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Roda Viva entrevista Ethevaldo Siqueira.

A TV Cultura divulgou, em 31 de março de 2017, que realizaria uma entrevista, com as seguintes informações: Na próxima segunda-feira (3), o programa Roda Viva entrevista o jornalista especializado em tecnologia, Ethevaldo Siqueira. O programa vai ao ar ao vivo, a partir das 22h15, na TV Cultura, no YouTube e no Facebook. Na entrevista, Siqueira fala sobre as principais tendências da quarta revolução tecnológica, como a internet das coisas, a computação em nuvem, a inteligência artificial, as moedas do futuro (virtuais e criptografadas), os carros conectados e, também, o impacto dessas mudanças nas profissões em geral, inclusive no jornalismo. O programa será composto por uma bancada de entrevistadores. Sobre o entrevistado Ethevaldo Siqueira nasceu no interior do estado de São Paulo, na cidade de Monte Alto. Cursou jornalismo na primeira turma da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP). De 1967 a 2012, escreveu no jornal O Estado de S. Paulo, passando sucessivamente pelos cargos de repórter, editor, repórter especial e colunista. É comentarista da Rádio CBN com a coluna diária Mundo Digital. Assista ao vídeo e conheça os detalhes da entrevista. Fonte: TV Cultura.

“Suburbano – rico em poesia” é o livro do Sargento Paulo Cezar da PM Baiana.

Na última terça-feira (4), às 19 horas, na Livraria Cultura do Salvador Shopping (Piso 2), aconteceu a noite de autógrafo do livro: “Suburbano – Rico em Poesia”. O autor é o Sargento Paulo Cezar da Costa Filho, um profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Transferido para a inatividade, há 7 anos, Paulo Cezar afirmou que poesias “São baseadas em experiências e momentos da vida, do cotidiano e que trazem, na sua essência, muita emoção e verdade”. “Suburbano – rico em poesia” é uma coletânea de “200 poesias com temas do cotidiano, a exemplo da exaltação às mulheres, futebol, vivências do Subúrbio Ferroviário de Salvador, onde o policial nasceu e cresceu, entre outros”. Para a “Livraria Cultura e a All Print Editora “Suburbano – rico em poesia” é “Um livro inspirado em experiências e momentos da vida, e que traz na sua essência, poesias emocionantes, verdadeiras, e que se identifica com todos nós.” Parabéns, Sargento Paulo Cezar, pela iniciativa! A Equipe Pontopm deseja-lhe muitos sucessos. Fonte: PMBA e Livraria Cultura.

“Admirável mundo novo digital”!

  A Gestão de Negócios e o Marketing foram profundamente alterados pela tecnologia multiplataformas do admirável mundo novo digital em que vivemos. Um dos tópicos mais frequentes nas conversas entre gestores é o advento dos Big Data, o novo ícone milagroso da administração do milênio. Preocupam-se os novos gerentes com as três vertentes fundamentais do Big Data: O volume de dados, A velocidade dos dados A variedade de dados. Com a fragmentação da mídia ocorrendo à velocidade da luz em um ambiente multiplataforma, tv’s, computadores, smartphones, tablets, e uma quantidade infinita de novos dispositivos surgindo a cada segundo de nossas vidas, o administrador moderno tem de enfrentar desafios difíceis de serem definidos, nomeados e quantificados. Aboliu-se o tempo e o espaço de tal forma que a comunicação e as demais ações de marketing ocorrem em todos os lugares, o tempo todo! Quais as principais ferramentas desse admirável novo mundo digital que nos permitem a mais importante tarefa que é a sobrevivência no mundo dos negócios? O que existe no Brasil e o que está surgindo no primeiro mundo que possa permitir o aumento de nosso faturamento e a convivência com uma nova forma de vida, recém surgida na comunicação. Estes são desafios que precisamos superar no curto prazo, sob pena de perdermos o trem da história e soçobrarmos em nossas pretensões, comprometendo todo o trabalho de planejamento e verificações em KPIs. Big Buzz Marketing, Critical Mass, Horizon Media e ATB Assembly Certamente deverão estar no topo de nossas preocupações. Já advertia Clarice Lispector: Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender. Foto:Crédito.

