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Na primeira viagem presidencial, Emmanuel Macron visita Angela Merkel!

Aconteceu, nesta segunda-feira (15) um encontro entre a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Emmanuel Macron, informou a Rádio França Internacional (RFI), destacando que há convergência de pensamentos e predisposição de ambos para tratarem dos assuntos da União Europeia. Os destaques da RFI, dão conta de que: “Do ponto de vista alemão, é possível mudar os tratados se isso fizer sentido”, declarou Angela Merkel na coletiva de imprensa, dando sinais de abertura ao novo chefe de Estado francês que, do seu lado, ressaltou que “não haverá tabu” em relação a esta ideia. Até o momento, Berlim tem sido reticente sobre a questão. A má lembrança da rejeição na França do projeto de Constituição europeia, em 2005, deixou más lembranças, além da perspectiva de ter que validar qualquer mudança nos tratados por meio de ratificação em todos os países, o que levanta dúvidas. Macron também defendeu uma “reforma histórica” da Europa, especialmente frente ao crescimento do populismo e do risco de desintegração do bloco europeu Depois de sua primeira reunião com Merkel, Emmanuel Macron declarou que é contra dividir “as dívidas do passado” entre os países da zona do euro, mas se mostrou favorável a este mecanismo para projetos futuros. “Eu não sou um defensor da repartição de dívidas do passado” na zona do euro, disse Macron, porque “isso conduz a uma política de desestabilização”. O encontro reuniu duas gerações de políticos, mas os propósitos podem ser semelhantes. O fato é que há possibilidades de temas julgados importantes para as duas nações e para a UE. Nessa perspectiva, a RFI internacional destacou as seguintes afirmações de ambas as lideranças, verificando-se que: No entanto, ele pediu para abrir o debate sobre futuros projetos de investimento. “O que acredito é que temos novos investimentos a fazer e, portanto, devemos considerar mecanismos novos para o futuro e trabalhar no sentido de uma maior integração”, declarou Macron. “O que a zona do euro precisa é uma política pró-ativa em termos públicos e privados e, portanto, pensar em maneiras de injetar dinheiro novo”, disse ele. Mais experiente, e prudente, Angela Merkel declarou que “há pontos de vista convergentes, mas talvez, aqui e ali, haja concepções diferentes. A França e a Alemanha não estão sempre de acordo, mas é da simbiose que pode nascer algo de bom”, completou a chanceler, dizendo que essas questões serão tratadas com tranquilidade. Sobre as pautas comerciais, Macron voltou a repetir que quer “uma Europa que projeta melhor e seja menos ingênua em relação às práticas de dumping. Fonte: RFI.

“Lula se fortalece para 2018 e oposição critica “cara de pau” do ex-presidente”.

