Polícia Militar de Brasília realizou curso de altos estudos para praças.
Estão mais aperfeiçoados para as atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, os 332 policiais da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) que concluíram o Curso de Altos Estudos para Praças, CAEp. Foram “quatro meses de treinamento intenso para o aperfeiçoamento educacional dos alunos”, segundo a nota publicada no portal da PMDF, informando ainda que: A solenidade ocorreu no auditório do Centro de Convenções, nesta segunda-feira (27), e contou com a presença das seguintes autoridades, as quais compuseram a mesa, o governador do DF, Rodrigo Rollemberg, o comandante-geral da PMDF, coronel Nunes, o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas, comandante da Academia de Polícia Militar, coronel Antônio Carlos, e o subcomandante do Centro de Altos Estudos e Aperfeiçoamento, major Camargos, representando a comandante coronel Priscilla. Compareceram à cerimônia cerca de 800 pessoas entre policiais formandos, familiares e amigos. O CAEp tem por finalidade habilitar os primeiros sargentos policiais militares para o ingresso no exercício das funções inerentes à graduação de subtenente. O curso iniciou no dia 28 de novembro de 2016 com 500 alunos inscritos, no entanto, ocorreram 126 desistências no decorrer das atividades, por motivo de passagens à reserva e outras justificativas. Os que finalizaram receberam certificados e homenagens ao desempenho durante o curso. As três maiores notas foram conquistadas respectivamente por: Kellen Florenço Mais, Herison Cavalcante e Valdez Ferreira Dias. Este foi o primeiro curso de Altos Estudos para praças realizado na modalidade semi-presencial, com apoio da plataforma do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), do ISCP-Virtual (Instituto Superior de Ciências Policiais). As disciplinas comportaram componentes das áreas operacionais e administrativas da corporação. As disciplinas teórico-práticas enfatizam a interdisciplinaridade dos Direitos Humanos e da ética policial militar às técnicas de abordagem e ao uso da força na atividade policial. As disciplinas focadas na área administrativa abordaram temas como práticas gerenciais de polícia preventiva, de logística, de pessoal, gestão financeira e orçamentária e prática correcional. O coronel Nunes se pronunciou e parabenizou todos os policiais que assumiam, a partir daquele momento, uma nova graduação, assumindo uma responsabilidade crescente com a população do Distrito Federal. Fonte: PMDF.
Após a “carne fraca”, dois frigoríficos interditados pelo Ministério da Agricultura.
Na Agência Brasil, foi noticiado que: O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou hoje (27) a interdição de mais duas unidades frigoríficas alvos da Operação Carne Fraca, o Souza Ramos, em Colombo, e Transmeat, em Balsa Nova, ambos no Paraná. Os dois frigoríficos estão entre os 21 investigados na operação da Polícia Federal (PF), deflagrada dia 17 de março para apurar suspeitas de irregularidades na produção de carne processada e derivados, bem como na fiscalização do setor. Outras três unidades já haviam sido interditadas pelo ministério no dia 17. As unidades da Peccin Agro Industrial em Curitiba (PR) e Jaraguá do Sul (SC), onde são produzidos embutidos (mortadela e salsicha), e da BRF (dona das marcas Sadia e Perdigão, entre outras), em Mineiros (GO), onde é feito o abate de frangos. O ministério não especificou os motivos das novas interdições. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, concederá entrevista coletiva esta tarde para apresentar um balanço da operação. Fonte: AB.
Uma visão ética do Estado Social e Estado Policial.
