O Império da Lei e da Ordem
A Polícia Militar apreendeu no centro de Curitiba, nesta quinta-feira (27), material de campanha de Gleisi Hoffmann. A senadora, que é presidente do PT, tenta uma vaga na Câmara dos Deputados. O material, que estava exposto em camelôs, contém fotos do ex-presidente Lula, dando a entender que ele ainda seria candidato. Por Murilo Ramos O império da Lei e da Ordem prevaleceu, mais uma vez, segundo o texto destacado acima, pois foi evidenciada a presença do Estado Democrático de Direito. Isso porque, numa atuação integrada de proteção, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem, da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), asseguram a apreensão de material irregular de propaganda eleitoral, “em um calçadão no centro de Curitiba, no diretório do PT, no comitê da senadora Gleisi e no comitê central do partido”. A ação dos policiais militares paranaenses foi legítima. Assegurou-se, outra vez mais, o império da Lei e da ordem. Isso porque uma matéria publicada no Estadão divulgou a veracidade dos “ofícios assinados nos dias 26 e 27 de setembro, o chefe de cartório da 176ª Zona Eleitoral confirma o recolhimento de peças de Lula como candidato a presidente em ‘diversos materiais de diversos candidatos’” Prevaleceu o império da Lei e da Ordem, conforme se vê, também, no vídeo, publicado pelo You Tube e assinado pela “FOLHA POLÍTICA.ORG. Até a publicação desta postagem, registravam-se 83.575 visualizações. Espalhou-se nas redes sociais, sem maiores informações. Assim, sua veracidade foi questionada. As imagens são legítimas? O evento foi legítimo? Então, comprovada a vigência do Império da Lei e da Ordem, no Estadão, na última quinta-feira (29), encontram-se as seguintes informações: É verdadeiro o vídeo publicado no YouTube que mostra a apreensão de materiais irregulares de campanha, incluindo peças de divulgação da senadora Gleisi Hoffmann(PT-PR) ao lado do ex-presidente Lula. Gleisi é candidata a deputada federal. A gravação registra o momento em que policiais militares e uma pessoa com identificação da Justiça Eleitoral recolhem placas e panfletos do PT expostos em tendas montadas em um calçadão.Ao analisar as imagens dos policiais e da viatura no local, é possível identificar que se trata da PM do Paraná. A partir disso, o Comprova entrou em contato com a Polícia Militar paranaense e o Tribunal Regional Eleitoral para confirmar a ocorrência do evento. Os órgãos informaram que a ação retratada no vídeo ocorreu no último dia 26 de setembro, no Centro de Curitiba, por ordem da Justiça Eleitoral. Por meio do Google Maps, o Comprova localizou o lugar exato do ocorrido.
Polícia mata, em New York, e, protege, em Simonésia-MG?
Arealidade de Polícia mata, em New York, e, protege, em Simonésia-MG, foi registrada em duas localidades, situações, condições e momentos distintos. São, pois, dois episódios ocorridos, respectivamente, na América do Norte e América do Sul. Dois municípios diferentes. New York, “com uma população estimada em 2017 de 8.622.698″ habitantes”, com todo o seu esplendor, desperta o desejo, na maioria das pessoas do Planeta Terra, de lá estar, por algumas horas. Simonésia, antigo distrito de Manhuaçu, é um pacato município mineiro da Mesorregião da Zona da Mata, da Microrregião de Manhuaçu. Mas o que há de comum entre as duas localidades? Uma delas é a força policial destinada a proteger os cidadãos e as respectivas comunidades. E, em ambas as localidades, as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública são desenvolvidas, respectivamente, pelos membros do Departamento de Polícia de New York (NYPD) e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e encontram-se descritas a seguir: A proteção dos cidadãos nova-iorquinos Os protetores dos nova-iorquinos dispõem de muitos recursos, inclusive, com tecnologia de ponta, como é o caso das câmeras fixadas, em cada um dos membros do NYDP, a fim de registrar as ações policiais. Neste ano de 2018, três cidadãos foram mortos por policiais, segundo o The New York Times. Os episódios fatídicos ocorreram em 29 de janeiro, 4 de abril e na última terça-feira (18). Sobre o último episódio, segundo o Times a mulher vítima dos disparos de um policial, era Susan Muller, de 54 anos. Teria ligado à polícia informando a presença de um ladrão, em sua casa, armado com uma faca ou navalha. Residente na rua 69-14, em Maspeth, no Queens, Muller era conhecida dos policiais responsáveis pela área onde morava, pois, aquela noite não era a primeira vez que policiais lá comparecessem. Vizinhos disseram que uma viatura policial e uma ambulância estiveram lá cerca de