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Não me decepcione, destacou a Polícia Militar sul-mato-grossense!

Em Campo Grande, Capital do Mato Grosso do Sul, neste 21 de Março; — quando se comemora o Dia Internacional da Sindrome de Down —,houve destacada manifestação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Associação Juliano Varela, que é especializada no atendimento de pessoas com síndrome de down, realizou um evento alusiva à data e foi prestigiada com a presença do “Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul, coronel Waldir Ribeiro Acosta, juntamente com o Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, informou o Portal da PMMS. Aquele portal publicou notícia, evidenciando que: A ASSOCIAÇÃO JULIANO VARELA é uma instituição filantrópica, possui convênios com órgãos públicos e privados, recebe doações de empresas e pessoas físicas, sua diretoria é formada por pais de alunos da “Escola de Desenvolvimento Especial Juliano F. Varela”. Temos na associação o setor de serviço social, que oferece serviços de forma continuada, atendendo as famílias da instituição, com apoio sócio familiar, encaminhamento a rede sócio assistencial, benefícios eventuais, garantia e efetivação de direitos, apoio a família na sua função protetiva e mobilização para o exercício da cidadania. A grande maioria dos alunos atendidos na Escola Juliano Varela é de família comprovadamente vulnerável, sendo que muitas vezes faz-se necessário a intervenção da assistente social, no sentido de providenciar benefícios eventuais (como cestas básicas, fralda, leite, medicamentos) bem como orientá-los quanto ao recebimento de outros benefícios, como BPC, passe livre e outros programas do governo. NOSSOS PROJETOS: ESTIMULAÇÃO PRECOCE É o conjunto de ações que tendem a proporcionar à criança as experiências de que ela necessita desde o dia de seu nascimento para desenvolver ao máximo seu potencial. A ASSOCIAÇÃO JULIANO VARELA atende os bebês com Síndrome de Down, oferecendo atendimento clínico nas áreas de Fonoaudiologia, fisioterapia, Terapia Ocupacional e Apoio Social e Psicológico às famílias. O objetivo do trabalho, que acontece de forma semanal, é o de estimular o desenvolvimento motor global, inibir os reflexos, orientar na alimentação, auxiliar no desenvolvimento da fala e linguagem, sempre pensando em diminuir o atraso decorrente da Síndrome de Down e favorecer a independência. Fonte: PMMS.

Noruega lidera a lista de felicidade global, neste 2017.

