No Pará, policiais militares concluem curso de polícia ostensiva fluvial!
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, membros da Companhia Independente de Polícia Fluvial (CIPFLU), da Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA), concluíram o III Curso de Operações Fluviais. Nota da PMPA, publicada no portal daquela Instituição Militar Estadual, informa que: Após seis semanas de intensas atividades físicas e instruções, encerrou-se na última segunda-feira (17) o III Curso de Operações Fluviais, promovido pela Companhia Independente de Polícia Fluvial (CIPFLU) sob a coordenação do Capitão Henrique Bechara. Dos 44 alunos ingressantes, 24 protagonizaram a solenidade de formatura ocorrida na manhã de ontem (18) com as presenças do Coronel Leão Braga, comandante do Comando de Missões Especiais, e de representantes da Força Aérea Brasileira e da Marinha do Brasil. O Curso de Operações Fluviais tem como objetivo promover a capacitação para o policiamento em áreas ribeirinhas e fluviais, viabilizando o combate a “pirataria”, ao narcotráfico, contrabando e a outros crimes que possam comprometer a segurança das populações ribeirinhas no estado. Com 405 horas de instruções, o curso abrange as disciplinas Natação Utilitária; Controle de Distúrbios Civis; Condução e Tripulação de Embarcação; Policiamento Tático Fluvial; dentre outras. O destaque do curso em 1º lugar foi o Soldado Rodrigo Miranda, do Batalhão de Policiamento Tático (BPOT), que pretende retornar ao curso como instrutor. “O policiamento fluvial é muito importante para que nós possamos obter certos conhecimentos que não temos em outros cursos de formação. Agora que sou um operador fluvial, posso repassar o meu conhecimento para outros”. Em 2º lugar ficou o Cabo Joselino Viana, do Comando Regional de Itaituba, que foi escolhido como orador oficial da turma. O Cabo Glailson de Souza, da CIPFLU, foi quem garantiu a 3ª colocação. Os três foram particularmente cumprimentados e receberam suas premiações das mãos do Coronel PM Leão Braga, do Tenente Coronel PM Antônio Cavalcante e dos Majores PM Elton Medeiros e Giorgio Mariúba. O auge da formatura ficou por conta da entrega dos brevês realizada pelos familiares e amigos dos formandos, entre os quais estavam um militar da Força Aérea Brasileira e um da Marinha do Brasil. Para as Soldados Danielle de Freitas e Erika Garcia o curso foi ainda mais desafiador. “Pra mim e pra 28 (número atribuído à soldado Danielle), foi um plus a mais pelo fato de nossa condição biológica, tivemos que nos nivelar com os meninos e isso foi muito difícil, mas graças a Deus nós conseguimos conquistar essa vitória. A Companhia Fluvial é uma excelente unidade, conheci de fato as dificuldades do policiamento embarcado e o quanto é desafiador desbravar esses nossos lindos rios”, afirmou a Soldado Erika Garcia, componente da Companhia Independente de Operações Especiais. O Major Elton Medeiros, Comandante da Companhia Independente de Polícia Fluvial parabenizou a todos pela formação e declarou que cabe aos formandos propagarem e aplicarem os conhecimentos apreendidos. O Comandante do Comando de Missões Especiais, Coronel Leão Braga, ressaltou que nos últimos três anos o CME tem conseguido não apenas ofertar maior quantidade de cursos e estágios para praças e oficiais, como tem conseguido aplicar o 2º ciclo destes cursos, devido ao esforço do Comando da Corporação. Fonte: PMPA.
Ao funcionário público ou privado, falar e escrever bem são indispensáveis!
