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Alunos do Curso de Formação de Soldados, do 20º BPM, recebem a visita do policial militar catarinense mais idoso

  Um post do Portal da Polícia Militar de Santa Catarina informou que “os alunos do Curso de Formação de Soldados (CFSd) do 20° Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (20º BPM/Fron), de Concórdia, receberam na última semana a visita inusitada do policial reformado mais idoso da corporação.” Trata-se do “cabo João Maria da Silva, de 85 anos,” que esteve naquela unidade para visitar os novos companheiros e naquela oportunidade foi recebido, pelo “comandante da unidade, tenente-coronel Sérgio Rogério Silva de Vargas, e “conversou com os alunos e contou um pouco de suas experiências na polícia.” Leia mais informações do post publicado, no portal da PMSC, e transcrito em seguida: Cabo Silva contou aos alunos que entrou na corporação em 1951 e também lembrou como era a rotina policial naquela época. “Era muito diferente de hoje. Não haviam os meios de comunicação usados hoje em dia e o principal meio de locomoção era o cavalo. Além disso, na maioria das vezes trabalhávamos sozinhos”, recorda. O policial contou ainda que, por várias vezes entrou em confronto com criminosos, e que traz consigo algumas cicatrizes de tiros em seu corpo. Comentou que em uma dessas situações, até os médicos estavam desacreditados de que ele fosse resistir, mas, incrivelmente conseguiu se recuperar. Por fim, o cabo agradeceu a oportunidade de estar com os alunos e ressaltou a importância de se precaver diante dos imprevistos. “Não abusem da sorte e tenham sempre fé em Deus, em todos os momentos, principalmente nas horas mais difíceis”, aconselhou. Fonte: PMSC.

Afinal, café é prejudicial à saúde?

  Afinal, café é prejudicial à saúde? Há indicativos de que o consumo moderado não causa efeitos “deletérios sobre a saúde”, pois, segundo a Profa. Dra Márcia Regina Simas Torres Klein — Professora Adjunta do Instituto de Nutrição / Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) —, “considera-se que a ingestão de 2 a 3 xícaras por dia seja segura e sem efeitos adversos para indivíduos saudáveis.” Num post publicado no portal da Sociedade Brasileira de Hipertensão, intitulado “Ingestão de café e pressão arterial”, a Profa. Dra Márcia Regina explica que: O café é uma das bebidas mais populares em todo o mundo. Uma grande parcela da população mundial ingere café diariamente. Devido a sua ampla utilização, há muito tempo se questiona se o café apresenta efeitos benéficos ou deletérios sobre a saúde. O primeiro relato de que o consumo de café poderia aumentar a pressão arterial ocorreu há quase 100 anos. A cafeína, presente no café, parece ser a responsável pela elevação da pressão arterial. A ingestão de cafeína pura está associada com elevação aguda da pressão arterial. Esta elevação se inicia na primeira hora após a ingestão e dura por até 3h. O café comum contém aproximadamente 50mg de cafeína em cada 100ml, já o café expresso possui um teor mais elevado: 130mg em 100ml. Apesar do café ser rico em cafeína, seu efeito sobre a pressão não é tão acentuado. Quando a cafeína é ingerida no café seu efeito sobre a pressão é bem menor do que quando é ingerida de forma isolada. A provável explicação é que o café apresenta várias outras substâncias que podem auxiliar na redução da pressão, contrabalanceando o efeito da cafeína. Estas substâncias incluem compostos antioxidantes como os polifenóis e as melanoidinas. O principal polifenol encontrado no café é o ácido clorogênico. Além disto, contém potássio e magnésio que também podem auxiliar na redução da pressão arterial. Um fato interessante é que o consumo habitual de café leva ao desenvolvimento de tolerância ao seu efeito de elevar a pressão. Desta forma, o café induz pequena elevação da pressão em indivíduos que têm o hábito de consumir esta bebida. Estudos sugerem que o café pode ser consumido, desde que em quantidades moderadas. Em geral, considera-se que a ingestão de 2 a 3 xícaras por dia seja segura e sem efeitos adversos para indivíduos saudáveis. Há, igualmente, explicações de Janaina Goston — Doutora em Saúde Pública (concentração em epidemiologia) pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) —, no seu comentário à Rede CBN. Confira abaixo:   Fonte: SBH e CBN.

