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Escudo Antimísseis Contra a Ameaça da Coreia do Norte.

Declarada a decisão dos USA para apoiar a Coreia do Norte e Japão O Comando do Pacífico, segundo a RFI, informou, nesta terça-feira (7), sobre a possibilidade da “instalação do Terminal High Altitude Area Defense (THAAD)”. Assim, “contribuirá ‘para um sistema de defesa antimísseis e aumentará a defesa da aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul contra as ameaças de mísseis da Coreia do Norte’. Para aquele Comando, “que supervisiona as operações militares dos Estados Unidos na Ásia e no Pacífico, ‘os testes de aceleração do programa norte-coreano de armas nucleares e de lançamento de mísseis balísticos constituem uma ameaça à paz e a segurança internacionais e violam várias resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas’. O acordo da instalação do sistema THAAD foi firmado, em 2016, entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos. A China, ao contrário “denunciou – em diversas ocasiões – como uma ameaça a sua segurança”. Então, Pequim reafirmou nesta terça-feira sua intenção de defender “resolutamente” seu sistema de segurança depois da implantação do THAAD na Coreia do Sul, segundo advertiu a chancelaria chinesa, cujos avisos anteriores foram ignorados pelos Estados Unidos. A iniciativa do acordo mencionado foi entendida assim, por Geng Shuang, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, após afirmar: “os Estados Unidos e a Coreia do Sul sofrerão todas as consequências” […] “Apelamos a todas as partes a interromper a implantação, e que não sigam por um caminho ruim”. O Comando do Pacífico explica que o “THAAD seria desenhado para interceptar e destruir mísseis balísticos de curto e médio alcance, durante sua fase final de voo”, cumprindo “uma função estritamente defensiva e não representa qualquer ameaça a outros países da região”. Na notícia da RFI, observamos que: Trump reafirma compromisso com aliados contra Coreia do Norte Em conversa por telefone com os líderes de Coreia do Sul e Japão nesta segunda-feira (6), Trump enfatizou o “compromisso inviolável dos Estados Unidos” de estar ao lado dos dois países diante das “sérias ameaças representadas pela Coreia do Norte”. O presidente americano conversou separadamente com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e depois com o presidente interino sul-coreano, Hwang Kyo-Ahn, após o lançamento dos mísseis norte-coreanos como parte de um exercício visando atingir as bases dos Estados Unidos no Japão. “Ele [Trump] enfatizou que seu governo está caminhando para melhorar ainda mais nossa capacidade para dissuadir e nos defender dos mísseis balísticos da Coreia do Norte, usando toda a gama de meios militares dos Estados Unidos”, acrescentou um comunicado da Casa Branca. Segundo um funcionário americano, cinco mísseis balísticos foram disparados na segunda-feira (6) pela Coreia do Norte. Um caiu na Península da Coreia e os outros quatro no Mar do Japão. Fontes americanas e sul-coreanas informaram que não foram mísseis balísticos intercontinentais (ICBM), com os quais Pyongyang sonha em se dotar para atingir os Estados Unidos. Segundo as mesmas fontes, foram disparados mísseis balísticos de menor alcance, inspirados nos Scud da era soviética. A notícia destacou também a participação da ONU, informando sobre a: Reunião do Conselho de Segurança da ONU O incidente levou Washington e Tóquio a solicitar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, que ocorrerá na quarta-feira (8), segundo a delegação americana. O secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, condenou os disparos de mísseis balísticos afirmando que “ações como estas violam as resoluções do Conselho de Segurança e minam gravemente a paz e a estabilidade regional”. De acordo com Guterres, os disparos constituem uma “contínua violação das resoluções do Conselho de Segurança por parte da República Popular Democrática da Coreia”. As resoluções da ONU proíbem a Coreia do Norte de utilizar qualquer tipo de míssil balístico. No entanto, seis pacotes sucessivos de sanções impostos a partir de um primeiro teste nuclear norte-coreano, em 2006, não conseguiram dissuadir Pyongyang de avançar com seu programa. Segundo o premiê japonês Shinzo Abe, foram disparados quatro mísseis, que, após percorrerem cerca de mil quilômetros no sentido leste, três acabaram caindo na “Zona Econômica Exclusiva” japonesa, ou seja, a menos de 200 milhas marinhas (370 km) da costa do Japão. Fonte e foto destacada: RFI.

Suécia, de volta às Armas!