Nessa segunda-feira, dia 20 de março, quando foi comemorado o Dia Mundial da Felicidade, foi lançado o World Happiness Report 2017, publicado pela Sustainable Development Solutions Network. Na publicação da homepage do citado relatório, encontramos os seguintes detalhes: Noruega lidera a lista de felicidade global para 2017 A Noruega saltou do quarto lugar em 2016 para o primeiro lugar este ano, seguido pela Dinamarca, Islândia e Suíça em um grupo bem embalado. Todos os quatro principais países estão altamente em todos os principais fatores encontrados para apoiar a felicidade: cuidar, liberdade, generosidade, honestidade, saúde, renda e boa governança. Suas médias são tão próximas que pequenas mudanças podem reordenar os rankings de ano para ano. A Noruega move-se para o topo do ranking, apesar dos preços mais fracos do petróleo. Diz-se às vezes que a Noruega consegue e mantém sua felicidade elevada não por causa de sua riqueza do óleo, mas apesar dela. Ao optar por produzir seu petróleo lentamente e investir os recursos para o futuro, em vez de gastá-los no presente, a Noruega isolou-se do ciclo de crescimento e recessão de muitas outras economias ricas em recursos. Todos os outros países entre os dez primeiros também têm valores elevados em todas as seis variáveis-chave usadas para explicar as diferenças de felicidade entre os países e com o tempo – renda, expectativa de vida saudável, alguém com quem contar em tempos de dificuldade, generosidade, liberdade E confiança, com o último medido pela ausência de corrupção nos negócios e no governo. Aqui também houve alguns arranques de fileiras entre países estreitamente agrupados, com as classificações deste ano colocando a Finlândia no 5º lugar, seguido pelos Países Baixos, Canadá, Nova Zelândia e Austrália e Suécia empatados para a 9ª posição, com a mesma pontuação de 2014-2016 Para três decimais. A felicidade é tanto social como pessoal O relatório deste ano enfatiza a importância dos fundamentos sociais da felicidade (ver Capítulo 2). Isso pode ser visto comparando as experiências de vida entre os países de topo e de baixo dez nos rankings de felicidade deste ano. Há uma diferença de felicidade de quatro pontos entre os dois grupos de países, dos quais três quartos são explicados pelas seis variáveis, metade devido a diferenças em ter alguém com quem contar, generosidade, um senso de liberdade e liberdade de corrupção. A outra metade da diferença explicada é atribuída ao PIB per capita e à expectativa de vida saudável, os quais, como o relato explica, também dependem muito do contexto social. No entanto, 80% da variância da felicidade em todo o mundo ocorre dentro dos países. Nos países mais ricos, as diferenças entre os países não são explicadas principalmente pela desigualdade de renda, mas pelas diferenças de saúde mental, saúde física e relações pessoais: a maior fonte de miséria é a doença mental (ver Capítulo 5). As diferenças de renda importam mais nos países mais pobres, mas até mesmo sua doença mental é uma grande fonte de miséria. O trabalho também é um fator importante que afeta a felicidade (ver Capítulo 6). Desemprego causa uma grande queda na felicidade, e mesmo para aqueles no trabalho a qualidade do trabalho pode causar grandes variações na felicidade.

Curso de Media Training na Polícia Militar do Distrito Federal

36 profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Distrito Federal e alguns membros da Escola de Governo do Distrito Federal (EGOV) participam, desde ontem (20) de um curso de Media Training. Resultado de uma parceria entre as duas instituições, o curso será realizado nesta semana, do dia 20 a 24 deste mês, com uma carga horária prevista de 20 horas-aula. No Portal da PMDF, encontram-se as seguintes informações sobre o evento ora destacado: De acordo com a jornalista e instrutora, Joyce da Hora Duarte, este curso exclusivamente, visa o treinamento de policiais militares no que tange a desenvoltura durante entrevistas e relacionamento com a imprensa. O objetivo é treinar o porta-voz e representantes da Instituição a falar com a mídia da melhor forma possível. “Há necessidade de prevenir falhas de comunicação entre instituições” afirma a instrutora. Ela assegura ainda que o curso de media training ocorre durante o ano todo, com inscrições abertas e gratuitas a todos os servidores do GDF. A expectativa da coordenadora do curso, Silvana Lopes, é que “ao final os cursistas estejam prontos a conceder entrevista e responderem demandas com tranquilidade e fluidez”. O curso é presencial com aulas expositivas, apresentação interpretativa e prática dos conceitos. Os alunos participarão de atividades individuais, em grupos, exercícios práticos, testes e simulações, materiais instrucionais e recursos audiovisuais. Dentre os conteúdos que serão administrados estão treinamento de media, o que é notícia, o interlocutor, entrevista para TV, o entrevistador, além de outras disciplinas relacionadas ao tema. Fonte: PMDF.

Diretrizes para a ação de comando.

No primeiro dia útil do seu comando, o Coronel PM Nivaldo Cesar Restivo — Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo — fez publicar, nas redes sociais da Instituição Militar Estadual, as diretrizes para a ação de comando. No folder publicado, foram destacados 4 eixos fundamentais para o funcionamento da maior Polícia Militar do País: Educação corporativa e Gestão do conhecimento. Processos internos. Processos operacionais. Orçamento e finanças. Fonte: Portal da PMESP.

“Feliz é o homem que encontra prazer no trabalho que realiza!”

