Policiais militares paraenses ocupam os espaços públicos de Belém-PA e ampliam a sensação de segurança de transeuntes e usuários de ônibus
Na “Operação Polícia nas Ruas” o profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, da Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA), ocuparam os espaços públicos, em Belém-PA, principalmente nos locais com registros elevados de ocorrências, ampliando a sensação de segurança de transeuntes, a pé ou em veículos, e usuários de ônibus. As ações de presença dos policiais militares têm sido reconhecidas pelos cidadãos belenenses. Leia outras informações, e saiba mais sobre a as ações bemsucedidas de polícia ostensiva dos membros da PMPA, na notícia transcrita em seguida. Há cerca de um mês, a cozinheira Diana Corrêa, 45 anos, moradora do bairro da Marambaia, em Belém, voltava para casa quando foi vítima de assalto. Na tarde desta quinta-feira (20), ela, e mais centenas de moradores da capital, vivenciaram outra realidade. Diana teve a oportunidade de parabenizar os agentes de segurança que realizam a “Operação Polícia nas Ruas”, desenvolvida pela Polícia Militar nos bairros com maior incidência de crimes. A operação, que prosseguirá durante todo o final de semana na capital, envolve 10 viaturas e 18 motocicletas da Polícia Militar, duas viaturas da Ronda Tática Metropolitana (Rotam) e 30 policias militares que já atuam no policiamento ostensivo nos bairros, além do reforço da Guarda Municipal de Belém. À tarde, a operação foi realizada na área de jurisdição do 1º Batalhão de Polícia Militar, que abrange os bairros do Telégrafo, Pedreira, Marco, Curió-Utinga, Castanheira, Souza, Marambaia, Val de Cans, Miramar, Maracangalha e Barreiro. Prevenção – De acordo com o comandante da operação, major Jorge Araújo, o objetivo é prevenir principalmente homicídios. “Para a escolha do local de realização da operação, a Polícia Militar trabalha com a chamada ‘mancha criminal’, que leva em conta o número de ocorrências de assaltos e homicídios em um determinado ponto da cidade”, explicou. De acordo com o major, na área do 1° Batalhão, desde fevereiro deste ano, a “Operação Ônibus Seguro”, que faz parte da “Rede de Proteção ao Cidadão”, diminuiu as ocorrências de assalto a coletivos em 16%, em comparação ao mesmo período de 2016. “Hoje, a população já está mais habituada à presença dos policias militares dentro dos coletivos e nas ruas, e recebe muito bem estas operações”, afirmou o militar. Segundo o motorista Almiro Silva, 59 anos, que trabalha na linha Marambaia/Ver-o-Peso, a presença dos policiais dentro dos ônibus deixa os rodoviários mais tranquilos. “Eu nunca fui vítima de assalto, mas tenho colegas de profissão que já foram. Depois do início destas operações a gente se sente mais seguro”, declarou. A dona de casa Maria José Ferreira, 62 anos, disse que apesar da interrupção na viagem, as operações policiais são muito bem-vindas, pois trazem mais tranquilidade à população. “Eu já fui assaltada dentro de um ônibus, e fico mais tranquila quando vejo os policiais subindo nos ônibus para fazer a revista”, ressaltou. Fonte: PMPA.
