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A Tuma do Dauzito chegou ao Pontopm!

Agora vamos divertir e informar os visitantes do Pontopm. Seguindo sua filosofia de serviço e geração de bem-estar social, o PontoPM oferece agora um espaço para os quadrinhos e personagens voltados à construção de uma realidade mais justa e fraterna. Por meio da linguagem dos HQs, a Turma do Dauzito trará mensagens de inclusão, fraternidade, respeito ao próximo e responsabilidade, tudo com abordagem leve e agradável. Esperamos que gostem. Aguardamos seus comentários.       Veja mais em: http://dauzito.com.br/

Notável a Ação de Comando do Coronel Wolney Dias da PMRJ.

No último sábado (25), o Coronel Woney Dias Ferreira — Comandante Geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro — agiu de forma cristalina, confirmando o que disse, no vídeo acima, que faria em favor dos integrantes da Instituição Militar Estadual (IME) que comanda. A foto abaixo, contém o texto do documento contendo o Despacho da MM. Drª Juiza Yedda Christina Ching-san Filizzola Assunção, determinando “a imediata expedição de alvará de Soltura em benefício de Paulo Cesar Leal Pereira […] e determino a distribuição do APF à Auditoria da Justiça Militar para apreciação dos fatos”. Quanto aos esclarecimentos devidos do episódio, encontramos no, no Portal daquela IME que: O Comandante Geral, Cel Wolney Dias, conseguiu na noite desse sábado, 25/02, junto à Magistrada de Plantão do Tribunal de Justiça a expedição do alvará de soltura em favor do Soldado Paulo Cesar Leal Pereira, 29 anos, da Cia Maré. A prisão do referido policial ocorreu de forma irregular na noite da última sexta, 24/02. Ele foi autuado em flagrante por autoridade incompetente, pela prática de lesão corporal e abuso de autoridade. Cabe destacar que o policial militar que cometer crime no exercício da função previsto no Código Penal Militar deve ser autuado por autoridade de Polícia Judiciária Militar e os autos encaminhados à Auditoria de Justiça Militar. Fato que não ocorreu nesse caso específico e, por esse motivo, houve intervenção do Comando da Corporação para que o Judiciário corrigisse flagrante ilegalidade. É necessário destacar também que não há por parte da Corporação intenção de amenizar o comportamento do policial militar em questão. Apenas será cumprido o rito adequado para o caso, para que a conduta do soldado seja avaliada no âmbito da Corregedoria Interna e da Justiça Militar, conforme prevê a legislação. Fonte: PMRJ.

Policiais franceses começam a usar câmeras individuais.

Após a onda de violência, a polícia francesa amplia as possibilidades de vigilâncias. Isso porque, segundo a RFI, “entrou em vigor nesta quarta-feira (1°), em 23 regiões da França consideradas “zonas de segurança prioritórias”(ZSP), a obrigatoriedade para os policiais de usar câmeras individuais para monitorar suas ações. A medida é uma tentativa de diminuir a ocorrência de casos de violência policial no país”. Nessa fase inicial, com a “obrigatoriedade dos policiais filmarem todas as abordagens e controles de identidade”, durante um anos, as 23 ZSP “que serão monitoradas com as câmeras corporais estão localizadas em Paris, na periferia da capital e nas regiões de Bordeaux e Marselha. Mais de 5 mil câmeras foram colocadas à disposição das polícias militar e civil”. Ao final do prazo estabelecido, para a “primeira fase, um relatório será elaborado e enviado ao ministério do Interior sobre o impacto desse monitoramento sistemático nas operações policiais”. A expectativa é a de que, com uso das câmeras, haverá contenção da violência policial, a exemplo do que aconteceu no início do mês de fevereiro deste ano. Foi noticiado também que: O uso sistemático de câmeras individuais pelos policiais é uma reivindicação antiga de ONGs de direitos humanos para tentar conter a violência policial na França. O equipamento já era testado em pequena escala desde 2013, mas sua generalização em todo o país, várias vezes anunciada pelo governo, não tinha ainda sido possível pela falta de uma legislação adequada. A lei “Igualdade e Cidadania”, aprovada em dezembro de 2016 finalmente autorizou a “filmagem obrigatória” das intervenções policiais. A relação problemática entre policiais e a população francesa, principalmente em bairros carentes, voltou a dominar o debate no país após o caso Théo. O jovem negro, de 22 anos, foi espancado e chegou a ser estuprado com um cassetete por um grupo de policiais, no início de fevereiro. O caso gerou uma onda de revolta e vários dias de confrontos entre policiais e jovens, em várias cidades do país. Fonte e foto destacada: RFI.