“Seja qual for a nossa profissão – ensina mestre Aires da Mata Machado – sempre lidamos com a palavra, ora falando, ora escrevendo. E, quanto melhor o fizemos, maior será naturalmente a nossa eficiência.” O texto ora destacado é do Coronel PM, Professor e Escritor Jair Barbosa da Costa que nos legou ensinamentos preciosos sobre o falar e o escrever bem! São ferramentas indispensáveis a qualquer profissional que lida diretamente com o público. Ainda nesses tempos, em nosso meio, o dileto Professor Jair continua um incansável escritor. Cada livro seu, cada discurso, continua sendo fonte de lições importantíssimas para os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Uma dessas lições, transcrita a seguir, é, agora, compartilhada com o(a) leitor(a) comprometido(a) com o enriquecimento profissional por intermédio da nossa Língua Portuguesa. Linguagem e Público A linguagem é a carta de apresentação, ou a fotografia de corpo inteiro de qualquer pessoa. Por isso, as empresas realizam entrevistas com candidatos a emprego, principalmente se o cargo envolve relacionamento direto com o público, a fim de avaliar seu desempenho na comunicação interpessoal. Costumamos referir-nos a uma repartição pública, oficial ou privada, conforme o tratamento espelhado na linguagem de seus funcionários. Não raro, tecemos elogios ao modo com que nos recebem os funcionários mais simples, e lamentamos a falta de lhaneza, sobretudo de linguagem, dos mais graduados. A estes, é comum a indisposição para o tratamento direto com o público. Falta-lhes essa afabilidade que nasce e emerge da linguagem articulada, no contexto falante-ouvinte, vivificado pela expressão fisionômica dos comunicantes – o estado de espírito vindo à flor dos olhos e do semblante como um convite ou um assentimento ao diálogo. “Seja qual for a nossa profissão – ensina mestre Aires da Mata Machado – sempre lidamos com a palavra, ora falando, ora escrevendo. E, quanto melhor o fizemos, maior será naturalmente a nossa eficiência.”(1) Vivemos, entanto, sob o império universal da informática e da prepotente comunicação visual. A primeira metamorfoseia todas as linguagens em se código específico, essencialmente numérico; a segundo, às vezes agressiva, reduz a imagens, o quanto pode, todo o processo comunicacional humano, com o fim de persuadir pelos sentidos. Eis os dois fatos geradores da frieza das relações entre os homens, embora as aparências demonstrem o contrário. É que o veículo televisivo, no comando do sistema comunicacional de massa, cria sobremodo entre os jovens, uma supra realidade, nutrindo o povo de frases feitas e falsos conceitos de paz, amor, liberdade, conforto, cultura, afirmação pessoal, produz clima emocional contagiante na juventude, principal agente-instrumento de consumo, para espetaculoso como o “Rock in Rio”. Em todo esse processo subjaz o ideológico, jamais preocupado com o vazio existencial das pessoas. Então, não há por que se admirar, em nossos dias, da pouca importância à palavra, seja qual for sua forma de expressão; da pressa inconsciente dos homens para a consecução de seus objetivos. Não se tem paciência para se ouvir o outro. O dedo indicador, quando tanto, costuma constituir a resposta de um funcionário a um consulente. Um exemplo gritante foi registrado pelo jornalista Paulo Francis, correspondente da “Folha de S. Paulo” em Nova Iorque, sobres a “entrevista” de um alto funcionário do Governo Federal acordando em torno da dívida brasileira com os banqueiros norte-americanos. Francis pede aos leitores sensíveis que saltem o parágrafo dos chulismos e palavrões utilizados por aquela autoridade de Governo, em missão mais diplomática do que comercial. O Jornalista diz que a imprensa, “por uma delicadeza do tempo das caravelas, transmite em linguagem educada o que os donos do mundo dizem. Na televisão – ressalta Francis – claro, adotam linguagem formal. É por isso que soam tão esquisitos.” (2) Respeita-se, de certo modo, a indiferença até mesmo de um tipo de indivíduo vezado em, assim que expõe seu ponto-de-vista, dar as costas para o amigo, ou simplesmente ouvinte, que fica “a ver navios”, em decepcionante solilóquio. Todavia, ao homem público, ao funcionário de uma empresa, não se admite o despreparo para o diálogo, em particular com pessoas estranhas a seu ambiente de trabalho, desobrigadas de conhecer suas fobas e neuroses. (1) In Escrever Certo (vol 1). São Paulo, Boa Leitura Editora S / A, s/d. (2) “Folha de S. Paulo”, 11-01-85. Fonte: COSTA. Jair Barbosa da, A força bruta da comunicação de massa: ideologias e linguagens – Belo Horizonte: Vigília, 1985, 70 p. Foto: Língua Portuguesa.
“Capitães concluem Curso de Especialização em Gestão de Segurança Pública”!