Em Boa Vista, Roraima, policiais militares empreendem ações de polícia comunitária
O Roraima TV divulgou a notícia sobre o empreendimento operacional dos profissionais roraimenses de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Veja o vídeo e conheça a proposição da Polícia Militar do Estado de Roraima (PMRR) com as ações de polícia ostensiva, visando à desejável, e indispensável, aproximação dos policiais militares com a respectiva comunidade a quem servem. Na programação prevista, para os próximos dois meses, serão feitas apresentações culturais e recreativas, segundo o sargento Dagmar, nas principais praças de Boa Vista, com as presenças dos policiais militares músicos, as equipes de patrulhas com cães, dentre outras atividades. Há enorme desafio, para as polícias militares: a ocupação das praças, que já foi do povo! Certamente que as estratégias de combate às ações nefastas dos narcotraficantes mobilizam os policiais militares e os parcos recursos tecnológicos disponíveis às Instituições Militares Estaduais (IME). Mas, a verdadeira vocação policial militar é a aproximação com as pessoas, pois são os principais destinatários dos serviços policiais militares. Sentindo-se protegidos, obterão inominável sensação de segurança objetiva, ficarão satisfeitos e serão primeiros a defenderem os policiais militares e suas respectivas IME. A PMRR dá um bom exemplo: a praça é o lugar da PM porque se ele estiver lá, as crianças, os jovens e os idosos, legítimos “senhores” das praças irão ocupá-la. Ao passo que hoje, na maioria delas, seus ocupantes são escravizados pelos agentes contumazes do narcotráfico e que invariavelmente atraem os guardiães da cidades para os covis onde vivem! Pensem nisso! Fonte: vídeo (Portal G1 – Roraima)
Motivados e, talvez, (in) satisfeitos: os policiais militares protegem a sociedade, apesar de descaso, incompetência e divergências políticas
Motivados e, talvez, (in) satisfeitos, os policiais militares protegem a sociedade, apesar de descaso, incompetência e divergências políticas, a exemplo do que ocorrem com os estados fiéis ao Palácio do Planalto. A segunda parte do que se afirmou anteriormente enfatiza o descaso, a incompetência e a divergência políticas. Nos últimos dias, estão escancaradas na mídia nacional! Disse certa vez, e repito, que já vi esse filme, no episódio de fevereiro, no movimento paredista dos policiais militares capixabas. Citei, àquela época, o caso do “berço do mensalão” e o quanto as pessoas ficaram melindradas! Mas, tinham que manter fidelidade ao poder central. Mantiveram e estrumbicaram-se! Mais recentemente, num post de 10 de fevereiro deste ano, destaquei: Conta-se a respeito de uma resposta dada pelo então Governador de Minas Gerais “Milton Campos que se tornou lendária e exemplo de bom senso”, quando aconteceu “uma interminável greve de ferroviários (dizem que era em Divinópolis)” uma cidade do Centro Oeste Mineiro. Diante daquele episódio, “alguns assessores sugeriram-lhe que enviasse soldados da polícia estadual [a Gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais], para acabar com a greve. Ele calmamente lembrou-se de uma alternativa: “Não seria melhor mandar o trem pagador?” As notícias que publicam as decisões políticas indicam situações semelhantes. Não são desmentidas. Mandar o “reforço”, ou o “trem pagador”? Quanto se gastou, no episódio do Espírito Santo. Quanto mais será gasto, no caso do Rio de Janeiro? Porque até final de 2018? Em ambos os casos, não teria sido melhor canalizar os recursos para a folha salarial dos servidores públicos? Mas, a notícia boa está na primeira parte da afirmativa inicial: os policiais militares protegem a sociedade! Tem sido assim em todas as unidades da República Federativa do Brasil! Neste Pontopm, há inúmeras notícias sobre operações militares sendo desenvolvidas em muitos municípios brasileiros. Quer um exemplo? No Rio de Janeiro, há uma decisão judicial sugirndo aos comandantes e comandados cruzarem os braços. E acontece exatamente o contrário, quando se viu um esforço singular “na tarde desta sexta-feira (21/07), das 13h às 18h, em todo o estado do Rio de Janeiro, a Operação Fecha Quartel, com vistas a coibir roubos de rua e de veículos.” E a decisão do Comando Geral foi publicada: Todas as Unidades Operacionais, bem como a Coordenadoria de Polícia Pacificadora e as equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), estão com seus efetivos nas ruas realizando abordagens a carros, motos e transeuntes, em pontos determinados por planejamento prévio de cada unidade. O resultado da Operação Fecha Quartel será divulgado na tarde do dia 24/07, próxima segunda-feira. Isso é real. Funciona! E a Polícia Militar Brasileira — Todas, sem exceção! — mostra o que faz. E o compromisso dos policiais militares brasileiros é com a proteção das pessoas, seus bens respectivos, e bens públicos patrimoniais, incluindo o meio ambiente! Fonte: O GLOBO e PMERJ.
Mais um policial militar foi sepultado no Estado do Rio de Janeiro
O vídeo do Jornal Nacional informou que: Chegou a 90 o número de policiais militares assassinados no Estado do Rio em 2017. Na manhã desta sexta-feira (21), o soldado Fabiano de Brito e Silva reagiu a um assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele era casado e tinha três filhos. Um helicóptero atingido por um tiro quando sobrevoava o morro do Vidigal teve que fazer um pouso de emergência perto da praia de São Conrado. O piloto e os três passageiros não se machucaram. O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, voltou nesta sexta para o spa em que está cuidando da saúde. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, anunciou para os próximos dias o envio de mais tropas federais para o Rio de Janeiro: homens das Forças Armadas, da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal. O ministro não deu números, mas disse que o reforço vai permanecer no Rio até o fim de 2018. Tudo indica que continua a situação destacada neste Pontopm na seguinte notícia: A realidade fática do principal líder de um órgão de proteção pública que depende, lamentavelmente, de um poder político anacrônico e ultrapassado Fonte: Jornal Nacional.