A RFI noticiou nesta sexta-feira (3) que a “partir de 1º de julho, todo jovem sueco nascido após 1999 será convocado para servir as Forças Armadas. O governo aponta os conflitos da Rússia como uma das razões para a medida”. Na Suécia, há sete anos que o serviço militar é voluntário. Isso porque o país, há 200 anos, “não enfrenta um conflito armado em seu território. Agora, alegando graves mudanças no cenário internacional, o governo de esquerda, em comum acordo com a oposição de centro-direita, volta a instaurar a conscrição obrigatória”. A motivação, ao que tudo indica, e segundo informações do Ministro da Defesa sueco, Peter Hultqvist, aquele país está “num contexto no qual a Rússia anexou a Crimeia, e faz frequentes exercícios militares no mar Báltico”. Por outro lado, “apesar de não dividir uma fronteira terrestre com a Rússia, os dois países têm faixas costeiras em lados opostos do mar Báltico, onde um submarino não identificado foi detectado pelos radares suecos em 2014”. Outra preocupação que faz sentido é o fato divulgado pelo “Centro de Análises das Políticas Europeias, um instituto norte-americano”, destacando que “a Rússia teria 33 mil homens treinados e preparados para invadir qualquer território estrangeiro no mar Báltico, inclusive a ilha sueca de Gotland“. Para “o especialista em segurança internacional sueco” — Wilhelm Agrell — segundo à agência AFP, “Nós vemos a Rússia como expansionista, e pronta a recorrer à violência para atender os seus interesses”. Com o destaque de “Rapazes e moças, às armas!”, a RFI destacou que: Recrutando rapazes e moças, sem nenhuma distinção entre os sexos, a Defesa sueca espera preencher as fileiras que não vêm sendo preenchidas pelo serviço militar voluntário. Treze mil jovens serão convocados e mobilizados, mas somente 4 mil permanecerão nas Forças Armadas depois de terminado o serviço obrigatório de onze meses. Não sendo membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Suécia e Finlândia, outro vizinho do mar Báltico, assinaram em 2016 um acordo de cooperação militar com os Estados Unidos. Tanto suecos como finlandeses, que dividem uma fronteira terrestre de 1.340 quilômetros com a Rússia, cogitam uma eventual adesão à Otan, mas receiam, ao mesmo tempo, a reação de Moscou. Fonte e foto destacada: RFI.

Ministro da Justiça do Governo Trump será a próxima baixa?

Nancy Pelosi — líder democrata da Câmara dos Representantes — pediu ao Ministro da Justiça dos Estados Unidos — Jeff Sessions — que entregue o cargo, em consequência “das revelações do Jornal The Washington Post sobre as conversas com o embaixador russo antes das eleições de 8 de novembro. A RFI noticiou que: As revelações representam um novo golpe para o governo do presidente Donald Trump, que desmentiu em várias oportunidades os eventuais vínculos com a Rússia, acusada de interferir na campanha eleitoral americana de 2016. Jeff Sessions – ex-senador que assessorou Trump sobre política externa e outros temas durante a campanha – se reuniu com o embaixador Sergey Kislay em julho e em setembro de 2016, ao contrário do que ele afirmou ao Senado durante a audiência para a confirmação de seu nome como ministro. Em um comunicado, ele afirmou que nunca se reuniu “com autoridades russas para discutir temas da campanha, afirmando que a acusação é falsa.” A Casa Branca confirmou os encontros de Sessions, mas afirma que ele não fez nada de errado. Ao mesmo tempo, classifica as revelações do Washington Post de um novo “ataque” dos democratas contra a administração Trump. A representação democrata, no Congresso dos Estados Unidos, exige “uma investigação especial independente para esclarecer a eventual interferência da Rússia na campanha eleitoral de 2016”. Isso porque “Dadas as declarações falsas de Sessions sobre os contatos com as autoridades russas, precisamos de um comitê especial para investigar os laços entre a Rússia e os membros da equipe de Trump“, afirmou o senador democrata Ron Wyden, membro da Comissão de Inteligência da Câmara de Representantes. Para a RFI, “A imprensa americana, incluindo o Jornal New York Times, afirma que pessoas da campanha de Trump estabeleceram contatos com membros do serviço secreto russo antes da eleição de 8 de novembro. A administração Trump nega as acusações de interferência da Rússia, também desmentidas por Moscou”.

Policiais franceses começam a usar câmeras individuais.