Em o “Estado Social e Estado Policial: Da desigualdade radical à exigência de uma nova ética”, José Ricardo Cunha[1] faz uma análise descritiva sobre o entendimento funcional do papel da política e da polícia. Demonstra, também, como devem ser entendidos na perspectiva aristotélica, firmada na sua obra: Política. Destaca, também, segundo pensamento filosófico abordado, qual é o papel da política e qual é o papel da polícia, considerando que ambas têm raízes na polis. Além disso, inclui as essências fundamentais — justiça e honestidade — para as funcionalidades da política e da polícia e como esses “quatro termos obedecem a uma reciprocidade direta e cruzada”. Leia, por favor, o texto e compreenda a importância de uma visão ética do Estado Social e Estado Policial. Aristóteles dizia que o homem é um ser naturalmente político e por isso vive em conjunto. Dizia também que aquele que não vive com os outros ou é um deus ou um selvagem[2] . Como ser político, o homem constrói sua vida em torno da polis. Em latim, a palavra grega polis costuma ser dita civitas, significando não apenas cidade, mas também cidadania. O termo polis expressa, assim, a densidade do que significa essa vida em comum, esse viver com os outros que é inevitável a todos os mortais. A polis não é apenas a cidade, mas a Cidade-Estado. Aquela que pela política organiza a força, para que esta seja juridicamente instrumentalizada e, de efeito, não se renda à barbárie própria da selvageria. Do grego polis resulta a palavra “política” e também a palavra “polícia”. Se a política busca as condições para uma vida em comum, a polícia busca as condições para a preservação da vida em comum. Claro que isso assim o é, em tese. Na vida prática, tanto o sentido da política como o sentido da polícia podem ser corrompidos em função da busca de interesses particulares postos acima dos interesses públicos ou, ainda, pelo predomínio de uma razão instrumental cegamente pragmática. Mas o fato dessas distorções ocorrerem não implica o desaparecimento do sentido normativo dos termos política e polícia. Ambos estão etimologicamente vinculados à ideia de busca e manutenção das condições da vida em comum. A política, ao menos conforme sua tradição clássica, liga-se ao conceito de cidadão, cidadania, e, portanto, de administração pública ou de administração da coisa pública. Contudo, administrar a coisa pública não é um ato apenas burocrático que se encerra em si mesmo. Essa administração tem um fim, um telos. Diz Aristóteles: “Mas não é apenas para viver juntos, mas sim para bem viver juntos que se fez o Estado.”[3] Administrar a polis significa buscar as condições para um bem viver de todos os cidadãos, de todas as pessoas. Ainda segundo Aristóteles, o bem viver entre concidadãos traz uma exigência de igualdade, isto é, que cada um tenha a sua vez, o que, para esse filósofo, se traduz em justiça e honestidade. A administração pública possui, nessa linha de raciocínio, um compromisso transcendental com a justiça, ou seja, com a repartição de bens, encargos e imunidades. Esse é o sentido de uma justiça distributiva, preocupada em equiparar pessoas e grupos a uma espécie de linha média da sociedade. De certa forma, os dois sentidos dados por Aristóteles à exigência de igualdade, quais sejam, justiça e honestidade, articulam-se com as duas palavras que decorrem do termo grego polis: política e polícia. Enquanto a política deve ser guardiã da justiça, a polícia deve ser guardiã da honestidade. Mas não é só isso: a ação da política deve ser pautada pela honestidade, bem como a ação da polícia deve ser pautada pela justiça. Os quatro termos obedecem a uma reciprocidade direta e cruzada. Assim como não pode haver uma política sem justiça e honestidade, também não pode haver uma polícia sem justiça e honestidade[4]. Com efeito, num plano prescritivo, política e polícia estão interligadas a partir das mesmas exigências morais. Contudo, não é assim que acontece na prática. O texto que se segue apresentará alguns argumentos que pretendem enfatizar essa ruptura fática, ou trauma moral, que por diversas vezes ocorre entre o sentido prescritivo e o sentido descritivo de política e polícia. O entendimento de política, polícia, justiça e honestidade é indispensável à compreensão do papel verdadeiro da polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Sem a reciprocidade cruzada desses termos, não é possível compreender o papel do Estado social e do Estado policial. E o compromisso da polícia militar brasileira é a proteção das comunidades a quem serve. [1] Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina; Professor Adjunto da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e Professor Adjunto da FGV Direito Rio. É também o coordenador do Núcleo de Mediação de Conflitos Comunitários e Facilitação de Diálogos da FGV Direito Rio, com apoio do programa Pacificar e parceria com o Viva Comunidade. [2] ARISTÓTELES. A Política. São Paulo: Martins Fontes, 1998, pp. 4-5 [3] ARISTÓTELES. Op. Cit., p. 53. [4] ARISTÓTELES. Op. Cit., p. 63. Fonte: Mediação de conflitos comunitários e facilitação de diálogos: relato de uma experiência na Maré / Organizadores: José Ricardo Cunha e Rodolfo Noronha. – Rio de Janeiro: Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (2010, p. 14-15)
Jornada Policial Rural, em Bom Despacho, realizada pelos soldados alunos do 7° Batalhão da PMMG.