Reeleito Diretor da OMC, Azevêdo condena protecionismo.

Nesta terça-feira (28), a RFI noticiou que o brasileiro Roberto Azevêdo (59) foi reeleito diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). No discurso para um novo mandato de quatro anos, Azevêdo “alertou para a ameaça do protecionismo ao comércio mundial”. Na sede da OMC, em Genebra, a reeleição de Azevêdo não causou surpresa uma vez que ele era candidato único. O diretor-geral afirmou que a instituição “é mais forte agora do que em 2013”, quando assumiu o cargo. No destaque de sua gestão exitosa, é destacada: “a entrada em vigor, no último dia 22, de um acordo alfandegário histórico, o primeiro desde o lançamento da OMC, em 1995. Esse pacto multilateral busca estimular o comércio internacional reduzindo os trâmites administrativos nas fronteiras e gerar, assim, até US$ 1 trilhão anuais graças às exportações adicionais”. Por outro lado, tem-se que: O acordo acontece em um contexto de incertezas envolvendo o comércio internacional com a chegada à Casa Branca de Donald Trump, que defende o protecionismo com o lema “America first” (EUA primeiro). “Os tempos são difíceis para o multilateralismo comercial”, declarou, sem citar Trump. “Não se pode ignorar a ameaça do protecionismo.” Haverá, nesta nova gestão de Azevêdo, dificuldades consequentes da uma possível “guerra comercial”, conforme ressaltado pela RFI, informando que: Azevedo não quis comentar a nova política comercial dos EUA, mas, em entrevista ao semanário alemão Bild, opinou que, “sem comércio, os americanos não voltarão a ser grandes”, em referência a outro lema de Trump durante a campanha: “Make America Great Again” (tornar os EUA grandes novamente). O presidente americano ameaça tomar medidas protecionistas contra as importações chinesas e mexicanas, que acusa de prejudicar a indústria de seu país. Pouco após assumir o cargo, ele desvinculou os EUA do Tratado Transpacífico (TPP), promovido por seu antecessor, Barack Obama, com outros 11 países, incluindo Peru, Chile e México. “Não deveríamos usar palavras que possam nos levar a uma guerra comercial”, disse. Fonte e foto destacada: RFI.

CPI da Previdência Social?

A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE APOSENTADOS, PENSIONISTAS E IDOSO — COBAP, divulgou no seu portal, na última sexta-feira (24), que “O que poucos acreditavam aconteceu. A COBAP, juntamente com o senador Paulo Paim, acaba de dar um duro golpe no Governo Federal, conseguindo o número necessários de assinaturas para instaurar a Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a real situação financeira da Previdência Social. Esse fato é inédito. Pela primeira vez em 92 anos de existência, o INSS sofrerá uma severa investigação. Serão apurados desvios de verbas, fraudes, sonegações e todos os tipos de irregularidades. A ideia de criar uma CPI na Previdência Pública partiu do presidente da COBAP, Warley Martins, que buscou o apoio do senador Paim para oficializar um complicado processo investigativo que será histórico. “Vamos provar de uma vez por todas que não existe déficit na Previdência. Não tem rombo, tem roubo. Muita gente vai parar na cadeia, será pior que a operação lava-jato”, disse Warley. Para abertura desta CPI eram necessários que dois terços dos 81 senadores assinassem o pedido (ou seja, 27 membros). Graças ao trabalho e pressão da COBAP nas ruas e ao prestígio de Paulo Paim, até agora 29 parlamentares assinaram o documento, garantindo a instauração da investigação nos cofres do INSS durante as últimas décadas. Espera-se que outros senadores assinem, para que a CPI ganhe mais força e maior representatividade política. O Senado terá até 120 dias para concluir a investigação na contabilidade do setor. Essa façanha pode “engessar” a maldita reforma da previdência e também impedir sua aprovação no Congresso Nacional. Fonte:COBAP.