Após a onda de violência, a polícia francesa amplia as possibilidades de vigilâncias. Isso porque, segundo a RFI, “entrou em vigor nesta quarta-feira (1°), em 23 regiões da França consideradas “zonas de segurança prioritórias”(ZSP), a obrigatoriedade para os policiais de usar câmeras individuais para monitorar suas ações. A medida é uma tentativa de diminuir a ocorrência de casos de violência policial no país”. Nessa fase inicial, com a “obrigatoriedade dos policiais filmarem todas as abordagens e controles de identidade”, durante um anos, as 23 ZSP “que serão monitoradas com as câmeras corporais estão localizadas em Paris, na periferia da capital e nas regiões de Bordeaux e Marselha. Mais de 5 mil câmeras foram colocadas à disposição das polícias militar e civil”. Ao final do prazo estabelecido, para a “primeira fase, um relatório será elaborado e enviado ao ministério do Interior sobre o impacto desse monitoramento sistemático nas operações policiais”. A expectativa é a de que, com uso das câmeras, haverá contenção da violência policial, a exemplo do que aconteceu no início do mês de fevereiro deste ano. Foi noticiado também que: O uso sistemático de câmeras individuais pelos policiais é uma reivindicação antiga de ONGs de direitos humanos para tentar conter a violência policial na França. O equipamento já era testado em pequena escala desde 2013, mas sua generalização em todo o país, várias vezes anunciada pelo governo, não tinha ainda sido possível pela falta de uma legislação adequada. A lei “Igualdade e Cidadania”, aprovada em dezembro de 2016 finalmente autorizou a “filmagem obrigatória” das intervenções policiais. A relação problemática entre policiais e a população francesa, principalmente em bairros carentes, voltou a dominar o debate no país após o caso Théo. O jovem negro, de 22 anos, foi espancado e chegou a ser estuprado com um cassetete por um grupo de policiais, no início de fevereiro. O caso gerou uma onda de revolta e vários dias de confrontos entre policiais e jovens, em várias cidades do país. Fonte e foto destacada: RFI.

Escândalo de corrupção envolvendo o herdeiro do grupo Samsung.

Nesta terça-feira (28), segundo informou a RFI, o herdeiro do grupo Samsung — Lee Jae-Yong — e “outros quatro executivos da empresa foram oficialmente indiciados por corrupção”. As informações sobre o escândalo, na Coreia do Sul, indicam que: O indiciamento significa de maneira quase certa que Lee Jae-Yong será levado, ao lado dos quatro executivos, ao tribunal, o que provoca novas inquietações no conglomerado sul-coreano, que recentemente se viu obrigado a retirar do mercado, por falhas, um novo modelo de smartphone. Lee, 48 anos, foi acusado por “corrupção, utilização indevida de bens públicos, ocultação de ativos no exterior e perjúrio”, declarou Lee Kyu-Chul, porta-voz da equipe especial que investiga o caso, que provocou o impeachment da presidente do país, Park Geun-Hye. Lee Jae-Yong é o vice-presidente da Samsung Electronics, filho do presidente do grupo e neto do fundador. No dia 17 de fevereiro foi decretada sua detenção provisória. Três dos cinco indiciados pediram demissão, mas não o herdeiro do grupo, informou a Samsung, o principal conglomerado do país, que representa 20% do PIB sul-coreano. Especula-se a respeito da “reestruturação da empresa”, pois: A Samsung anunciou ainda o “desmantelamento” do Escritório de Estratégias Futuras, que supervisiona todas as decisões importantes da empresa, como parte de um “programa de reformas” que prevê maior independência para cada departamento da empresa. O grupo também decidiu acabar com o poderoso departamento responsável pelo lobby junto ao governo, além de afirmar que deseja tornar a política de doações políticas mais transparente. “Resta saber se é uma nova medida cosmética para desviar a atenção da opinião pública”, afirmou Chung Sun-Sup, diretor do chaebol.com, site que monitora o comportamento das empresas. No passado, recordou o analista à AFP, “a Samsung acabou com departamentos de controle do grupo quando foi descoberto que não cumpriam a lei, mas depois os criou novamente com outro nome”. Lee se tornou o principal executivo da Samsung após uma crise cardíaca de seu pai em 2014. A família Lee “deve continuar exercendo seu poder e sua influência em todo o grupo”, afirmou Sun-Sup. E ainda sobre uma possível “fusão polêmica”, quando se verifica que: O anúncio desta terça-feira é um novo golpe para o maior conglomerado empresarial da Coreia do Sul, que enfrenta dificuldades desde que retirou do mercado o Galaxy Note 7, que registrou vários casos de baterias com defeito. A derrocada foi atribuída em parte ao frágil sistema de gestão de um grupo com funcionamento centralizado, onde os diferentes departamentos aplicam sem hesitar as decisões de um pequeno número de executivos. O escândalo político na Coreia do Sul tem como principal nome Choi Soon-Sil, amiga há 40 anos da presidente afastada Park, acusada de ter utilizado sua influência para obter mais de US$ 70 milhões de diferentes empresas, e de interferir nos assuntos do Estado. A Samsung foi a empresa mais generosa para as fundações sob suspeita, controladas pela confidente da presidente. Também repassou milhões de euros a Choi sob o pretexto de financiar na Alemanha os treinamentos de ginetes sul-coreanos, incluindo a filha de Choi Soon-Sil. Em contrapartida, a Samsung teria recebido o aval do governo para a polêmica fusão em 2015 de duas de suas unidades, Cheil Industries e C&T. A operação foi denunciada por alguns acionistas que consideraram que a C&T foi deliberadamente desvalorizada. Mas a Caixa de Previdência, importante acionista da Samsung, controlada pelo ministério dos Assuntos Sociais, apoiou a decisão. Um ex-ministro de Assuntos Sociais foi acusado no mês passado por abuso de poder. Além disso, “Lee nega todas as acusações”. Mas as atividades judiciais continuam, considerando que: Os indiciamentos foram anunciados no último dia de mandato da equipe especial de investigadores nomeada em dezembro pela Assembleia Nacional, que agora deve passar o caso aos juízes do Ministério Público. No total, 31 suspeitos foram indiciados, 17 deles nesta terça-feira. Uma ex-ministra da Cultura e um ex-chefe de gabinete da presidência estão na lista. Agora o Ministério Público deve prosseguir com a investigação sobre outros grupos, como Hyundai Motor ou a gigante da distribuição Lotte, afirmou o porta-voz da equipe de investigação. Fonte e foto destacada: RFI.