Segundo a Rádio França Internacional, há duas opiniões, após o depoimento do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Para uma delas, que é a dos apoiadores, “Lula se saiu bem em depoimento ao juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira (10) e aumentam as suas chances na disputa à Presidência em 2018”. À outra, a dos críticos, o “ex-presidente fez papel de vítima e jogou a culpa do episódio do tríplex em sua esposa Marisa Letícia, falecida em fevereiro.” Da reportagem de Luciana Marques, correspondente da RFI em Brasília, podem-se destacar fatos sobre o depoimento, opinião de parlamentares e o encontro com os militantes, assim informados: O depoimento de Lula Rodeado de apoiadores e seguranças, Lula chegou ao prédio da Justiça Federal de Curitiba 15 minutos antes do horário previsto para o depoimento. Estava ao lado dos senadores do PT Gleisi Hoffmann e Lindberg Farias e carregou uma bandeira do Brasil, entregue por manifestantes. Participaram do ato movimentos sociais, como MST e CUT, que gritaram “Lula guerreiro do povo brasileiro”. Ainda no aeroporto, quando chegou por volta de 10h, Lula foi recebido pela ex-presidente Dilma e por lideranças políticas. A audiência começou às 14h18 e apenas integrantes do tribunal e as partes do processo puderam entrar na sala. Celulares foram proibidos e a imprensa ficou do lado de fora do prédio. A segurança foi bastante reforçada e a área isolada por grades. A polícia também foi acionada em outros pontos de Curitiba, inclusive onde houve protestos a favor da Lava Jato. No depoimento ao juiz Sérgio Moro, o ex-presidente desqualificou o tríplex em Guarujá, litoral de São Paulo, que disse ter visitado em fevereiro de 2014. “Coloquei 500 defeitos no apartamento”, afirmou. Segundo ele, o tríplex era “inutilizável”, por ser uma figura pública. “Só poderia ir naquela praia ou na segunda-feira ou em quarta-feira de cinzas”, declarou. Lula disse ainda que dona Marisa não gostava de praia e certamente queria o imóvel para fins de investimento. Também afirmou que o tríplex era “pequeno” para cinco filhos e oito netos. “Nunca solicitei e nunca recebi apartamento”, completou. Lula também negou ter feito pedido de reforma no tríplex, mas disse que ele tinha defeitos na cozinha e escadas. O ex-presidente é acusado de ter sido beneficiado com o tríplex da construtora OAS em troca de vantagens em contratos com a Petrobras, diante de sua influência política. Lula negou ainda que pediu a destruição de provas da Lava Jato: “Nunca aconteceu e nunca vai acontecer”. O ex-presidente confirmou a Moro sua intenção para 2018. “Estou dizendo em alto e bom som que vou querer ser candidato à Presidência da República outra vez”. Lula deu respostas objetivas e em alguns momentos demonstrou hesitação, mexendo no bigode e nos óculos que estavam sob a mesa. O depoimento foi cordial – tanto Lula quanto Moro usaram a formalidade para tratar um ao outro. Lula estava com uma gravata com as cores do Brasil – a mesma que usou em depoimento em Brasília no dia 14 de março referente a outra ação. Opinião de parlamentares A repercussão das quase cinco horas de depoimento do ex-presidente Lula à Justiça Federal do Paraná foi imediata. Na Câmara dos Deputados, parlamentares pararam os trabalhos para ouvir o que Lula falou ao juiz Sérgio Moro. O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) disse à RFI que o depoimento foi firme e seguro. “Não acho que seja nenhum inocente, mas o ex-presidente Lula se saiu bem e vai conseguindo se manter na órbita do processo político-eleitoral para 2018, deixando aqueles que são adversários bastante assustados com seu desempenho e com essa possibilidade”, disse. Já o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) chamou Lula de “cara de pau” e disse que ele tentou jogar a culpa em cima de sua falecida esposa. “Agora tudo é culpa da dona Marisa?! A única que não pode mais se defender. Ele devia ter vergonha!”, declarou. O deputado federal Efraim Filho (DEM-PB) elogiou o interrogatório, que disse ter sido realizado “com base nos fatos, na lei e nas provas”. E criticou o ex-presidente: “O que resta a Lula é dramatizar, buscar papel de vítima.” O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) criticou as manifestações de apoiadores do petista e disse que ele precisa responder aos processos na Justiça como qualquer cidadão brasileiro. “Já imaginaram se a partir de agora todo réu passe a levar para as portas dos tribunais toda a família e os amigos com o objetivo de pressionar o juiz? A atitude de Lula constrange a democracia e o juiz Sérgio Moro está sendo até muito paciente”. Encontro com os apoiadores Depois do depoimento, Lula seguiu para a Praça Santos Andrade, em Curitiba, onde discursou de um palanque para a multidão que o esperava. “Prestarei quantos depoimentos for necessário, porque se tem um ser humano que está em busca da verdade, sou eu”. E reiterou: “Eu não quero ser julgado por interpretações, eu quero ser julgado por provas”. Assim como confirmou ao juiz Moro que seria candidato em 2018, Lula disse aos militantes que queria ser “julgado” pelo povo brasileiro, em alusão ao voto. A ex-presidente Dilma Rousseff também esteve no ato político e defendeu a candidatura de Lula. “A democracia exige que a gente não deixe dar estes golpes, principalmente quando eles querem inviabilizar por meios absurdos, injustos e de perseguição as condições de cidadania para que nosso querido ex-presidente Lula mais uma vez se coloque para ser aceito ou não, votado ou não pelo povo brasileiro”, afirmou Dilma. Enquanto Lula e Dilma discursavam, os advogados falaram com a imprensa. O advogado Cristiano Zanin disse que ficou provado que Lula é inocente. “Ele esclareceu absolutamente tudo”, declarou. O advogado José Roberto Batochio completou: “A prova é nula, absolutamente inexistente. Zero. Não se encontra no comportamento do ex-presidente Lula qualquer fato que possa ser conceituado como delito”. Durante o depoimento, Moro disse a Lula que não tem qualquer “desavença pessoal” em relação ao ex-presidente. “O que vai determinar o resultado desse processo, no final, são as provas que vão ser colecionadas