A Literatura Africana.

Em “A Literatura Africana”, após África: o berço da humanidade, apresenta-se o segundo episódio da série denominada “nova áfrica, um continente um novo olhar”. No vídeo destacado e no texto transcrito, em seguida, há esclarecimentos significativos sobre a Literatura Africana e seus principais autores. Na metade do século XX, na África, as obras literárias serviam para denunciar aquilo que não estava correto, mostrar os contrastes políticos e sociais e conclamar as pessoas para a necessidade de mudança. O Nova África revela alguns dos escritores que fizeram e ainda fazem a história do continente africano. Em uma viagem pelo arquipélago de Cabo Verde, o programa conta a história de um dos maiores representantes da literatura do país: Gabriel Mariano. Por meio de entrevistas com pessoas como o escritor Danny Spinola, o programa mostra como esse juiz de direito, poeta e contista virou referência em sua geração. Com forte influência de escritores brasileiros, Gabriel Mariano utilizou de seus poemas e contos para reivindicar a saída dos colonizadores portugueses de seu país. De Cabo Verde o programa segue para a África do Sul para conversar com uma das mais renomadas escritoras africanas da atualidade: Nadinde Gordimer. Apesar dos 90 anos, ela desenvolve ideias e obras com a mesma vitalidade que sempre teve para lutar por um país mais justo. Na entrevista, a vencedora do prêmio Nobel de Literatura de 1991, fala sobre a sua luta contra o apartheid, a repressão e o seu descontentamento com as desigualdades observadas por ela. Já em Moçambique o programa revela, por meio de escritores e estudiosos, a trajetória e um pouco da obra de José Craveirinha. Considerado o Camões do país, Craveirinha resgatou a tradição africana de contar histórias e por meio de suas palavras transformou livros em verdadeiras bandeiras contra o colonialismo português. O Nova África entrevista também a jornalista e especialista em literatura africana, Maura Eustáquia de Oliveira. Ela fala sobre as obras de escritores como o moçambicano Mia Couto e o angolano José Luandino Vieira. Fonte: texto (Agência Brasil) e foto destaque (Nadine Gordimer com Nelson Mandela)

Vendo as luzes das Estrelas! Vamos apagar as luzes?

Após assistir ao vídeo acima, Você poderá, também, cantar/ouvir música, ou, simplesmente, dormir e sonhar: Sonhe com as estrelas, apenas sonhe,… Fernando Pessoa Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu. Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa de chegar, sabe-se lá aonde. As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces. O sorriso! Esse, você deve segurar, não o deixe ir embora, agarre-o! Persiga um sonho, mas, não o deixe viver sozinho. Alimente a sua alma com amor, cure as suas feridas com carinho. Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas, não enlouqueça por elas. Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca. Alargue seu coração de esperanças, mas, não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-as. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o! Circunda-se de rosas, ama, bebe e cala. O mais é nada. Fonte: Texto (Pensador) e foto (Miranda do Douro).

Flexão e Modernidade.