Escândalo de corrupção envolvendo o herdeiro do grupo Samsung.

Nesta terça-feira (28), segundo informou a RFI, o herdeiro do grupo Samsung — Lee Jae-Yong — e “outros quatro executivos da empresa foram oficialmente indiciados por corrupção”. As informações sobre o escândalo, na Coreia do Sul, indicam que: O indiciamento significa de maneira quase certa que Lee Jae-Yong será levado, ao lado dos quatro executivos, ao tribunal, o que provoca novas inquietações no conglomerado sul-coreano, que recentemente se viu obrigado a retirar do mercado, por falhas, um novo modelo de smartphone. Lee, 48 anos, foi acusado por “corrupção, utilização indevida de bens públicos, ocultação de ativos no exterior e perjúrio”, declarou Lee Kyu-Chul, porta-voz da equipe especial que investiga o caso, que provocou o impeachment da presidente do país, Park Geun-Hye. Lee Jae-Yong é o vice-presidente da Samsung Electronics, filho do presidente do grupo e neto do fundador. No dia 17 de fevereiro foi decretada sua detenção provisória. Três dos cinco indiciados pediram demissão, mas não o herdeiro do grupo, informou a Samsung, o principal conglomerado do país, que representa 20% do PIB sul-coreano. Especula-se a respeito da “reestruturação da empresa”, pois: A Samsung anunciou ainda o “desmantelamento” do Escritório de Estratégias Futuras, que supervisiona todas as decisões importantes da empresa, como parte de um “programa de reformas” que prevê maior independência para cada departamento da empresa. O grupo também decidiu acabar com o poderoso departamento responsável pelo lobby junto ao governo, além de afirmar que deseja tornar a política de doações políticas mais transparente. “Resta saber se é uma nova medida cosmética para desviar a atenção da opinião pública”, afirmou Chung Sun-Sup, diretor do chaebol.com, site que monitora o comportamento das empresas. No passado, recordou o analista à AFP, “a Samsung acabou com departamentos de controle do grupo quando foi descoberto que não cumpriam a lei, mas depois os criou novamente com outro nome”. Lee se tornou o principal executivo da Samsung após uma crise cardíaca de seu pai em 2014. A família Lee “deve continuar exercendo seu poder e sua influência em todo o grupo”, afirmou Sun-Sup. E ainda sobre uma possível “fusão polêmica”, quando se verifica que: O anúncio desta terça-feira é um novo golpe para o maior conglomerado empresarial da Coreia do Sul, que enfrenta dificuldades desde que retirou do mercado o Galaxy Note 7, que registrou vários casos de baterias com defeito. A derrocada foi atribuída em parte ao frágil sistema de gestão de um grupo com funcionamento centralizado, onde os diferentes departamentos aplicam sem hesitar as decisões de um pequeno número de executivos. O escândalo político na Coreia do Sul tem como principal nome Choi Soon-Sil, amiga há 40 anos da presidente afastada Park, acusada de ter utilizado sua influência para obter mais de US$ 70 milhões de diferentes empresas, e de interferir nos assuntos do Estado. A Samsung foi a empresa mais generosa para as fundações sob suspeita, controladas pela confidente da presidente. Também repassou milhões de euros a Choi sob o pretexto de financiar na Alemanha os treinamentos de ginetes sul-coreanos, incluindo a filha de Choi Soon-Sil. Em contrapartida, a Samsung teria recebido o aval do governo para a polêmica fusão em 2015 de duas de suas unidades, Cheil Industries e C&T. A operação foi denunciada por alguns acionistas que consideraram que a C&T foi deliberadamente desvalorizada. Mas a Caixa de Previdência, importante acionista da Samsung, controlada pelo ministério dos Assuntos Sociais, apoiou a decisão. Um ex-ministro de Assuntos Sociais foi acusado no mês passado por abuso de poder. Além disso, “Lee nega todas as acusações”. Mas as atividades judiciais continuam, considerando que: Os indiciamentos foram anunciados no último dia de mandato da equipe especial de investigadores nomeada em dezembro pela Assembleia Nacional, que agora deve passar o caso aos juízes do Ministério Público. No total, 31 suspeitos foram indiciados, 17 deles nesta terça-feira. Uma ex-ministra da Cultura e um ex-chefe de gabinete da presidência estão na lista. Agora o Ministério Público deve prosseguir com a investigação sobre outros grupos, como Hyundai Motor ou a gigante da distribuição Lotte, afirmou o porta-voz da equipe de investigação. Fonte e foto destacada: RFI.

