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Inesquecível Passagem de Comando

Uma inesquecível Passagem de Comando que assisti, nos últimos 50 anos, é mostrada no vídeo do Folha Brasil, publicado neste 11 de Janeiro de 2019. Foi realizada numa emocionante solenidade Militar, onde se encontravam autoridades da República Federativa do Brasil, “incluindo ministros, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.” Destaques da Passagem de Comando Presidida pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, a solenidade seguiu acurada sintonia, segundo os escorreitos manuais regulamentares e orientadores do cerimonial militar, pois acontecia a Passagem de Comando do Exército Brasileiro — O Exército de Caxias — conforme ressaltou a Nota do Comandante substituído, o General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas. Naquele documento — considerado um discurso de despedida do comandante substituído —, foi evidenciado que o Presidente Bolsonaro “traz a necessária renovação e a liberação das amarras ideológicas que sequestraram o livre pensar, embotaram o discernimento e induziram a um pensamento único, nefasto” segundo “o jornalista americano Walter Lippmann” que afirmou:  Quando todos pensam da mesma maneira, é porque ninguém está pensando. Outras “duas `personalidades`”, além do Presidente da República, doram ícones, durante 2018, “o então juiz e atual ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, e o ex-interventor federal da segurança pública no Rio de Janeiro, general Walter Braga Netto. “ Ao final da leitura da Nota de Comando, o general de Exército Villas Bôas, em lágrimas, foi muito aplaudido. Depois entregou o comando do Exército Brasileiro ao Comandante substituto. Comandante do Exército Substituto Membro da Força Terrestre desde 1971, o general de Exército Edson Leal Pujol, de 64 anos, é gaúcho. Nasceu em Dom Pedrito, no Rio Grande do Sul. Começou a carreira militar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Depois concluiu o Curso de Formação de Oficiais, na Academia Militar das Agulhas Negras, na Turma de 1977. Promovido a general de Exército em 2015, Pujol exerceu, também, as funções de “secretário de Economia e Finanças e chefe de Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército em Brasília e comandante militar do Sul, em Porto Alegre.” Após as formalidades do cerimonial militar, o general de Exército Fujol dirigiu-se até ao local onde se encontrava o general de Exército Villas Bôas. Depois, num gesto amigável, fraternal e de extremo respeito, beijou o rosto e abraçou o comandante substituído. Com as informações da Agência Brasil.

Anunciada a Equipe que liderará a Segurança Pública em Minas Gerais

Nessa última sextafeira (21), O governador Romeu Zema, ao lado do vice-governador Paulo Brant e do secretário da segurança pública Mauro Araújo, anunciou a nova equipe que liderará os comandos da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e Chefia da Polícia Civis, principais órgãos da segurança pública em Minas Gerais. No comando-geral da Polícia Militar, foram escolhidos, para o cargo de comandante-geral — o coronel Giovanne Gomes da Silva — e, para o cargo de subcomandante-geral — o coronel Marcelo Fernandes. Ocupavam, respectivamente, os comandos do Policiamento Especializado (CPE) e da Primeira Região de Polícia Militar (1ª RPM). O coronel Evandro Geraldo Ferreira Borges será o novo chefe do Gabinete Militar do Governador. O Corpo de Bombeiros Militares será comandado pelo coronel BM Edgard Estevo da Silva, atual Chefe do Estado-Maior da IME. O chefe do Estado-Maior será o coronel BM Erlon Dias do Nascimento Botelho, atual Diretor de Logística e Finanças. Para Chefiar a Polícia Civil, foram escolhidos, para o cargo de Chefe da Polícia Civil — o delegado-geral Wagner Pinto de Souza —, e, para o cargo de Chefe Adjunto — o delegado-geral Joaquim Francisco Neto e Silva.

