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A Polícia Militar Através dos Tempos

“A história está repleta de pessoas que, como resultado do medo, ou por ignorância, ou por cobiça de poder, destruíram conhecimentos de imensurável valor que em verdade pertenciam a todos nós. Nós não devemos deixar isso acontecer de novo.”CARL SAGAN A importância da história ora evidenciada por Carl Sagan é motivo de reflexão de todo(a) cidadão(ã). Conhecer as raízes da localidade, onde se vive, das instituições públicas e privadas, é uma das formas de compreensão da cultura, da social demografia, da realidade histórica, política e econômica e do desenvolvimento sustentável. As situações favoráveis ou desfavoráveis emergentes de cada uma dessas atividades refletem significativamente nas ações individuais e coletivas das forças de proteção da localidade considerada. Consequentemente, permita-me questioná-lo(a): Você, profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, conhece as raízes históricas da organização a que pertence? Com o objetivo de orientá-lo(a) nesse desafiante mister, indico-lhe o Livro “A Polícia Militar através dos tempos – dos Primórdios ao Regimento Regular de Cavalaria” — da autoria do Coronel Leozitor Floro. Nele, além do Prefácio do saudoso Coronel Welther Vieira de Almeida — ex-Comandante Geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) —, você, caro(a) leitor(a) encontrará preciosas lições explicitadas no Laudo de Crítica Historiológica (Análise por Interdisciplinaridade e Intertextualização) da autoria do Escritor e Professor de Português e Jornalista deste Pontopm — João Bosco de Castro. A respeito desse autor, o renomado Escritor e Professor de Português — Coronel PM Jair Barbosa da Costa — escreveu: O Coronel Leozitor Floro, talento vocacionado para a pesquisa histórica desde os tempos de Cadete da Academia Militar, vem-se debruçando em vasta bibliografia sobre a PMMG. Como Oficial já Mestre em História, não só aprofundou e dilatou diacronicamente seu campo de busca na exploração do tema, como também escreveu sobre ele e participou de debates com reconhecidas autoridades no assunto. Era de esperar que, mais tarde, o historiador transformasse em livro todo esse trabalho. Aqui se tem, pois, A Polícia Militar através dos tempos — dos Primórdios ao Regimento Regular de Cavalaria (volume I) que se resume de forma soberba esse empenho na procura da verdade acerca de determinados fatos históricos como, por exemplo, a origem da criação da PMMG, sua data real, compleição física do Alferes Tiradentes. O ideal, a perseverança, a escolha do objeto stricto sensu a ser pesquisado, a responsabilidade e ousadia para enfrentar desafios – tudo isso, como se vê no curso desta obra, contribuiu para o resultado final, diga-se vitorioso, do pesquisador, ou seja, a oficialização da verdadeira data de nascimento da Polícia Militar de Minas Gerais. A consagração desse feito vem consubstanciada no Decreto estadual nº 33.438, de 20 de março de 1992, assinado pelo Governador. Esse fato, por si só, justificaria as 256 páginas deste primeiro volume que ainda registra, entre outros assuntos e quatro anexos, a polêmica do Autor sobre Tiradentes em contracena com o renomado professor Waldemar de Almeida Barbosa. A historiografia de Minas e do Brasil está enriquecida com mais contribuição de Leozitor Floro. Assista as cenas do enforcamento de Tiradentes, no seriado Liberdade Liberdade da Rede Globo de Televisão.

Política, Economia, Coisa e Crise.