Brasileira e marido francês são condenados por prostituição em Paris

A RFI noticiou que: “Uma brasileira com problemas psiquiátricos e seu marido, um ex-executivo da Air France, além de um ‘guia espiritual’, foram condenados por prostituição nesta segunda-feira (27) pelo Tribunal Criminal de Paris. As penas variam entre um ano e três anos de prisão. O trio havia sido abordado e colocado em prisão provisória na última quinta-feira (23) pela brigada de repressão ao proxenetismo da França. A brasileira, identificada pela polícia francesa como ‘Claudia’, condenada à pena mais alta, foi também multada em € 40 mil. O marido dela, Alain D., de 56 anos, demitido da Air France por causa do episódio, foi condenado a 18 meses de prisão, além de € 20 mil euros de multa. Alain garantiu ao Tribunal Criminal de Paris que havia descoberto as atividades relativas à prostituição de sua esposa muito tarde e ter sido ‘surpreso pelos acontecimentos’. Ao contrário da esposa brasileira, o ex-executivo da Air France nega as acusações contra ele. A rede foi desmantelada a partir do testemunho de uma jovem brasileira à polícia. Ela afirmou que chegou à França há quatro anos para continuar seus estudos e alegou ter sido forçada pelo casal a se prostituir. Alojada em um apartamento na Rue de Rivoli, no bairro do Marais, em Paris, ela deveria receber cerca de cinco clientes por dia. Cada cliente pagava € 150. A brasileira condenada por prostituição nesta quinta-feira (27) seria encarregada de colocar anúncios na internet e alugar apartamentos para os encontros com clientes. Entenda o caso O ex-funcionário da Air France e sua esposa foram acusados de terem criado em 2013 e 2014 uma rede de prostituição que funcionava a partir do Brasil, trazendo jovens brasileiras para a França. O grupo teria aproveitado as tarifas especiais de bilhetes de avião exclusivas para os funcionários da companhia aérea Air France e suas famílias. O ex-executivo da Air France afirmou, durante a audiência, que entre os nomes presentes na lista de pessoas que viajaram dessa forma, muitos seriam pessoas próximas à sua esposa. O juiz do caso afirmou, no entanto, que ‘pelo menos duas das pessoas’ que viajaram dessa forma teriam sido prostitutas na França. O outro réu do processo, José W , apelidado de ‘Papa Junior’, era apresentado às jovens brasileiras como um guia espiritual do Candomblé. Ele era responsável por oferecer ‘apoio emocional’ quando as mulheres não haviam ‘clientes suficientes’, por meio de um ‘ritual de purificação’, pelo qual cobrava € 50 cada sessão. Ele foi condenado a um ano de prisão pelo Tribunal Criminal de Paris. Os juízes avaliam o valor necessário de reparação aos danos da única vítima brasileira que aceitou se tornar parte civil no caso. Os três réus também foram condenados a pagar € 10 mil por danos à associação Equipes d’action contre le proxénetisme (ECAP)”. Fonte e crédito da foto destacada: RFI.