LIIª Corrida Sargento Gonzaguinha e Gonzaguinha Kids

No Facebook da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), uma postagem informa que serão realizados dois eventos esportivos, nos próximos sábado(8) e domingo (9).  Isso porque, nos “festejos comemorativos do 187º Aniversário daquela Instituição Militar Estadual (IME), foram incluídas as corridas Sargento Gonzaguinha e Gonzaguinha Kids. Corrida Sargento Gonzaguinha A LIIª corrida Sargento Gonzaguinha homenageia “o Sargento PM Luiz Gonzaga Rodrigues, ex-membro da PMESP, que foi campeão brasileiro de 1.500, 3.000, e 10.000 metros e duas vezes vice-campeão da Corrida Internacional de São Silvestre”. Organizado pelo Centro de Capacitação Profissional, da Escola de Educação Física (CeCaP-EEF) daquela IME, é reconhecido pela “Federação Paulista de Atletismo, seu percurso se desenvolve por 15 quilômetros ao longo de várias vias da Zona Norte de São Paulo.” Destaque tradicional do Calendário Paulista e Brasileiro de  Pedestrianismo, a corrida Sargento Gonzaguinha é “uma prova de referência para Corrida Internacional de São Silvestre.” Corrida Gonzaguinha Kids A corrida Gonzaguinha Kids , será realizada no sábado (8), e objetiva a participação das crianças e adolescentes, de 10 a 14 anos. Nesse sentido, criou-se, também, inédita oportunidade de aproximação daqueles infantes, junto aos policiais militares. Com isso, são estimulados à prática de hábitos saudáveis, nas atividades físicas ao ar livre, além da possibilidade de participação aos eventos esportivos da cidade de São Paulo. Participantes da LIIª Corrida Sargento Gonzaguinha  e Gonzaguinha Kids Os eventos esportivos ora destacados têm registrado significativas participações “de atletas de expressão nacional e internacional”. Nos eventos anteriores, houve, inclusive, a presença de “muitos deles integrantes de Polícias Militares, Corpos de Bombeiros e Forças Armadas, varias unidades da Federação e Forças Armadas. Para a LIIª Corrida Sargento Gonzaguinha  e Gonzaguinha Kids, estima-se uma participação de mais de 5.000 atletas. As inscrições são realizadas no site: Sargento Gonzaguinha – Corrida de São Paulo.  Com as informações do Facebook da PMESP.

O fim da UPP – 500 dias no Front da Pacificação

Compartilhar experiências profissionais é uma das mais eficazes formas de preparação da futura liderança executiva. Tem sido assim, nas mais diversas atividades humanas, notadamente naquelas cujo o mister é proteger pessoas e comunidades. Nesse entendimento, compartilhamos um dos exemplos marcantes da desafiadora arte de policiar com inteligência. O Coronel PM Frederico Caldas, diante das adversidades latentes de uma das maiores cidades brasileira, amealhou experiências profissionais e escreveu — O fim da UPP – 500 dias no Front da Pacificação —  e quer compartilhar com você, caro leitor do Pontopm. Leia o convite do Policial-Escritor:  TÁ CHEGANDO A HORA. VAI SER DIA 28 DE NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, 19H, na Livraria da Travessa do BarraShopping. Lançamento do meu livro sobre as UPPs. Um relato super verdadeiro de 500 dias no front da pacificação. São dramas, tramas e histórias de bastidores jamais reveladas. Um livro surpreendente, podem acreditar. Tem uma coisa muito legal também: a minha parte da venda do livro será doada para a Diretoria de Assistência Social da PMERJ. Vou ficar muito HONRADO com a presença de vocês.