Policiais militares alagoanos – e músicos – compartilham momentos de alegria com pacientes de hospial
Em Maceió-AL, os policiais militares da Banda de Música da Polícia Militar do Estado de Alagoas (PMAL) cumprem a nobre missão de “levar um pouco de alegria e proporcionar momento de descontração aos pacientes” do Hospital Geral do Estado (HGE), a exemplo do que aconteceu “na manhã desta sexta-feira (21)”. No vídeo destacado, há detalhes de uma das visitas dos policiais militares e a participação de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde, durante a visita ao HGE. Leia mais informações, no trecho da reportagem do portal G1-Alagoas transcrito a seguir: A paciente Lucidalva do Nascimento, 47, que está internada há 56 dias disse que achou linda a ação. “Fez uma alegria pra nós que ficamos aqui tão tristes”, diz. Um dos médicos do HGE disse que a atividade é muito importante principalmente para os pacientes que estão internados a mais de uma semana e estão longe da família. “Aqui eles têm momentos de descontração e alegria, e isso contribui para a recuperação do paciente”, afirma Marcos Ramalho A acompanhante Severina Ramos, 58, ficou muito animada com a iniciativa e disse que a atividade deveria ser feita pelo menos uma vez por mês. “É muito triste [ficar no hospital], pois as pessoas ficam em uma situação muito estressante”. O sargento Micael Brasileira se sente muito realizado em levar alegria aos enfermos. “A polícia não é só para combater o crime. É um prazer e motivo de felicidade trazer um pouco de alegria para as pessoas que estão doentes e para os funcionários do hospital”, diz. A PM informou que o projeto atua em hospitais, maternidades e asilos e vai para onde for solicitado, é só entrar em contato com a assessoria [de comunicação social] e agendar a visita. Fonte: texto e foto (G1-Alagoas)
5 pescadores foram autuados por pesca predatória pelos policiais militares paulistas que apreenderam, também, redes ilegais e 113 quilos de pescados
O portal G1 Rio Preto e Araçatuba informou sobre pesca predatória praticada por cinco pescadores no rio Paraná, em Ilha Solteira (SP) e Castilho (SP). As ações de polícia ostensiva ambiental seguiram-se depois de várias denúncias. Desenvolvidas as atividades de localização, abordagem e fiscalização dos infratores, nos locais destacados acima, comprovaram-se as denúncias. Os pescadores foram encontrados e tinham a posse “de 3 mil metros de redes e 113 quilos de peixes”. Consequentemente, os pescadores foram autuados com uma notificação legal de ” R$ 3,3 mil por usarem redes e transportarem pescados de forma irregular. Os peixes apreendidos foram doados.” Fonte: Portal G1.
Policiais militares mineiros e cidadãos de Ribeirão das Neves-MG estão unidos na Campanha do agasalho de 2017
As instalações da Base Comunitária do bairro Florença, em Ribeirão das Neves – MG, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, tornaram-se local de coleta e ponto de apoio à Campanha do Agasalho de 2017, segundo notícia publicada no portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG). Nas ações comunitárias, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública devem estar presentes, pois, nessas ocasiões, são estabelecidos e fortalecidos os relacionamentos polícia e comunidade. São relacionamentos respeitosos e de confiança para ambas as instituições. Leia mais informações, na notícia publicada e transcrita a seguir: A Base Comunitária do bairro Florença da 203ª CIA/ 65º BPM promoveu desde o mês de maio a Campanha do agasalho 2017 “Combatendo o frio com a sua solidariedade”. O objetivo da ação foi incentivar atitudes solidárias por parte de moradores, comerciantes e policiais militares atuantes na região do bairro Florença, por meio da doação de agasalhos e cobertores usados. Todas as pessoas arrecadadas seriam repassados às famílias em situação de vulnerabilidade econômica, provavelmente, as maiores acometidas pelo frio rigoroso do período de inverno. Após três meses de divulgação do trabalho por meio impresso (Mural da Base e Jornal Guia Mais), eletrônico (redes sociais e demais mídias eletrônicas), e por contatos pessoais com a comunidade local, foram recebidas aproximadamente três mil (3.000) peças de roupas (nas categorias adulto; infantil e juvenil, masculinas e femininas), além de calçados e cobertores. Para