Economia e Política são temas recorrentes no nosso dia a dia. Todos devíamos, diariamente, estudá-las. Aliás, para ser mais preciso, já fazemos isso! Aprendemos muito sobre Economia e Política, sempre que assistimos aos telejornais, ou lemos jornais e revistas, ou ouvimos noticiários radiofônicos. Invariavelmente, a elas, são associadas outras duas palavras: crise e coisa. Estas podem lhes dar – ou não – certos sentidos. Às vezes, entendê-los, não é tarefa fácil. Economia, Política, Coisa e Crise têm muitos significados. São antecedentes causais ou consequentes destrutivos. Sobre elas, há duas certezas. A primeira, é a de que, na Língua Pátria, todas são substantivos femininos. A Outra certeza é a de que as três primeiras eram conhecidas dos latinos e dos gregos. Quanto a Coisa, ninguém tem a menor ideia. Se faz, ou não algum sentido, muitas vezes falam e escrevem: a coisa da política é a crise da economia; a crise da política é a coisa da economia… Não se sabe ao certo o qual é o verdadeiro relacionamento de prevalece entre a Economia; a Política, a Crise e a Coisa. São irmãs gêmeas – siamesas, quem sabe? Primas? Amigas? Inimigas? O fato é que gostam de estar juntas. Andam juntas. Uma não vive sem a outra. Separadas podem ser perigosas. Unidas, fazem estragos irreparáveis. Na condição de irmãs, a Economia e a Política, tudo fazem para se aproximar. As primas são amigas ou inimigas, cantadas em versos, prosas e telenovelas brasileiras ou enlatadas. Quando amigas, são confidentes. Raramente, uma não deixa a outra na rua da amargura. Mas, se são inimigas, não fiques perto, se não queres testemunhar a tragédia! Da Política Brasileira, sem ou com Coisa e Crise, o que dizem: Conta-se que: “o saudoso Magalhães Pinto, no entanto, já ensinava lá atrás que ‘política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Você olha de novo e ela já mudou’”. Cientistas, filósofos e historiadores, sobre a realidade política brasileira expressam que: Na nossa opinião, o Brasil foi constituído a partir de uma fraca noção de identidade pública e sob a batuta de interesses privados muito fortes. O nosso estado é um estado forte demais para conceder favores e fraco demais para estabelecer com clareza os limites entre o público e o privado, especialmente para os poderosos. Fenômenos como o que assistimos na semana passada, de um ministro da Casa Civil afirmar que fez aquilo que todos fazem, isso é, negociou informações e acesso privilegiado ao estado com grandes grupos econômicos, são parte do dia a dia da política brasileira. É verdade que a opinião pública se indigna com razão a cada um destes episódios, mas a verdade é que a sua raiz reside em aspectos quase estruturais da cultura brasileira. Uma incapacidade de construir uma noção forte daquilo que é público na política. Sobre a Economia Brasileira, alguém escreveu: A economia do Brasil tem um PIB nominal de 2,39 trilhões de dólares [16] (4,14 trilhões de reais), foi classificada como a sétima maior economia do mundo em 2011, em números brutos (comparação país x país, sem considerar quantidade de habitantes) segundo o FMI (considerando o PIB de 2,39 trilhões de dólares, para 2012),[16] e também a sétima, de acordo com o Banco Mundial (considerando um PIB de 2,09 trilhões de dólares em 2010) [17] e o World Factbook da CIA (estimando o PIB de 2011 em 2,28 trilhões de dólares).[18] É a segunda maior do continente americano, atrás apenas da economia dos Estados Unidos. Com a desvalorização do real ocorrida em 2012, a economia voltou a ser a sétima do mundo.[19] Porém, segundo relatório do Fundo Monetário Internacional de 2014, o Brasil é o 62º país do mundo no ranking do PIB per capita (que é o valor final de bens e serviços produzidos num país num dado ano, dividido pela população desse mesmo ano), com um valor de US$ 11.310 por habitante. Os EUA estão em 8º lugar com US$ 54.980 por habitante, a Alemanha em 18º com US$ 44.999 por habitante, e o Japão em 25º com US$ 39.100 por habitante.[20] E Carlos Alberto Sardenberg afirmou: Calamidade pública, todo mundo sabe o que é. Chuvas, secas, uma baita epidemia. Nesses casos, os governos “decretam” a calamidade, instrumento que permite usar dinheiro não previsto no orçamento, podendo descumprir momentaneamente as regras de responsabilidade fiscal, que preveem punições para quem gastar além de determinados limites. Já esse decreto de calamidade financeira é uma invenção nacional. As finanças podem estar de fato em situação calamitosa, mas como se chegou a isso? Com a má gestão, com gastos em contínua elevação mesmo quando as receitas estavam em queda. Ou seja, total descumprimento das regras legais. Então, a Política é Nuvem? É muito ruim para o Público e o Privado? A Economia despenca? É confusa, intrusa, mal compreendida e igualmente ruim para o Privado e para o Público?