Policiais militares mineiros apreenderam drogas e prenderam traficantes

No Triângulo Mineiro, ações bem-sucedidas dos membros da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) resultaram na apreensão de mais de 1 tonelada de drogas e prisão de 5 homens. A operação policial-militar foi desenvolvida pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, com Comando de Policiamento Ambiental, na última sexta-feira (23), na região da Capelinha do Barreiro.  Segundo o vídeo e notícia do G-1 TRIÂNGULO MINEIRO, o tenente Paulo Gomes teria informado que uma das equipes de polícia ostensiva ambiental realizava patrulhamento naquela área rural, quando os policiais militares avistaram, numa estrada vicinal, uma caminhonete conduzida por um caminhão guincho. Observou-se, também, que mais dois veículos deslocavam, indicando a possibilidade de que escoltavam aqueles veículos. Naquele momento, os policiais militares “ouviram um barulho semelhante a disparo de arma de fogo “. Seguindo-se o revide àquela agressão, os veículos da “escolta” evadiram-se, ficando apenas o caminhão guincho e a caminhonete.  Após as ações rotineiras de abordagem — nos veículos, condutor do caminhão guincho e demais pessoas —, os policiais militares encontraram, no interior da caminhonete, 1.841 tabletes de substâncias entorpecentes, aparentando ser maconha, que totalizaram 1,3 toneladas, aproximadamente. Após o recebimento de informações, pelos policiais militares empenhados naquela ocorrência, foi, igualmente, constatado, que a droga apreendida seria armazenada em recipientes plásticos, colocados em buracos feitos no terreno de uma propriedade rural. Foram presos os condutores da caminhonete e do caminhão guincho e mais outros três homens. Posteriormente, foram conduzidos à Delegacia de Polícia Judiciária, aonde foi, também, entregue as substâncias entorpecentes e os veículos apreendidos. Com as informações do G1-TRIÂNGULO MINEIRO