Quem é o Governador interino do Estado do Amazonas?

Segundo Diogo Dias, do Jornal online emtempo, o novo Governador interino do Estado do Amazonas é: David Antônio Abisai Pereira de Almeida é natural de Manaus e filho de Rosa Almeida e Benedito Almeida. O parlamentar é Bacharel em Direito pela Universidade Luterana de Manaus (Ulbra). Começou sua carreira política em 2006 quando foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e hoje atua em seu terceiro mandato consecutivo. O primeiro disputado pela Coligação Amazonas Melhor (PTN, PSC, PAN e PTC), eleito com 7.569 votos. O segundo em 2010, pela Coligação Avança Amazonas (PRB, PP, PMDB, PSC, PRTB, PHS, PMM), eleito com 24.479 votos. No período de 2014/2015 assumiu a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa do Amazonas. O terceiro e atual mandato conquistado nas eleições de 2014, pela Coligação (PROS, PSD, PSDB, PSC), conquistou 24.189 votos. Neste mandato assumiu a Liderança do Governo junto ao Poder Legislativo, assim como, a Liderança do PSD e a 2ª Vice-presidência da casa pelo período de 2015/2016. David Almeida foi eleito Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas para o biênio 2017/2018, na eleição ocorrida em 20 de dezembro de 2016, com 17 votos. A posse David Almeida (PSD) como governador interino do Amazonas, então presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), ocorreu nessa terça-feira (9). Com isso ele ocupa o cargo que ficou vago “após a cassação do ex-governador José Melo (PROS), por parte do Tribunal Superior Eleitoral, na última quinta-feira (4)”. As primeiras declarações de David Almeida, já noo cargo de governador, foram: “Decisão judicial se cumpre. Estou preparado para assumir e preparado para sair a qualquer momento, porque fui eleito pra ser deputado”. “Vou jogar com um time escalado por mim, pessoas que contam com meu respeito e admiração. Irei fazer mudanças que já estão em curso”, declarou. Outras informações publicadas no emtempo indicam possíveis modificações no governo, pois: Como primeira mudança já confirmada, haverá troca de cadeiras na Secretaria de Comunicação. O diretor da ALEAM, jornalista Cláudio Barbosa, será o novo secretário da pasta, em substituição ao jornalista Amaral augusto. Após a assinatura, o governador David Almeida seguiu para a Sede do Governo Estadual. Segundo ele, iria tratar de mudanças da nova gestão de governo. A permanência do governo interino ocorrerá será até o mês de outubro, pois “a sugestão é que o pleito ocorra nos dias próximos dias 3 e 24 de setembro, 1º e 2º turno respectivamente” e de “acordo com o desembargador Yedo Simões, um calendário para a eleição que deve eleger um novo governador do Amazonas foi elaborado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).” Fonte: emtempo.

Em Goiás, Projeto de código de ética é analisado pelo Comando das Instituições Militares Estaduais.