Relatório da ONU sobre as sanções da Coreia do Norte.

Um relatório da ONU, com 100 páginas, e ainda não publicado, explica, conforme noticiado pela RFI, como a “Coreia do Norte contorna com sucesso as sanções internacionais por meio de uma rede sofisticada de empresas no exterior e continua a ter acesso ao sistema bancário internacional”. Notícias anteriores indicaram porque “o regime da dinastia norte-coreana sofre duras sanções da ONU e um embargo da comunidade internacional para impedi-lo de continuar a desenvolver seu programa nuclear e novos projetos de mísseis balísticos”. Foi afirmado que “o relatório salienta que a aplicação de sanções contra o regime de Pyongyang”, mas, “‘continua a ser inadequada e muito inconsistente’ e solicita novas medidas para resolver estas falhas”. No Relatório da ONU, há destaques indicando: Sobre “a saída de equipamentos de comunicações militares feitos na Coreia do Norte e destinados à Eritreia, uma operação que remonta a julho de 2016”. “Apesar do reforço das sanções financeiras em 2016, as redes do país se ajustam, demonstrando um aumento impressionante da criatividade para acessar as redes bancárias usuais” “Entidades especializadas e os bancos continuaram a operar, mesmo dentro de um contexto punitivo, usando agentes muito experientes e bem treinados na realocação de dinheiro, pessoas e bens” “Em casos onde o acesso financeiro é mais difícil, os agentes norte-coreanos usam dinheiro ou ouro. Às vezes, agentes de outras nacionalidades são usados como intermediários”. A Coreia do Norte ignora sanções através do comércio de mercadorias proibidas, “com técnicas de evasão cada vez mais significativas em termos de tamanho, abrangência e sofisticação” Aos “Estados-membros da ONU a permanecerem “vigilantes” em relação a diplomatas norte-coreanos que se envolvem em atividades comerciais, na medida em que um certo número deles poderia prestar apoio financeiro às redes ilegais que operam no país”. “Por trás de suas atividades ilegais, existe o acesso da Coreia do Norte ao sistema bancário internacional” Pyongyang condenou, na quinta-feira (23), a decisão da China, “um dos únicos aliados do regime norte-coreano”, de “que acabaria com as importações de carvão da Coreia do Norte até o final do ano”. Fonte e Crédito da foto destacada: RFI.

Policiais e Militares seriam alvos de ataque terrorista.

Nesta quinta-feira (23), as autoridades alemãs detiveram um alemão, de 26 anos, no norte do país, acusado de estar preparando um atentado contra policiais e militares. No interrogatório, o homem detido disse que: pertence à corrente salafista combatente, reconheceu estar planejando uma ação terrorista. Sua ideia era atrair policiais e soldados para uma armadilha e depois matá-los com explosivos fabricados por ele mesmo. Posteriormente, foi confirmado pelo Tribunal de Justiça “da cidade de Celle, na região da Baixa Saxônia”, a apreensão,”na casa do supeito, em Northeim”, [de] diversos produtos químicos destinados à construção de explosivos. O detido, cujo nome não foi divulgado, está sendo interrogado e será indiciado por ‘preparação de ato grave ameaçando a segurança do estado’”. A notícia dá conta de que o “radicalismo é cada vez maior na Alemanha” e que: O movimento jihadista vem registrando um forte crescimento no país nos últimos dois anos. Os serviços secretos estimam que há cerca de 10.000 islamitas radicais no território, dos quais 1.600 têm ligações com organizações terroristas. Fonte e Crédito de foto: RFI.

Paris quase “em Chamas”!