A noite de Tchaikovsky, com a apresentação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, do Coral Lírico de Minas Gerais e da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar Minas Gerais

A noite da última quinta-feira (27), segundo o convite publicado no Pontopm, foi marcada pela esplendorosa apresentação da “Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e o Coral Lírico de Minas Gerais”, com a “participação da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais”, “no palco do Grande Teatro do Palácio das Artes”. Foi uma noite inesquecível “dedicada ao compositor russo, Pyotr Ilitch Tchaikovsky, em mais uma edição da série Sinfônica e Lírico em Concerto”, sob a “regência do maestro titular da OSMG, Silvio Viegas”. Na programação do espetáculo, foram apresentados aos espectadores: Suíte do balé O Lago dos Cisnes O Lago dos Cisnes é um balé dramático em quatro atos com o libreto de Vladimir Begitchev e Vasily Geltzer. Sua estreia ocorreu no Teatro Bolshoi em Moscou no dia 4 de março de 1877, sendo um fracasso, não por causa da música, mas sim pela má interpretação da orquestra e dos bailarinos, assim como a coreografia e a cenografia. O balé foi encomendado pelo Teatro Bolshoi em 1876 e o compositor logo começou a escrevê-lo. Coros da ópera Eugene Onegin Eugene Onegin é uma ópera em três atos e seis cenas baseada em Eugene Onegin, romance em versos de Alexander Pushkin, escrito entre 1823 e 1831 e publicado em 1831, sendo considerado por críticos e especialistas, o início da grandeza da língua russa. A ópera estreou em Moscou em 29 de março de 1879, no Teatro Maly, com um elenco formado por estudantes do Conservatório Imperial. Abertura 1812 Tchaikovsky escreveu esta peça em 1880 para comemorar a vitória russa sobre Napoleão nas Guerras Napoleônicas. Ela é conhecida pelos temas de música russa tradicional (como o velho Hino Nacional Tsarista) assim como pelo triunfante e bombástico final, com dezesseis tiros de canhão e o coro de sinos. Além da brilhante programação, no portal da Fundação Clóvis Salgado (FCS), foram destacadas as seguintes informações: Sobre o autor Tchaikovsky nasceu em Votkinsk, na Rússia, no dia 7 de maio de 1840. Filho de Ilia Petrovitch, engenheiro, e de Alexandra d’Assier, de origem francesa, com cinco anos já dedilhava o piano e aos sete já compunha. Em 1850, a família vai morar em São Petersburgo onde o jovem se encantou com o teatro e os concertos. Apesar do talento, Tchaikovsky se formou em Direito e ingressou no Ministério da Justiça, como escriturário. Só em 1859 ele pediu demissão e passou a integrar o corpo artístico do Conservatório de São Petersburgo. Na escola, ele compôs a sinfonia Sonho de Inverno, a abertura sinfônica A Tempestade e danças para a ópera Voievoda. Os balés O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra Nozes e a Sinfonia Nº 4 são algumas das composições que transformaram Tchaikovsky em um dos mais populares e reconhecidos autores da música clássica de todos os tempos. Tchaikovsky morre no dia 6 de novembro de 1893, de cólera, em São Petersburgo. Orquestra Sinfônica de Minas Gerais Considerada uma das mais ativas do país, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais cumpre o papel de difusora da música erudita, diversificando sua atuação em óperas, balés, concertos e apresentações ao ar livre, na capital e no interior de Minas Gerais. Seu atual regente titular é Silvio Viegas. Criada em 1976, foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais em 2013. Participa da política de difusão da música sinfônica promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Concertos Comentados, Sinfônica ao Meio-dia, Sinfônica em Concerto, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. Mantém permanente aprimoramento da sua performance executando repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo, além de grandes sucessos da música popular, com a série Sinfônica Pop. Já estiveram à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais os regentes Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos. Silvio Viegas – Regência Silvio Viegas é Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Esteve à frente das orquestras: Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, por 8 anos; Sinfônica Brasileira; Filarmônica do Amazonas; Orquestra Sinfônica de Roma e Orquestra da Arena de Verona (Itália); Sinfônica do Teatro Argentino de La Plata e Sinfônica do Sodre (Argentina), entre outras. É o regente titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Professor de Regência na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coral Lírico de Minas Gerais O Coral Lírico de Minas Gerais é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Sua atual regente titular é Lara Tanaka. Participa da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Lírico Sacro, Sarau Lírico, Lírico ao Meio-dia, Lírico em Concerto, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. O objetivo desse trabalho é fazer com que o público possa conhecer e fruir a música coral de qualidade. Também os concertos que o Grupo realiza em cidades do interior de Minas e capitais brasileiras contribuem para a democratização do acesso do público ao canto coral. As apresentações têm entrada gratuita ou preços populares. Já estiveram à frente do Coral Lírico de Minas Gerais os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Silvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes e Lincoln Andrade. Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais é um dos corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado Lara Tanaka – Preparação do Coral Lírico Nascida em Belo Horizonte, Lara Tanaka estudou piano no Conservatório Mineiro de Música e Regência na Escola de Música, instituições da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estudou com Sérgio Magnani, Roberto Tibiriçá, Silvio Viegas, Cláudio Ribeiro, Flavio Florence,