A educação e o treinamento policiais militares.

Ao assistirem ao vídeo ou veem as fotografias sobre o Treinamento Físico Programado (TFP) dos policiais, as pessoas têm entendimentos diversos. Na maioria das vezes — por desconhecerem o propósito pedagógico das diversas etapas da formação —, simplesmente criticam. No vídeo, vemos partes do desenvolvimento de um TFP, realizado por soldados alunos do Curso Técnico de Segurança Pública (CTSP), do Sétimo Batalhão, em Bom Despacho – MG. Nas fotos, há imagens de cadetes do Federal Bureaux Investigations (FBI), durante os treinamentos realizados na Academia daquela instituição, localizada em Quantico, no Estado da Virgínia. Os alunos do CSTP serão os futuros profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Os cadetes do FBI serão os futuros investigadores e analistas do Departamento Federal de Investigações dos Estados Unidos. Qual é o porquê da semelhança, na formação desses profissionais? Parece oportuna, a citação de C.S. Lewis (1898-1963): Desde que servi na infantaria, durante a Primeira Guerra Mundial, me desagradam as pessoas que, cercadas de segurança e conforto, fazem exortações aos homens na frente de batalha. A respeito desse Filósofo Cristão e Autor de “Cristianismo puro e simples” e “As Crônicas de Nármia”, dentre outras obras, Katleen Norris, assim se manifestou: Ainda rapaz, C.S. Lewis serviu nas pavorosas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e, em 1940, quando as bombas começaram a cair sobre a Inglaterra, se alistou como oficial da vigilância antiaérea e passou a dar palestras para os soldados da Royal Air Force, homens que sabiam, com quase toda certeza, que seriam dados como mortos ou desaparecidos depois de apenas treze missões de bombardeio. Essas observações são para os que — desprovidos de argumentos factuais e manuseio inadequados de técnicas consagradas nas pesquisas científicas —, insistem simplesmente em criticar e criticar alguns aspectos da formação do profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem. Alguns desses críticos, talvez, até tiveram alguma experiência na caserna; outros, até conviveram e, quem sabe, ainda convivem nas casernas. Conhecer o verdadeiro propósito da formação de um profissional é muito importante. Principalmente se se tratar de profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, que se compromete com a proteção do seu semelhante … “mesmo com o sacrifício da própria vida”. Além disso, a incompreensão dos verdadeiros propósitos da formação do policial militar, tem motivado algumas “pesquisas”, até mesmo por mestrandos e doutorandos, divulgadas às escâncaras na web. Algumas delas não se sustentam, seja pelas considerações destacadas anteriormente, ou por mentiras descabidas, assim destacadas por João Bosco de Castro Com a mentira, inviabiliza-se o Desenvolvimento Humano, murcham-se as esperanças na Prosperidade Universal, fenecem as Ciências, titubeia a Filosofia, estultifica-se a Estética, desnorteia-se a Deontologia, arruína-se a Moral, cambaleia a Ética, atrofia-se o Pensamento, depaupera-se o Trabalho, insensibiliza-se o Patriotismo, emperra-se a Tecnologia, fulmina-se a Educação — torpedeia-se o Ensino, estupra-se a Pesquisa, invalida-se a Extensão e esfarrapa-se o Treinamento! —, desestabiliza-se o Homem, coisifica-se a Vida e sepulta-se a Verdade! Com a mentira, as Ciências Militares da Polícia Ostensiva não passam de demagógico arremedo e infame pantomima da Preservação da Ordem Pública, nas formidáveis trevas da desconfiança comprometidas com a intranquilidade. Esse caos soterra a Ciência, à míngua da Verdade! É importante ressaltar que todos os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, fizeram treinamentos físicos programados. Todos, sem exceção, tais como aqueles da cidade de Rio Verde – GO, da cidade do Rio de Janeiro-RJ  e da cidade de Belém do Pará, inclusive, o Coronel Eduardo e a Coronel Helena, dentre milhares de outros brasileiros, valentes guardiães de suas comunidades. Certamente que, não apenas o TFP, mas todas as atividades da formação policial militar devem ser conduzidas segundo os princípios que tutelam todos os direitos e a dignidade da pessoa humana. Aliás, para esse mister, aos líderes condutores das atividades, a lição de João Bosco de Castro quando afirma que: Comandante não é quem manda com… Tal arranjo etimológico não passa de trança retórica, troça de enganador. Só os malpreparados mandam: com alguém, ou sem ninguém, ou com seus botões!… Mandar é medíocre. Orientar é sublime. Comandar, como ducar, ou educar, é excelso e necessário, […].