A Aplicação do Conhecimento

Inicialmente descrita a potencialidade Conhecimento, podemos adentrar aos mecanismos de mais-valia que a humanidade se apropriou para construir novos conhecimentos voltados à sua premente necessidade de justificar a sua existência, sua sobrevivência, sua evolução e sua luta para viver mais a cada geração. A humanidade no processo de transformar o Conhecimento em qualidade de vida – longevidade, saúde, paz, espiritualidade e tolerância – mesmo que de forma não contemplativa, se vale de elementos quaternários. A verdade quaternária está presente em qualquer ser vivo. É possível a medição de um ser vivo em altura, largura, comprimento e conteúdo. Conteúdo? Sim, conteúdo. É ele quem define a vida, é o conteúdo que valida a existência do ser e esse conteúdo é fruto do Conhecimento. O conteúdo é a essência do ser, a sua funcionalidade, a sua origem, a sua destinação, a sua composição e sobretudo a sua inserção nas múltiplas hipóteses que contemplam o arranjo do universo. O conteúdo é Conhecimento acumulado. Para descrever a verdade quaternária na vida do homem, tomemos por base os quatro elementos essenciais – precisamente é uma interpelação à crítica, do ponto de vista químico, sabemos que os elementos descritos numa tabela periódica são muitos e com hipóteses de novas descobertas na medida que se aperfeiçoam os instrumentos de medição, que são frutos de Conhecimentos pretéritos.  Numa demonstração simples, voltada à essencialidade do experimento, tomemos os quatro elementos essenciais à vida no Planeta Terra: terra – aqui compreendido o solo e suas composições; água; vento – gases essenciais à vida; e fogo – luz. Para que esses elementos existam foi preciso um acúmulo de informações passadas que ao longo de eras, tornassem possíveis à geração da vida. As teorias evolucionistas de Charles Darwin, claramente validam essa informação e a transformam num Conhecimento. Não existe, no Planeta Terra, um único ser vivo que não esteja diretamente ligado a ele e não existem hipóteses de um ser vivo, viver sem que o Planeta Terra esteja vivo. Apenas como uma evidência, cita-se o vegetal, quando se corta a sua ligação ao solo, transforma-se em matéria em deterioração, pode vir a ser um alimento, um combustível, um móvel, deixará de ser um ser vivo e passa a ser apenas transformação de matéria, aquilo que descreveu Antoine Laurent de Lavoisier. Um vegetal precisa do solo – para se fixar e dele extrair a essência da sua alimentação e crescimento; da água para, no processo de osmose, se alimentar e  se alimentando transforma em alimento; precisa do vento para polinizar e desse mesmo vento retendo o gás carbônico, o transforma em oxigênio, gerando vida; e da luz, que gera calor e possibilita o processo da fotossíntese, essencial à sua própria existência e à existência do Planeta Terra. O objetivo não é descrever a vida, mas a mais-valia, parte do processo do Conhecimento. A mais-valia é a capacidade do ser humano de criar, a partir de informações pretéritas, instrumentos que possam proporcionar à humanidade, qualidade de vida. A informação na construção de novas tecnologias, são na verdade a correta aplicação de conjugação de tecnologias passadas, ou seja, do ponto de vista econômico, seriam trabalhos pretéritos associados a trabalhos atuais, um novo Conhecimento produzido e que de forma equivocada é tratado como um novo invento – frise-se não existiu e nem existirá invento, tudo já existe, desde a criaçãodo Planeta Terra – o que se tem é uma nova tecnologia, uma nova transformação do trabalho pretérito em trabalho atual, um Conhecimento que sofre o acúmulo de novas informações e no cruzamento das hipóteses criadas, testadas, descartadas e assimiladas, chega-se ao novo Conhecimento e não uma invenção, pode ser sim,uma descoberta, uma criação, uma nova funcionalidade da matéria já conhecida. Para provar a funcionalidade da matéria já conhecida, tomemos como exemplo uma paixão do ser humano: o automóvel. O coração, a pujança, a vida de um automóvel é o seu motor. A criação do motor é uma nova funcionalidade da matéria já conhecida. Como? Explico: para construir o motor, citemos o trabalho de Rudolf Diesel, o criador do motor a diesel. Para chegar a esse motor, que funciona com o produto derivado da quebra do petróleo, foi preciso que inicialmente o homem dominasse a tecnologia de quebra do petróleo, ou seja, refinar o petróleo a fim de extrair dele, os seus subprodutos necessários ao funcionamento da criação de Rudolf  Diesel. Para se chegar ao subproduto óleo diesel, foi necessário, compreender que o petróleo era um combustível; foi necessário criar mecanismos de extração do petróleo; foi necessário criar mecanismo para refinar o petróleo; foi necessário que num processo de várias eras geológicas, o Planeta Terra, num processo mais dinâmico procedesse à decomposição da matéria prima, que o homem dará o nome de petróleo. Ou seja, muito antes de Rudolf Diesel criar o seu motor, tudo já existia. Tudo já existia, para Rudolf Diesel, o combustível só se transforma em rotação do motor porque outras criações, outros produtos, outros Conhecimentos Pretéritos, criaram partes mecânicas, que uma vez testadas, assimiladas, aperfeiçoadas e/ou descartadas, propiciaram um arranjo, que associado ao Conhecimento em transformação, produzido por Rudolf Diesel, foi possível criar uma parte mecânica que transformada em força de atrito com o Planeta Terra, fosse possível fazer com que os rolamentos impingissem um atrito que empurrasse o Planeta Terra para trás e numa força contrária e de sentido oposto o Planeta Terra empurrasse a criação mecânica para a frente – Leonardo Da Vinci e Isaac Newton –  e somente assim: Conhecimentopretérito, mais valia, Conhecimento atual, vontade de transformar, cruzar informações, gerar novas possibilidades, que naquele momento a capacidade criativa se concretizou. Leia também: Construindo a Descrição do Conhecimento Clarificando o Conhecimento Validação do Conhecimento O Tempo e a Validação do Conhecimento O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço Conhecimento Consequente da Produção das Informações