A importância da formação e especialização dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública são indicativos da busca da excelência, para que a Polícia Militar do Estado do Maranhão (PMMA) cumpra sua missão de Instituição Militar Estadual. Nesse entendimento, verificamos, no portal da PMMA, as seguintes informações: Trinta e oito capitães da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) concluíram, na manhã desta quinta-feira (20), o Curso de Especialização em Gestão de Segurança Pública – CEGESP. A solenidade de formatura aconteceu no Auditório Central da Universidade Federal do Maranhão – UFMA. O evento representou mais um avanço na área de ensino da corporação que retomou a parceria com a UFMA para aplicação do Curso. Participaram da solenidade, a reitora da UFMA, Nair Portela, o secretário de segurança Pública do Estado, delegado Jefferson Portela, o comandante geral da PMMA, coronel Frederico Pereira, o subcomandante geral da Corporação, coronel Jorge Luongo, o Sub Chefe do Estado Maior, coronel Antonio Roberto, o diretor de Ensino, coronel Laércio Ozório, o comandante da Academia de Polícia Militar “Gonçalves Dias” – APMGD, coronel Raimundo Sá, além de professores da Universidade, convidados, oficiais e praças da PM. Durante a solenidade os três primeiros colocados; capitães Gardene, Albuquerque e Fernanda foram homenageados. A capitã Gardene Honório de Carvalho recebeu a Medalha de Mérito Intelectual “Goncalves Dias”, por ter galgado o primeiro lugar do curso. No seu discurso o orador da turma, capitão Berredo, mencionou que o CEGESP provoca uma mudança positiva no comportamento e na visão dos concludentes. “ O curso foi também uma intervenção, para mostrar que a segurança pública precisa da nossa força de trabalho, do melhor que temos, do nosso brilhantismo profissional, tático e intelectual”, finalizou o formando. Para o coronel Pereira o curso além de ser essencial na carreira do policial militar, representa avanços e quebra de paradigmas. “Com a parceria da UFMA, o CEGESP quebra paradigmas e possibilita ao oficial um universo maior de aproveitamento e conhecimentos. Buscamos a qualificação e que os oficiais estejam habilitados”, ressaltou o comandante. O secretário Jefferson Portela ressaltou a importância da qualificação profissional viabilizada pela parceria com a Universidade Federal e elogiou a qualidade intelectual da turma. “Parabenizo todos os capitães pela qualificação e desenvolvimento em suas carreiras que já iniciaram a mais uma década a serviço da sociedade maranhense”, disse o gestor de segurança pública do Maranhão. Para Nair Portela o trabalho em conjunto da Universidade com a Corporação Militar é salutar e a gestora parabenizou as instituições pela parceria. “A universidade é pautada em atender os interesses da comunidade. Esta especialização é muito importante, pois além de possibilitar a ascensão profissional na carreira militar aos oficiais, confere-lhes subsídios para o planejamento, gestão e consequentemente melhora a proteção da sociedade”, disse a reitora. Sobre o Curso O CEGESP é composto por 700 horas/aulas, teve a duração de aproximadamente de 5 meses em regime integral com aulas em 21 disciplinas, nos períodos da manhã e tarde na APMGD. Um dos requisitos para a aprovação no curso é a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que os alunos realizaram com sucesso na última semana. O curso confere o título de especialização lato sensu em Gestão de Segurança Pública aos capitães e os habilita a ascenderem ao posto de major. As aulas foram ministradas por professores doutores, mestres e especialistas da UFMA, UEMA e APMGD. Durante o curso os capitães participaram de uma visita de análise prática que aconteceu na Polícia Militar do Estado de Santa Catarina. Fonte: PMMA.
“Ministro da Justiça empossa novo secretário nacional de Segurança Pública”!
A partir da tarde desta quinta-feira (20), Carlos Alberto Santos Cruz — general de divisão da reserva do Exército Brasileiro — é o novo secretário nacional de Segurança Pública. A nomeação do general foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e antes de tomar posse, participou, com Osmar José Serraglio — Ministro da Justiça e da Segurança Pública — da solenidade de inclusão de 307 novos profissionais à Força Nacional. No portal daquele ministériro, foram divulgadas, também, as seguintes informações: O general Santos Cruz é formado em Engenharia Civil pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e iniciou sua carreira militar em 1968, ao ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), onde concluiu o curso em 1970. A seguir, cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), tendo sido declarado aspirante a oficial de Infantaria em 1974. Desde então desenvolveu uma extensa carreira. Como general de brigada, comandou a missão de paz no Haiti (Minustah) entre setembro de 2006 e abril de 2009, tendo um total de 12 mil militares subordinados. Atingiu o posto de general de divisão de março de 2009 e no retorno ao Brasil, foi comandante da 2ª Divisão de Exército e subcomandante do Comando de Operações Terrestres. Passou para a reserva em novembro de 2012. Em seguida tornou-se assessor especial do Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para suceder o tenente-general indiano Chander Prakash Wadhwa no comando da missão de paz na República Democrática do Congo (MONUSCO), na coordenação de cerca de 23,7 mil militares de 20 países, de junho de 2013 a dezembro de 2015. Fonte: Ministério da Justiça.
“Controvérsias sobre o Alferes”!
