“Coreia do Norte é suspeita de ligação com cyberataque global”.
Há suspeitas de envolvimento norte-coreano com o “cyberataque global”, a partir das considerações de alguns investigadores e analistas empenhados na descoberta dessa façanha virtual. De consequências danosa, serviu para comprovar duas categorias de alvos: os que sabiam e os que não sabiam. Entre os que sabiam, há os que se preveniram, de uma forma ou outra, e os que pagaram pra ver. Os que não sabiam, surpreendidos, amargaram, igualmente, os prejuízos mais funcionais do que financeiros. Mas, quais serão os próximos alvos? Quem são os atacantes? E as consequências? Um alerta foi disparado, noticiou a Rádio França Internacional (RFI), após destacar que: A Coreia do Norte pode estar envolvida no recente ciberataque global que afetou computadores em todo o mundo, segundo especialistas em segurança informática. Um investigador do Google, Neel Mehta, encontrou um código que revela semelhanças entre o vírus “WannaCry” e uma vasta campanha de ciberataques atribuída a Pyongyang. Para pesquisadores da Kaspersky, uma empresa de segurança sediada na Rússia, a pista é importante, mas “necessita de mais dados sobre as versões antigas do Wannacry” para confirmá-la. Segundo a Kaspersky, as semelhanças envolvendo o código apontam para um grupo de hackers conhecido como Lazarus, que estaria por trás do ataque de 2014 contra a Sony Pictures e também é suspeito de invadir os sistemas do Banco Central de Bangladesh e outras instituições financeiras. O “WannaCry” sequestra os arquivos do usuário e os obriga a pagar 300 dólares (275 euros) para recuperá-los.O resgate é solicitado em moeda virtual, bitcoin, particularmente difícil de rastrear. Há possibilidades de um único ataque mundial? As informações existentes descartam-no, aparentemente. Mas, as estratégias são variáveis, do mesmo modo que as possibilidades de escolhê-las. Os objetivos consideram principalmente o fator surpresa como uma das formas de enganar possíveis sistemas de defesa. De qualquer forma, os ataques tiveram direcionamentos distintos em momentos igualmente distintos, pelas informações publicadas pela RFI e transcritas a seguir: O ataque cibernético afetou nesta segunda-feira (15) países asiáticos, mas com consequências bem menores que as registradas na sexta-feira passada (12). No Japão, a rede de computadores do conglomerado Hitachi ficou “instável”. Na China, “centenas de milhares” de computadores e cerca de 30.000 instituições foram afetados, de acordo com Qihoo 360, fornecedor de softwares antivírus. O número de vítimas parece não ter aumentado e a situação parece estável na Europa, disse o porta-voz da Europol, Jan Op Gen Oorth. Muitos sistemas foram atualizados no final de semana para enfrentar a ameaça.As equipes trabalharam duro para atualizar os computadores da organização, indicou nesta segunda-feira o secretário britânico da Segurança Ben Wallace na BBC, mas as perturbações ainda eram observadas. O ataque também afetou o sistema bancário russo, o grupo americano FedEx, a empresa espanhola de telecomunicações Telefónica ou ainda universidades na Grécia e na Itália, e provocou sua cota de turbulência política. Enquanto os hackers russos são regularmente apontados como culpados, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou que seu país “não tinha absolutamente nada a ver” com o “WannaCry”. A Microsoft alertou os governos contra a tentação de esconder vulnerabilidades identificadas, como no caso deste ataque, onde a falha no sistema Windows utilizada pelos hackers foi detectada há tempos pela NSA (agência de segurança nacional americana) antes de cair em domínio público através de documentos hackeados de dentro da NSA. Fonte: RFI.
Ameaças norte-coreanas, às imposições da ONU, cada vez menos latentes!