A educação profissional é um dos compromissos assumidos pelas polícias militares brasileiras, atuantes nas 27 unidades da República Federativa do Brasil. Na ambiência da educação profissional, ocorre a formação do policial militar. Este é assim conceituado por João Bosco de Castro em O Sepulcro da Verdade – análise de uma pesquisa (2008): O Policial Militar é profissional (ou servidor) de preservação da ordem pública (ou preservador da ordem pública, ou profissional de polícia ostensiva, ou profissional de polícia militar, ou servidor policial-militar), em vez de profissional de segurança pública, de acordo com o § 5º do art. 144 da Constituição da República Federativa do Brasil e o inciso I do art. 142 da Constituição do Estado de Minas Gerais. Essa marca especial do fazedor de polícia ostensiva, pela tipificação mineira do trabalho de preservação da ordem pública, passa pela figura emblemática da Defesa Social, estabelecida nos arts. 133-I e III, 134-IV e § 1º – III e IV da citada Carta Estadual. De acordo com o § 6º do art. 144 da Constituição Federal, esse Profissional de Preservação da Ordem Pública (e não Profissional de Segurança Pública nem Operador de Segurança Pública), como integrante de Força Auxiliar do Exército, é Reservista da mencionada Força Terrestre Federal. Exatamente à luz do mesmo § 6º do art. 144 da Constituição Federal, o Conselho Nacional de Educação, pela respectiva Câmara de Educação Superior, estendeu às polícias militares e corpos de bombeiros militares os efeitos de seu Parecer CNE-CES nº 1295/2001, por meio do qual se reconhecem as Ciências Militares produzidas e praticadas pelas Forças Armadas e Auxiliares do Brasil. Os integrantes dessas Forças Auxiliares são Militares Estaduais,conforme ao disposto no art. 42 da citada Constituição Federal. No 7º BPM, na aprazível Bom Despacho, desenvolve-se a Educação Profissional do Policial Militar, por meio do Curso de Formação de Soldados – CFSd. Os alunos do curso são militares integrantes 102ª Companhia de Ensino e Treinamento. Iniciaram o curso após se submeterem a um disputado processo seletivo. A conclusão de um curso universitário foi uma das exigências do concurso realizado. No desenvolvimento das atividades educacionais programadas, segundo os modernos processos de ensino e aprendizagem policial militar, conforme aconteceu na destacada atividade física inicial, aconteceu, no período de 23 a 25 de março deste ano, Jornada Policial Rural (JPR). A propriedade (fazenda) do Sr. Pedro Altair da Costa, pai do Sargento Jonas Castro da Costa, foi o espaço territorial delimitado para os exercícios práticos, em consequência dos ensinamentos nas salas de aulas. Ao final da JPR, os alunos do CFSd foram recebidos pelos familiares, colegas de farda e pelo Ten Cel Rodrigo, comandante do 7° BPM. Naquela oportunidade, foram premiados os Sd 2ª Cl Webson Pereira Santos (destaque geral); Sd 2ª Cl Luís Gustavo Costa Gontijo (destaque do 1° Pelotão) e Sd 2ª Cl Eleandro Gonzaga Vieira (destaque do 2° Pelotão). Em todos os momentos das atividades programadas, os Oficiais e Praças da 102ª Cia ET foram apoiados pelos militares da Administração do 7º BPM e da 50ª Cia PM. Mais uma etapa vencida! Parabéns a todos os participantes da JPR, extensivos aos familiares. Fonte: Facebook 7 BPM.