Infância desterrada!

A RFI noticiou nesta segunda-feira (27) que Reino Unido iniciou as audiências judiciais para verificar as informações e provas resultantes das investigações sobre “um programa oficial do governo que durante décadas enviou milhares crianças britânicas […] para os países da Comunidade Britânica, principalmente a Austrália e o Canadá, mas também para o Zimbábue e a Nova Zelândia”. O provável desterro de crianças teria acontecido “entre as décadas de 1940 e 1970”, quando “o governo britânico e algumas instituições de caridade recolheram cerca de 150 mil crianças órfãs ou filhas de mãe solteiras, com idades entre 3 e 14 anos A motivação fundamental seria a “intenção do governo era aliviar a pressão sobre o sistema de assistência social no Reino Unido, além de contribuir para o povoamento de colônias e territórios remotos”. Embora as “autoridades acreditavam que as crianças seriam acolhidas por outras instituições e famílias nos países de destino, enquanto as mães eram convencidas de que seus filhos teriam um futuro melhor” não era detectado possíveis abusos praticados contra as crianças desterradas. Nas localidades de destinos: “as crianças eram informadas de que seus pais haviam morrido, sendo enviadas para outras famílias e orfanatos, geralmente em lugares remotos. Muitos irmãos foram separados, sem jamais poderem se reencontrar”. “Em vários desses orfanatos, inclusive em alguns mantidos pela Igreja Católica ou Anglicana, as crianças eram submetidas a trabalhos forçados ou abusos sexuais. O escândalo só veio à tona nos anos 1980, quando esses deportados, já adultos, começaram a procurar seus pais biológicos. O caso chamou a atenção de uma assistente social do Reino Unido, que desde então vem trabalhando para reunir essas pessoas e suas famílias. Tanto o governo da Austrália como o do Reino Unido fizeram um pedido especial de desculpas às vítimas, cujas histórias inspiraram o filme ‘Laranjas e Sol’, de 2010. Algumas já conseguiram indenizações pelos maus-tratos sofridos”. A apuração dos fatos foi iniciada em: “2014 pela primeira-ministra Theresa May, que na época era ministra do Interior. Foi uma resposta ao enorme escândalo gerado quando vieram à tona as acusações de estupro e abuso sexual por parte de um famoso apresentador de televisão, Jim Saville. Uma comissão independente foi criada, com especialistas de várias áreas do setor de segurança social e atenção ao menor”. “O objetivo do atual inquérito é investigar as falhas de várias instituições britânicas nos cuidados e na proteção de crianças e adolescentes. Além deste caso do envio sistemático de crianças para o exterior, a comissão está investigando denúncias de abusos cometidos em hospitais, escolas, igrejas, orfanatos, entre outras instituições, além da própria BBC, onde Saville trabalhou”. Há muita expectativa de que se fará justiça, em consequência dos episódios, pois: As “primeiras audiências para o caso das crianças enviadas para o exterior ocorreram nesta segunda-feira e foram marcadas por relatos extremamente comoventes. Algumas das vítimas, hoje idosas, falaram da dor e do trauma que as perseguiram por todas estas décadas”. “O depoimento mais marcante do dia foi o de David Hill, de 71 anos, que pediu que os perpetradores dos abusos tenham seus nomes divulgados e sejam levados a julgamento. O inquérito como um todo ainda vai analisar diferentes casos nos próximos meses e a comissão independente só deve divulgar sua análise daqui a pelo menos um ano”. Fonte e foto destacada: RFI

