e Revelação Espiritual, promovidas em tempos passados na Índia, por Kapila e Sidarta Gautama, e na França, por Alan Kardec, respectivamente) e, finalmente, o médium mineiro Robson Pinheiro. Este último, em particular, já lançou, através da psicografia, inúmeros livros sobre o tema, como a trilogia “A Política das Sombras”. Oportuno ressaltar, que ao pesquisador russo supra citado é atribuída a tradução das milenares tabuletas sumérias, em cuja obra literária o diretor cinematográfico John Gress produziu o polêmico filme “Anunnaki”, termo que significa “aqueles que vieram do céu”, que deveria ser lançado em 2006, mas que foi rechaçado pela mídia mundial, caindo no esquecimento. Segundo os estudos de Zecharia Sitchin, os Anunnaki seriam seres altamente evoluídos e poderosos vindos das estrelas, que chegaram a utilizar a Engenharia Genética para modelar o DNA dos humanoides, que então habitavam o Planeta Terra, para a “criação do Homo Sapiens”, não por benevolência, mas para escravidão. Recentemente, sem autoria identificada, o filme foi descoberto e divulgado na Internet, revelando um rico relato da intervenção extraterrestre na evolução das civilizações aqui existentes, em particular os Sumérios, há cerca de 450 mil anos. Em termos de Humanidade, os despertos acima mencionados ainda seria uma minoria, ressalte-se, cujas reformas íntimas e abertura consciencial os levaram a buscar um estilo mais elevado de vida, voltado para a colaboração, a compaixão e o Amor Incondicional, dentro de uma frequência vibratória superior compatível com a Nova Terra que está por surgir, da qual seriam os herdeiros (“Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra” – Mateus 5:5 e “Parábola do Joio e do Trigo” – Mateus 13:24-30). Defendem tais estudiosos que todos esses acontecimentos, que eclodem no planeta, seriam as “dores do parto” mencionadas no Grande Livro, a sinalizarem a completa e sistemática derrocada dos “velhos sistemas” (econômico, financeiro, político, religioso, educacional, e tantos outros), movimento este que alguns estão denominando GESARA (sigla que, em inglês, sinteticamente significa Lei de Segurança e Reforma Econômica Global). Seria um profundo e extraordinário processo de transformação, jamais visto ou imaginado, que se iniciaria a partir de um “Reset global” (interrupção de todos os sistemas de comunicação), com duração de determinados dias, em que seriam preparados os novos sistemas a serem implantados, sob o impulso da Energia Quântica em
RESENHA: “A AÇÃO DE COMANDO E O ENTENDIMENTO DO MUNDO”.

O SOFISTA, O FILÓSOFO E O COMANDANTE: POSSÍVEIS RELAÇÕES COM O TEXTO “A AÇÃO DE COMANDO E O ENTENDIMENTO DO MUNDO”. Rogério Mascarenhas Paixão (*) . “Assim como os olhos dos morcegos são ofuscados pela luz do dia, a inteligência de nossa alma é ofuscada pelas coisas mais naturalmente evidentes”. ARISTÓTELES (384-322 a. C.) No século V a. C., o filósofo Sócrates condenava uma forma de uso de linguagem, conhecida por retórica, dizendo ser esta uma prática que era utilizada pelos sofistas, com o intuito de enganar por meio de um discurso empolado, enfeitado e sem nenhuma consistência, alegando ser essa atitude algo próximo ao charlatanismo. Os sofistas eram pessoas que ensinavam a retórica e cobravam pelos serviços, não se preocupavam com o fato de seus alunos não aprenderem a respeito da profundidade das coisas e os orientavam a serem capazes e competentes para persuadir, por meio da eficiência discursiva e da eloquência. Platão chegou a afirmar que a retórica é a arte do logro e do engano (sic.). O sofista atuava no terreno da adulação, manipulação, e não se preocupava com a virtude, e isso incomodava os filósofos, preocupados com o saber nobre e elaborado que pudesse tornar os outros melhores. É justamente nessas duas categorias ou modos de ver o mundo, a sofística e a filosofia, que relacionamos “A ação de comando e o entendimento do mundo” (primeiro ensaio de ESSÊNCIA DOUTRINÁRIA 1: Centro de Pesquisa e Pós-graduação da PMMG, Belo Horizonte-MG, 2009. 202 p.), do Professor João Bosco de Castro. Em Castro (2009), tem-se que “A compreensão do mundo é, pois, essencial à maior eficácia da ação de comando”. Percebe-se que o Professor João Bosco quer relacionar a ação de comando justamente com a corrente dos filósofos, mais assentada em bases universais e afastada do terreno sofístico, duvidoso, instável e inseguro. O texto discorre a respeito disso. Ainda que de forma subliminar ou nas entrelinhas, a inferência é perfeitamente viável, pois podemos nos fazer a seguinte indagação: um comandante deveria esmerar suas ações de acordo como a doutrina filosófica ou com a sofística? Sócrates chegou a dizer que ficava assustado e triste, ao ver a cidade governada (comandada?) pela ignorância, e que isso causava muitos males a todos. Sócrates indicava que somente um sábio deveria assumir tão nobre cargo, pois todas as ações e decisões estariam pautadas no verdadeiro e mais essencial esclarecimento a respeito de todo o estado de coisas. Essa manifestação de Sócrates também não deveria ser levada em consideração para a assunção de um cargo de comandante? Em Castro (2009), tem-se a observação: “Quanto mais denso o conteúdo de seu conhecimento, melhores alternativas para a ação comando abrem-se ao comandante, que se torna mais independente e mais capaz de melhor desincumbir-se de seu ministério gerencial, em razão do maior domínio que tenha sobre a realidade”. Essa reflexão demonstra como o aprendizado seguro e universal proporcionará ao comandante ações sábias, ponderadas e acertadas. Sócrates considerava que qualquer um, feio, belo, rico ou pobre, poderia governar, desde que fosse sábio. E se substituirmos a palavra governar por comandar? Seria igualmente importante? Qual seria a opinião de Sócrates a respeito disso? Se ele pudesse responder, diria que sim. O deslocamento da palavra governar e a inclusão de comandar é perfeitamente possível. Castro (2009) corrobora essa análise, ao afirmar que “(…) só a pesquisa dá consistência à sabedoria, e só a sabedoria faz confiável e legítima a ação de comando”. O comandante que dá polidez à mente, fornecendo-lhe o verniz científico, possui as bases para ações seguras, universais e sólidas, no desempenho de seu gerenciamento. O Professor João Bosco de Castro, quase que dialogando com Sócrates, afirma: “Eis um processo que exige eliminação de inutilidades, como chavões vazios (…)”. Somente com o primor intelectual e moral é que se influencia a vida de outras pessoas de maneira austera! (*) Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais. Doutorando em Letras, Mestre em Linguística e Licenciado em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais. Tecnólogo em Gestão da Segurança Pública pelo Centro de Ensino de Graduação da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro.