Vendo as luzes das Estrelas! Vamos apagar as luzes?
Após assistir ao vídeo acima, Você poderá, também, cantar/ouvir música, ou, simplesmente, dormir e sonhar: Sonhe com as estrelas, apenas sonhe,… Fernando Pessoa Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu. Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa de chegar, sabe-se lá aonde. As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces. O sorriso! Esse, você deve segurar, não o deixe ir embora, agarre-o! Persiga um sonho, mas, não o deixe viver sozinho. Alimente a sua alma com amor, cure as suas feridas com carinho. Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas, não enlouqueça por elas. Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca. Alargue seu coração de esperanças, mas, não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-as. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o! Circunda-se de rosas, ama, bebe e cala. O mais é nada. Fonte: Texto (Pensador) e foto (Miranda do Douro).
1º Curso de Policiamento Ambiental – CPA/2017.
O aprimoramento dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública tem sido buscado na Polícia Militar do Distrito Federal. Essa iniciativa, além de bom exemplo, tem sido compartilhada com outras instituições militares estaduais que se fazem representar por um de seus membros. Nesse sentido, a PMDF deu início ao 1º Curso de Policiamento Ambiental – CPA/2017. Os detalhes publicados no portal da Instituição Militar Estadual, são os seguintes: A aula inaugural do curso foi realizada nesta segunda-feira (20), no auditório do Templo da Legião da Boa Vontade (LBV). Integraram a mesa de honra, o chefe do Estado-Maior, coronel Ricardo Yamasaki Santiago, o chefe do Centro de Comunicação Social da PMDF, coronel Borges, o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Andre Lima, o comandante do Comando de Policiamento Ambiental (CPA), coronel Rogério Brito de Miranda, e o subchefe da Ordem Pública e Social do GDF, coronel Cláudio Fernando Condi. Além de qualificar o policial para realizar atividades de policiamento ambiental, o curso visa proporcionar conhecimentos relativos à temática ambiental quanto à cultura e meio ambiente em zonas urbanas e rurais, tais como o impacto do crescimento populacional, inclusão social, sustentabilidade, patrimônio natural e cultural. Os policiais militares também serão instruídos quanto à proteção da fauna e flora, juntamente à doutrina de operações de policiamento e fiscalização ambiental. O evento contou com a participação de policiais militares que integram a Pós-Graduação de Policiamento Ambiental, oferecida pela PMDF, e também com a presença de policiais militares dos Estados do Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Roraima. Moabe, tenente da Polícia Ambiental do Rio Grande do Norte, é um dos policiais militares de outro estado que vieram participar do curso. Ele destacou a importância da temática do curso e o reflexo dela na sociedade. “Se nós não atentarmos para a importância do meio ambiente, a nossa geração e as gerações futuras vão sofrer as consequências. É um assunto muito importante sobre algo fundamental para a sobrevivência do ser humano.” O segundo tenente do Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar do Mato Grosso, Edson Mendes Júnior, destacou a Polícia Ambiental do DF como referência nacional. “O Batalhão da Polícia Ambiental do Distrito Federal é referência nacional e a ideia é a gente adquirir conhecimento para poder melhor empregar a fiscalização do nosso Estado e retransmitir à nossa tropa, podendo capacitá-la também. O Policiamento Ambiental é algo que eu amo e só tem agregado experiência para mim como profissional e como pessoa”, disse o tenente. Fonte: PMDF.
Eles riem da nossa desgraça? Coisas de políticos?