Estão presos 3 suspeitos do assassinato da Soldado Juliane

O primeiro suspeito, segundo publicação de Roberto Crispim, é “Everaldo, conhecido como ‘Sem Fronteiras’, deve ficar 15 dias na 89ª DP”, para onde foi conduzido, conforme divulgado no vídeo. Segundo as informações divulgadas pelo “Agora São Paulo”, estão presos outros dois suspeitos do assassinato da Soldado “Juliane dos Santos Duarte, 27 anos, encontrada morta na noite de segunda-feira na zona sul de São Paulo”, conforme noticiado neste Pontopm. Da ação criminosa, teria participado “Felipe Oliveira da Silva e, segundo as investigações, seria a pessoa que abandonou a moto da soldado, uma Yamaha Fazer YS 250, em Pinheiros (zona oeste), após o desaparecimento da policial.” Este suspeito “foi preso em uma força-tarefa realizada pelo grupo especial da Corregedoria da Polícia Militar”, informou aquele jornal, em 9 de agosto deste ano. A outra suspeita do cruento e covarde homicídio, “presa na manhã de ontem”(10), é “uma mulher de 29 anos”, cuja a identidade não foi revelada pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, informou o jornal, que destacou:  “a acusada presa seria, segundo fontes policiais, uma das lideranças do tráfico de drogas na favela de Paraisópolis (zona sul) […], onde a PM foi vista com vida pela última vez, em 2 de agosto.” Com as informações do “Agora São Paulo” 1 e 2 

São Tomé e Príncipe sediou os XI Jogos Desportivos da CPLP

No Facebook da Polícia Nacional de São Tomé (PNSTP) e Príncipe, uma postagem divulgou, conforme se vê no vídeo abaixo, a abertura dos XI Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portugesa (CPLP).   #JOGOSdaCPLP2018Abertura oficial dos jogos da CPLP,21 de Julho de 2018 é mais uma data histórica. A primeira vez que São Tomé e Príncipe organiza os Jogos da CPLP, juntando assim os 9 países da comunidade.Um marco conquistado com esforço e muita garra, o resultado é visível. Um momento de orgulho para todos os São-tomenses bem como todos aqueles que juntos tornaram este momento possível.Viva o desporto! PARABÉNS STP!Fonte: WK Produções Posted by Abdu Sousa on Thursday, July 26, 2018   A primeira realização Jogos Desportivos da CPLP ocorreu setembro de 1992, em Lisboa, e a penúltima realização aconteceu em julho de 2016, na cidade da Praia, em Cabo Verde, segundo os registros da imagem seguinte: Fonte:  CPLP   No período de muita alegria, vivenciado pelos são-tomenses, com o acolhimento das 690 pessoas — sendo “78 participantes por Estado membro da CPLP”, segundo informações publicadas no portal daquela Entidade —, “entre atletas, juízes, apoio médico e demais delegações, como técnicos e dirigentes, vindos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial (pela primeira vez), Moçambique, Portugal e Timor-Leste.” Antes de finalizar suas atividades, previstas para este 2 de agosto de 2018, o comando da PNSTP fez publicar, no portal da instituição policial, a seguinte postagem: XI JOGOS DESPORTIVOS DA CPLP Balanço geral Comunicado de Imprensa Tendo terminado os XI Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portugesa (CPLP), realizados, pela primeira vez, em São Tomé e Príncipe, e considerando a nossa pouca experiência na organização de eventos desta magnitude, estamos convictos que, com a colaboração e em coordenação com as demais Forças e Serviços de