No estado de Goiás, os comandos do Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar reuniram-se com o Secretário de Estado a Segurança Pública e respectivas assessorias, com a finalidade de adequar o Projeto de Lei do Código de Ética daquelas instituições militares estaduais (IME). Com missões distintas mas funcionalidades de proteção semelhantes, o propósito da norma é constituir-se num ordenamento jurídico, consolidando-se deveres, direitos e garantias para que os membros das IME cumpram seus papéis na proteção pública, garantia da ordem e da paz social. No portal da Polícia Militar de Goiás (PMGO), o tema da reunião foi assim destacado: No dia 05/05, última sexta-feira, aconteceu uma reunião com o Secretário de Segurança Pública juntamente com representantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para tratar da finalização do projeto de lei que cria um único Código de Ética para as duas corporações. Há cinco anos esse projeto do código de ética está em processo de elaboração e surgiu da necessidade de adequar os regulamentos disciplinares das duas forças militares com o ordenamento jurídico vigente. O ajuste do regulamento tem como objetivo evitar questionamentos quanto a legalidade da aplicação de sanções disciplinares, além de criar um único instrumento de lei para as duas forças militares do Estado de Goiás. O que muda com o Código de Ética? – Consagração do princípio constitucional do contraditório e da ampla defesa em todas as fases e ritos processuais; – Atendimento ao princípio da legalidade: “reserva de Lei”; – Eliminação da prisão em flagrante de transgressão disciplinar, embora possa ocorrer a detenção na modalidade de medida cautelar; – Inauguração do processo sumário, mediante celeridade do processo e transação, com a aplicação de sanção administrativa alternativa, destinado aos alunos dos cursos militares e aos demais militares, no caso de infrações leves; – Detenção cautelar recebeu os pressupostos inequívocos para a necessidade de decretação, com decisão fundamentada sobre indícios suficientes de autoria e prática de infração, além de justificativa da medida. Assim que seja comunicado, o comandante geral deverá homologar ou revogar a medida. – O mesmo rito especial para julgar a permanência na ativa de Oficiais e Praças; – Afastamento cautelar do militar de suas funções ou da localidade fundamentados na convivência harmônica da Unidade ou no prejuízo de ordens; – A Queixa deixa de existir, sendo substituída pela expressão Recurso Disciplinar; – Cumprimento de sanção somente após esgotados os recursos disponíveis ou o respectivo prazo, após a decisão tornar-se definitiva; – Revisão da parte especial, na qual são tipificadas as transgressões disciplinares; – Definição das causas de interrupção e de suspensão do prazo prescricional; – Inclusão da sanção disciplinar de retenção. O projeto já passou pela Procuradoria Geral do Estado e o próximo passo é ser analisado na Casa Civil para depois ser enviada ao Poder Legislativo Estadual. PMGO: Você pode confiar! Fonte: PMGO.

No Boletim informativo nº 19, da PMDF, foram publicadas informações parlamentares.

Mais informações parlamentares foram publicadas no Informativo número 19 da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Para conhecimento dessas informações, de interesse dos profissionais de #políciaostensivaepreservaçãodaordempública, leia a publicação do boletim publicado no portal da PMDF. Reforma da Previdência Encerrada a fase de discussão, a Comissão Especial da reforma da Previdência (PEC 287/16) se reuniu nesta semana, a fim iniciar a votação do relatório apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). O relator apresentou um complemento do relatório sobre a reforma da Previdência incluindo os policiais legislativos e os agentes socioeducativos na mesma idade mínima de aposentadoria dos Policiais Civis e Federais: 55 anos. Os agentes penitenciários chegaram a ser incluídos na regra, mas o relator voltou atrás. O deputado Maia também reduziu a exigência de tempo de atividade policial para que as mulheres consigam esta aposentadoria, de 20 para 15 anos. Os homens terão exigência de 20 anos, mas estes tempos subirão gradualmente para 20 e 25 anos. Frise-se que as regras são referentes aos Policiais Civis e Federais, estando fora do texto da reforma os Bombeiros e os Policiais Militares. Por 23 votos a 14, o texto-base foi aprovado. O restante dos destaques apresentados serão votados na próxima terça-feira (09). A PEC 287/16 ainda irá para plenário da Câmara, para votação em dois turnos, e posteriormente ao Senado Federal. PL 6726/16 – Extrateto O Projeto de Lei 6726/2016, que regulamenta o limite remuneratório de que a Constituição Federal (inclui no teto remuneratório a indenização por licenças, férias etc), não sofreu alterações e continua aguardando designação de relator na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP). MPV 760/2017 – Altera a Lei 12.086/09 O relatório da Medida Provisória 760/2016, que altera a Lei 12.086/2009, foi apresentado pela relatora da matéria, deputada Érika Kokay (PT-DF). Depois de aprovadas nas comissões mistas, as MPs são votadas ainda nos plenários da Câmara e do Senado. PLS 239/2016 – Altera o CPP Foi aprovado nesta quarta-feira (3), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 239/2016. A proposição busca estabelecer a necessidade de realização de autópsia completa e do exame de local nos casos de morte violenta ocorrida em ações com envolvimento de agentes do Estado. Busca, ainda, instituir nova disciplina legal para os chamados autos de resistência e para a apuração de eventuais excessos. O projeto ainda será analisado pelo plenário do Senado Federal e pela Câmara dos Deputados. Ouça o áudio, clicando aqui. Fonte: PMDF.