uma semana atrás. Nas informações do Chefe de Polícia do NYDP, foram acrescentadas que “há uma história de ligações para este local” por razões “variadas por natureza”. Os policiais que lá compareceram, no dia que Muller foi morta, não estavam de serviço, pois teriam participado do velório de um companheiro. Os que atenderam ao chamado naquele dia era de outro Distrito e não a conhecia, segundo o Times. A proteção dos cidadãos simonesienses A última ocorrência policial militar registrada em Simonésia, foi há dois ano, conforme publicação do Portal G1 VALE DE MINAS GERAIS. Mas, na madrugada da última segunda-feira (17), após o recebimento de informações sobre um possível arrombamento, nas instalações da agência do Banco do Brasil, localizada na Praça Getúlio Vargas daquele município, foram mobilizados policiais civis e militares. O propósito da operação policial conjunta era a proteção dos simonesienses e dos respectivos patrimônios. Quando descobriram a presença dos policiais, os integrantes daquela quadrilha desferiram diversas agressões, com disparo de armas de fogo. As ações agressivas foram revidadas e um dos meliantes ficou ferido, recebendo posterior cuidados médicos. No vídeo da TV Super, que realiza atividades jornalísticas naquela região, há mais detalhes sobre a ocorrência policial, inclusive, com as explicações do Capitão Jesus, informando a prisão de alguns membros da quadrilha e a fuga dos outros. Na continuidade das operações desenvolvidas pelos policiais civis e militares, averiguando os espaços possíveis de esconderijo, foram localizados outros foragidos. Outros detalhes, inclusive, sobre a agressão dos meliantes e o revide dos policiais, com armas de fogo, encontram-se nesse vídeo, onde há, também, explicações das autoridades. Outras informações e fotos foram publicadas no Portal do Caparaó. E sobre a morte de um dos meliantes e a prisão de outro, há no Portal do Caparaó, informações de que o episódio teria repercutido no Estado da Bahia, de onde teriam vindo. Naquela região mineira, há um ano, outra quadrilha tentou assaltar um estabelecimento bancário. Mataram covardemente um policial militar. Foram presos e condenados, segundo as informações publicadas neste Pontopm. Até a publicação deste post, exceto as mídias destacadas acima, nenhum jornal brasileiro havia publicado uma única linha sobre os episódios destacados.
Operação Hermes assegurou tranquilidade nas vias rodoviárias portuguesas
A Guarda Nacional Republicana de Portugal (GNR), por meio do seu portal, e alguns órgãos da imprensa divulgaram que, durante os “dias 29 de junho e 3 de setembro”, a Operação Hermes assegurou tranquilidade nas vias rodoviárias portuguesas. Nas ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública desenvolvidas pela Instituição, os membros da GNR intensificaram o “patrulhamento, fiscalização e apoio aos utentes das vias rodoviárias, com o objetivo de garantir a sua segurança durante os deslocamentos de e para os locais de veraneio e eventos de diversão natureza, próprios desta altura do ano.” Com o foco na redução da “sinistralidade e evitar comportamentos de risco”, a Operação Hermes assegurou tranquilidade nas vias rodoviárias portuguesas mediante “uma atuação preventiva nos principais eixos rodoviários (autoestradas, itinerários principais, itinerários complementares e estradas nacionais), assim como nos acessos às localidades e respetivas artérias[…].” As informações divulgadas dão conta de que, nas ações efetivadas pelos membros daquela força de proteção pública, foram registradas as detenções “3 195 condutores”, sendo “1 998 condutores por condução com taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas/litro” e “797 por falta de habilitação legal para o exercício da condução.” Foram igualmente “Detetadas 105 180 infrações, destacando-se: 36 075 por excesso de velocidade; 5 525 por condução com uma taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei; 4 047 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças; 3667 por uso indevido de telemóvel no exercício da condução; 225 pela não circulação na via mais à direita. Após consolidação dos dados registrados, quando a Operação Hermes assegurou a tranquilidade das vias rodoviárias portuguesas, naquele período, em 2018, e, na análise comparativa da sinistralidade, em relação a 2017, verificaram-se as seguinte variações: 15 720 acidentes (menos 433); 100 mortos (mais 13); 398 feridos graves (mais 19); 5 205 feridos leves (menos 609). Veja também, no vídeo ora destacado, vídeo, as considerações apresentadas pelo Major Abel Adriano, da GNR. Com as informações das fontes evidenciadas.
Desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista
Desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista e foi encontrada morta. Mas, até quando continuará a violência desvairada contra a mulher? A mídia nacional se posiciona contra toda e qualquer violência. Os autores dos textos, não sem razão, na maioria das vezes, carreiam-lhes sentimentos próprios de completa indignação, quando a violência é contra a mulher ou criança. Mas, parece que essa verdade não prevaleceu, quando se lê um texto publicado recentemente, descrevendo, provavelmente, os últimos momentos da soldado Juliane dos Santos Duarte, enterrada no Cemitério da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Ela foi desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista e encontrada morta. Ao registro policial, conforme se sabe, aquele matutino assume que teria tido acesso e consentiu na publicação de informações repassadas por testemunhas. E a descrição, lembrando cenas hollywoodianas passadas em bares de estradas, foi feita com impressionante riqueza de detalhes. Pouco a pouco, tem-se a sensação de que as informações dos processos policiais vêm a público antes mesmo do conhecimento judicial. Isso, certamente, contradiz o desejável processo judicial do Estado Democrático de Direito. Mas, Fabiane era mulher — e acima de tudo policial militar — e foi encontrada morta, assassinada, provavelmente, de forma cruenta. Dela, pode-se escrever e dizer o que quiser. Porém, desrespeitá-la, sem conhecê-la, sem uma mínima convivência, sem sequer saber o que ela sentia, o que fazia, é de uma total irresponsabilidade. O texto publicado reflete sinais claros de homofobia eivado de ódio inexplicável, com indicativos de lugar comum, e pouco recomendado aos formadores de opinião desejável a uma das metrópoles mais importantes do mundo. Entretanto, com a palavra, Madeleine Lacsko, que obteve mais informações e tem mais explicações: Fonte da Imagem: SPTV.
Forças de segurança mineiras e a Operação “O Regresso”
Informações divulgadas, no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), apontam resultados bem-sucedidos alcançados pelos profissionais das Forças de segurança mineiras e a Operação “O Regresso”. A Operação “O Regresso” consolido, certamente, uma série de ações específicas dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e polícia judiciária com a indispensável participação dos membros do Ministério Público Estadual. Prática de atuação integrada de proteção, iniciada nos últimos anos do século passado, tornou-se comum, neste Século XXI, contando com apoio dos membros das instituições de proteção dos cidadãos e das comunidades. De lá pra cá, tais práticas têm ocorrido em várias unidades da federação brasileira, a exemplo do que se viu, nos últimos dias 28 e 29 de junho, na postagem publicada no portal da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC), cujas fotos são destacadas acima e o texto transcrito a seguir: Nos dias 28 e 29 de junho foi desencadeada a “Operação Fronteira Integrada I” nos municípios da linha de Fronteira do Estado. A operação, Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP) em sintonia com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), envolveu as Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Administração Prisional (DEAP), além de outros órgãos de fiscalização do Estado, como as Secretarias da Agricultura, Fazenda e Justiça e Cidadania. Participaram também a Polícia Federal e a Receita Federal que prestaram apoio em razão da possibilidade de constatação de delitos transfronteiriços. O objetivo da operação é o enfrentamento de delitos, em especial, os típicos de fronteira, como o contrabando, o descaminho e o tráfico de armas e drogas. As ações foram coordenadas a partir do Centro de Comando e Controle Integrado (CICC) instalado no município de Dionísio Cerqueira e que permaneceu em contato direto com o Centro de Comando e Controle Nacional em Brasília que coordenou as ações nos onze estados brasileiros que possuem fronteira com outros países. A operação contou também, de maneira integrada, com o apoio das Polícias do Paraná e com a Polícia da Província de Misiones, na República Argentina, que realizou simultaneamente uma grande operação policial nos mesmos moldes da realizada no Brasil. As ações variaram entre barreiras nas principais vias da região, vistoria em estabelecimentos comerciais, vistorias em Unidades Prisionais e cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão e Prisão que foram executados em toda a Região. A