Nesta semana, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública homenageiam o Alferes* Tiradentes — Patrono de suas respectivas Instituições Militares Estaduais. As histórias e estórias sobre Tiradentes são muitas. Mas, a História é, certamente, a que confere veracidade, pois é fruto de pesquisas a documentos e a historiadores respeitados, com os respectivos registros. Um desses registros históricos é A Polícia Militar através dos tempos — dos Primórdios ao Regimento Regular de Cavalaria (volume I) Naquele compêndio, encontram-se as “Controvérsias sobre o Alferes”, onde o autor destaca algumas considerações históricas sobre o bigode e a barba do Alferes Tiradentes, que têm sido motivo de falácias descabidas. Em seguida, destacam-se as informações referenciadas: Bigode Tiradentes nunca usou bigode, mas alguns historiadores dizem que sim. O engano é comum entre aqueles que não estão familiarizados com a História Militar. Baseiam eles no fato de ter Tiradentes procurado o Vice-Rei do Rio de Janeiro, em maio de 1789, por estar sendo seguido por dois granadeiros à paisana. Diante da mais alta autoridade política e militar do Brasil-Colônia, o Alferes Xavier, corajoso, franco e destemido, instou-lhe:desejo saber porque estou sendo vigiado por dois granadeiros à paisana e sem bigode. Interpretando a frase sem bigodes, sem maiores conhecimentos da arte militar, certos biógrafos de Tiradentes escreveram que o Alferes usava bigode. Se, todavia, tivermos cuidando de retroceder à origem dos granadeiros, lá nos séculos XVI/XVII, veremos que, no início, eles não formavam corpos separados, faziam parte de uma ou duas Companhias do Regimento — Infantaria ou Cavalaria. Daí, a necessidade de fazê-los usar bigode para diferenciá-los do restante da tropa. E somente eles poderiam usá-lo. Na primeira e na segunda décadas do século XIX, com a vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil, é que o costume de bigode ou de costeleta na Infantaria ou Cavalaria, respectivamente, se tornou usual. D. Pedro I, nosso Primeiro Grande Imperador, Comandante em Chefe das Armas de Cavalaria e de Infantaria, usava os dois: costeleta e bigode. Enganam-se os que dizem que Tiradentes os tenha usado. Barba Outro engano. Os homens bons, isto é, aqueles que podiam votar e ser votados, e os da nobreza adquirida ou de sangue não usavam barba nem bigode. Seguiam-se os costumes anglo-franceses da época e isso não se permitia. Tiradentes pertencia a uma família de destaque. Seu pai fora inclusive vereador, posição sociopolítica invejada e respeitada naqueles tempos Além do mais, Joaquim José da Silva Xavier, sendo Alferes, de acordo com o Regulamento do Rei D. Sebastião, de 28 de Julho de 1570, era nobre. A barba do alferes Xavier surgiu, a partir de 1872, quando o Partido Republicano ganhou espaço propagandístico, após o término da Guerra do Paraguai. Na época, cem anos depois da morte de Joaquim José, o uso da barba era moda entre as grandes autoridades civis e militares. Nos Estados Unidos, Lincoln era um respeitável exemplo. No Brasil: Dom Pedro II, Caxias, Tamandaré, Rio Branco e tantos outros. segundo o historiador Augusto de Lima Jr., contrataram o pintor italiano Angelo Agostinho para pintar o Alferes. O artista usou um quadro de Jesus Cristo como modelo. Quando se implantou a República, foi esse quadro reproduzido nos livros de História. A estátua existente defronte à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro seguiu o mesmo padrão. E, assim, outras. Não tem fundamento o argumento simplista de que Tiradentes ficou barbudo na prisão: era proibido usar pelos no rosto e na cabeça, a fim de evitar muquiranas (piolhos). Na Casa de Misericórdia, havia um funcionário para cuidar dos presos diariamente. Com relação a Tiradentes, ele não usava o serviço do barbeiro para barbear-se. Ele possuía duas navalhas e um espelho na prisão, com os quais ele cuidava de sua higiene facial. Tiradentes foi executado escanhoado e cabeça completamente raspada. Queira-se ou não se queira, foi assim que Tiradentes foi morto. A história é esta! * Alferes é uma palavra de origem árabe. Formada pelo artigo al + faris, fairis (do Persa e do Árabe: cavaleiro), significa, em Português, cavaleiro, escudeiro. Também pode significar cavalheiro, o que quer dizer pessoa polida, conhecedora de etiqueta; homem muito educado no relacionamento com seus semelhantes, sobretudo com as mulheres; Alferes pode ser também, portanto, um “gentleman”. Há pessoas que afirmam ser o Alferes de origem latina — aquilifer — significando o legionário que conduzia a insígnia de uma imponente águia, símbolo da força dos antigos exércitos romanos. Não obstante o latin ser nossa língua-mãe, o árabe exerceu grande influência no vocabulário português durante o período em que dominou a Península Ibérica. Para nós, o mais correto é considerar a palavra como sendo de origem árabe, como quer a maioria. Na Alemanha era o posto de Oficial-aluno. Na França, chamava-se enseigne, porque a bandeira que conduzia tinha o nome de enseigne; no final do séc. XVIII, foi substituído por sous-lieutenant (subtenente). Nos Estados Unidos, a partir de 1800, Alferes significava oficial-aluno. O posto de Alferes sobreviveu, no Brasil, no Exército e nas Polícias Militares, até 1930. Na página encontra-se o link de acesso ao seriado “Liberdade Liberdade”, da Rede Globo de Televisão, onde é possível ver , no episódio final, Tiradentes, sem barba e sem bigode, antes de ser enforcado. Fonte:Pontopm.