Emmanuel Macron é “o mais jovem presidente da história da França”!

Neste domingo (7), o centrista Emmanuel Macron, foi escolhio pelos franceses “para dirigir o país nos próximos cinco anos”. Eleito, aos 39 anos, “o mais jovem presidente da história da França” e “ex-ministro da Economia” derrotou “a líder da extrema-direita Marine Le Pen”, divulgou a Radio França Internacional (RFI). Na RFI, a notícia foi assim divulgada: Cerca de 47 milhões de eleitores foram convocados a decidir entre Marine Le Pen, e Emmanuel Macron, aparecia como favorito em todas as pesquisas de intenção de voto para o segundo turno. De acordo com os primeiros resultados, o ex-ministro da Economia obteve 65.1 % dos votos, contra 34,9% Depois de uma eleição concorrida, marcada por escândalos e que terminou com a eliminação dos principais partidos tradicionais franceses no primeiro turno, os franceses elegeram o oitavo presidente da chamada V República (iniciada em 1958). A escolha dos dois candidatos para o segundo turno revela um descontentamento do eleitorado francês com a política tradicional. O chefe de Estado é eleito na França por sufrágio universal direto, em votação uninominal majoritária em dois turnos, por um mandato de cinco anos, renovável uma vez. Para ser eleito, deve obter a maioria absoluta dos votos expressos em um ou dois turnos, independentemente da taxa de participação. O voto em branco, que permite expressar uma rejeição das opções propostas, não é reconhecido na França. Desde a promulgação de uma lei em 2014, esses votos são contados separadamente dos votos nulos e somados como tal na ata de cada colégio eleitoral, mas não são tidos em conta no cálculo dos votos expressos. A posse do oitavo presidente da V República terá lugar o mais tardar em 14 maio. Fonte: RFI.

“Le Figaro chama presidente Michel Temer de ‘mal-amado'”.