Flexão e Modernidade.(*)  Às consolidadoras do Descobrimento do Brasil, Dona Brites de Albuquerque* e Dona Ana Pimentel, as duas primeiras grandes capitãs portuguesas nos domínios de Santa Cruz! Se a mulher já saiu da beatice medieval e da redoma romanesca, para competir com o homem — e até superá-lo! — em atividades convencionais e intelectivas, ela não pode entregar-se ao desrespeitoso desprestígio contido em tão encardido simulacro de epiceno. * Esposa de Duarte Coelho Pereira e homônima da mãe de Martim Afonso de Sousa. Flexão é a forma de variabilidade de um vocábulo. Existem várias modalidades de flexão, mas este excerto aborda apenas a referente ao gênero fundamental dos designativos dos postos, graduações, círculos, cargos e encargos típicos do estrato militar ou com ele correlatos. Com a admissão da mulher aos quefazeres milicianos, fato compatível com indiscriminatória modernidade, todos os vocábulos indicativos da condição militar do homem — adequada e corretamente empregados no gênero masculino — têm de flexionar-se de acordo com a situação militar da mulher — adequada e corretamente transfigurados no gênero feminino ou, como respeitosa opção, no conhecido comum-de-dois-gêneros. O uso do adjetivo feminino (abreviado para fem.), acopladamente com o designativo militar da mulher (soldado feminino Maria, sd. fem. Maria, cabo feminino Gláucia, cb. fem. Gláucia, sargento feminino Angélica, sgt. fem. Angélica), corresponde a uma analogia com o EPICENO, expediente reservado à indicação do gênero de alguns irracionais mediante o auxílio da palavra macho (a) ou fêmeo (a): cobra macho, cobra fêmea, sabiá macho, sabiá fêmeo, capivara macha, capivara fêmea, jacaré macho, jacaré fêmeo. Isso apenas se emprega para a identificação de bichos — “animais e insetos inferiores” —, conforme com Luís Antônio Sacconi (Gramática Essencial da Língua Portuguesa, 4ª ed., rev., 1.989): “Alguns nomes de animais e insetos inferiores precisam do auxílio das palavras macho e fêmea para a distinção do sexo. Nesse caso, o substantivo se chama epiceno.” Se a mulher já saiu da beatice medieval e da redoma romanesca, para competir com o homem — e até superá-lo! — em atividades convencionais e intelectivas, ela não pode entregar-se ao desrespeitoso desprestígio contido em tão encardido simulacro de epiceno. Em minha tese POLÍCIA MILITAR SOB ENFOQUES DA LITERATURA BRASILEIRA: Análise de Conteúdo e Cosmovisão, na análise dedicada à manifestação contra a polícia feminina, explicitei: Os policiais-militares masculinos, particularmente, reflitam sobre a importância de sua profissão, aperfeiçoem-se e façam o melhor que puderem, pois as mulheres já estão dando provas de que são plenamente capazes de planejar, comandar e executar ações e operações de preservação da ordem pública e defesa social. Eficiência e espírito crítico, inteligência e vontade de ser útil à comunidade, organização e disciplina, coragem e devoção ao dever são virtudes que não discriminam macho de fêmea. E não é de hoje que as mulheres, no Brasil, fazem bonito fora da cozinha, extramuros. Das capitanias hereditárias, pelos idos do século XVI, apenas duas prosperaram: a celebrada chã de Pernambuco, de Duarte Coelho, e a de São Vicente, de Martim Afonso de Sousa. Exatamente aquelas duas governadas e administradas por mulheres. Dom Duarte Coelho, doente, retornou a Portugal e passou as rédeas de Pernambuco — que englobava o território hoje correspondente ao da Paraíba — à sua desembaraçada esposa, dona Brites de Albuquerque, autora de proezas na exploração açucareira. Talvez daí se explique a expressão “paraíba masculina, mulher macha…” Martim Afonso de Sousa também voltou a Portugal para missões militares e deixou procurações com sua igualmente empreendedora mulher, dona Ana Pimentel, que arregaçou as mangas e conduziu São Vicente ao sucesso econômico, o que seu marido, que nunca foi administrador nem gostava de terras, jamais teria conseguido fazer. Eis as duas primeiras grandes capitãs portuguesas em terras brasileiras. O Sistema Ortográfico da Língua Portuguesa oficializa, no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (elaborado pela Academia Brasileira de Letras, em razão da Lei nº 5.765, de 18 de dezembro de 1.971, e publicado por Bloch Editores S.A., em 1.981), formas de flexão de gênero dos tais designativos de postos, graduações, círculos, cargos e encargos típicos do ambiente militar ou com ele correlatos, assim: soldado s. m.* ; soldada s. f.**; sargento s. m.; sargenta s. f.; cadete s. m.; cadeta s. f.; aspirante s. m.; aspiranta s. f.; capitão s. m.; capitã s. f.; coronel s. m.; coronela s. f.; general s. m.; generala s. f.; almirante s. m.; almiranta s. f.; marechal s. m.; marechala s. f.; comandante s. m.; comandanta s. f. * substantivo masculino; ** substantivo feminino. Na página 182 do Dicionário de Questões Vernáculas, de Napoleão Mendes de Almeida, está o verbete: “Major, Majora — ´A Majora Ferdinanda Azevedo` (no Exército da Salvação é assim que dizem) é redação que não deve causar-nos estranheza demasiada; o feminino tem aí forma própria possível e justificável, como ainda possível é a terminação aberta ora, encontrada em canora, inodora, Isidora, senhora.” Na página 286 desse indispensável dicionário especializado, com o devido rigor, registra-se: “Sargento, Sargenta — O étimo da palavra permite-nos o feminino sargenta. Se tenente conservou a forma primitiva e presta-se como adjetivo uniforme para os dois gêneros, a forma participial latina serviente deu-nos pelo francês sargent a palavra terminada em o, o que nos obriga à flexão sargenta para o feminino. É o mesmo caso de soldado, também de forma participial latina, cujo feminino é soldada. Não será o fato de não existirem exércitos de mulheres que irá impedir-nos de aceitar, conhecer, flexionar palavras inteiramente de acordo com as normas do idioma, mas o Exército da Salvação aí está com soldadas, sargentas, generalas. Redijamos, sem medo: ´Duas outras sargentas da Polícia Feminina acompanhavam os acontecimentos à paisana como simples convidadas.`” O emérito Filólogo Napoleão Mendes de Almeida condena a flexão feminina dos adjetivos uniformes decorrentes do Latim, como TENENTE, VIDENTE, GOVERNANTE, PRUDENTE, OUVINTE, PRESIDENTE e outros. Tais vocábulos não se flexionam em gênero, enquanto adjetivos. Transfeitos em substantivos — e esse é o caso dos designativos de postos, graduações, círculos, cargos, encargos e demais especificativos do mundo militar! —, esses vocábulos flexionam-se em