“A ‘Autoridade da Violência'”

  Há lições importantes descritas no texto de “A ‘Autoridade da Violência’” (encontrada no tema “Grupos e Comissões”, do Capítulo 17, Parte Cinco — Liderança, do Livro Administração, de James A. F. Stoner e R. Edward Freeman). Além da tratativa temática sobre “Ética Em Administração”, os gestores, dos diversos níveis e nas diversas atividades profissionais, são motivados a refletirem as relações de poder entre as pessoas. Pois, são desafiados, no dia a dia, a compreenderem as complexas relações grupais que influenciam favorável ou desfavoravelmente as ações individuais ou coletivas. O exercício da condução e influência de grupos guia-se pelos princípios genuínos e desejáveis à uma desejável liderança. Nesse caso, os resultados bem-sucedidos somente serão alcançados, quando líderes conscientizarem-se de suas responsabilidades. Do contrário, qualquer atividade empreendida obterá insucessos, a exemplo da que é descrita em seguida: A “Autoridade da Violência” “Torturar tornou-se um emprego. Se os oficiais dissessem para você bater, você bateria… Você nunca pensava que poderia agir de modo diferente”. Esta é a lembrança de um jovem soldado que deu baixa do exército depois de servir um período como oficial torturador para o regime militar da Grécia. Ele fora sistematicamente treinado nas artes da obediência, dessensibilização e brutalidade, mas originalmente fora escolhido para o cargo porque julgaram-no psicológica e intelectualmente bem ajustado. Pela maioria das avaliações, ele — e outros na tropa de torturadores de elite em que trabalhava — demonstrava comportamento normal, emocionalmente estável, depois de horas de trabalho diário brutalizando outros seres humanos. Em 1976, quando a psicóloga Molly Harrower apresentou a um grupo de especialistas em avaliações de personalidade os teste psicológicos de oito criminosos de guerra nazista e oito americanos saudáveis, esses especialistas não conseguiram dizer com certeza quem era quem. Tanto os fatos quanto as pesquisas sugerem fortemente que os torturadores, em vez de possuírem desvios hereditários ou sociais, são geralmente pessoas comuns que se submetem, em determinadas circunstâncias, ao que os psicólogos chamam de “autoridade da violência”. Dentre essas circunstâncias estão as poderosas normas e os processo de socialização que podem ser usados pelos grupos. Em 1973, três psicólogos da Universidade de Stanford — Craig Haney, Philip Zimbardo e W. Curtis Banks — realizaram uma elaborada experiência para examinar essa hipótese. Recrutando através de anúncios em jornais, os cientistas entrevistaram e testaram numerosos candidatos antes de escolher 24 do sexo masculino — todos entre 17 e 30 anos — que eles julgaram ser psicologicamente normais e socialmente bem ajustados. O grupo foi aleatoriamente dividido em “prisioneiros” e “guardas” e todos os voluntários foram informados sobre a natureza exata da experiência. Numa manhã de domingo, os “prisioneiros” foram recolhidos pela polícia local, devidamente fichados e mandados para a “Prisão do Condado de Stanford” — um ambiente de prisão completo com todos os detalhes construído no porão de um prédio da universidade. Foram despidos, receberam uniformes de prisão e foram colocados em celas vazias com barras de aços; os “guardas” receberam alojamentos mais confortáveis e uma área de recreação. Uma experiência destinada a durar duas semanas terminou depois de apenas seis dias. Os “prisioneiros”, que eram designados apenas por números de identificação e vestidos de modo a serem “desindividualizados”, foram destituídos da maioria dos direitos civis cotidianos; e, mesmo com a proibição de punições físicas, logo começaram a dar sinais de dramática mudança emocional, inclusive “ansiedade aguda” e uma passividade que chegava às raias do servilismo total. Ficaram extremamente desanimados e até mesmo fisicamente doentes. Alguns dos “guardas”, enquanto isso, pareciam quase alegres com a experiência. Eles reforçaram seu papel com “crueldades e abusos criativos”, substituindo a proibida violência física pela agressão verbal — ameaças e insultos. Posteriormente, alguns dos “guardas” mostraram uma combinação de excitação e horror com a sua experiência de autoridade grupal. “Foi degradante”, lembrou um deles. “Eles maltrataram uns aos outros porque eu os mandei. Ninguém jamais questionou minha autoridade”. Outros pensaram com tristeza ter testemunhado o lado mais escuro de suas personalidades:” Quando eu estava fazendo aquilo”, disse um “guarda”, “não sentia arrependimento. … Só depois … comecei a perceber que era uma parte de mim que eu não tinha conhecido antes”. Certamente os pesquisadores — e os participantes — descobriram algumas coisas perturbadoras sobre o comportamento humano individual. Mas também confirmaram algumas suspeitas alarmantes sobre o comportamento grupal. Uma situação declaradamente falsa tinha sido estabelecida entre os dois grupos. Não apenas a situação tornou-se rapidamente socialmente real nas mentes de ambos os grupos — embora ela fosse totalmente diferente das situações que eles tinham conhecido em suas vidas — como os membros de cada grupo facilmente assumiram os papéis que eram esperados deles, como membros dos grupos. ALém disso, sempre que alguém se desviava das normas grupais esperadas, era rapidamente pressionado a se submeter a técnicas de pressão cada vez mais fortes. As inclinações individuais e toda uma vida de normalidade emocional sucumbiram, com rapidez e totalidade alarmantes, às pressões da autoridade e da conformidade.   Fonte: STONER, James A. F., (1935 – ) Administração / James A.F. Stoner, R. Edward Freeman; tradução Alves Calado; revisão de conteúdo Agrícola de Souza Bethlem. – 5 ed. – [Reimpr.] Rio de Janeiro: LTC, 2012.