Com a ilustração da foto destacada, Ricardo Kertzman & Amigos publicaram, no blog dessa sexta-feira (24), “os arautos da nossa desgraça”. Aproveita-se o espaço, para compartilhar com o leitor o significado dos dois termos principais da frase usada no título do texto. Transcreve-se do Dicionário digital de Caldas Aulete: (a.rau.to) sm. 1. Na Idade Média, oficial que fazia proclamações solenes e anunciava a guerra e a paz. 2. Nas monarquias modernas, dignatário da corte que serve de pregoeiro nas cerimônias de casamento e aclamação dos reis 3. Fig. Porta-voz: Era o arauto do presidente. 4. Fig. Aquele que anuncia (arauto da primavera); MENSAGEIRO [F.: Do fr. héraut, do frâncico hariwald.] e (des.gra.ça) sf. 1. Má sorte; ADVERSIDADE; INFELICIDADE; INFORTÚNIO: “Minha desgraça,ó cândida donzela /… / É ter para escrever todo um poema / E não ter um vintém para uma vela.” (Álvares de Azevedo, Minha desgraça)) 2. Acontecimento funesto; TRAGÉDIA; CALAMIDADE: “Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua… João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça…” (Euclides da Cunha, Contrastes e confrontos)) 3. Fig. Miséria: Perdeu tudo e caiu na desgraça. 4. Fig. Pessoa ou coisa deplorável, detestável: Isso de ter de sujeitar-se por dinheiro é uma desgraça. 5. Indivíduo ou coisa lastimável, sem préstimo: Minha cunhada é uma desgraça: Esta casa velha é uma desgraça. 6. Pop. Palavra-ônibus empregada para se referir, de modo pejorativo, negativo, a qualquer coisa; TROÇO: Essa desgraça não cozinha! 7. Fig. Sentimento ou estado de grande aflição [F.: des – + graça. Sin. ger. (pop.): desgrama.] É, caro leitor, diria “Zé do bão despacho: é muita carga pesada pro meu ‘caminhonzinho’ veio!” Mas, vamos em frente… Caso queira ler o conteúdo de “arautos da nossa desgraça”, publicou-se o texto abaixo: A cada nova prisão, a cada novo testemunho — notem: testemunho, não deleção — fica ainda mais claro o papel desempenhado por Lula, Dilma e toda a imunda corja petista — e incluo aí todos os que ainda defendem esta canalha toda — no caos político-econômico do país. O que essa verdadeira máfia organizou no Brasil, desde que assumiu o poder, beira filme policial exagerado. Cooptaram o Legislativo (desde o Mensalão), aparelharam completamente o Executivo e corromperam parte do Judiciário brasileiro, sempre em conluio com os maiores Barões empresariais do país. A tal elite que sempre atacam nos seus discursos populistas. Levaram dinheiro para fora e lavaram dinheiro dentro. Arrasaram os cofres públicos de absolutamente todos os municípios e estados que administraram, além da própria União. Fizeram sozinhos? Claro que não! PP, PR, PMDB, PCdoB e PTB são cúmplices diretos e fervorosos de suas alianças espúrias. DEM e PSDB são santuários? Óbvio que não! São partidos que também abrigam alguns vagabundos, mas que ainda podem se orgulhar de alguns pouquíssimos quadros, bem como, ao menos na esfera federal, até agora estão “limpos”, como restou provado pelos depoimentos de Marcelo Odebrecht e Hilberto Silva. “Ah, e o Aécio; não vai falar nada? E as delações envolvendo Temer? E o caixa 2 de Serra?” Bem, se e quando Aécio responder criminalmente, como o penta-réu e comandante supremo da organização criminosa chamada PT, certamente falarei. O mesmo para Temer e Serra. O que não dá, nem serve para nada que não seja jogar todos no mesmo balaio, coisa que só interessa ao PT e ao bando criminoso, é ficar misturando alhos e bugalhos. Eu não caio nessa! Lula, Dilma, Marcelo Odebrecht, Leo Pinheiro, Eike Batista, Palocci e companhia são assuntos exclusivamente petistas. PE-TIS-TAS. Bilhões de dólares do nosso dinheiro foram desviados para os bolsos destes porcos imundos. Contas correntes com codinomes toscos, debochados. Marcelo, Lula, Dilma, Palocci e Mantega debochavam da nossa cara, debochavam dos miseráveis, dos enfermos. E continuam debochando, dia sim, dia também, enquanto não estiverem TODOS atrás das grades. Até comício