Nesta segunda-feira (20) o portal da Polícia Militar do Amazonas, publicou a foto destacada, com a seguinte mensagem: “Feliz é o homem que encontra prazer no trabalho que realiza!” Bom dia a todos! #servireproteger #policiamilitar #policiadopovo #pmam180anos #military #police Fonte: PMAM.

Ações de Polícia Ostensiva Rodoviária no Estado do Amapá.

A atuação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Amapá, que atua no trânsito rodoviário estão descritas no folder abaixo. Confira os resultados das ações, durante o último final de semana, do dia 17 a 19 de março. Fonte: Portal da PMAP.

MPES divulga a “Nota 3” da “Operação Protocolo Fantasma”.

MPES divulgou a seguinte nota, complementando as anteriores publicadas em Pontopm. Leia, a seguir, os detalhes, inclusive sobre as prisões já efetivadas Operação Protocolo Fantasma – Nota 3 O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), por meio de sua Corregedoria, e da Força de Segurança Nacional, realizou na segunda-feira (20/03), a operação “Protocolo Fantasma” voltada ao cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva (que não tem prazo e pode ser mantida enquanto houver motivo para a manutenção), 23 mandados de busca e apreensão e 17 notificações para depoimento, expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Vitória e tendo como alvos policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações classistas. Durante operação, foram presos Ângela Souza Santos, Walter Matias Lopes, Leonardo Fernandes Nascimento e Cláudia Gonçalves Bispo. Eles prestaram depoimento na sede do Gaeco e depois foram encaminhados para o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (QCG), em Maruípe, Vitória. Todos são investigados pela prática, em tese, dos delitos de associação criminosa (art. 288 do CPB), atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública (art. 265 do CPB), apologia de fato criminoso (art. 287, CPB e 156, do CPM), motim/revolta (art. 149 do CPM), ameaças a autoridades (art. 147), dentre outros. Os integrantes do Gaeco já iniciaram a análise da documentação e equipamentos apreendidos e continuarão a realizar a oitiva de testemunhas e investigados. A deflagração da operação não obsta a conciliação e as negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já iniciadas por comissão mista formada perante a 3ª Vara de Fazenda Pública de Vitória, até porque as condutas criminosas sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e atentatórias à sociedade capixaba. O nome da operação, “Protocolo Fantasma”, foi sugerido pela Corregedoria da PM, e faz referência a um dos filmes da série “Missão Impossível”, em que uma equipe investiga para tentar limpar o nome da instituição em que trabalha. Saiba mais A juíza da 4ª Vara Criminal de Vitória, Gisele Souza de Oliveira, deferiu um pedido feito pelo MPES, e autorizou que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), por meio da operação “Protocolo Fantasma”, realizasse o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão em vários municípios da Grande Vitória. A ação, de acordo com o pedido do MPES, teve como principal objetivo a produção de provas para o processo criminal que visa identificar e punir os responsáveis pela fomentação dos movimentos que têm impedido a PMES de atuar no Estado de forma regular. Para o MPES, os relatórios de transcrição das conversas, juntados à petição protocolada na 4ª Vara Criminal, são a chave para descobrir de que maneira a suposta organização funciona. Em um trecho das conversas interceptadas e lançadas à petição, uma das pessoas investigadas, em uma ligação datada da quinta-feira (16/03), sustenta já ter passado nos batalhões, alegando, ainda, que os policiais estariam de acordo em fechar as unidades. Segundo os autos, a pessoa que dizia já ter acertado tudo com a polícia seria uma das líderes do movimento paredista. Além de afirmar já ter articulado com os batalhões para o inicio das possíveis paralisações, a pessoa suspeita de liderar o movimento também alegou que precisaria de mais mulheres nas ações de obstrução das unidades policiais. Ainda de acordo com o processo, uma reunião aconteceria na casa da investigada, para acertos acerca da atuação do grupo. Já em outra parte da conversa, a líder do movimento assumiu que, durante protesto realizado na quinta-feira (16/03), a atuação do grupo teria atrapalhado o trânsito no entorno da Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. Ao fundamentar a decisão, a juíza destacou que “as consequências nefastas do movimento paredista da Polícia Militar em nosso Estado, culminaram com duas centenas de mortes, uma onda de saques e furtos a estabelecimentos comerciais, suspensão de aulas, da atividade comercial, do transporte público e até das atividades do próprio Poder Judiciário”, concluiu. A juíza Gisele Souza de Oliveira relatou ainda em sua decisão: “Nesse período, a sociedade capixaba ficou abandonada à própria sorte, com seus cidadãos trancafiados em suas residências, impedidos, pela onda de violência, de exercer o direito constitucional de ir e vir. Tratou-se de situação até então nunca experimentada, naquela dimensão, pela sociedade capixaba”. Disse ainda: “Aliás, creio não existir na literatura jurídica e nem na jurisprudência produzida pelos nossos tribunais, outro exemplo de situação que melhor encarne a justificativa de garantia da ordem pública, considerando essa como a necessidade de preservação da boa convivência social” . O processo tramitou em segredo de Justiça, mas a partir do início da “Operação Protocolo Fantasma”, a juíza quebrou o sigilo. Processo nº 0006726-26.2017.8.08.0024 Fonte: MPES.