direcionar as doações, foi realizado um cadastro das famílias carentes da região, as quais tiveram a oportunidade de dialogar com os militares, proporcionando assim uma maior proximidade com eles e um melhor conhecimento da realidade dessas famílias, cuja grande parte, teve seus provedores acometidos pelo desemprego nos últimos dois anos. O material arrecadado foi distribuído na última semana, na própria sede da Base Comunitária. Durante o atendimento, foram distribuídos panfletos PM Serviços (Dicas de autoproteção, Campanha Antidrogas); folder Base Comunitária e orientações produzidas pelos militares da Base relembrando da necessidade de lavar as roupas antes de utilizá-las; de fazer um bom uso delas e de evitar o uso abusivo de bebidas alcoólicas. Além do empenho dos militares da Base Comunitária do Bairro Florença e da 203ª CIA/ 65º BPM, dos comerciantes e moradores, a Campanha do Agasalho 2017 foi fortemente abraçada pelos Bombeiros Civis (Sede Vale das Acácias); Comunidade Bom Jesus; OAB Ribeirão das Neves e Jornal GUIA MAIS, parcerias de sucesso que se posicionam a favor do bem estar da comunidade de Ribeirão das Neves. Foram beneficiadas com as doações recebidas durante a Campanha do Agasalho 2017 aproximadamente setenta famílias, ou seja, cerca de trezentas pessoas, em sua maioria moradores dos aglomerados adjacentes à Base Comunitária. A Campanha foi encerrada de maneira muito positiva destacando a importância da comunidade em se manter amiga da PMMG. Fonte: PMMG.
A realidade fática do principal líder de um órgão de proteção pública que depende, lamentavelmente, de um poder político anacrônico e ultrapassado
O Coronel Wolney Dias Ferreira, comandante-Geral da PMERJ recebeu, nesta semana, duas notícias que têm sido comuns no cotidianos dos principais líderes das policias militares brasileiras. A primeira notícia, foi o assassinato do “soldado Thiago Marzula, de 30 anos, […] morto com um tiro na cabeça, na segunda-feira, durante patrulhamento numa favela em São Gonçalo. Ele deixou um filho de apenas 1 mês.” A outra foi o assassinato do “cabo Bruno dos Santos Leonardo, que era lotado na UPP da Mangueira. O policial foi morto segunda-feira durante um ataque a tiros contra uma equipe da PM na localidade conhecida como Telégrafo. Bruno estava na corporação havia seis anos, era casado e deixou uma filha e um enteado.” Os policiais militares receberam as últimas homenagens de familiares e colegas de trabalho, respectivamente no “no Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo” e no “Cemitério Municipal de Queimados”. Todos ficamos abalados, quando perdemos um parente, amigo ou companheiro de trabalho. Esta triste realidade é mais frequente na vida dos policiais militares brasileiros, e, mais especificamente, daqueles que serviram ou servem no Estado do Rio de Janeiro. Ainda em um dos cemitérios, o Jornal GLOBO e algumas redes de TV registraram a declaração emocionada do Coronel Wolney, destacando-se: — Quem atenta contra a vida de um policial atenta contra o Estado. Isso é um ato de terrorismo, e eu defendo penas muito severas. Sinceramente, acho que para esse tipo de crime deveria ser prisão perpétua. Acho que a nossa legislação tem que ser revista. Tem que ser dado um peso muito maior aos crimes contra um policial, contra quem tira a vida de alguém. Imagine se for um menor de idade? Não vai ficar nem preso. E é isso o que a sociedade quer? Nós estamos derramando o nosso sangue diariamente, tingindo o solo desse estado em defesa da sociedade, que precisa saber que também é responsabilidade dela — frisou o comandante. — Eu me sinto muito mal. É como se eu perdesse um filho cada vez que morre um comandado. É muito duro porque uma parte minha vai junto com esse filho. Esse é o meu pior pesadelo. A sociedade tem que entender que a polícia é a última linha entre a ordem e o caos. Nós somos os defensores da liberdade que permite a nossa sociedade viver e ter o seus direitos. Isso não pode ser aceito como uma coisa normal[…] — Estamos revendo a nossa legislação, as nossas instruções reguladoras. Estamos também tentando diminuir os confrontos para evitar a vitimização não só de policiais como também de terceiros, de civis. Estamos empenhados em buscar uma estratégia melhor, muito mais eficaz, para reduzir a perda de vidas. — Temos uma perda anual de 1.200 a 1.300 