Brasileira e marido francês são condenados por prostituição em Paris

A RFI noticiou que: “Uma brasileira com problemas psiquiátricos e seu marido, um ex-executivo da Air France, além de um ‘guia espiritual’, foram condenados por prostituição nesta segunda-feira (27) pelo Tribunal Criminal de Paris. As penas variam entre um ano e três anos de prisão. O trio havia sido abordado e colocado em prisão provisória na última quinta-feira (23) pela brigada de repressão ao proxenetismo da França. A brasileira, identificada pela polícia francesa como ‘Claudia’, condenada à pena mais alta, foi também multada em € 40 mil. O marido dela, Alain D., de 56 anos, demitido da Air France por causa do episódio, foi condenado a 18 meses de prisão, além de € 20 mil euros de multa. Alain garantiu ao Tribunal Criminal de Paris que havia descoberto as atividades relativas à prostituição de sua esposa muito tarde e ter sido ‘surpreso pelos acontecimentos’. Ao contrário da esposa brasileira, o ex-executivo da Air France nega as acusações contra ele. A rede foi desmantelada a partir do testemunho de uma jovem brasileira à polícia. Ela afirmou que chegou à França há quatro anos para continuar seus estudos e alegou ter sido forçada pelo casal a se prostituir. Alojada em um apartamento na Rue de Rivoli, no bairro do Marais, em Paris, ela deveria receber cerca de cinco clientes por dia. Cada cliente pagava € 150. A brasileira condenada por prostituição nesta quinta-feira (27) seria encarregada de colocar anúncios na internet e alugar apartamentos para os encontros com clientes. Entenda o caso O ex-funcionário da Air France e sua esposa foram acusados de terem criado em 2013 e 2014 uma rede de prostituição que funcionava a partir do Brasil, trazendo jovens brasileiras para a França. O grupo teria aproveitado as tarifas especiais de bilhetes de avião exclusivas para os funcionários da companhia aérea Air France e suas famílias. O ex-executivo da Air France afirmou, durante a audiência, que entre os nomes presentes na lista de pessoas que viajaram dessa forma, muitos seriam pessoas próximas à sua esposa. O juiz do caso afirmou, no entanto, que ‘pelo menos duas das pessoas’ que viajaram dessa forma teriam sido prostitutas na França. O outro réu do processo, José W , apelidado de ‘Papa Junior’, era apresentado às jovens brasileiras como um guia espiritual do Candomblé. Ele era responsável por oferecer ‘apoio emocional’ quando as mulheres não haviam ‘clientes suficientes’, por meio de um ‘ritual de purificação’, pelo qual cobrava € 50 cada sessão. Ele foi condenado a um ano de prisão pelo Tribunal Criminal de Paris. Os juízes avaliam o valor necessário de reparação aos danos da única vítima brasileira que aceitou se tornar parte civil no caso. Os três réus também foram condenados a pagar € 10 mil por danos à associação Equipes d’action contre le proxénetisme (ECAP)”. Fonte e crédito da foto destacada: RFI.

O soldado Flávio Henrique Mayer é destaque internacional!