5 de outubro, às 19h, em Sulacap, no Rio de Janeiro-RJ, assista ao “APM in concert”, numa inesquecível apresentação dos policiais militares fluminenses

  A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro divulgou, num post, publicado no portal da Instituição Militar Estadual, o seguinte convite: No dia 05 de outubro, às 19h, a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) realizará o Concerto de Primavera – que já está na sua terceira edição – no Auditório da Academia de Policia Militar D. João VI (APM). O “APM in Concert Vol. III” será aberto ao público em geral e o traje para o evento é o esporte fino. Serão disponibilizados 270 ingressos, no valor de R$5,00 cada, que podem ser adquiridos a partir de hoje (25/09) na P5 da Unidade. Os assentos serão numerados. A verba arrecadada será destinada à aquisição de cestas básicas para serem distribuídas aos policiais e pensionistas assistidos pela Diretoria de Assistência Social (DAS). No evento haverá sorteio de vales-pousadas doados pela Caixa Beneficente da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBPMERJ). A APM está localizada à Av. Marechal Fontenelle nº 2.906, em Sulacap, Rio de Janeiro/RJ. Para mais informações entre em contato com a P5 da APM pelo telefone 2333-5987. Não perca essa oportunidade de apreciar boa música e ajudar nossos companheiros de farda e suas famílias!!! Garanta já o seu ingresso!   Fonte: PMERJ.