Segurança (UPDE, SMF, SNPCB), as FASTP e a PJ, conseguimos dar resposta positiva e cumprimos os nossos objectivos, no âmbito da Estratégia de Segurança delineada para o evento. O papel da Subcomissão de Segurança assentou-se, fundamentalmente, nas medidas necessárias para garantir a segurança e a protecção de pessoas e dos seus bens, nomeadamente os atletas, as respectivas equipas técnicas, dirigentes, adeptos e demais figuras que fizeram parte destes Jogos, garantindo também a ordem e a tranquilidade pública dentro e fora dos locais do evento. O policiamento esteve orientado, essencialmente, para o apoio, informação e monitorização dos espectadores, o que contribuiu para a garantia da segurança em todos os locais do evento. No cumprimento da estratégia delineada para os XI Jogos Desportivos da CPLP, activou-se o Centro de Comando e Controlo, sedeado no Liceu Nacional (Vila Olímpica), às 140015JUL18, e em conjunto o policiamento e o patrulhamento do mesmo espaço, com vigilância 24/7, até 180002AGO18. Para as operações programadas e as respectivas acções de policiamento, as Forças envolvidas no teatro de operações disponibilizaram ao todo, mais de 350 elementos que, em missões concertadas e profissionalismo, permitiram que não houvesse incidentes, sendo certo que as acções de prevenção foram fundamentais para o sucesso de toda a missão. Inevitavelmente houve situações que causaram transtornos, não só à Segurança, mas foram situações pontuais que nos permite tirar ilações para os próximos eventos, pois, desde a chegada ao País das primeiras delegações, em 15JUL, os 350 elementos das Forças de Segurança e de Defesa destacados estiveram em alerta máximo para garantir a segurança deste evento que muito nos orgulha, pois estiveram no País mais de 500 participantes, entre dirigentes, atletas, equipas técnicas, árbitros, imprensa, emergência médica, pessoal de apoio à organização local, e milhares de são-tomenses e estrangeiros residentes no território nacional. Não registou-se incidentes dignos de relevo durante o evento, somente pequenas ocorrências nos recintos desportivos que foram resolvidas com a aplicação dos devidos meios coercivos, resultando na detenção no Estádio Nacional 12 de Julho de dois indivíduos por ofensas corporais. As cerimónias de abertura e de encerramento decorreram sem incidentes, e destacamos a festa que viveu-se nestes dois grandes momentos do evento. Após o término das competições, as delegações foram deixando o território nacional a partir do dia 24JUL, sendo que os últimos participantes a deixarem o País o farão às 200002AGO18. Neste balanço, não podemos deixar de agradecer ao Governo são-tomense, a Portugal, através da PSP e da GNR, à Angola, através da PNA, aos respectivos Embaixadores acreditados no nosso País, e a todos que, directa ou indirectamente, estiveram, a vários níveis, envolvidos na realização deste grande evento desportivo. Apesar de alguns actos isolados, realçamos também o espírito de colaboração das delegações, dos dirigentes, dos adeptos e da população em geral, pois tornaram possível uma convivência num clima de verdadeira festa do desporto, adoptando comportamentos de “fair-play” e de amizade entre todos. Um bem-haja a todos! Pela Ordem e pela Paz ao serviço da Nação! Por mais e melhor São Tomé e Príncipe! Com as informações da CPLP e PNSTP