Os estados Estados Unidos e Japão solicitaram mais uma “convocação de uma reunião em caráter de urgência do Conselho de Segurança da ONU”, após tomar conhecimento de que a Coreia do Norte teria anunciado “que testou com sucesso um novo tipo de míssil, que seria capaz de transportar uma “potente ogiva nuclear” e atingir bases americanas no Pacífico”. A Rádio França Internacional (RFI) informou que a gravidade da situação poderá mobilizar novamente o colegiado da ONU, nessa terça-feira (16), para tratar, mais uma vez sobre a iniciativa norte-coreana, penalizada mais de uma vez. O teste consequente do “programa nuclear de Pyongyang”, segundo o presidente russo, Vladimir Putin, é “contraproducente e perigoso” e solicitou “que se deixe de ‘intimidar a Coreia do Norte’”, buscando-se “uma solução pacífica ao conflito” que parece muito distante, devida às constantes desobediência da liderança da Coreia do Norte. Tudo indica que há as intenções norte-coreanas são mais provocativas do que testar simplesmente a capacidade bélica, considerando que a “agência estatal norte-coreana KCNA informou que o míssil testado no domingo, denominado Hwasong-12, pode atingir um alvo a média ou longa distância”. Além disso, tem sido comum, a presença de Kim Jong-Un nessas atividades, indicando que o líder norte-coreano, durante o último teste “supervisionou pessoalmente o lançamento do novo modelo de foguete”, segundo aquela agência. Segundo da RFI, “Algumas fotos mostram o dirigente em um hangar perto do míssil. Em outras imagens, ele aparece ao lado de oficiais aplaudindo o disparo”. A RFI noticiou também que: O teste pretendia examinar “os detalhes técnicos e as características” de um novo tipo de foguete, “capaz de transportar uma carga nuclear grande e poderosa”, diz a KCNA. O míssil seguiu a trajetória prevista, alcançando uma altura de 2.111,5 quilômetros, e caiu a 787 quilômetros de distância do ponto de lançamento, “precisamente onde se desejava”, destacou a agência oficial norte-coreana. Segundo especialistas, essa descrição indicaria que o míssil pode ter um alcance de 4.500 quilômetros. O míssil permaneceu no ar durante meia hora, antes de cair no Mar do Japão, situado entre os dois países, segundo o porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga. Este foi o segundo lançamento de míssil em duas semanas e o primeiro desde que o presidente Moon Jae-In tomou posse na Coreia do Sul. Outro míssil de teste lançado em março também caiu em uma área muito próxima do Japão, o que provocou alerta no governo de Tóquio. Há informações de autoridades americanas sobre o míssil testado, inclusive, com “Avanço substancial”, pois, de “acordo com Jeffrey Lewis, do Middlebury Institute of International Studies, com sede nos Estados Unidos, ‘este é o míssil de maior alcance já testado pela Coreia do Norte’”. Foi divulgado, ainda, pela RFI, que: O engenheiro aeroespacial John Schilling, citado pelo site especializado 38 North, disse que o foguete parece pertencer à categoria intermediária de míssil balístico, “capaz de atacar com precisão a base americana de Guam” no Pacífico. “E o que é mais importante, representa um avanço substancial para o desenvolvimento de um míssil balístico intercontinental (ICBM)”, completou. Apesar de Washington não descartar nenhuma opção, Pequim já se mostrou contrária a qualquer uso da força contra Pyongyang, com receio das consequências que um conflito na península coreana pode ter em sua fronteira. A China sugere há várias semanas que a Coreia do Norte suspenda seu programa nuclear e balístico. Pequim também defende que os Estados Unidos e a Coreia do Sul encerrem os exercícios militares organizados na região. A proposta foi rejeitada por Washington, que deseja de Pequim uma aplicação mais rigorosa das sanções adotadas pela ONU contra o regime norte-coreano. “Que esta última provocação sirva de chamado a todas as nações para implementar sanções muito mais fortes contra a Coreia do Norte”, afirmou a Casa Branca em um comunicado. E a posição da liderança russa, na mesma linha de Putin, é a de minimizar a “gravidade do teste norte-coreano”, uma vez que o “ministério da Defesa de Moscou afirmou em um comunicado que o míssil caiu a 500 km de sua fronteira e que ‘não representa nenhum perigo’ para o país”. Fonte: RFI
“Operação policial em Paris desmantela novo acampamento de migrantes”.