As Orquestras Sinfônicas de Minas Gerais e da Polícia Militar de Minas Gerais Fazem o Espetáculo Musical no Palácio das Artes

Se estiver em Belo Horizonte, nas próximas terça-feira (26) e quarta-feira (27), há um convite especial para você! Você aprecia a maravilhosa obra de Pyotr Ilitch Tchaikovsky? Então, compareça ao Palácio das Artes e assista às espetaculares apresentações de “’Suíte do balé O Lago dos Cisnes’, ‘Coros da ópera Eugene Onegin’ e ‘Abertura 1812’, todas executadas sob a regência do maestro titular da OSMG, Silvio Viegas.” Leia mais informações no post publicado, no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), e transcrito a seguir: Quem gosta de música clássica na capital mineira terá duas oportunidades esta semana de conferir toda a beleza do trabalho da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) com participação da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais e Coral Lírico. As duas apresentações serão no Grande Teatro do Palácio das Artes, e primeira será nesta terça-feira (26), ao meio-dia, com entrada gratuita, e a outra será na quarta-feira (27), às 20h30, com ingressos a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). O programa das duas apresentações será dedicado ao compositor russo, Pyotr Ilitch Tchaikovsky. Quem for as apresentações poderá conferir “Suíte do balé O Lago dos Cisnes”, “Coros da ópera Eugene Onegin” e “Abertura 1812”, todas executadas sob a regência do maestro titular da OSMG, Silvio Viegas. A Orquestra Sinfônica da PMMG Criada em 1948 pelo coronel Egídio Benício de Abreu, sob os cuidados do maestro Sebastião Vianna, assistente e revisor das obras de Villa-Lobos, a Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais, com sede em Belo Horizonte, é considerada a única orquestra militar da América Latina. Seu atual regente é o maestro Capitão PM Músico Antônio Vicente Soares. Atualmente, a Orquestra Sinfônica da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais é formada por 50 músicos. Executa concertos em solenidades cívicas e militares de importância regional, estadual e nacional, apresentações artísticas e culturais e eventos de caráter filantrópico. A obra e o autor Tchaikovsky nasceu em Votkinsk, na Rússia, no dia 7 de maio de 1840. Só em 1859 ele pediu demissão do Ministério da Justiça e passou a integrar o corpo artístico do Conservatório de São Petersburgo. Os balés O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra Nozes e a Sinfonia Nº 4 são algumas das composições que transformaram Tchaikovsky em um dos mais populares e reconhecidos autores da música clássica de todos os tempos. SERVIÇO: – Sinfônica e Lírico ao meio-dia Terça-feira (26/9), às 12h Grande Teatro Palácio das Artes Gratuito -Sinfônica e Lírico em Concerto | Noite Tchaikovsky Quarta-feira (27/09), às 20h30 Grande Teatro do Palácio das Artes Preço R$ 20,00 (INTEIRA) | R$ 10,00 (MEIA-ENTRADA) CLASSIFICAÇÃO LIVRE INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO (31) 3236-7400 Fonte: PMMG.

Policial militar paraibano foi homenageado na 3ª Comemoração Anual da Cúpula da Paz Mundial (3rd WARP Summit), em Seul, Coréia do Sul

Durante a “3ª Comemoração Anual da Cúpula da Paz Mundial (3rd WARP Summit), em Seul, Coréia do Sul, onde também ocorreu, no período de 17 a 19 deste mês, a 5ª Reunião do Comitê de Direito Internacional da HWPL”, um policial militar paraibano — O tenente-coronel Arnaldo Sobrinho — foi distinguido entre os agraciados. No post publicado, no portal da Polícia Militar do Estado da Paraíba, há informações destacando que o agraciado é “o coordenador do Centro Integrado de operações Policiais – CIOP” Leia mais sobre o evento, no post publicado pela PMPB e transcrito a seguir: A homenagem ao militar paraibano fez parte da cerimônia de premiação pela paz mundial para aqueles que trabalharam em seus respectivos campos com esse objetivo. O oficial da PMPB foi uma das personalidades que receberam a premiação numa solenidade para mais de 20 mil pessoas,  em Seul. Como forma de reconhecer o esforço daqueles que trabalharam no sentido de construir a Declaração, várias personalidades mundiais e juristas foram agraciados com o “Prêmio de reconhecimento pelo trabalho em prol da Declaração de Cessação da Guerra e da Paz Mundial”. A Cúpula, realizada anualmente desde 2014, reúne líderes políticos e religiosos, chefes de grupos de mulheres e jovens, sociedade civil e imprensa de todo o mundo, e especialistas de Direito Internacional, fornecendo uma plataforma de discussão e cooperação para a paz. A Cúpula deste ano discutiu o estabelecimento de uma governança colaborativa entre governos e sociedades civis para os seguintes objetivos: transformar a Declaração de Paz e Cessação da Guerra (DPCW) em forma juridicamente vinculativa; desenvolver educação e cultura de paz; e promover a harmonia entre as religiões. Na reunião realizada em Seul, o tenente-coronel Arnaldo Sobrinho e o procurador do Tribunal de Contas da Paraíba, Maurício Franca, representaram o Brasil no encontro na Coreia do Sul quando foi discutido o tema “Declaração de Conflitos armados no mundo”. Também foram tratadas questões para poder engajar outros países na temática sobre conflitos armados no mundo. Além do Brasil, representado pelos dois paraibanos, o encontro contou com a participação de mais 19 países, entre eles Estados Unidos, Rússia, Portugal, Inglaterra, Egito, Tunísia e Colombia.   Fonte: PMPB