fizeram juntos! Olharam para os rostos sofridos dos sertanejos paraibanos e debocharam novamente. Os mesmos bilhões que não trouxeram hospitais a quem precisa, escolas para as nossas crianças, policiais para a segurança pública ou presídios decentes. Esse dinheiro também pagou e calou a boca de muito agente público corrupto por aí, de muito jornalista e artista também, os tais formadores de opinião; e continua pagando, aliás. Carros blindados transportando dinheiro sujo, assessores contratados como funcionários públicos esgueirando-se por edifícios comerciais em busca de “dinheiro vivo”, dando nomes falsos nas portarias, usando bonés e óculos escuros, fugindo das câmeras de segurança, tal como fazem traficantes de rua, sequestradores, cafetões, estupradores e os piores tipos de criminosos da sociedade. Lula é o Amigo; Palocci o Italiano, Mantega o Pós-Itália e Dilma a Presidente que sabia absolutamente de tudo. Estes foram os operadores e beneficiários diretos do maior assalto ao Brasil que se tem notícia. A Coroa portuguesa foi um trombadinha de praia perto do PT. Aliás, relativize-se o partido, mesmo sendo o beneficiário direto e indireto de toda esta roubalheira imunda, pois resta claro que UM único petista iniciou, organizou e comandou esta máfia toda. E este UM escolheu a dedo seus dois ou três mais próximos paus-mandados para dividir o grosso do butim. A Odebrecht corrompeu a Democracia brasileira. A Odebrecht distribuiu dinheiro a praticamente todos os políticos e partidos, sim. Mas só UM, um único partido e um único político, transformaram doação de campanha — contabilizada ou não — em uma fortuna de mais de R$ 300 milhões para uso próprio e pessoal. Estes foram Lula e o PT. Jamais nos esqueçamos disto. Jamais confundamos isto. Jamais misturemos isto. Lula, Dilma e PT: estes são os nomes da infâmia. O arautos da desgraça! Fonte: Portal Uai.
Temer decide retirar servidores da Previdência: “samba do crioulo doido”?
A decisão tomada na noite de ontem (21), sobre a retirada dos servidores estaduais e professores do projeto da reforma da previdência, gerou mais uma situação desconfortável. Sob o enfoque político, tudo indica tratar-se de uma saída estratégica bem articulada do partido que lidera o poder no planalto. Desse modo, a pressão das bases é redirecionada para os palácios estaduais, liberando o poder central de possíveis responsabilidades, inclusive, de possíveis prejuízos políticos, se a pretensão do partido do atual presidente da república é — e parece que é — a continuidade no comando político da nação brasileira. Para o deputado João Campos (PRB-GO), na presidência da bancada evangélica, conforme publicado na Folha de S. Paulo: “a decisão do presidente Michel Temer de retirar da reforma previdenciária os servidores estaduais e municipais vai transformar a Previdência no ‘samba do crioulo doido’” e “O governo muda radicalmente. Vamos ter múltiplos regimes próprios de servidor público, de cada Estado, municípios e do governo federal. Vai virar o samba do crioulo doido” Sob o enfoque econômico, é bom para o planalto e para alguns estados asseguram os analistas econômicos, considerando que déficit da previdência privada seria de R$ 80 bi, enquanto que o dos estados totaliza R$ 90 bi. Mas, ainda sim, o problema é muito mais político do que econômico. Isso porque o poder e o foco da pressão subsequente saem do planalto e vão para a porta dos palácios, conforme ressaltou Carlos Alberto Sardenberg, no Linha Aberta desta manhã. Para os governos estaduais com a situação financeira normalizada, os resultados podem ser alvissareiros para ambas as partes. Os servidores públicos e professores ficarão felizes e os governantes colherão dividendos positivos no pleito de 2018. Àqueles estados com situações difíceis, somente o tempo mostrará como irão resolvê-las. É esperar pra ver. Fonte: Folha de S. Paulo e CBN.
Instituto Superior de Ciências Policiais capixaba aperfeiçoará a 1ª turma, com 40 capitães.