Denominando o presidente Michel Temer de “mal-amado”, “o jornal Le Figaro desta sexta-feira (5) dedica uma página inteira ao Brasil”, destacou a Rádio França Internacional (RFI). Naquele “diário conservador”, ressaltou a RFI, são destacados três assuntos: a “Reforma trabalhista, recuperação da Petrobras e o interesse das empresas francesas em realizar negócios em terras brasileiras”. Sobre os acontecimentos dos últimos dias, observados pelos jornalistas estrangeiros, segundo a RFI: “O Brasil realiza a impopular mãe de todas as reformas”, diz a manchete da principal matéria da página. “Depois de meses de discussões, mudanças, recuos do governo e manifestações que culminaram em uma greve geral, uma comissão parlamentar aprovou na quarta-feira (3) o projeto do governo de reformar o generoso e dispendioso sistema previdenciário brasileiro”, escreve. A chamada “mãe de todas as reformas” é recusada por sete a cada dez brasileiros, mas é considerada crucial pelo presidente Michel Temer, um líder, segundo Le Figaro, “mal-amado e cujo governo é aprovado apenas por um a cada dez brasileiros”. Cego ao descontentamento da população, na última quarta-feira, ele comemorou a aprovação do texto da reforma, declarando que o voto da comissão parlamentar “prova que a sociedade brasileira reconhece a necessidade e a urgência de reformar o sistema previdenciário do país”, reproduz Le Figaro. Para o diário, mesmo que esse primeiro obstáculo à meta de Temer tenha sido ultrapassado, os próximos passos se anunciam difíceis e o texto ainda deve passar por voto na Câmara dos Deputados. No entanto, uma boa parte dos parlamentares já começa a hesitar em participar de uma reforma impopular a apenas um ano da eleição presidencial, enquanto a classe política continua gravemente descredibilizada pelos escândalos de corrupção, escreve o jornal. Além do tema anterior sobre a “mãe de todas as reformas”, sobre os outros dois citados anteriormente, a RFI destacou: Le Figaro também traz uma matéria sobre a Petrobras, intitulada “o gigante derrotado que começa a se levantar”. “Atingida no coração pelo maior escândalo de corrupção da história do Brasil, inundada por uma dívida monumental, a empresa retoma suas cores hoje”, avalia o diário. Para se levantar, a petroleira implementou uma reestruturação severa, com corte nos gastos, venda de ativos, cortes nos investimentos – um esforço saudado pela agência de notação econômica Moody’s, que aumentou a nota da Petrobras no mês passado, publica Le Figaro, assinalando o aumento da confiança dos investidores estrangeiros. Confiança que não se restringe à Petrobras, mas ao mercado brasileiro como um todo. É o que denota a última matéria sobre o Brasil publicada pelo jornal nesta sexta-feira. As empresas francesas são particularmente atraídas por essa recuperação econômica do país, escreve Le Figaro. O jornal destaca os últimos e grandes negócios fechados: A Vinci venceu em março o leilão para gerenciar o aeroporto de Salvador, na Bahia. O grupo Accor anunciou recentemente a compra de 26 hoteis no Brasil. E a L’Oréal abriu um centro de pesquisa no Rio de Janeiro. Para o diário, o interesse de grandes grupos franceses pelo Brasil demonstra que o país, apesar da crise, continua sendo um mercado incontornável na América Latina. Fonte: RFI.

Marine Le Pen é hostilizada e alvo de ovos jogados por eleitores, no interior da França!

Na via crucis rumo à presidência francesa, Marine Le Pen experimenta péssimos momentos. Nesta quinta-feira (4) no oeste da França, a candidata e líder da extrema-direita foi recebida com hostilidade por um grupo de opositores, além de ter sido “atingida por ovos lançados por militantes na região da Bretanha”. Outros detalhes sobre a hostilização de Marine Le Pen foi assim detalhados pela RFI: Em sua chegada a uma empresa de transportes, em Dol-de-Bretagne, cerca de 50 opositores gritaram “Fora fascistas”, lançando ovos em direção da candidata do partido Frente Nacional (FN). Protegida por guarda-costas, Marine Le Pen entrou às pressas no prédio. O incidente aconteceu um dia depois de um debate televisivo entre a líder da extrema-direita e o candidato centrista Emmanuel Macron, com quem ela concorre no segundo turno da eleição presidencial francesa, no próximo domingo (7). O duelo foi marcado por tensão e muita violência verbal de ambos os candidatos, mas principalmente por parte de Marine Le Pen. Após o debate, assistido por cerca de 16,5 milhões de espectadores, o candidato pró-europeu de 39 anos permanece favorito nas pesquisas. Se as previsões se confirmarem, Macron teria cerca de 60% dos votos no segundo turno. Na Bretanha, onde ocorreu a tentativa de agressão desta quinta-feira, Marine Le Pen, de 48 anos, ficou em quarto lugar no primeiro turno da votação, em 23 de abril, com 15,33% dos votos, longe de seu oponente que recebeu 29,05% dos votos. Outros ataques no passado Essa não é a primeira vez que um candidato à presidência é agredido durante essa eleição. Em abril deste ano, durante uma visita à cidade de Estrasburgo (leste) um homem jogou farinha de trigo no conservador François Fillon. O ex-primeiro-ministro, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno da corrida presidencial, havia sido acusado de ter criado supostos empregos fantasmas para seus familiares. Já em dezembro de 2016, foi a vez do então pré-candidato socialista às eleições presidenciais francesas e ex-premiê, Manuel Valls, ser atacado na mesma cidade. Um saco de farinha de trigo foi atirado contra o ex-chefe de governo, que fazia campanha no mercado de Natal de Estrasburgo. Dois meses depois, Valls foi novamente agredido durante a campanha das primárias socialistas para as eleições presidenciais. Durante uma sessão de apertos de mão, quando o ex-premiê saudava um grupo de pessoas na saída da prefeitura da cidade de Lamballe (Bretanha), um homem o cumprimentou e, em seguida, tentou dar um tapa em seu rosto. O episódio levantou o debate sobre a segurança dos candidatos na França, em um momento em que o país ainda enfrenta ameaça terrorista. Fonte: RFI.