Ministério Público desvendará ação criminosa por traz da “paralisação da PM Capixaba”?

Nesta segunda-feira (20), foi desencadeada a Operação Protocolo Fantasma pelo “Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo, por meio de sua Corregedoria, e da Força Nacional”. A ação transcorreu de forma transparente. Isso porque o MPES, na parte da manhã, publicou no portal da Instituição, a seguinte nota: OPERAÇÃO PROTOCOLO FANTASMA – NOTA PRELIMINAR O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo, por meio de sua Corregedoria, e da Força Nacional, realiza, na manhã desta segunda-feira (20/03), uma operação voltada ao cumprimento de quatro mandados de prisão, vinte e três mandados de busca e apreensão e dezessete notificações para depoimento, expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Vitória e tendo como alvos policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações classistas. O GAECO investiga os integrantes de uma organização criminosa que, sob pretexto de reivindicar aumento salarial e outros benefícios aos policiais militares, vale-se de atentados contra serviços de utilidade pública, apologia a fatos criminosos, motim/revolta, ameaças a autoridades, dentre outros crimes. Diante dos elementos probatórios colhidos, as medidas cautelares acima descritas se mostraram indispensáveis. A deflagração da operação não obsta negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já iniciadas por comissão mista formada perante a 3.ª Vara de Fazenda Pública de Vitória, até porque as condutas criminosas sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e atentatórias à sociedade capixaba. Durante o dia serão fornecidas outras informações. De fato as informações foram atualizadas, conforme se vê na publicação seguinte: Operação Protocolo Fantasma – atualização Considerando ser de extrema importância o esclarecimento dos fatos acerca do movimento que tem impedido a atuação efetiva da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), além de prevenir novas articulações que levem o policiamento do Estado a uma possível paralisação, a juíza da 4ª Vara Criminal de Vitória, Gisele Souza de Oliveira, deferiu um pedido feito pelo Ministério Público Estadual (MPES), e autorizou que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), por meio da operação “Protocolo Fantasma”, realizasse o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão em vários municípios da Grande Vitória. Quatro pessoas, tidas como principais articuladoras do movimento tiveram prisão preventiva decretada pela magistrada. O único item indeferido pela juíza foi o que trata da condução coercitiva dos investigados. Além do GAECO, a corregedoria da PMES e a Força Nacional também atuam na operação, iniciada na manhã desta segunda-feira (23).(SIC) […] A ação, de acordo com o pedido do MPES, tem como principal objetivo a reprodução de provas para o processo criminal que visa identificar e punir os responsáveis pela fomentação dos movimentos que têm impedido a PMES de atuar no Estado de forma regular. Ainda segundo o órgão ministerial, os relatórios de transcrição das conversas, juntados à petição protocolada na 4ª Vara Criminal, seriam a chave para descobrir de que maneira a suposta organização funciona. Em um trecho das conversas interceptadas e lançadas à petição, uma das pessoas investigadas, em uma ligação datada da última quinta-feira, sustenta já ter passado nos batalhões, alegando, ainda, que os policiais estariam de acordo em fechar as unidades. Segundo os autos, a pessoa que dizia já ter acertado tudo com a polícia seria a líder dos movimentos. Além de afirmar já ter articulado com os batalhões para o inicio das possíveis paralisações, a pessoa suspeita de liderar o movimento também alegou que precisaria de mais mulheres nas ações de obstrução das unidades policiais. Ainda de acordo com o processo, uma reunião aconteceria na casa da investigada, para acertos acerca da atuação do grupo. Já em outra parte da conversa, a líder do movimento assumiu que, durante protesto realizado na última quinta-feira (16), a atuação do grupo teria atrapalhado o trânsito no entorno da Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. Ao fundamentar sua decisão, a juíza destacou “as consequências nefastas do movimento paredista da Polícia Militar em nosso Estado, culminando com duas centenas de mortes, uma onda de saques e furtos a estabelecimentos comerciais, suspensão de aulas, da atividade comercial, do transporte público e até das atividades do próprio Poder Judiciário”, concluiu a magistrada. A juíza Gisele Souza de Oliveira relatou ainda em sua decisão: “Nesse período, a sociedade capixaba ficou abandonada à própria sorte, com seus cidadãos trancafiados em suas residências, impedidos, pela onda de violência, de exercer o direito constitucional de ir e vir. Tratou-se de situação até então nunca experimentada, naquela dimensão, pela sociedade capixaba”. Disse ainda: “Aliás, creio não existir na literatura jurídica e nem na jurisprudência produzida pelos nossos Tribunais, outro exemplo de situação que melhor encarne a justificativa de garantia da ordem pública, considerando essa como “a necessidade de preservação da boa convivência social” . Esse processo tramitou em segredo de Justiça e hoje, quando teve início a ”Operação Protocolo Fantasma”, a juíza quebrou o sigilo. Processo nº 0006726-26.2017.8.08.0024 Vamos aguardar o desfecho, para conhecermos as artimanhas e os verdadeiros artífices do episódio pretensioso. Fonte: MPES.