A Rádio França Internacional (RFI) noticiou sobre a “Operação policial em Paris” que desmantelou um acampamento de 1,6 mil migrantes retirados das ruas da capital francesa. A operação de desmantelamento, considerada a maior deste novembro de 2016 foi realizada na manhã desta terça-feira (9), em Paris, no bairro de La Chapelle, zona norte da cidade, onde havia vários acampamentos de migrantes. Cuidou-se, entretanto, de conduzi-los para abrigos que lhes oferecessem situações menos desfavoráveis, segundo relatou a RFI, ao destacar que: Pouco mais de 1,6 mil migrantes, incluindo 75 mulheres e menores desacompanhados, foram transportados para abrigos do Estado. Os assentamentos, constituídos principalmente por afegãos, sudaneses e eritreus, funcionavam em condições de higiene e segurança deploráveis. Eles estavam instalados sob as pontes da auto-estrada A1 e entre as vias de acesso às marginais em torno do centro de apoio aos migrantes, que existe no local. O centro humanitário foi inaugurado em novembro de 2016 para acabar com o ciclo de instalações e consequentes desmantelamentos provocados pela crise migratória na capital francesa. A prefeitura de Paris vota hoje um projeto para receber 25 estudantes sírios em instituições de ensino da cidade. Eles deverão ganhar uma bolsa de € 600 por mês. Na Síria, pela primeira vez desde o início da guerra, em 2011, os rebeldes começaram a se retirar de um bairro de Damasco, depois de sofrer intensos bombardeios do regime. A ONU anunciou novo ciclo de negociações sobre o conflito, no dia 16 de maio, em Genebra. Quanto às consequências, sobre o acolhimento em centros específicos de abrigo, inclusive, com possibilidades de orientação de apoio, foi noticiado os seguintes detalhes: A operação, que cortou a circulação em um cruzamento bastante movimentado, começou pouco depois das 6h da manhã (pelo horário local). A partir das 5h30, centenas de migrantes estavam à espera no cais do Sena, onde costumava dormir a população migrante sudanesa. “O governo vai nos levar para as casas. Eu não sei onde, mas parece bom”, disse Said, instalado entre as vias do Boulevard Ney “por um mês.” Os migrantes “serão todos atendidos em centros de acolhimento na Ile-de-France (região metropolitana de Paris) para uma avaliação do seu estatuto de imigração nos próximos dias, quando irão então para os CAO (centros de acolhimento e orientação)”, declarou a ministra francesa da Habitação, Emmanuelle Cosse. “Queríamos acelerar o processo porque havia muitos acampamentos que se tornaram extremamente perigosos ao redor da Porte de la Chapelle. E a perspectiva de um desmantelamento provavelmente atraiu candidatos a serem cadastrados nos centros de acolhimento da Prefeitura”; explicou Cosse. “Por causa da eleição, não havia forças policiais disponíveis e tivemos que esperar para ter lugares suficientes nos centros para iniciar a operação, que foi co-realizada pela região Ile-de-France, a cidade de Paris, o OFII (Escritório francês para a imigração e integração), Emaús Solidariedade e France Terre d’Asile”, finalizou a ministra Fonte: RFI.
Olimpíadas de 2020, no Japão, e o controle do fumo nos lugares públicos.