operação foi visitada pelo secretário de segurança pública, Alceu de oliveira Pinto Junior, acompanhado pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel PM Carlos Alberto de Araujo Gomes Junior que estiveram no CICC e tiveram a oportunidade de verificar a realização dos trabalhos e avaliar os resultados obtidos. Os resultados das ações das Forças de segurança mineiras e a Operação “O Regresso” encontram-se no seguinte vídeo: De modo semelhante, transcreve-se, em seguida, a postagem publicada no portal da PMMG: Uma megaoperação entre as Polícias Militar e Civil e o Ministério Público foi realizada na madrugada dessa terça-feira (03.07) em todas as regiões de Minas para cumprir diversos mandados de prisão que tiveram como alvos indivíduos contumazes em crimes violentos. Esta é mais uma fase da operação denominada “O Regresso” que vem sendo realizada de forma integrada pelas instituições há cerca de três meses e que já prendeu 170 pessoas no Estado. Centenas de policiais militares e civis, dezenas de viaturas e aeronaves das duas instituições foram utilizadas na operação. “Em Minas é costume que as forças de segurança trabalhem de forma articulada. Há alguns meses, nos reunimos para a identificação dos alvos para esta operação. Foram selecionadas pessoas que tinham mandados de prisão expedidos pela Justiça e outros que representavam grande impacto na segurança pública, sobretudo por crimes violentos como homicídios, roubos, explosões a caixas eletrônicos, latrocínios e trafico de drogas”, destacou o Promotor de Justiça e Coordenador Criminal do MP, Henrique Nogueira Macedo. De acordo com o Superintendente de Investigação e Polícia Judiciária da PCMG, Delegado-Geral Carlos Capristrano, os 170 alvos que foram presos na ação foram selecionados pelo serviço de inteligência da Polícia Civil, Ministério Público e da Polícia Militar. “Todas as prisões são importantes por serem alvos que realmente atingiam a criminalidade em Minas Gerais. A partir dessas prisões, iremos realizar uma investigação criminal minuciosa, através do cruzamento de informações dos serviços de inteligência, para verificarmos a ligação dos alvos com as organizações criminosas”, destacou. Para o Porta-voz da PMMG, Major Flávio Santiago, a retirada desses criminosos de circulação refletirá no aumento expressivo da redução criminal em Minas. “São indivíduos que articulam o crime e, de alguma forma, empoderam outras pessoas a cometerem delitos. Além disso, é uma propaganda para que outros infratores entendam que em Minas Gerais não há espaço para o cometimento do crime”, finalizou. A operação “O Regresso” continua em todo o Estado por tempo indeterminado e novos alvos já estão sendo monitorados pelas Instituições. Com as informações da PMMG
Apreensão de 219 kg de drogas e prisão de um homem em Iturama-MG
Uma postagem publicada, no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), informa a apreensão de 219 kg de drogas e prisão de um homem em Iturama-MG. As ações bem-sucedidas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública foram desenvolvidas “na madrugada desta quarta-feira(27), na rodovia MGC 497 km 225”, no município “de Iturama, no Triângulo Mineiro”, quando os policiais militares “do 4º Pelotão de Polícia Militar Rodoviária e da 3ª Companhia PM independente” realizavam “uma operação conjunta” naquela localidade. Seguiram-se após a ordem de parada e estacionamento ao condutor de “um veículo com placa da cidade de Três Fronteiras, no Mato Grosso do Sul”. Na conseguente abordagem feita, o motorista mostrou-se irrequieto, indicando alguma suspeição e que foi comprovada após minuciosa vistoria realizada pelos policiais militares. Naquele veículo, encontravam-se 219 tabletes de maconha, em quatro compartimentos, vários tabletes de maconha escondidos” e “um porco no porta-malas do veículo”. Na avaliação dos policiais militares, a permanência do suíno naquele veículo seria uma “tentativa de disfarçar o odor da droga.” Dialogando com o condutor do veículo, os policiais militares souberam, também, a rota do tráfico da droga iniciou o Estado do Mato Grosso do Sul e o destino seria o município de Uberaba, no Triângulo Mineiro. O encerramento da ocorrência policial militar, com a apreensão de 219 kg de drogas e prisão de um homem em Iturama-MG, aconteceu na Delegacia de Polícia Judiciária, aonde foi conduzido o agente criminoso, preso por tráfico de substâncias entorpecentes, e entregue o material apreendido. Com as informações da PMMG
Na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”