PM Mineiro tombado em serviço!

No vídeo destacado contém cenas do cortejo fúnebre do Sargento PM  João José Machado Neto. A informação inicial foi publicada às 8h56min do dia 3 de março, pelo G1 – Grande Minas, relatando que: Um sargento da Polícia Militar foi baleado na noite deste sábado (4) em Jaíba, no Norte de Minas. O tiro atingiu a cabeça do sargento João José Machado Neto, que foi socorrido ao hospital da cidade, mas precisou ser transferido para a Santa Casa em Montes Claros. De acordo com as primeiras informações da PM, participava de uma operação Batida Policial no Bairro Morada do Sol para averiguar informações sobre a presença de homens em atitude suspeitas em uma rua do bairro. Ao descerem da viatura, os militares foram recebidos a tiros, vindos de um matagal; o sargento foi atingido. Os militares revidaram, mas devido à escuridão do local, não foi possível visualizar os autores envolvidos no crime. Os detalhes complementares sobre o falecimento do Sargento Machado e sobre prisões, efetivadas em consequência do episódio, foram publicadas no Blog da Renata, onde se vê que: O hospital Santa Casa confirmou a morte do sargento da Polícia Militar, João José Machado Neto. Ele morreu na tarde desta sexta-feira (17) na unidade hospitalar, onde estava internado há 12 dias, após ser baleado na cabeça durante uma ação policial em Jaíba, no Norte de Minas. A Santa Casa informou que o paciente teve uma parada cardíaca e faleceu às 13h. A Polícia Militar, informou que o sargento ingressou na corporação em outubro de 2007 e estava em Jaíba desde agosto de 2011. Machado participava de uma operação Batida Policial no Bairro Morada do Sol para averiguar informações sobre a presença de homens em atitude suspeitas em uma rua do bairro. Ao descerem da viatura, os militares foram recebidos a tiros, vindos de um matagal; o sargento foi atingido. Prisões O suspeito de atirar no sargento se entregou à Polícia Civil nesta quarta-feira (16). Marcos Vinícius Barbosa Silva, de 23 anos, estava com um mandado de prisão em aberto e se entregou acompanhado de um advogado. Ele não quis falar com a polícia sobre o caso e afirmou que só falaria diante de um juiz. Na quinta-feira (9), quatro jovens, suspeitos de terem ligação direta com Marcos Vinícius também se entregaram à Polícia Civil. O pai de um dos rapazes procurou a polícia afirmando que eles tinham intenção de se entregar e levou os policiais civis, da cidade de Manga e Jaíba, até uma estrada próxima ao matagal onde estavam sendo feitas as buscas pelos envolvidos, em Jaíba. Dois adolescentes, de 16 e 17 anos, chegaram a ser detidos em um táxi na MG-401, no dia 6. Eles afirmaram estar no local do crime, mas negaram serem os autores. Os menores foram entregues aos responsáveis após serem ouvidos na delegacia. Fonte: Textos: G1 – Grande Minas; Blog da Renata e vídeo: Blog Plantão Policial MG.