Hospital da Brigada Militar moderniza e amplia seu atendimento à comunidade brigardiana

  Um post de Clelia Admar e fotos de Rafael Silva foi publicado no portal da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS), informando sobre a modernização e ampliação do atendimento à comunidade brigardiana. Leia mais informações publicadas no post que é transcrito a seguir: A centenária banda do Vale do Rio dos Sinos e o coral da Fundação Tiago de Moraes Gonzaga receberam autoridades, funcionários, prestadores de serviços e demais convidados para lembrar de quem faz de todos os dias uma luta pela vida. O complexo Hospitalar da Brigada Militar de Porto Alegre dispõe de 91 leitos em várias especialidades, sete leitos para a Unidade de Terapia Intensiva, atendimento clínico no Ambulatório e Pronto Atendimento médico nas 24 horas. Serviços de diagnósticos são mantidos através de empresas terceirizadas e, com esta parceria, é possível oferecer serviços especializados de primeira qualidade. O HMBM/PA possui Serviço de Pronto Atendimento 24h por dia, sete dias por semana , com profissional médico qualificado para o atendimento de urgências de saúde. Além disso, o Pronto Atendimento conta com a conveniência dos serviços de laboratório e de diagnóstico por imagem, disponíveis dentro do próprio hospital. No ano 2000 foi criada a Farmácia Comunitária com o objetivo de disponibilizar, gratuitamente, medicamentos para a comunidade brigadiana. A farmácia funciona em regime de voluntariado. Em 2016, por força de Lei Complementar, o HBM passou a atender os segurados civis do IPE, guardada a prioridade aos policiais militares e a seus dependentes. O Bloco Cirúrgico do Hospital foi completamente reestruturado nos últimos anos. Conta, atualmente, com equipamentos de última geração para a realização de cirurgias em várias especialidades. São quatro salas cirúrgicas completamente equipadas e sala de recuperação com cinco leitos. Além disso, o local conta com um corpo de cirurgiões altamente capacitados, podendo realizar procedimentos de pequena, média ou alta complexidade. A Unidade de Internação Psiquiátrica conta com leitos de internação para adultos militares e dependentes. Conta com equipe multidisciplinar composta por psiquiatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, terapeuta ocupacional, psicólogos e assistentes sociais. O Hospital ainda mantém Serviço de Fisioterapia e Reabilitação funcional, Setor de Serviço Social e Acidentados em Serviço. Em compasso com as novas tecnologias, na próxima segunda-feira (25) será inaugurado o Centro Clínico que propiciará enorme conforto e eficiência no atendimento aos pacientes através de 24 consultórios, anfiteatro, centro cirúrgico ambulatorial e serviço de ortopedia. O Diretor do HBM/PA, tenente-coronel Igor Wolwacz Junior, agradeceu o apoio e o incentivo do Comando da BM na garantia de um atendimento de qualidade a toda a família brigadiana. “Hoje também é um dia de agradecimento. Agradecimento à Brigada Militar pelo que é, pelo que representa e por sempre estar presente. O hospital da BM de Porto Alegre tem o dever de agradecer a estas pessoas que tornam possível a realização de obras que serão importantíssimas para tantas vidas. Por isso podemos afirmar que nosso hospital pode ser definido como a soma de concreto, aço, ideais e seres humanos”, afirmou. De acordo com o Comandante-Geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal’Lago, apesar das dificuldades enfrentadas para a manutenção do Hospital, é necessário ressaltar o esforço coletivo dos funcionários em prol do constante aprimoramento do atendimento. “Em 120 anos, o Hospital da Brigada Militar manteve-se firme apesar das dificuldades impostas, estando sempre disposto a se modernizar e melhorar. O Hospital tem dado a sua contribuição ao Estado, através de um sistema de saúde construído com sangue, suor e muita dedicação dos servidores aqui empenhados. No entanto, nós queremos avançar”, destacou. Prestigiaram a solenidade, o Chefe do Estado-Maior da BM, coronel Júlio César Rocha Lopes, o Comandante da Legião da Reserva Altiva, coronel RR Álvaro Raul Cruz Ferreira, o Diretor do Departamento de Saúde, tenente-coronel Carlos Krebs, presidente da ASOF, coronel Marcelo Frota, presidente da ASSTBM, tenente Aparício Santelano, Diretor Administrativo, major Artur Arregui Zilio, o capelão honorífico da BM, Padre Alexandre Chaves, corpo médico, enfermeiros, técnicos e colaboradores, autoridades civis, militares e demais convidados.   Fonte: BMRS.