O Soldado PM Flávio Henrique Mayer, profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública é um dos membros da Polícia Militar de Santa Catarina. É Engenheiro Florestal e Bacharel em Direito, pela Universidade do Contestado – UnC Canoinhas, com especialização em Direito Ambiental pela Faculdade Internacional de Curitiba – FACINTER e Perícia e Auditoria Ambiental pela UNINTER-Curitiba. Integrou uma equipe da Universidade do Contestado — Unc — Campus Canoinhas que estudou a realidade da polícia ostensiva e preservação da ordem pública, nas atividades de proteção ao meio ambiente daquela localidade. O relatório da pesquisa realizada é intitulado: As Infrações Administrativas Ambientais na área de Abrangência da sede da 6ª Companhia de Polícia ambiental – uma realidade regional. O texto do estudo realizado foi submetido ao Conselho Editorial da Revista Eletrônica de Direito Ambiental — Medio Ambiente & Derecho — da Universidade de Sevilha, na Espanha. Após aprovação, o trabalho dos autores — entre eles, o Soldado PM Flávio Henrique Mayer — foi publicado naquela revista. Transcrevemos a seguir, o resumo e a conclusão do texto elaborado. RESUMO O presente trabalho pretende, com fundamentação doutrinaria, aportes legais, e dados fornecidos pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina, analisar as infrações ambientais administrativas flagradas pela sede da 6º Companhia de Polícia Militar Ambiental no município de Canoinhas e em sua área de abrangência, o qual inclui 9 municípios, ocorridos entre os anos de 2012, 2013 e 2014. Através do presente estudo é possível verificar que o Direito Administrativo e o Direito Ambiental contribuem na proteção do meio ambiente, haja vista, que a exploração dos recursos naturais estão em foco na atualidade. A instituição Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina tem papel de suma importância no processo de vigilância nos delitos ambientais, uma vez que possui competência legal para agir tanto de forma preventiva como na forma repressiva em prol do meio ambiente e da coletividade. O presente trabalho propõe-se apresentar ao leitor uma realidade regional no tocante às infrações administrativas ambientais flagradas pela sede da 6º Companhia de SC, bem como, uma sucinta abordagem comparativa entre os períodos, demonstrando assim, quais práticas ilícitas tendem a ter maior ou menor incidência em nossa região. Palavras-chave: Meio ambiente. Polícia Ambiental. Infrações administrativas. CONSIDERAÇÕES FINAIS O artigo procurou enfatizar a atuação da PMA na área de abrangência da sede da 6ª Companhia de Polícia Militar Ambiental, e em especial na observação da região do município de Canoinhas/SC; quando dos delitos ambientais praticados na esfera administrativa. Dessa forma, com relação a problemática desta pesquisa buscou-se identificar sob a perspectiva da polícia ambiental, as espécies de infrações administrativas mais presentes nos nove municípios, sede da 6ª Companhia, além das espécies delitivas mais praticadas. O artigo não debruçou-se sob o perfil dos infratores, muito embora tenha apenas destacando que as infrações preponderam por pessoas físicas em detrimento das jurídicas[5]. Estas autuações foram apuradas mediante poder de polícia, que por sua vez minimizam os impactos sobre crimes e infrações ambientais – muito embora a maioria das infrações administrativas sejam autuadas em função de práticas fiscalizatórias. Neste sentido, a fiscalização é de suma importância, pois visa coibir ações danosas ao meio – imputados por indivíduos e sociedades caracterizados pela dinâmica da plena produção e do pleno consumo. A pesquisa também concluiu que o número de infrações flagradas no âmbito da 6ª Companhia de Polícia Militar Ambiental, aumenta conforme a intensidade da fiscalização por parte dos policiais militares ambientais. Da mesma forma, foi possível constatar que a distância entre os municípios[6] influência no combate às infrações, o que implica em custos de equipamentos e humanos para cobrir a área, uma vez que quanto mais próximo o município fiscalizado estiver da sede da 6ª Companhia de Polícia Militar Ambiental, mais eficaz é a atuação da Policia Ambiental. Por outro lado, ainda no que tange a fiscalização, alguns fatores podem interferir na efetividade dos atendimentos, destacando a falta de efetivo policial e de equipamentos, que que são indispensáveis para o atendimento de ocorrências. Neste mesmo sentido, nota-se que o número de atendimentos é elevado se levar em consideração a área de abrangência dos nove municípios – destacados em marrom no gráfico na nota de rodapé – as questões burocráticas circunscritas aos atendimentos, e o número reduzido de policiais que trabalham diariamente no combate as infrações e na movimentação dos processos administrativos. Através dos dados obtidos junto a 6ª Companhia de Polícia Militar Ambiental, no período compreendido entre os anos de 2012 à 2014, nos 9 (nove) municípios de abrangência da sede, foram flagradas um total de 629 (seiscentos e vinte e nove) infrações administrativa ambientais, e especificamente no município de Canoinhas foram flagradas 118 infrações ambientais administrativas, o que corresponde a 19% de todas as infrações constatadas, sendo, portanto, o município com o maior número de infrações administrativas flagradas, seguido por Itaiópolis-SC (18%), Mafra-SC (18%), Rio Negrinho-SC (15%), Papanduva-SC (8%), Major Vieira-SC (7%), Monte Castelo-SC (5%), Três Barras-SC (5%) e Santa Cecília-SC (5%). Da mesma forma foi constatado que o maior número de infrações, flagradas nos 9 (nove) municípios estudados, referem-se a práticas contra a flora e fauna, infrações estas que se praticadas de modo contínuo e desenfreado, poderão trazer prejuízos significativos ao meio ambiente e a qualidade de vida na cidade de Canoinhas e demais municípios estudados. Com base nas informações apresentadas na pesquisa constata-se que houve uma diminuição significativa do total das infrações cometidas no período analisado, muito embora não tenha sido possível constatar até o presente momento mudança significativa das práticas ambientais, vinculadas, sobretudo a estrutura econômica que caracteriza a região estudada. Ademais, ainda que houvesse constante atuação e fiscalização da Polícia Militar Ambiental, mesmo diante da falta de efetivo policial – problema este que no momento assola grande parte do Estado de Santa Catarina, esta permanece atuante e constituindo prova crível para comprovar a materialidade das infrações. Outrossim, as perspectivas estatísticas e analíticas alcançadas pela pesquisa e, apresentadas no presente artigo podem contribuir com a divulgação e conhecimento das relações dos indivíduos e da sociedade regional com