homens, seja por falecimento, passagem para a inatividade ou incapacidade física. E hoje eu não tenho reposição. Em razão da crise, eu não posso incorporar policiais militares […]. É importante destacar que, enquanto as notícias informam que outras polícias militares brasileiras realizam concursos e efetivam novos servidores à proteção pública, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) “perdeu 7,7% de seu efetivo em dois anos. Foram 3.805 agentes que deixaram de cuidar da segurança do estado.” Nos últimos sete anos, segundo um infográfico publicado no Jornal GLOBO, a evolução do efetivo da PMERJ cresceu, no período de 2010 a 2015, de 38.929 para 49.234 servidores. Esse efetivo decresceu para 47.827, em 2016, e, em 2017, 45.429. Mas, ainda no cemitério, “aoo lado de aproximadamente 300 pessoas, entre PMs, parentes e amigos de Marzula, Wolney Dias disse que já não suporta mais ter que enterrar policiais. Este ano, já foram 89 mortes.” Ainda há pouco, O GLOBO publicou outra notícia sobre a zombaria política da segurança do Rio de Janeiro! Senhores, DONOS DA REPÚBLICA, o Rio de Janeiro precisa de escolas e hospitais. E a melhor proteção pública para o Rio de Janeiro somente será efetivada pelos órgãos públicos cariocas. Nenhum outro, de qualquer lugar do planeta, será capaz de fazê-lo! E a pergunta que não quer cessar…até quando? Fonte: texto, foto e vídeo (O GLOBO – 1 e 2 )
1400 alunos de escolas públicas de Várzea Grande-MT frequentaram, neste ano, o Proerd desenvolvido pelos policiais militares mato-grossenses
O portal da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso(PMMT) informa que 1400 alunos de escolas públicas frequentaram, neste ano, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) desenvolvido pelos seguintes policiais militares mato-grossenses:”tenente Eronildo, cabo Jildeni, soldado Romoaldo.” O Pontopm divulgou anteriormente ações de polícia ostensiva bemsucedida praticada pelos policiais militares, em Bom Despacho-MG, veja a notícia a seguir: Policiais militares mineiros do 7º Batalhão da Polícia Militar, em Bom Despacho-MG, promoveram o Proerd para 339 alunos Na mesma direção, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da PMMT não mediram esforços, a fim de cooperaram com os infantes de Várzea Grande-MT, orientando-os a se distanciarem das drogas e das consequências nefastas aos familiares e à sociedade. Leia mais informações, na notícia transcrita a seguir que foi publicada no portal da PMMT: A Polícia Militar formou neste primeiro semestre de 2017, cerca de 1.400 alunos em 18 Escolas Públicas da cidade de Várzea Grande, por meio do 2º Comando Regional. Foram atendidos alunos do 1° ano do ensino fundamental ministrando conteúdo de noções de cidadania e segurança pessoal. Para os alunos do 5° ano foi aplicado um livro com 12 lições que trabalham: dinâmica em grupo, técnicas para resistir às pressões dos amigos e da mídia quanto ao uso de drogas e a prática de violência, maneiras de lidar com o estresse, promoção da auto estima, entre outros. Uma dinâmica utilizada para as séries iniciais e que surtiu efeito positivo foi apresentar aos alunos uma viatura policial caracterizada e equipada com instrumentos necessários para realização do policiamento. Por exemplo, o pai de uma criança contou que depois que o filho conheceu a viatura, ele nem dormiu direito de tanta alegria e que durante a noite teria até sonhado em ser policial. A procura pelo Programa tem aumentado tanto que está sendo estudada uma nova formação de instrutores para melhor atender a comunidade escolar nos próximos anos. O trabalho é uma parceria com as Secretarias de Educação do Estado e Municípios. Os instrutores responsáveis pelo Proerd em Várzea Grande são: tenente Eronildo, cabo Jildeni, soldado Romoaldo. Fonte: PMMT.
Polícia Militar do Rio de Janeiro solicita apoio das comunidades para localizar assassínios de servidores públicos
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) publicou, nesta quinta-feira, em seu twitter, uma recompensa de R$ 5 mil, a fim de coletar informações capazes de formalizar, sob o Pálio da Lei, a identificação criminal dos assassinos de policiais militares. Eis o destaque da mensagem: “Colabore com informações que levem à prisão de assassinos de policiais.#ValorizeQuemTeProtege #ApoieaPolicia @DDalertaRio #Parceria”.