Na Candelária, apresentação gratuita imperdível: Banda da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

Se estiveres na cidade do Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira, dia 20, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública daquela Instituição Militar Estadual te fazem o seguinte convite: Na próxima quarta-feira (20/09), a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) realizará um concerto na Igreja de Nossa Senhora da Candelária, às 18h. O evento contará com a participação especial da Soprano Maíra Jaber, do Tenor Alessandro Rocha e da Banda de Gaitas Brazilian Pipers. No repertório haverá “Certas coisas”, de Lulu Santos, “Travessia” e “Canção da América”, de Milton Nascimento, “Na baixa do sapateiro”, de Ary Barroso, “É preciso saber viver”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, “The prayer”, “Abide with me”, “How to train your dragon”, “My way”, “Against all odds” e coletânea de várias canções patrióticas americanas – Of faith and freedom. O “Projeto Candelária” foi desenvolvido para que bandas e orquestras nacionais e internacionais realizem concertos na Igreja da Candelária, às quartas-feiras e domingos. Já se apresentaram neste projeto as mais importantes orquestras e bandas do país e várias internacionais. A Banda da PMERJ, que é composta por cerca de 50 músicos, já participa há mais de 15 anos. O evento é aberto ao público e a entrada é gratuita. A Igreja da Candelária fica à Praça Pio X, s/nº, no Centro do Rio de Janeiro. Não perca!   Fonte: PMERJ.

200 anos do Estado de Alagoas são comemorados pelos policiais militares alagoanos