Os Premiados do “Oscar 2017”.

Com uma gafe histórica, foi encerrada às 2h25min a premiação dos melhores do cinema. Eis os vencedores: Melhor filme: Moonlight: sob a luz do luar Melhor Atriz: Emma Stones. Melhor Ator: Casey Affleck, Manchester À Beira Mar. Melhor Direção: Damian Chazelle. Melhor Roteiro Adaptado: Barry Jankins e Tarrel Alvin, do filme Moonlight. Melhor Roteiro Original: Manchester À Beira Mar. Melhor Canção Original: La La Land. Melhor Trilha Sonora: La La Land. Melhor Fotografia: La La Land. Melhor Curta Metragem: Sing. Melhor Curta Documentário: The White Helmets. Melhor montagem: John Gilbert, pelo filme Até O Ultimo Homem. Melhor Efeitos Especiais: Mogli: O Menino Lobo. Melhor Design de Produção: La La Land. Melhor Animação: Zootopia. Melhor curta de animação: Piper: descobrindo o mundo. Melhor Longa Estrangeiro: O Apartamento, do Irã. Melhor Atriz Coadjuvante: Viola Davis Melhor Mixagem de Som Até o ultimo último homem. Filme do Mel Gibson, estrelado por Andrew Garfield. Melhor edição de som: A Chegada. Melhor documentário: O.J.: Made in América. Melhor figurino: Animais Fantásticos e Onde Habitam. Melhor ator coadjuvante: Mahershala Ali, por seu papel em Moonlight.

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