Militares estaduais do Mato Grosso do Sul recebem informações sobre a reforma da previdência!

Com o objetivo de informar os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul publica semanalmente informações sobre a reforma previdenciária. No portal da PMMS, foi publicado o último informativo, destacado a seguir: O Comando da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul no intuito de sanar as dúvidas referentes à tramitação da Reforma da Previdência no âmbito estadual e federal, divulga o informativo semanal do período de 24/04 a 28/04 para que os policiais militares e suas famílias tomem conhecimento de forma oficial sobre o que vem ocorrendo. Durante as formaturas do Curso de Formação de Cabos que ocorreram em todo o estado na semana passada e nesta, o Secretário de Estado de Justiça de Segurança Pública, reforçou seu apoio à Polícia Militar na questão da previdência em razão das peculiaridades da carreira policial. Brasília Iniciada a discussão do texto apresentado pelo relator na semana passada. Diversas categorias realizaram protestos contra o endurecimento das regras para o conjunto dos servidores públicos. Dentre as regras mais criticadas, destaca-se a que acaba com a paridade e a integralidade salarial entre ativos e inativos, benefício garantido somente àqueles que ingressaram no serviço público antes de 2003, caso trabalhem até os 65 anos de idade, se homem, e 62, se mulher. A expectativa do governo, que realizou diversas reuniões na busca de unificar uma base de apoio, é que a matéria seja aprovada na Comissão Especial na próxima semana. A única alteração feita em relação aos militares estaduais reside no artigo 42 e busca resgatar a existência de unidade gestora dos recursos separada dos demais servidores civis. Essa previsão, existente atualmente no parágrafo 20 do artigo 40 da Constituição Federal e que beneficia aos militares federais e estaduais foi suprimida pelo texto da PEC enviado ao Congresso pelo Governo. Apesar de não serem atingidos diretamente pela PEC da reforma da previdência, o Conselho Nacional dos Comandantes Gerais organizou um trabalho preventivo de visita aos parlamentares ao longo de toda a semana. As visitas tiveram por objetivo reafirmar aos parlamentares a necessidade de que os militares estaduais permaneçam fora do texto da PEC e sejam regulados por meio de lei específica, a exemplo do que ocorrerá com as Forças Armadas. Participaram do esforço militares de quase todos os Estados e a esmagadora maioria dos deputados declararam apoio ao pleito apresentado. Fonte: PMMS.

Precisamos de “mais Brasil” e “menos Brasília”!

A liberdade do mercado, que considero lição imutável para diminuir a pobreza, vem desde as viagens empreendidas por Marco Polo. Vender, barganhar, permutar sem interferências ou regras impostas por terceiros. Só se combate a pobreza criando riqueza. Impossível dividir pobreza em qualquer proporção, já a riqueza permite divisões equilibradas ou perversas, mas é a única forma de crescimento. Veja dois exemplos atuais e gritantes, capazes de comprovar esta lição ensinada há mais de 700 anos: Hong Kong uma ilha sem terra, água potável e constituída sobre maciço rochoso, através do livre comércio, saiu da pobreza extrema para uma renda per capta maior que a do reino unido, do qual era colônia, em apenas 40 anos. Singapura, outra ex colônia, paupérrima e dominada pela criminalidade, conseguiu o mesmo em 30 anos. Quanto menos o governo e a política interferirem no mercado, maior será o crescimento. Infelizmente convivemos com governos equivocados e políticos mal intencionados, que mudam o discurso de acordo com os próprios interesses. Pobre Brasil, quanto mais de nossas riquezas serão exauridas até que possamos aprender esta lição básica! Todos os partidos e a grande maioria dos políticos agem assim, precisamos mudar isso. Veja o exemplo recente, onde até bem pouco tempo pediam o que combatem hoje. Fonte: Foto.

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