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Motivados e, talvez, (in) satisfeitos: os policiais militares protegem a sociedade, apesar de descaso, incompetência e divergências políticas

Motivados e, talvez, (in) satisfeitos, os policiais militares protegem a sociedade, apesar de descaso, incompetência e divergências políticas, a exemplo do que ocorrem com os estados fiéis ao Palácio do Planalto.

A segunda parte do que se afirmou anteriormente enfatiza o descaso, a incompetência e a divergência políticas. Nos últimos dias, estão escancaradas na mídia nacional!

Charge de Chico Caruso retrata Rodrigo Maia e Michel Temer – Reprodução

Disse certa vez, e repito, que já vi esse filme, no episódio de fevereiro, no movimento paredista dos policiais militares capixabas.

Citei, àquela época, o caso do “berço do mensalão” e o quanto as pessoas ficaram melindradas! Mas, tinham que manter fidelidade ao poder central. Mantiveram e estrumbicaram-se!

Mais recentemente, num post de 10 de fevereiro deste ano, destaquei:

Conta-se a respeito de uma resposta dada pelo então Governador de Minas Gerais “Milton Campos que se tornou lendária e exemplo de bom senso”, quando aconteceu “uma interminável greve de ferroviários (dizem que era em Divinópolis)” uma cidade do Centro Oeste Mineiro. Diante daquele episódio, “alguns assessores sugeriram-lhe que enviasse soldados da polícia estadual [a Gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais], para acabar com a greve. Ele calmamente lembrou-se de uma alternativa: “Não seria melhor mandar o trem pagador?”

As notícias que publicam as decisões políticas indicam situações semelhantes. Não são desmentidas. Mandar o “reforço”, ou o “trem pagador”? Quanto se gastou, no episódio do Espírito Santo. Quanto mais será gasto, no caso do Rio de Janeiro? Porque até final de 2018? Em ambos os casos, não teria sido melhor canalizar os recursos para a folha salarial dos servidores públicos?

Mas, a notícia boa está na primeira parte da afirmativa inicial: os policiais militares protegem a sociedade!

Tem sido assim em todas as unidades da República Federativa do Brasil!

Neste Pontopm, há inúmeras notícias sobre operações militares sendo desenvolvidas em muitos municípios brasileiros.

Quer um exemplo? No Rio de Janeiro, há uma decisão judicial sugirndo aos comandantes e comandados cruzarem os braços. E acontece exatamente o contrário, quando se viu um esforço singular “na tarde desta sexta-feira (21/07), das 13h às 18h, em todo o estado do Rio de Janeiro, a Operação Fecha Quartel, com vistas a coibir roubos de rua e de veículos.” E a decisão do Comando Geral foi publicada:

Todas as Unidades Operacionais, bem como a Coordenadoria de Polícia Pacificadora e as equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), estão com seus efetivos nas ruas realizando abordagens a carros, motos e transeuntes, em pontos determinados por planejamento prévio de cada unidade. O resultado da Operação Fecha Quartel será divulgado na tarde do dia 24/07, próxima segunda-feira.

Isso é real. Funciona!

E a Polícia Militar Brasileira — Todas, sem exceção! — mostra o que faz.

E o compromisso dos policiais militares brasileiros é com a proteção das pessoas, seus bens respectivos, e bens públicos patrimoniais, incluindo o meio ambiente!

Fonte: O GLOBO e PMERJ.

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Sobre o(a) Autor(a)

Isaac de Souza

Isaac de Souza

(1949 _ _ _ _) É Mineiro de Bom Despacho. Iniciou a carreira na PMMG, em 1968, após matricular-se, como recruta, no Curso de Formação de Policial, no Batalhão Escola. Serviu no Contingente do Quartel-General – CQG, antes de matricular-se, em 1970, e concluir o Curso de Formação de Oficiais – CFO, em 1973. Concluiu, também, na Academia Militar do Prado Mineiro – AMPM, os Cursos de Instrutor de Educação Física – CIEF, em 1975; Informática para Oficiais – CIO, em 1988; Aperfeiçoamento de Oficiais – CAO, em 1989, e Superior de Polícia – CSP, em 1992. Serviu no Batalhão de RadioPatrulha (atual 16º BPM), 1º Batalhão de Polícia Militar, Colégio Tiradentes, 14º Batalhão de Polícia Militar, Diretoria de Finanças e na Seção Estratégica de Planejamento do Ensino e Operações Policial-Militares – PM3. Como oficial superior da PMMG, integrou o Comando que reinstalou o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos, onde foi o Chefe da Divisão de Ensino de 92 a 93. Posteriormente secretariou e chefiou o Gabinete do Comandante-Geral - GCG, de 1993 a 1995, e a PM3, até 1996. No posto de Coronel, foi Subchefe do Estado-Maior da PMMG e dirigiu, cumulativamente, a Diretoria de Meio Ambiente – DMA. No ano de 1998, após completar 30 anos de serviços na carreira policial-militar, tornou-se um Coronel Veterano. Realizou, em 2003-2004, o MBA de Gestão Estratégica e Marketing, e de 2009-2011, cursou o Mestrado em Administração, na Faculdade de Ciências Empresariais da Universidade FUMEC.