Na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” é o resultado de uma ação integrada de proteção e fruto de uma iniciativa dos profissionais da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) e da Guarda Municipal de São José (GMSJ). Com propósitos estratégicos semelhantes ao PROERD, o programa Rede de Segurança Escolar, mediante o teatro “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” integrará visando a proteção de jovens estudantes e contará com a participação dos policiais militares do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e dos guardas municipais da Guarda Municipal de São José (GMSJ)”. Apresentado na tarde da última quinta-feira (14), “no Centro Educacional Maria Montessori, Bairro Campinas, em São José”, o teatro teve interessante foco na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”. Foi apresentado, “em dois atos e abordava temas de relevância social como a convivência respeitosa, o meio ambiente e a segurança no trânsito”, para uma plateia de 75 “alunos do 1º ao 5º ano”, do Ensino Fundamental e respectivos professores e diretores. No elenco de na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”, participaram “a guarda municipal Daiane Guedes e os policiais integrantes da Patrulha Escolar, cabo Tiago Maciel de Miranda e do soldado Daniel Vieira” que, durante a apresentação, interagiram com as pessoas da platéia. Ao evento sociocultural e educativo, compareceram “o subcomandante da Guarda Municipal de São José (GMSJ), Diego Molina, e a conselheira de segurança municipal Gilmara Bastos, ambos apoiadores do programa Rede de Segurança Escolar.” Com propósitos estratégicos semelhantes ao PROERD, o programa Rede de Segurança Escolar, mediante o teatro “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos” integrará visando a proteção de jovens estudantes e contará com a participação dos policiais militares do 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e dos guardas municipais da Guarda Municipal de São José (GMSJ)”. Leia mais informações, sobre a temática na proteção de escolares: “A Incrível Guardiã e a Terra dos Sonhos”, na postagem publicada no portal da PMSC e descrita a seguir: […] Outras 19 escolas já manifestaram o interesse na realização da peça e o projeto pretende contemplar todas as interessadas até o final do ano. “A escola é uma das primeiras instituições que proporciona às crianças e adolescentes experimentarem a vida em sociedade para além da família, podendo escolher suas próprias amizades, desenvolver seus interesses e formular seus primeiros projetos para o futuro. Ela é um verdadeiro laboratório de aprendizagens significativas para a cidadania. ” Este tipo de atividade está prevista pelo programa Rede de Segurança Escolar e busca fortalecer vínculos junto à comunidade escolar, prestar serviços com base em estratégias de prevenção e a participação em atividades que fomentem a interação comunitária na cultura e no ensino. O objetivo do projeto é orientar alunos quanto a medidas comportamentais preventivas, identificação de problemas de segurança pública e preparação para o exercício da cidadania através da conscientização acerca de questões de relevância social. Com as informações da PMSC
Apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses
Ações bem-sucedidas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública resultaram na apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses. Isso porque, em duas ocorrências policiais militares, desenvolvidas pelos profissionais da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul (PMMS), foram apreendidas 2.827 kg de drogas, além da prisão dos agentes criminosos, por tráfico de drogas e apreensão de armas de fogo, dinheiro e veículos. Primeira apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses A primeira ocorrência policial militar foi registrada em Campo Grande (MS), capital do Estado, na última quinta-feira(7),aproximadamente 13h, e desenvolvida pelos policiais militares do Batalhão de Polícia Militar de Choque, da PMMS, após o recebimento de denúncia anônima de “que dois veículos estavam transportando drogas para uma residência na Vila Albuquerque e, chegando no local, foram encontrados tais veículos, porém, após a abordagem, foi esclarecido que eles estavam fazendo o serviço de batedor.” Nas ações de abordagem das pessoas e vistoria dos veículos encontrados naquela localidade,”foram encontrados mais dois veículos carregados com droga, além de mais drogas dentro da residência sendo preparadas para serem