Conhecido como o paraíso dos fumantes, o Japão não tem leis proibitivas para o controle do fumo nos lugares públicos. Entretanto, se quiser com sucesso sediar os Jogos Olímpicos de Tóquio e promover o turismo, disse um alto funcionário da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Tóquio. O Ministério da Saúde tem se esforçado para elaborar normas capazes de limitar o tabagismo nos espaços públicos, mas enfrenta uma forte oposição dos legisladores fumantes e da própria indústria do tabaco. A OMS e o Comitê Olímpico Internacional concordaram em 2010 em promover os Jogos Olímpicos sem fumo, e as nações anfitriãs, a China, a Rússia e o Brasil, alcançaram, desde então, esse objetivo. Douglas Bettcher, diretor de prevenção de doenças não-transmissíveis da OMS, disse que as restrições ao fumo, no Japão, estão muito atrás dos padrões globais e precisam ser atualizadas porque os visitantes estrangeiros esperam encontrar e ter um ar limpo enquanto permanecerem nas cidades japoneses. No seu entendimento, as medidas antitabagismo parciais são ineficazes e que o projeto do ministério, enquanto uma melhoria, deve ser reforçada. Numa entrevista coletiva, Bettcher disse que as Olimpíadas favorecem uma “oportunidade de ouro ao Japão para proteger melhor a sua população dos efeitos mortais da exposição ao fumo passivo”. O projeto ministerial, emitido no início de março, prevê a proibição do fumo nas instalações internas públicas e esportivas, mas há permissões parciais, com o uso de quartos para fumadores em escritórios, teatros, restaurantes e bares. Fumar será permitido em pequenos bares e cafés, na sequência de protestos de adversários que citam os receios de perder clientes que fumam. Os defensores de uma proibição de fumar mais rígida dizem que o governo é fraco porque a indústria do tabaco do Japão, o ex-monopólio estatal Japan Tobacco, ainda detém um terço da propriedade estatal. O ministro das Finanças, Taro Aso, disse que as vendas de tabaco fornecem mais de ¥ 2 trilhões em receitas fiscais anualmente e uma perda dessa renda teria um grande impacto nas finanças do governo. Organizadores dos Jogos Olímpicos japoneses dizem que fumar será proibido em instalações internas nos Jogos de Tóquio. Bettcher disse que as preocupações sobre o impacto econômico sobre a indústria da hospitalidade são exageradas e que as medidas de controle do tabagismo protegem todos os cidadãos contra a exposição a fumaças e outras partículas tóxicas e cancerígenas que permanecem em tecidos, cortinas em quartos de hotel e em outros lugares. Pesquisas no Japão sobre o impacto de uma proibição de fumar têm resultados mistos. Um deles prevê um declínio das vendas de bilhões de dólares em restaurantes e bares, enquanto outro diz que mais pessoas escolherão jantar fora se os restaurantes estiverem livres de fumo. No Japão, que enfrenta problema com uma diminuição da população, morrem anualmente cerca de 15.000 pessoas – principalmente mulheres e crianças – fumantes passivos, de acordo com estimativas do governo e da OMS. Fonte: The Japan Times.
Em São Petersburgo, na Rússia, explosão em metrô mata pelo menos dez pessoas.
Na cidade russa de São Petersburgo, ocorreu uma explosão no metrô que teria deixado pelo menos 10 pessoas mortas e várias feridas, forçando à evacuação de duas estações, informaram nesta segunda-feira (3) as autoridades russas. Segundo a administração do transporte ferroviário da cidade, a explosão foi, aparentemente causada por um bomba. A explosão ocorreu entre duas estações da linha azul – Sennaya Ploschad e Tekhnologitchesky Institut -, antes da saída de um dos trens. Fontes oficiais consideram que se tratou de um atentado suicida. De qualquer forma “às 15h40 (horário local) todas as estações do metrô de São Petersburgo foram fechadas, tanto para entrada quanto para saída”, afirmou a fonte. De acordo com a Agência EFE, “o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta segunda-feira que o terrorismo é a principal hipótese sobre a causa das explosões ocorridas no metrô de São Petersburgo”. Ainda de acordo com a Agência Brasil: O líder do Kremlin fez essas declarações em São Petersburgo, ao iniciar uma reunião com o presidente da Bielorússia, Alexander Lukashenko. “Veremos, a investigação dará em breve uma resposta sobre o que ocorreu nessa tragédia”, acrescentou Putin. Segundo os últimos dados, pelo menos dez pessoas morreram e 50 ficaram feridas em duas explosões em estações do metrô da segunda maior cidade russa. O presidente manifestou condolências às famílias das vítimas e desejou recuperação aos feridos. Fonte: texto (Agência Brasil) foto (RFI).
E … se fosse você?