Polícia Militar do Distrito Federal inaugura Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais a distância!
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) inova o processo de educação profissional, após comunicar o início do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, cujo ensino será ministrado a distância. Nota destacada, no portal da PMDF, informa que: No dia 17 de abril ocorreu a solenidade de abertura do Curso de Aperfeiçoamento de Oficias – CAO/2017 (Especialização lato sensu em Ciências Policiais), realizado pelo Centro de Altos Estudos e Aperfeiçoamento – CAEAp do Instituto Superior de Ciências Policiais – ISCP da PMDF, em parceria com o Grupo Unis, Universidade do Sul de Minas, tendo o total de 106 oficiais-alunos, sendo 100 da PMDF, 05 da PMGO e 01 da PMRN. A solenidade de abertura do curso teve aula inaugural ministrada pelo Subcomandante Geral da PMDF, CEL QOPM Sousa Lima, que abordou a importância do Instituo Superior de Ciências Policiais – ISCP tanto para o fomento da educação no âmbito da corporação quanto para dar voz às ciências policiais, por intermédio de policiais militares, no meio acadêmico. Para além da aula inaugural, fizeram uso da palavra a Chefe do Departamento de Educação e Cultura e Reitora do ISCP, Cel QOPM Priscila Riederer Rocha, que ressaltou o fato do CAO ser o quinto curso de carreira, dentre praças e oficiais, desenvolvido com apoio da Plataforma do Ambiente Virtual de Aprendizagem do ISCP-Virtual. O Ensino à Distância na PMDF foi implementado em 2016 e é gerido pelo Gabinete de Gestão do Ensino à Distância (GGEaD) do ISCP, tendo alcançado nesse curto tempo o justo reconhecimento de ser uma ferramenta hábil e eficaz a permitir a formação continuada do efetivo da PMDF sem onerar a atividade policial militar junto à sociedade da capital federal. Da parte do UNIS, a senhora Letícia Veiga Vasques manifestou o desejo que os capitães também se sintam alunos daquela Universidade e a certeza do alto aproveitamento desses oficiais em mais uma experiência exitosa a ambos os lados, dada a expertise de educação à distância do UNIS, inclusive no fornecimento de cursos ao Exército e à Força Aérea Brasileira, e o fato de ser o CAO o quarto curso à distância que o UNIS participa junto à PMDF. O CAO da PMDF possui rol de 18 disciplinas – com fluxo curricular e ementários definidos pela corporação – distribuídas nas áreas específica, básica legal e de gestão. Nessa parceria, os oficiais alunos terão docentes do UNIS e da PMDF, cabendo aos últimos as disciplinas com componentes curriculares mais afetas às ciências policiais e às competências desejadas com o aperfeiçoamento dos capitães, que ao concluírem essa especialização terão cumprido requisito para ascenderem ao oficialato superior. Fonte: PMDF.
Dia do Índio: Políticas públicas acrianas valorizam inclusão de indígenas!