comercializadas, totalizando 1.707 (mil e setecentos e sete) kg de maconha. Foram encontrados também duas armas de fogo, sendo um revólver calibre .38 e uma espingarda calibre .22.” e a “quantia de R$ 16.000,00.” Verificou-se, também, que “um dos veículos carregados com droga estava com sinais de identificação adulterados e, após a checagem, foi constatado que havia registro de furto no Estado de Goiás.” À Delegacia de Polícia Judiciária, foram conduzidos os homens presos e entregue a droga, armas de fogo, a quantidade de dinheiro citada e os veículos apreendidos. Segunda apreensão de drogas pelos policiais militares sul-mato-grossenses A outra ocorrência foi registrada “no município de Nova Andradina hoje (8) no meio da manhã, Policiais Militares Ambientais de Batayporã”, após a abordagem de “um veículo Mitsubishi L200 Triton”. Iniciada as ações de bloqueio, cerco e interceptação, “na rodovia MS 340”, o condutor do veículo desobedeceu a ordem de polícia “realizou meia volta e empreendeu fuga em alta velocidade. A PMA realizou perseguição ao veículo e já na rodovia BR 267, o motorista saiu da estrada, atravessou uma cerca e colidiu em uma árvore à margem de uma mata próxima à rodovia.” A despeito da perseguição, o condutor do veículo conseguiu abandonar o veículo e entrar numa mata densa. Os policiais militares realizaram diligências e não conseguiram prender o agente criminoso. Entretanto, nas vistorias realizadas no veículo, encontraram “1.120 kg de maconha em tabletes”, e, no interior do veículo, “havia duas placas de veículos, sendo uma de São Paulo (SP) e outra de Varginha (MG).” Os policiais militares conduziram o veículo apreendido “à Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina”, aonde foi entregue a droga apreendia, dando continuidade à diligência visando a prisão do agente criminoso. Com as informações da PMMS 1 e 2
Ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina
Uma ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina, durante um episódio lamentável ocorrido, em Belo Horizonte, na noite dessa terça-feira (5). O fato em si, faz parte do cotidiano dos grandes centros urbanos. Nums mais, outros menos, frequentemente. Porém, de qualquer forma, os cenários indesejáveis e cruentos têm sido comuns aos cidadãos e suas comunidades. E esses estão certos de que há profissionais — como é o caso daqueles que se dispuseram ao exercício da polícia ostensiva e a preservação da ordem pública — dispostos a protegê-los, observando exclusivamente o pálio dos mandamentos legais vigentes. Mas, aquele episódio foi assim noticiado, respectivamente, pelos Jornal Folha de S. Paulo; MGTV-1 e Portal G1 Minas Gerais: Atirador de elite da PM mata ladrão que fez mulher refém em MG Polícia mata homem que fazia mulher refém em loja no Centro de Belo Horizonte Homem que fez mulher refém no centro de Belo Horizonte tinha ficha extensa na polícia As imagens e os textos contradizem algumas informações realçadas, como é o caso de “Atirador de elite da PM mata ladrão…” ou “Polícia mata homem que fazia mulher refém…”. Nessas reportagens, ao contrário são evidenciados alguns pontos importantes, destacando que uma ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina. Um deles, foi a descrição que “Paulo Henrique Correia já havia sido preso dez vezes por sete crimes diferentes.” E as prisões seguiram-se após prática de crime “duas vezes por falsidade ideológica, duas vezes por agressão física, duas vezes por ameaça, uma vez por furto, uma vez por roubo, uma vez por estelionato e uma vez por crime de trânsito, segundo a Polícia Civil. Em 2015, ele foi vítima de uma tentativa de homicídio.” Outro escreveu que a “mulher foi feita refém […]. O suspeito fugia da polícia após roubar celulares em uma loja de varejo […]. Os militares fizeram cerco ao ladrão e começaram a negociar a libertação da vítima.” Os resultados auferidos não foram, certamente, os desejáveis, pelos policiais militares participantes do episódio, pois, estão qualificados, no desenvolvimento de uma ocorrência policial militar, para proteger as pessoas, usando os meios moderados, a exemplo do que aconteceu na ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina. Ocorrerão, certa e tranquilamente, as ações judiciais subsequentes. Por outro lado, dois assinantes da Folha de S.Paulo comentaram: “Lamento pela morte, mas uma salva de palmas para a polícia mineira” e “Que bom que não terminou como o caso da Eloá aqui em SP. Foram dias de negociação e um fim trágico. Parabéns a PM mineira. A vítima saiu ilesa”.