Na última quarta-feira (29), as 16h, aproximadamente, Bianca Dickinson fazia fotos para o álbum de sua pequena Molly, de dois anos de idade, na região de Wimmera, no Estado Sulino da Austrália. Quando estabelecia o foco para fazer uma ótima foto, Bianca disse ter ficado chocada, ao ver uma cobra marrom oriental, de dois metros, deslocar-se vagarosamente a poucos centímetros de sua Molly. A garotinha, muito despreocupada, apenas fazia a pose ensinada pela mãe. Naquele momento dramática, a reação de Bianca, a exemplo do que faria qualquer qualquer mãe para proteger um(a) filho(a), relatou que cada parte dela queria tirar Molly daquele local, exposta ao perigo, mas sabia que se ela fizesse isso poderia assustar a cobra. Pelo fato de não ter feito nada e ter ficado quieta, a pequena Molly ficou também quieta e a serpente seguiu livremente o seu caminho. Passado o susto, em casa e com Molly longe daquela serpente, os outros filhos de Bianca pediram que ela verificasse no filme da câmera, a fim de ver se ela havia capturado aquele momento. Após verificar a foto, lá estava a pequena Molly sorrindo, ao lado da “marrom oriental”, que é a quinta serpente mais venenosa no mundo e responsável pela maioria das mortes consequentes de picadas de cobra, na Austrália. Bianca disse que não conseguiu dormir, na noite daquele dia medonho, e levou algum tempo para voltar a se alimentar normalmente. E, sempre que vê a foto, lembra daquele momento vivido, seu coração dispara. Fonte: MailOnline.
Armas nucleares: é preciso proibir!
As atividades das negociações inéditas sobre um tratado para proibir as armas nucleares, foram iniciadas nessa segunda-feira (27), na ONU. Um grupo de mais de 100 países, dentre eles o Brasil, tem a convicção de que assim se reduzirá o risco de uma guerra atômica, apesar da objeção das grandes potências, segundo a RFI. Há um grupo, liderado pelos Estados Unidos, inclusive, Reino Unido e França, que se opõe ao tratado da ONU. Para a embaixadora americana, Nikki Haley, “Não há nada que eu deseje mais para a minha família do que viver em um mundo sem armas nucleares”, assegurou no início das negociações sobre este tratado na Assembleia Geral das Nações Unidas. “Mas é preciso ser realista”, apontou. Será que “a Coreia do Norte concordará em proibir as armas nucleares?”, questionou. Durante as declarações, Haley estava rodeada pelos embaixadores de cerca de 20 aliados dos Estados Unidos, como Reino Unido, França e Coreia do Sul, vários países do leste da Europa membros da OTAN e Turquia. Seriam “cerca de 40 países” que apoiam a decisão de não respaldar o tratado, segundo Haley. Além disso, há informações de que o pouco empenho das potências concorrerá para o fracasso da tentativa de controlar as armas nucleares, conforme de vê que: Os partidários das negociações afirmam que as potências nucleares não fizeram nada nos últimos anos para se desarmar, embora a embaixadora americana tenha rejeitado que seu país reduziu em 85% seu arsenal desde a entrada em vigor do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), em 1970. O lançamento dessas negociações sobre um tratado legalmente vinculante foi decidido em outubro, com o apoio de 123 países membros das Nações Unidas. A maioria das potências nucleares, tanto as declaradas e as não declaradas, votaram, no entanto, contra essas negociações (Estados Unidos, França, Israel, Reino Unido e Rússia) ou se abstiveram (China, Índia, Paquistão). Até o Japão, o único país a sofrer um ataque nuclear em 1945, votou não nas negociações, preocupado com a falta de consenso a respeito. Apesar de o posicionamento citado anterior, o Brasil é a favor da proposta e, seguem em frente, juntamente com a Áustria, Irlanda, México África do Sul, Suécia e outras centenas de ONGs comprometidas com a causa. Mas a recusa desses países não dissuadiu as nações que defendem a iniciativa, como Brasil,”Isso levará tempo, não sejamos ingênuos”, comentou Nas considerações da ministra sueca das Relações Exteriores, Margot Wallström, a questão não é simples e “levará tempo, não sejamos ingênuos”, ressaltou. Esclareceu também o quanto é”é muito importante, principalmente neste momento em que assistimos a todo tipo de discurso de demonstração de força que inclui a ameaça de uso das armas nucleares”. Está previsto para 7 de julho, o final da primeira fase das negociações iniciadas. Fonte: RFI. Foto detalhada: Reator nuclear em Flamanville, França.