Na Foto destacada (de Sérgio Vale/Secom) vemos os Yawanawás, que “estão entre os 16 povos indígenas que vivem no Acre”, segundo a nota oficial do Governo daquele Estado. No portal do Governo encontramos as seguintes informações, neste dia em que se comemora o Dia do Índio! Por mais de 500 anos, os povos indígenas, que primeiro povoaram o território brasileiro, viveram marginalizados, excluídos de políticas públicas e viram usurparem suas terras e direitos. No Acre, onde se registram 16 povos indígenas, distribuídos em 36 terras, o governo busca reduzir os efeitos das injustiças socioeconômicas cometidas em terras brasileiras. O Estado é um dos pioneiros no país a ter, na estrutura de governo, uma Assessoria Especial dos Povos Indígenas. Zezinho Kaxinawá, gestor da assessoria, ressalta que o destaque vai além e chega aonde se faz necessário – as aldeias. “Na gestão do governador Tião Viana, temos avançado na educação, turismo, cultura, habitação, produção e saneamento básico, entre outros setores. Hoje, os povos celebram seus festivais em suas terras. Isso é a valorização cultural indígena. Há 20 anos, isso não acontecia”, pontua o assessor especial. Empoderamento cultural Zezinho Kaxinawá reforça que, com o fortalecimento cultural que o governo promove valorizando, por exemplo, os festivais promovidos em aldeias e a inclusão nas políticas públicas, surgiu também o empoderamento dos povos. “Os povos não buscavam reconhecimento por causa do preconceito. Agora, a gente vê entusiasmo e orgulho da parte indígena. O próprio governador Tião Viana prestigia os festivais”, completa. Tião Viana prestigia festivais que valorizam a cultura tradicional indígena (Foto: Sérgio Vale/Secom) Para celebrar as conquistas nesta semana em que se comemora o Dia do Índio, ações de promoção e valorização da cultura indígena têm sido realizadas nas aldeias. Na aldeia Morada Nova, em Feijó, e na terra indígena Katukina-Campinas estão sendo promovidas atividades culturais com danças, comidas típicas indígenas e jogos. Em Tarauacá, com o apoio da Assembleia Legislativa do Estado (Aleac), será promovido um ato em alusão ao Dia do Índio. Na quinta-feira, 20, em Rio Branco, haverá um seminário de educação indígena que contará com palestra do doutor em educação Gilberto Dalmolin, especialista em povos indígenas, educação intercultural e educação ambiental. Fonte: Notícias do Acre.
Na PM do Alagoas: formatura do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) – Turma 2016
A Polícia Militar do Estado de Alagoas (PMAL), a partir desta data, contará com a participação de mais 37 novos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, que concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) – Turma 2016. Leia, na íntegra, o destaque do evento publicado no portal da PMAL. Alegria, conhecimento e emoção. Essas foram as palavras que marcaram a formatura do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) – Turma 2016, composta por 37 segundos-sargentos da Polícia Militar de Alagoas, destes, 34 combatentes e três músicos. A solenidade aconteceu na tarde de ontem (17), no auditório da Escola Superior da Magistratura do Estado de Alagoas (Esmal), em Maceió. O curso, que teve início no último mês de outubro, visa aperfeiçoar através de uma contínua formação e qualificação os policiais militares habilitando-os para a graduação de primeiro-sargento. A solenidade foi presidida pelo chefe do Estado Maior Geral (EMG) da PM, coronel Adroaldo Goulart, que na oportunidade estava representando o comandante-geral e padrinho da turma, coronel Marcos Sampaio. O evento contou ainda com as presenças de diversas autoridades civis e militares, que juntamente com os formandos e seus familiares, assistiram ao belíssimo discurso do orador da turma, sargento Jesimiel Santos, que destacou a experiência da aquisição de novos conhecimentos para a vida profissional, bem como relembrou alguns momentos vividos pela turma. “Agradecemos a todos os instrutores que se doaram, não medindo esforços para levar conhecimento até nós, pois conhecimento é poder e aquele que não o tem perece, conforme explica o livro de Oséias da bíblia sagrada, no versículo 6 do capítulo 4. Que possamos ser multiplicadores de tudo aquilo que nos foi repassado nesses sete meses de curso”, disse o formando. Após a entrega dos certificados aos concluintes, com destaques para os três primeiros colocados, respectivamente, sargentos Josué Martins; Paulo Sérgio e José Benevaldo, o CAS homenageou os colaboradores do curso com placas de agradecimento. O “01” da turma assegurou que ‘a experiência de reencontrar amigos, reviver momentos, trocar ideias e até mesmo as divergências foram essenciais para o crescimento enquanto pessoas e profissionais’. O comandante do CFAP, tenente-coronel Thúlio Emery, agradeceu aos familiares pelo companheirismo e paciência para lidarem com a ausência de seus parceiros durante a jornada do curso e destacou o empenho da Unidade de Ensino em poder contribuir com o crescimento da instituição Polícia Militar. “O caminho para crescer e valorizar é o conhecimento. Sei que estamos avançando, mas queremos avançar muito mais. A partir de hoje, a sociedade conta com profissionais aperfeiçoados, mais qualificados e aptos a oferecer um serviço cada vez melhor. Parabéns a todos vocês”, concluiu o oficial. Já o chefe do EMG, disse que percebia, pela alegria e fala do orador da turma, que o aperfeiçoamento não buscou apenas a ampliação dos conhecimentos, mas também a valorização profissional de cada um. “Parabenizo a todos e destaco que a corporação precisa de cada um dos senhores e senhoras. Percebo que para vocês esse curso significou bem mais que a atualização e renovação de saberes, foi uma transformação; além de que também fortaleceu laços de amizades e, com certeza, possibilitará a realização de novos sonhos”, assinalou o coronel Goulart. Fonte: PMAL.