Por ocasião das homenagens comemorativas dos 200 anos do Estado de Alagoas, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) participaram ativamente das programações. Além disso, foi publicado um post, no portal da PMAL que é trasncrito em seguida: Alagoas entra no seu bicentenário neste dia 16 de setembro. Paralelo a esse contexto, há 185 anos era oficialmente criada a Polícia Militar, instituição responsável pela manutenção da ordem pública e que se orgulha de participar dessa bagagem incrível de histórias e acontecimentos ocorridos desde a separação do nosso Estado de Pernambuco. Como forma de homenagear sua terra natal a corporação, que tem sua história entrelaçada com o próprio Estado, conta de maneira sucinta um pouco dessa trajetória de lutas e conquistas pela paz e a salvaguarda dos bens mais preciosos, entre eles a vida, do povo alagoano ao longo desses 200 anos. Primeiras tropas militares de Alagoas Dois anos após a insurreição Pernambucana de 1817 – marco da emancipação alagoana – o governador Sebastião Francisco Mello e Póvoas, visando à defesa do território e manutenção da ordem, organiza em Maceió, onde havia fixado residência, três pequenas companhias de soldados. Nessa época, infantes (soldados) e artilheiros, num total de 341 militares, formam um corpo de Tropa de Linha (nome dado às forças terrestres), criado em Alagoas através de um Decreto Real de julho de 1818. O gestor mandou construir dois pequenos fortes: o de São José, situado onde hoje se encontra a Vigésima Circunscrição do Serviço Militar (CSM), no Centro de Maceió, e o de São Pedro, em Jaraguá, onde fica a atual administração do Porto de Alagoas. Nesse mesmo período, ele lança o Quartel Militar, para abrigar as primeiras forças de defesa do Brasil Tropa de Linha, construído, exatamente, onde fica o atual ‘Quartel do Comando Geral da PMAL’, na Praça da Independência. O quartel era de taipa e coberto com telhas. Institucionalmente, as polícias militares das províncias, inclusive a de Alagoas, passaram a ter possibilidade de nascimento com a edição da Lei Imperial de 10 de outubro de 1831, que autorizava cada província a criar seus Corpos de Guardas Municipais Voluntários (CGMV) e o cargo de comandante-geral foi ocupado, por indicação, pelo reverendo Cypriano Lopes de Arroxelas Galvão. Somente em 03 de fevereiro de 1832, uma ‘Decisão Imperial’ aprovou o plano do CGM de Alagoas aos formatos do Ministério da Justiça da época, que tinha a frente o ministro Diego Antônio Feijó, e sua primeira missão foi manter a ordem interna na província de Alagoas, obedecendo às leis imperiais, bem como debelar os adeptos da Guerra dos Cabanos. Participação em grandes lutas e Missões Com o passar dos anos, a corporação alagoana participou de diversos conflitos no cenário nacional e internacional, a exemplo da Guerra do Paraguai, a Proclamação da República, a Revolução de 1930, a caçada ao Bando de Lampião, o combate aos ‘irmãos Morais’ (um dos cercos policiais mais sangrentos da história de Alagoas), as grandes Guerras Mundiais, a Ditadura Militar, entre outros, sempre honrando e defendendo sua pátria por onde passava. Um fato importante da atuação da Força Policial que marcou a história de Alagoas foi a transferência da capital da província da cidade de Alagoas (Marechal Deodoro) para a de Maceió, através da Lei nº 11, de 9 de dezembro de 1839. Neste episódio o Exército prendeu o presidente no Palácio Provincial. Fora do Brasil, a Polícia Militar de Alagoas também tem dado sua contribuição e deixado, honradamente, sua marca. Relembremos sua representatividade nas missões de paz em Moçambique, na África (1993-1996), em Guatemala, na América Central (1994-200), na Bósnia Herzegovina, Ásia (1994 a 1995), em Angola, África (1995 a 1999), no Timor leste, Oceania (1999 a 2000), no Sudão da África (2015 a 2016), bem como os inúmeros militares que foram destaque nacional em cursos de especializações com representantes de todos estados da federação. Banda de Música da PM O Centro Musical da PM, conhecido pelos alagoanos devido às inúmeras apresentações realizadas na capital e no interior de Alagoas, existe desde o século XIX. Desde a década de 30, mais precisamente em 1936, um grupo de músicos da banda da PM resolveram criar um bloco que desfilasse após o carnaval para atender os militares que trabalharam durante o evento. Assim nasceu o Vulcão, que imediatamente recebeu o batismo ao som do hino, Vulcão em Chamas, de autoria de um dos seus fundadores, Isaac Galvão. O bloco é o mais antigo em atividade, com 81 anos de existência, testemunhando os vários momentos dos nossos carnavais, do Banho de Mar à Fantasia da Avenida da Paz, arrastando multidões para as manhãs dos domingos anteriores ao carnaval. A Banda Sinfônica da PMAL é um dos veículos mais eficientes e eficazes das Relações Públicas da Corporação, suas várias apresentações realizadas têm o objetivo de promover uma maior interação com a sociedade. Realizam ainda o Programa Vem Ver a Banda Tocar (PVVBT), o qual acontece com regularidade aos domingos na praia da Ponta Verde, dentre outros bairros e municípios de Alagoas, e também o Programa Música é Saúde, com agendamento de visitas duas vezes ao mês aos hospitais, onde levam esperança, paz e boa música aos pacientes. Manutenção da Ordem Pública As guarnições da PM sempre estiveram nas ruas tanto na defesa do povo alagoano, quanto para defenderem o seu próprio sustento. Como esquecer os fatos de 17 de julho de 1997, onde milhares de policiais militares e civis, funcionários públicos e familiares de servidores estaduais marcharam, em passeata pública, para a Praça Dom Pedro II, onde se situava a sede da Assembleia Legislativa Estadual. Naquela manhã, o parlamento alagoano votaria o processo de impeachment contra o governador Divaldo Suruagy. O conflito ganhou destaque na imprensa nacional e, definitivamente, colocou o gestor contra a parede e ele decidiu renunciar o Governo. Os anos passam, porém, a coragem e doação dos mais de 8.000 homens e mulheres, pais, mães e filhos, abnegados que, sem medir esforços, estão nas ruas e grotas

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