Tiroteio em Cincinnati, Ohio, USA: um morto e 15 feridos.
A madrugada deste domingo (26), em Cincinnati, Ohio, nos Estados Unidos, conforme destacado pelas autoridades, ocorreu um tiroteio, na Boite Cameo, quando uma pessoa morreu e 15 ficaram feridas. Na Cameo, permite-se o aceso de qualquer pessoa com idade superior a 18 anos. Nas noites das sextas-feiras, há grande movimentação de “estudantes universitários, de acordo com a página do Facebook do clube”. Nas noites de sábado, há promoções do “grown and sexy”, com o acesso liberado aos maiores de 21. Eliot Isaac, chefe da Polícia de Cincinnati, confirmou a morte de Obryan Spikes, de 27 anos, em consequência do tiroteio, na boate Cameo. Esclareceu também que: O bar estava muito cheio, com 200 pessoas, aproximadamente. Alguns homens começaram a brigar no bar e a situação se complicou, porque vários indivíduos dispararam suas armas de fogo, resultando na morte de um deles e mais 16 pessoas ficaram feridas. Os feridos foram levados a vários hospitais da cidade em ambulâncias ou em veículos particulares, disse Isaac. Um deles está internado em estado muito grave. A capitã da polícia local Kimberly Williams disse que ninguém teria sido preso ainda. Mas que havia um esforço concentrado das autoridades locais para a localização e prisão dos agentes criminosos que fugiram daquele local, onde ocorreram os fatos. Na entrevista coletiva, de acordo com a ABC News, Williams disse a repórteres sobre a preocupação policial com a atitude dos jovens frequentadores da boite e mandou um recado aos pais para que se preocupassem mais com aquilo que os jovens estavam fazendo. Outras informações indicam que “Não é a primeira vez que tiroteios ocorrem na Cameo. A boate foi palco de dois incidentes similares em 2015. No dia 1º de janeiro, um homem foi baleado no pé. Em setembro do mesmo ano, uma pessoa foi encontrada morta no estacionamento do local”. Para o “governador de Ohio e candidato nas primárias republicanas para a presidência dos EUA, John Kasich” a ação consequente do tiroteio é condenável e é mais “outra tragédia terrível em nosso país”. Foi oferecida uma recompensa de US$ 10 mil, por informações que levem à prisão dos autores do tiroteio. Fonte:Review Journal.
Será o fim, no princípio, do auto Uber?
Neste sábado (25), terminaram os testes com carros autônomos desenvolvidos pelo Uber. A decisão foi tomada após a colisão e o tombamento (foto destacada) de um de seus veículos, equipados com a tecnologia, na última sexta-feira em Tempe, no Arizona (EUA), informou a BBC. Não houve feridos graves, no acidente de colisão, explicou a empresa. A despeito disso, a decisão de parar os modelos autônomos do Uber será estendida aos veículos que já circulam no Arizona, São Francisco e Pittsburgh, pelo menos até os resultados investigações sobre o acidente. Segundo uma porta-voz da Polícia de Tempe, a colisão aconteceu pelo fato de um motorista de outro veículo não ter dado preferência ao veículo Volvo XC90, do Uber, ao fazer uma conversão. Foi esclarecido também que: “Os veículos bateram, causando o tombamento do veículo autônomo. Não houve ferimentos graves”, disse Josie Montenegro. Um terceiro carro também sofreu danos. Ressalte-se ainda que, no veículo Volvo, do uber, encontravam-se, nos bancos dianteiros, dois motoristas auxiliares. Mas, o veículo estava no “modo autônomo” quando houve o acidente. Não havia passageiros, no banco de trás, informou a empresa. Foi enfatizado também que, nos testes em modelos autônomos, é obrigatória a presença de motoristas auxiliares que podem tomar o controle do veículo a qualquer momento. Fonte: BBC.