“‘Exposição é dolorosa, mas necessária’ , explica a Odebrecht, em carta a funcionários”.
O Jornal do Comércio de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, publicou, no início da noite dessa terça-feira (18), uma reportagem destacando que: Odebrecht diz em carta a funcionários que ‘exposição é dolorosa, mas necessária’ Em meio ao furacão das delações de 77 executivos e ex-executivos da companhia, a Odebrecht enviou carta a seu quadro de funcionários pedindo a todos “compreensão”. A empresa diz que a “exposição negativa” – a partir dos depoimentos de seus próprios dirigentes e ex-dirigentes que revelam uma longa rotina de fraudes, desvios, corrupção e práticas ilícitas em geral -, é “dolorosa, mas necessária”. “Nós precisávamos passar por isso”, diz o texto. A Odebrecht assinala aos funcionários: “Seria impossível reconstruir a empresa que queremos para o futuro sem enfrentar a realidade de fatos ocorridos anteriormente e que só agora vocês e a sociedade passaram a conhecer.” A empreiteira destaca que os relatos de seus principais executivos querem “reconhecer erros, pedir desculpas, pagar pelos crimes cometidos e indicar outros responsáveis com apoio de provas”. Leia a íntegra da carta: Prezado(a) Integrante Nos últimos dias, dezenas de executivos e ex-executivos da Odebrecht aparecem em todos os tipos de mídia relatando fatos que antes estavam sob sigilo judicial e que, pela gravidade e abrangência, estão surpreendendo a todos, inclusive aos nossos Integrantes. Peço que entendam este momento como resultado do compromisso que a Odebrecht assumiu um ano atrás, ao anunciar que faria o que chamou de “colaboração definitiva com as investigações da Operação Lava Jato” (Comunicado Compromisso com o Brasil, 22/3/2016). Foi uma opção consciente, com objetivos muito claros: a) Reconhecer erros, pedir desculpas, pagar pelos crimes cometidos e indicar outros responsáveis com apoio de provas; b) Reconstruir a empresa em padrões de ética, integridade e transparência; c) Contribuir para a construção de um Brasil melhor, em que as relações entre empresas privadas e o setor público ocorram sem corrupção. As revelações têm a profundidade agora demonstrada porque a Odebrecht ofereceu todas as condições para que os 77 colaboradores que prestaram depoimento à Justiça estivessem absolutamente tranquilos em relação à própria sobrevivência e à de suas famílias. Foi assim que puderam fazer os seus relatos com segurança e da forma mais ampla, detalhada e espontânea possível. E foi sobretudo graças à colaboração deles que a Odebrecht, como pessoa jurídica, assinou em 1º de dezembro do ano passado um Acordo de Leniência com o Ministério Público Federal e com as autoridades dos Estados Unidos e da Suíça. Nesta segunda-feira, 17/4, tivemos a boa notícia de que a Justiça americana confirmou esse Acordo, reconhecendo os nossos limites de pagamento de multas, definidos por uma empresa de auditoria independente. Isso significa que não há restrição de qualquer natureza para a atuação da Odebrecht nos Estados Unidos Lá, um Acordo de Leniência assinado com o Departamento de Justiça não é questionado nem precisa ser validado por qualquer outra instituição pública. Esta etapa de tanta exposição negativa para a Odebrecht é dolorosa, mas necessária. Nós precisávamos passar por isso. Seria impossível reconstruir a empresa que queremos para o futuro sem enfrentar a realidade de fatos ocorridos anteriormente e que só agora vocês e a sociedade passaram a conhecer. Peço desculpas aos nossos Integrantes pelos constrangimentos que os relatos dos colaboradores estão causando a vocês e às suas famílias. Gostaria que observassem menos as interpretações superficiais e às vezes agressivas de analistas sobre o comportamento de um ou outro colaborador. Atentem mais, por favor, para o conteúdo dos depoimentos. Eles exibem as nossas entranhas. Mas o conjunto de relatos também expõe ao público um retrato inédito da atuação de governantes e políticos no nosso país. Estamos fazendo a nossa parte para mudar esta situação. Sabemos que o nosso presente já é diferente. Vocês têm participação efetiva nesta evolução. Temos um novo modelo de governança, com maior número de conselheiros independentes. Aprovamos uma Política de Conformidade mais abrangente e com o mesmo rigor de empresas de capital aberto. Nós todos, na Odebrecht, estamos comprometidos a combater e não tolerar a corrupção, qualquer que seja a sua forma. Este novo modelo de empresa que estamos construindo é monitorado desde o mês passado, inclusive nas movimentações financeiras e contábeis, por