Paris, quase “em chamas” caracteriza uma onda crescente de manifestações populares de “revolta contra a polícia”. Segundo reportagens da RFI, tudo começou porque: durante uma operação de busca de traficantes de drogas na tarde de quinta-feira (2), Um dos agentes teria usado um cassetete para agredir sexualmente um jovem[…] mas o caso só veio à tona no fim de semana, quando a família de Théo denunciou a agressão. O rapaz foi hospitalizado com ferimentos graves na zona retal e, após ter sido operado, recebeu uma licença médica de dois meses”. O episódio aconteceu “no bairro de Aulnay-sous-Bois […] conhecido como uma zona de tráfico de drogas e a polícia faz rondas frequentes na região”. E “A cena, filmada pelo sistema de vigilância municipal, mostra os policiais batendo no jovem com cassetetes”. Na entrevista dada ao canal de televisão BFM, na segunda-feira (6) Théo afirmou que os agentes “enfiaram o cassetete na minha bunda, de propósito”. Ele conta que a violência continuou dentro da viatura. “Eles me bateram, esmagaram minhas partes íntimas, cuspiram em mim, me insultaram”, relata. Posteriormente, os quatro policiais franceses foram indiciados pela violência causada a Théo. “O sindicato de policiais Alliance condenou o papel da imprensa, que teria estigmatizado os policiais, e denuncia o fato de que os agentes ‘foram julgados antes mesmo da investigação começar’. A organização também ressaltou “as condições de trabalho difíceis da categoria nesses bairros”. Outras manifestações foram realizadas nos dias 16; 18 e 19. Conforme se vê no vídeo nesta quinta-feira (23), Paris foi palco de novos protestos contra a violência policial. Cerca de 800 e 1000 pessoas protestaram na região leste da Capital Francesa. Os manifestantes, carregando cartazes e com palavras de ordem, bloquearam 16 escolas, durante o protesto, enfrentaram e forçaram barreiras policiais. destacando-se que: “A manifestação, formada principalmente por estudantes, também contou com a presença de vários jovens mascarados, que vandalizaram carros, caixas-eletrônicos e fachadas de bancos”. “Alguns dos participantes da marcha lançaram pedras contra os policiais que cuidavam da segurança da passeata. As forças de ordem revidaram com bombas de gás lacrimogêneo”. “O diretor de uma escola na região de Nation, no leste da capital, foi ferido por um extintor de incêndio lançado por um manifestante. Segundo a polícia, pelo menos 21 pessoas foram detidas durante os protestos de Paris”.

Mulher comandará, pela primeira vez, a polícia criada por Sir Robert Peel.

Cressida Dick, de 56 anos, foi nomeada, por Amber Rudd — Ministra do Interior — para ocupar o cargo de Comissária da Metropolitan Police Service, substituindo Sir Bernard Hogan-Howe. A Comissária Cressida será a primeira mulher a comandar as forças policiais da Capital britânica, que é um dos órgãos mais importante de segurança da Inglaterra. Encarregada dos serviços policiais de Londres e arredores e com ampla competência em âmbito nacional, aquela organização policial tem responsabilidades na luta antiterrorista e proteção da Família Real Inglesa. No entendimento de Amber Rudd, conforme publicou a RFI, “Cressida Dick é uma líder excepcional e tem uma visão clara do futuro da Polícia Metropolitana” […] “Ela assume agora um dos trabalhos mais exigentes e importantes da polícia britânica, em um contexto de alerta terrorista elevado”. Embora a nomeação tenha sido enaltecida pelo “prefeito da capital, Sadiq Khan” que considerou o fato como “um dia histórico para Londres”, familiares de Jean Charles, Mineiro de Gonzaga, não receberam a notícia com satisfação e manifestam seus protestos. Isso porque, no ano de 2005, uma onda de atentados terroristas “contra os transportes públicos de Londres, que deixaram 56 mortos”, inclusive, “Jean Charles, 27 anos, [que] morreu baleado pela polícia em uma estação do metrô, ao ser confundido com um possível terrorista”. Porém, as investigações realizadas, naquela época, não imputaram responsabilidades à Comissária Cressida que era a comandante da operação policial. Familiares de Jean Charles tem protestado desde que o nome da nova Comissão da Polícia Metropolitana apareceu entre os candidatos ao cargo. Nesta quarta-feira (22), a família do brasileiro reiterou sua preocupação com a nomeação. “Tivemos que viver uma tragédia que nenhuma família deveria experimentar: a morte trágica de um ser querido nas mãos daqueles que deveriam estar a nosso serviço e nos proteger”. Fonte: RFI Fotos destacadas:The Sun

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