Liberdade, Igualdade e Fraternidade: O Marco Político da Idade Moderna

Muitas pessoas associam o 14 de julho em França como a essência do Pensamento de Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade. O associam também à ação do povo contra o poder e o têm como uma referência de Independência. Mas Liberdade, de quem? O povo não era escravo, era o regime de servidão, sofria, passava fome, mas não era escravo, não estava sob o julgo de outro país, não sofria restrições de locomoções, podiam até servir a outro Senhorio, obviamente que após se desobrigar pecuniariamente daquele. Assim o é no mundo contemporâneo, alguns passam fome e outros não; uns sofrem com as questões sociais e outros não; para uns existem oportunidades e para outros não; uns aceitam ser usados pela ideologia e pelo poder e outros não; é o mundo é o livre-arbítrio. Igualdade, com quem? O povo jamais será elevado ao patamar dos ricos, dos abastados, dos senhores do capital, como em qualquer ditadura, são os ricos, os abastados, os donos do capital que deveriam se tornar pobres, pois essa é a essência do pensamento socialista-comunista, a subordinação do cidadão ao Estado, com o pressuposto de que o livre-arbítrio causa prejuízo à coletividade, pois não sabendo discernir, tende a se apropriar do trabalho alheio, coisa que só o Estado pode fazer. Fraternidade, em relação a quem? As Guildas já existiam, alguns mestres se associavam em fraternidades que defendiam seus interesses. O povo mantinha, dentro dos aspectos próprios do conhecimento em cada área as associações de interesses, intituladas Guildas, que surgem na idade média. Se Liberdade, Igualdade e Fraternidade não atendem aos interesses do povo, atende aos interesses de quem? A resposta em França, é a mesma que se observa em qualquer período da história e em qualquer lugar do planeta Terra, atende aos interesses do Poder, seja político, econômico ou religioso. Mas como atender aos interesses políticos, econômicos ou religiosos. A questão política é transparente, o argumento dos pensadores e retóricos franceses da época, é o direito natural, o direito que nasce com o homem: o direito à vida, o direito à liberdade e o direito à terra – como hipótese do trabalho e renda, ou mesmo o direito ao trabalho que lhe permita de forma digna sustentar a si e a sua família. A questão religiosa em França, sobrevem da subordinação da igreja aos bispos e cardeais pertencentes às famílias nobres que se apropriavam dos recursos da igreja para interesses próprios e que deixava exposto o baixo clero. A questão econômica é o cerne, talvez o cérebro, a orquestração e a apropriação dos poderes políticos e religiosos. Até então os bens necessários à produção da riqueza em França – pelos donos dos capitais – só poderiam ser comprados dos produtores franceses – os nobres, ou das colônias francesas – exploradas pelos nobres, o que redundava em custos mais altos do que os praticados no mercado internacional e subordinava os preços franceses aos preços ingleses com incapacidade de concorrência no mercado. Assim surge a necessidade de se ter Liberdade para comprar de quem oferecer um preço menor e não se subordinar ao poder régio que determinava a compra dos produtos com origem Francesa Continental ou Ultramarinas. Este é o primeiro tópico: Liberdade. Mas para produzir os donos do capital precisavam de terras, que pertenciam ao Estado Real e que não se podia facilmente ascender. Os donos do capital vão exigir que o poder régio disponibilize terras para produção nas mesmas condições que se tributava o Alto Clero e a Realeza, conceito de Igualdade. Terras disponibilizadas à produção, tributação como se tributava a Realeza e o Alto Clero, demais benesses acolhidas pelo sistema de mão-de-obra conhecida como servidão. Em suma Igualdade, não com o povo, mas com o Poder. Explicitou-se o segundo tópico: Igualdade. Associado aos conceitos de Liberdade e Igualdade, surge a consolidação do Poder Econômico, a Fraternidade, que se manifestava na capacidade de se reunir entre os iguais, os livres, os fraternos, onde a disciplina no mercado vai ser ditada pela Fraternidade, não a fraternidade do povo, mas a Fraternidade daqueles que dispõem do capital, do conhecimento e dos próprios que lhes pertencem – os irmãos, não o povo. Uma composição trina: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, uma composição típica de Ordens Filosóficas e Religiosas e que também se verificava nas Ordens Militares, uma essência ao pensamento e ao mandamento filantrópico: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si próprio. Obviamente que o Poder Régio não tinha interesse em atender aos ditames do Poder Econômico e assim agindo permite a cooptação das ideias e da retórica revolucionária dos pensadores franceses da época, pelo poder econômico, que se usa do povo para atender aos interesses Fraternos. A questão histórica do movimento é amplamente descrita e assimilada como Liberdade, Igualdade e Fraternidade, como a base da Declaração dos Direitos do Homem, como o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna. Atende claramente aos interesses das Ordens Filosóficas e Religiosas, sem se descuidar que também atende à Ordem Militar em França. As consequências da chamada Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – impôs duro golpe à Igreja Católica, seus bens foram confiscados pelo Estado e a atividade religiosa passou a ser subordinada ao Estado, como o é nas ditaduras comunistas. Também impôs duro golpe aos Mestres, pois as Guildas – os sindicatos da época – foram proibidas e extintas, como o é nas ditaduras comunistas. A classe media, a chamada Burguesia – os donos do Poder Econômico – que havia financiado a Revolução face a instabilidade própria dos regimes de excessão, busca na Ordem Militar uma alternativa para por fim ao regime de terror, pelo descontrole típico do poder que se instalou, para por em Marcha o 18 de Brumário, em novembro de 1799, com Napoleão Bonaparte. A Igreja Católica, que tinha em Minas Gerais, uma Capitania da Coroa Portuguesa no Brasil, em andamento processo semelhante ao que se coligou em França, ao perceber que poderia incorrer nos mesmos prejuízos já apontados