Uma policial militar paulista que protegeu outras mães e crianças
O vídeo abaixo divulgado pela R7.Com, provavelmente de uma das câmeras do CFTV de uma escola do bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), mostra detalhadamente os momentos antes e durante uma provável tentativa de roubo, praticada pelo agente criminoso, até ser dominado por uma mulher, uma mãe, uma policial militar paulista que protegeu outras mães e crianças. A habilidosa policial militar é a cabo Katia da Silva Sastre, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, uma das mães que compareceram à escola, na manhã do último sábado (12), para receberem as homenagens do Dia das Mães. As imagens do vídeo, sobre uma policial militar paulista que protegeu outras mães e crianças, são irrefutáveis. Comprovam a admirável e genuína ação policial militar de legítima defesa da cabo Kátia. Mostram mães e filhas, à porta da escola do bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), na mira de uma arma de fogo empunhada por uma pessoa que assumiu a responsabilidade de matar uma, ou mais pessoas, custe ou que custar. Os mínimos instantes que se seguiram, dando lugar à ação do meliante, impuseram rapidíssima análise dos riscos iminentes. À policial militar restavam duas alternativas. Manter-se, no anonimato, entre as demais mais e arcar com as consequências dos riscos subsequentes, inclusive, da perda da própria vida. A outra alternativa, a escolhida pela policial militar, foi a de expor sua autoridade de policial militar, empunhando sua arma de fogo, a fim de revidar a agressão injusta às pessoas indefesas, inclusive, crianças. A imprensa nacional divulgou amplamente o episódio e a Folha de São Paulo, nesta data publicou: […] O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), fez uma homenagem à cabo Katia da Silva Sastre, 42, que matou um ladrão na porta de uma escola no bairro Jardim dos Ipês, em Suzano (Grande SP), na manhã deste sábado (12). França entregou flores à policial militar na manhã deste domingo” O governador disse que o evento era para “cumprimentar a destreza, a técnica e a coragem” da cabo. “A gente não pode deixar de enaltecer toda a técnica que você usou nesse episódio, da maneira rápida que você agiu e, ao mesmo tempo, a coragem que você teve, porque poderia simplesmente se omitir naquela situação, pois estava de folga, à paisana”, disse França à policial. Questionado se o agradecimento não iria contra a filosofia de redução de letalidade policial, França afirmou que “a homenagem é feita porque é Dia das Mães, e ela é mãe”. “Ela foi a uma festa para comemorar a data e aconteceu uma situação dessas. Ela agiu tão precisamente, tão perfeitamente, que a gente resolveu homenageá-la”, falou o governador à Folha. “Claro, o rapaz morreu, não é o ideal. A gente gostaria que as pessoas não morressem”, disse França. “A gente faz isso para mostrar para as pessoas mais jovens que elas não se aventurem com arma na mão, porque estão sujeitas a morrer. Porque os nossos profissionais da segurança são bem treinados para fazer a segurança pública”, afirmou o governador. Após a homenagem, Katia disse que, apesar de não poder estar ao lado das filhas durante todo este Dia das Mães, é recompensador saber que não houve mais vítimas durante a tentativa de assalto. “É gratificante por ter salvado vidas, porque a gente não sabe como seria o decorrer disso. É para isso que estamos nessa profissão, para defender as vidas, e foi o que eu fiz”, afirmou. Ela contou que não sabia se a reação do assaltante seria atirar nas crianças ou nos adultos que estavam em frente à escola. “Então decidi defender as mães, as crianças, a minha própria vida e a da minha filha”, disse. “Na hora eu pensei que tinha que ter atitude. Nós, policiais, somos preparados para isso.” Katia é mães de duas meninas. A mais velha, de sete anos, estava com ela no momento do assalto. […] Com as informações da Folha de S. Paulo