2 Dicas para iniciar o estudo de Filosofia

Eis algumas preciosas dicas do Professor de Filosofia Clóvis de Barros Filho(*). Trata-se de um profissional que conhece realmente, sabe filosofar e ensinar a Filosofia, com igual maestria. Conforme exposto no vídeo ora destacado, aprende-se, com o notável Mestre, que o iniciante do estudo da Filosofia deve observar duas dicas elementares: ler os quatro livros que favorecem a iniciação e capacitar-se para um estudo mais aprofundado. Então, na primeira dica, sugere-se a um iniciante a leitura dos seguintes quatro livros: Convite à Filosofia, de Marilena Chauí; O Mundo de Sofia, de Jostein Gaader; Aprender a Viver, de Luc Ferry; A Felicidade, Desesperadamente, de André Comte-Sponville; Na dica final, ressalte-se o alerta do Professor, ao concluir o vídeo, ao destacar que o estudo da Filosofia, “nua e crua”, só é recomendável pra quem é iniciado”. Por isso, não é aconselhável, à uma pessoa iniciante e sem uma formação adequada, a leitura de um dos clássicos da Filosofia, pois, vai provavelmente se entristecer. Ficam, portanto, as dicas de quem conhece, sabe fazer e sabe ensinar.     (*) Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo (1986), Bacharel em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero (1985), Mestre em Science Politique pela Universite de Paris II, Doutor em Direito pela Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (1990) e Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2002). Livre-Docência pela Escola de Comunicações e Artes da USP (2007). Consultor e Conferencista do Espaço Ética.

Mercado Globalizado em movimentação

Veja o comércio global se movimentando em um mapa interativo é o título de uma reportagem de João Pedro Caleiro, publicada na Revista Exame.com, no dia 8 de janeiro de 2017. O autor chama a atenção para o mapa destacado na figura, onde se vê a ilustração do movimento econômico financeiro de US$ 15,6 trilhões, em 2015. É ressaltado o destaque dado à Alemanha, China e Estados Unidos, ícones da economia mundial, “de acordo com dados das Nações Unidas”. João Pedro destaca a utilização de mapas iguais ao que é apresentado no vídeo e explica: Para deixar compreensível um fluxo dessa magnitude, uma boa ferramenta são os mapas interativos . Em abril do ano passado, um deles foi desenvolvido pelo Instituto de Energia da University College de Londres com base na movimentação de navios em 2012. Agora, foi a vez de Max Galka, um empreendedor de Nova York especialista em visualização de dados, fazer um mapa próprio do comércio global com a ferramenta Blueshift. Cada ponto representa 1 bilhão de dólares, e cada cor um tipo de produto: azul para comida, vegetais e animais, verde para setor químico e mineral, rosa para plásticos, roxo para roupas e acessórios, cinza para produtos de papel ou madeira, amarelo para pedra, vidro e metal, laranja para máquinas e equipamentos elétricos, vermelho para produtos de transporte e marrom para os outros. O que fica claro à primeira vista é a importância de três países específicos para o fluxo global: Estados Unidos, China e Alemanha. Os dois primeiros podem estar prestes a entrar em um conflito justamente nessa seara, considerando a retórica de campanha e as indicações de Donald Trump. Ele nomeou Peter Navarro, economista com longo histórico de críticas à China, para comandar um novo Conselho Nacional de Comércio da Casa Branca. Além das informações ora compartilhadas, João Pedro cuidou de esclarecer — conforme o vídeo apresentado em seguida — como é desenvolvida a movimentação do mercado financeiro destacado na reportagem. Animação do mercado econômico financeiro mundial Você poderá curtir ou comentar a respeito, dando-se os créditos à reportagem de João Pedro da Exame.com.

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