Louros sob espinhos…

Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele o teu coração, e cada manhã o visites, e cada momento o proves? Jó 7.17 Com humildade, conhecimento e sabedoria, o Professor, Jornalista e Tenente-Coronel PM João Bosco de Castro, coloca o “Louros sob Espinhos” — outra preciosa e mui bem elaborada obra literária — à disposição do público brasileiro, mais especificamente aos policiólogos de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Nas primeiras páginas, o autor de Louros sob Espinhos assim se manifesta: Ofereço este Livro à imagem autêntica e legítima da Polícia Militar Brasileira, especialmente ao melhor desempenho da Força Pública da Paz Social de Minas Gerais. Há, também, no Louros sob Espinhos uma apresentação do saudoso Coronel Saul Alves Martins — Ensaísta, Professor, Folcrorólogo e Profesor da Universidade Federal de Minas Gerais. Daquele Professor-Doutor, destacamos, aqui, os parágrafos inicial e final: A realidade não é o que nos parece ser, e só a pesquisa confere sabedoria: pesquisa-se para conhecer; conhecer para prever; prever para controlar. Humanize-se o policial militar, e, com certeza o reconhecimento da sociedade se fará presente. Recuar é raro na história da raça humana, parar é comum, é a estagnação. O importante não é progredir depressa, é não cessar de ir sempre em frente.     Coube ao Coronel PM Ari de Abreu — Bacharel em Direito, ex-Comandante da Academia Militar do Prado Mineiro e integrante da Academia de Letras “João Guimarães Rosa” — prefaciar o “Louros sob Espinhos“.Sobre o autor e a obra, o Coronel Ari de Abreu destacou:”Considero o PROFESSOR JOÃO BOSCO DE CASTRO dono de NOTÓRIO SABER, com base em seu maciço cabedal em LITERATURA COMPARADA (ESTUDOS LITERÁRIOS), com rigorosa e escorreita metodologia científica e extraordinária autoridade literocultural, nítido e comprovado na Pesquisa Acadêmica […]. Para o Coronel Ari, a obra: […] obtém e expõe ao juízo filosófico científico e até ao senso moral a imagem de polícia militar e seus agregados congêneres, segundo a óptica da Literatura Brasileira (acrescida de elaborações intelectuais de conteúdo antropológico, histórico, filosófico, jornalístico e sociológico) em diversos estilos de época e padrões de cultura. Vale a pena conferir!

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