Fundamentos do Planejamento Prospectivo Aplicados à Polícia Militar

É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar filas com pobres de espírito que nem gozam muito, nem sofrem porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota. Theodore Roosevelt Os “pobres de espírito” destacado Theodore Roosevelt, Jr. — […] um militar, explorador, naturalista, autor e político norte-americano que serviu como o 26º Presidente dos Estados Unidos de 1901 a 1909 […] — difere, certamente, pois são o contrário dos “pobres de espírito” citado pelo Mestre dos Mestres — Jesus Cristo — no Evangelho de São Mateus, capítulo cinco, verso três. Se me é permitida usar uma frase síntese da afirmação de Roosevelt, Jr., diria que são aqueles que ficam em “cima do muro”. Conheci muitos servidores militares estaduais que, no papel inominável de comandantes ou de assessores e integrantes de um comando, se portavam da forma explicada por Roosevelt.Jr. E não foi para esses que o Coronel Sérgio Henrique Soares Fernandes escreveu o Livro Fundamentos de Planejamento Prospectivo Aplicado à Polícia Militar. Isso porque “os pobres de espírito”, para Roosevelt, Jr., desconhecem a derrota e a vitória. Desconhecem-nas porque não lutam! Preferem manter-se na zona de conforto.   O Livro de Coronel Sérgio é um compêndio de uso obrigatório pelo gestor de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. É um Livro para os “pobres de espírito” —  citados por Jesus Cristo — que reconhecem o quanto são carentes dos  saberes da gestão estratégica e tática e operacional. E que tudo fazem para conhecê-los, a fim de reunir argumentos próprios e sustentadores de autoridades naqueles misteres, sem as quais não se qualificam para o exercício legítimo da liderança. Então, desprovido da autoridade genuína dos comandantes, ao invés de influenciar comandados, tornam-se caudilhos, déspota e demagogos. É um Livro para líderes que desejam buscar o crescimento profissional e tornarem-se úteis à Instituição Militar Estadual a que pertencem. E ajudá-la a firmar-se no sentido de utilidade a que se propõe. O Coronel Sérgio é: Formado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Newton Paiva, tem Mestrado em Administração pela Universidade São Marcos. Também realizou cursos de pós-graduação lato sensu em Gestão Estratégica de Recursos Humanos (Centro Universitário de Belo Horizonte, Segurança Pública e Gestão Estratégica de Segurança Pública (Fundação João Pinheiro). Vale a pena conferir!

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