especialistas em Conformidade indicados pelo Ministério Público do Brasil e da Suíça e pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Não é uma jornada fácil, tampouco curta. Mas acredito que estamos na direção correta. Os nossos Líderes têm a responsabilidade de promover diálogo aberto e transparente com os seus liderados para que todos os nossos Integrantes estejam sempre informados da nossa transformação. E cada um de vocês deve também provocar esse diálogo. Este é o melhor caminho para superarmos as dificuldades atuais. Conto com vocês. Newton de Souza Diretor Presidente Odebrecht S.A. – Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/04/politica/558038-odebrecht-diz-em-carta-a-funcionarios-que-exposicao-e-dolorosa-mas-necessaria.html) A Rádio CBN destacou que: Odebrecht envia comunicado a funcionários com desculpas pela exposição negativa O texto afirma que o momento é necessário para que a empresa se restabeleça no mercado. A empreiteira pede a compreensão de seus trabalhadores e alega que as delações dos executivos na Lava-jato são parte de uma decisão ‘consciente e muito clara’. Fonte: texto (Jornal do Comércio RS) e foto e áudio (CBN)
“Câmara rejeita requerimento para acelerar tramitação da reforma trabalhista”!
A Agência Brasil divulgou, nessa terça-feira (18), que a “Câmara rejeita requerimento para acelerar tramitação da reforma trabalhista”. Leia a reportagem detalhada: Mesmo com a intenção do governo de acelerar a tramitação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, o projeto terá que ser discutido e votado na comissão especial seguindo o rito usual, já que o plenário não aprovou o requerimento de urgência para apreciação da proposta. Eram necessários 257 votos para a aprovação, mas a base aliada só conseguiu mobilizar 230 deputados favoráveis à urgência da matéria. O pedido teve 163 votos contrários. Com isso, o projeto terá que ser discutido e votado na comissão especial da reforma trabalhista antes de ser levado para apreciação no plenário. A intenção do governo era pular etapas e colocar o projeto para ser votado – tanto na comissão quanto no plenário – já na próxima semana. Com a rejeição da urgência, alguns prazos terão que ser obedecidos na comissão, entre eles duas sessões para vista do parecer e prazo de cinco sessões para apresentação de emendas, além da discussão e votação no colegiado. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) atribuiu o resultado a um movimento de articulação da oposição no plenário. “Começamos a organizar isso aqui nesta manhã, agitamos o plenário, mostramos que não aceitamos a retirada do direito de trabalhadores com uma tentativa de desviar o foco da corrupção. A base do governo ficou nervosa, se desesperou com a iniciativa nossa”, disse. Antes da votação, deputados da oposição chegaram a ocupar a Mesa Diretora dos trabalhos da Casa. Com cartazes na mão, eles criticaram a “pressa” do governo em votar a reforma trabalhista que, segundo a oposição, retira direitos dos trabalhadores. A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) chegou a sentar na cadeira de presidente da Casa. Requerimento nicialmente, a inclusão do requerimento deveria ter sido debatida na reunião de líderes, que estava prevista para o início desta tarde, mas foi cancelada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Deputados da oposição questionaram a inclusão do requerimento na ordem do dia. Após o resultado da votação, o presidente Rodrigo Maia atribuiu o resultado a um erro seu. “O erro foi meu. Fiz a votação com um quórum baixo, e alguns deputados não votaram.” Maia, no entanto, abriu uma brecha para que novo requerimento de urgência possa ser apresentado por líderes da base governista e votado ainda nesta terça-feira. “Se qualquer líder apresentar um requerimento, ele será colocado sobre a mesa”, disse. A afirmação causou indignação na oposição, que acusou Maia de quebrar as regras regimentais. Em seguida, Maia encerrou a sessão e convocou outra para votar o projeto que trata da recuperação fiscal dos estados superendividados. Reforma O relator da reforma, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), apresentou um substitutivo ao texto em que propõe que os acordos entre patrões e empregados prevaleçam sobre a lei nas negociações trabalhistas em temas como banco de horas, parcelamento de férias e plano de cargos e salários. No texto, Marinho propõe ainda a negociação do aumento na jornada de trabalho, que poderá chegar até 12 horas. Conheça os principais pontos do parecer da reforma trabalhista. Fonte: Texto(AgênciaBrasil) e foto (CBN)