Estado Islâmico (EI) reivindicou o atentado de Londres.
Nesta quinta-feira (23), segundo a RFI, o grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou o atentado ocorrido ontem nos arredores do Parlamento de Westminster, em Londres. Conforme noticiado anteriormente, a agressão, que deixou quatro mortos, incluindo o autor do ataque, e cerca de 40 feridos, foi conduzida por um conhecido dos serviços secretos britânicos. Foi identificado como Khalid Masood, de 52 anos, nascido em Kent, no sudeste da Inglaterra. As informações divulgadas indicam que reivindicação teria partido da: Amaq, agência de propaganda do EI na internet, após divulgar que “o autor do ataque diante do Parlamento britânico é um soldado do grupo EI e a operação foi realizada em resposta a um chamado para atacar os países da coalizão internacional antijihadista”. Esta é a primeira vez que a organização ultrarradical reivindica um atentado na Grã-Bretanha, que é membro da coalizão dirigida pelos Estados Unidos. No Parlamento Britânico, a situação foi de aparente normalidade, quando verificamos que: A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, confirmou, hoje, que o autor do ataque era nascido no país e conhecido pela polícia e pelos serviços de inteligência britânicos. Pelo menos oito pessoas foram presas nesta manhã, suspeitas de envolvimento no caso. O motorista assassino foi identificado como Khalid Masood, de 52 anos. May afirmou que o criminoso já tinha sido investigado alguns anos atrás por possíveis ligações com atividades extremistas. Mas para os serviços de inteligência, ele era visto como uma figura periférica no atual panorama do terrorismo no país. A primeira-ministra fez um discurso para seus colegas no Parlamento, que voltou a funcionar normalmente um dia depois de ter sido o alvo do ataque. Ela disse que os britânicos não vão se intimidar nem se abalar diante do terrorismo. Harun Khan — O presidente do Conselho Muçulmano Britânico — “condenou o ataque e pediu para os seus cidadãos manifestarem sua solidariedade às vítimas”. Há, inclusive, “um grupo de civis muçulmanos liderados por um homem que testemunhou o ataque está angariando fundos para as vítimas e já conta com mais de 7 mil libras”. Diante dos acontecimentos, há continuidade dos trabalhos da polícia, quando foi divulgado que: Nesta manhã, a polícia anunciou que prendeu oito pessoas suspeitas de estarem ligadas ao ataque – quatro delas na cidade de Birmingham, a 200 quilômetros de Londres. As autoridades britânicas decidiram manter como “severo” o nível de alerta para possíveis novos ataques, como vem sendo desde 2014. Isso significa que um novo ataque é “altamente provável”, mas não é “iminente”. Londres e outras cidades do Reino Unido ganharam reforço de mais policiais armados nas ruas e em locais de grande movimento. A estação de metrô de Westminster e algumas das principais atrações turísticas da região reabriram suas portas nesta tarde. O policial que morreu esfaqueado quando tentou impedir que o homem armado entrasse nas dependências do Parlamento foi identificado como Keith Palmer, de 48 anos, um pai de família e ex-militar. Foi o mesmo homem que atacou Palmer, Khalid Masood, que dirigia o carro que, minutos antes, entrou em alta velocidade na ponte de Westminster e se chocou contra dezenas de pedestres. O autor do ataque foi baleado por policiais e morreu no local. As outras vítimas fatais são o turista americano Kurt Cochran,e a professora Aysha Frade, britânica de origem espanhola, de 43 anos, que trabalhava em uma faculdade na região. Entre os feridos, estão pessoas de 11 nacionalidades diferentes. Na noite desta quinta-feira, milhares de londrinos são esperados em uma vigília em Trafalgar Square, no centro da capital britânica. Fonte: RFI.