Uma policial militar paulista que protegeu outras mães e crianças

O vídeo abaixo divulgado pela R7.Com, provavelmente de uma das câmeras do CFTV de uma escola do bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), mostra detalhadamente os momentos antes e durante uma provável tentativa de roubo, praticada pelo agente criminoso, até ser dominado por uma mulher, uma mãe, uma policial militar paulista que protegeu outras mães e crianças. A habilidosa policial militar é a cabo Katia da Silva Sastre, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, uma das mães que compareceram à escola, na manhã do último sábado (12), para receberem as homenagens do Dia das Mães. As imagens do vídeo, sobre uma policial militar paulista que protegeu outras mães e crianças, são irrefutáveis. Comprovam a admirável e genuína ação policial militar de legítima defesa da cabo Kátia. Mostram mães e filhas, à porta da escola do bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), na mira de uma arma de fogo empunhada por uma pessoa que assumiu a responsabilidade de matar uma, ou mais pessoas, custe ou que custar. Os mínimos instantes que se seguiram, dando lugar à ação do meliante, impuseram rapidíssima análise dos riscos iminentes. À policial militar restavam duas alternativas. Manter-se, no anonimato, entre as demais mais e arcar com as consequências dos riscos subsequentes, inclusive, da perda da própria vida. A outra alternativa, a escolhida pela policial militar, foi a de expor sua autoridade de policial militar, empunhando sua arma de fogo, a fim de revidar a agressão injusta às pessoas indefesas, inclusive, crianças. A imprensa nacional divulgou amplamente o episódio e a Folha de São Paulo, nesta data publicou: […] O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), fez uma homenagem à cabo Katia da Silva Sastre, 42, que matou um ladrão na porta de uma escola no bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), na manhã deste sábado (12). França entregou flores à policial militar na manhã deste domingo” O governador disse que o evento era para “cumprimentar a destreza, a técnica e a coragem” da cabo. “A gente não pode deixar de enaltecer toda a técnica que você usou nesse episódio, da maneira rápida que você agiu e, ao mesmo tempo, a coragem que você teve, porque poderia simplesmente se omitir naquela situação, pois estava de folga, à paisana”, disse França à policial. Questionado se o agradecimento não iria contra a filosofia de redução de letalidade policial, França afirmou que “a homenagem é feita porque é Dia das Mães, e ela é mãe”. “Ela foi a uma festa para comemorar a data e aconteceu uma situação dessas. Ela agiu tão precisamente, tão perfeitamente, que a gente resolveu homenageá-la”, falou o governador à Folha. “Claro, o rapaz morreu, não é o ideal. A gente gostaria que as pessoas não morressem”, disse França. “A gente faz isso para mostrar para as pessoas mais jovens que elas não se aventurem com arma na mão, porque estão sujeitas a morrer. Porque os nossos profissionais da segurança são bem treinados para fazer a segurança pública”, afirmou o governador. Após a homenagem, Katia disse que, apesar de não poder estar ao lado das filhas durante todo este Dia das Mães, é recompensador saber que não houve mais vítimas durante a tentativa de assalto. “É gratificante por ter salvado vidas, porque a gente não sabe como seria o decorrer disso. É para isso que estamos nessa profissão, para defender as vidas, e foi o que eu fiz”, afirmou. Ela contou que não sabia se a reação do assaltante seria atirar nas crianças ou nos adultos que estavam em frente à escola. “Então decidi defender as mães, as crianças, a minha própria vida e a da minha filha”, disse. “Na hora eu pensei que tinha que ter atitude. Nós, policiais, somos preparados para isso.” Katia é mães de duas meninas. A mais velha, de sete anos, estava com ela no momento do assalto. […] Com as informações da Folha de S. Paulo

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