Com o título de “PMES inicia Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais”, a Instituição Militar Estadual capixaba comunicou mais um conquista realizada, ao destacar que, na última segunda-feira (20),iniciou: o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO/2017). Esta é a 1ª turma a ser realizada no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Pública (ISP), em Cariacica, contando com 40 capitães matriculados. Historicamente, os capitães da PMES eram enviados para outros Estados, para participarem do CAO ou eram matriculados em Instituições de Ensino Superior do Espírito Santo, equivalendo à pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Segurança Pública, formando turmas na UFES (1998, 1999, 2001 e 2002), FAESA (2006), FDV (2007), UVV (2009 e 2011) e MULTIVIX (2013). O CAO/2017 passa a ser oferecido na própria Corporação como uma Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Policial Militar e Segurança Pública, aprovada pela Resolução nº 4.624/2016 do Conselho Estadual de Educação (CEE) da Secretaria Estadual de Educação (SEDU), inaugurando assim uma nova fase no ensino superior da Polícia Militar. Fonte: PMES.
Polícia Militar do Tocantins realiza o 1º Curso de Patrulhamento em Ambiente Rural.
Nesta terça-feira (21), foi realizada uma cerimônia de conclusão do 1º Curso de Patrulhamento em Ambiente Rural (CPAR), no auditório do Quartel do Comando Geral, em Palmas, no Estado de Tocantins. Foram 26 policiais militares que se especializaram, ainda mais, para os desafiantes misteres da polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Desenvolvido em parceria com a Polícia Militar do Mato Grosso (PMMT) e com carga horária de 150 horas/aulas, o objetivo síntese do curso foi “aprimorar práticas de combate à criminalidade e aumentar a segurança do cidadão tocantinense”. Foram desenvolvidos três eixos temáticos — modos de atuação da modalidade de crime “Novo Cangaço”, patrulha rural e operações ribeirinhas —, destacados na ” leitura da ata de conclusão de curso. Durante a solenidade de conclusão do curso, foram registrados os seguintes acontecimentos: Em seguida, os formandos receberam o brevê de conclusão de curso dos instrutores oriundos da PMMT, o capitão João Fernando de Souza Assunção, os sargentos Antonio Vieira de Abreu Filho e Joailton Lopes Amorim, os cabos Luiz Fernando de Sousa e Lucio Eli Moraes e os soldados Josias Neres dos Santos, Maurilo Viana Rodrigues e Alvino dos Santos Arruda que ainda foram homenageados com a entrega de certificados “Amigo da PM”. Em ato contínuo, o comandante geral da PM, coronel Glauber de Oliveira Santos, o subsecretário de Segurança Pública, Abizair Paniago, o comandante do 22º Batalhão de Infantaria do Exército, tenente-coronel Athos Roberto Souza, o chefe do Estado-Maior dos Bombeiros Militares, coronel Reginaldo Leandro da Silva, o comandante da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), major Abner Alves Martins e instrutores do 1º CPAR descerraram a placa alusiva à conclusão do curso. O major Abner Alves Martins, comandante da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), que também realizou o curso, agradeceu o empenho dos instrutores em compartilhar conhecimento e dos alunos em buscar o aperfeiçoamento. “As expectativas sobre o 1º CPAR eram as melhores possíveis, tanto no campo do conhecimento quanto na integração entre os colegas. Com os treinamentos de camuflagem e técnicas operacionais na busca a infratores, em meio rural, utilizadas pela PMMT, com certeza, a PMTO terá excelência em desenvolver ações no combate ao Novo Cangaço”, destacou. O comandante geral da PM, coronel Glauber, pontuou ainda a importância da parceria entre as coirmãs que somam práticas e técnicas operacionais para o combate à criminalidade. “Nossa gestão busca capacitar os policiais militares continuamente. A criminalidade utiliza diversos “modus operandi”, entretanto, a Polícia estará sempre à frente, buscando a excelência na prestação de nossos serviços. Agradecemos a disposição dos instrutores em proporcionar a aprendizagem de novas técnicas para nossa corporação”, ressaltou o comandante. Fonte: PMTO.

