No Rio de Janeiro, sucessos do Batalhão de Ações com Cães (BAC).
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Batalhão de Ações com Cães (BAC) — da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) — concorrem positivamente para o sucesso operacional daquela unidade. Conforme noticiado, no portal da PMERJ, no último mês de janeiro, foram apreendidas, aproximadamente três toneladas de drogas somente no mês de janeiro. As operações aconteceram em diversas comunidades do Rio de Janeiro. Ações também apreenderam um grande volume de armamentos. Os números e as informações divulgadas indicam que: Nos últimos três anos, o BAC teve um aumento de mais de 1.200% na quantidade de drogas apreendidas. Em janeiro de 2015, foi registrada a apreensão de 264 kg e, no mesmo mês de 2016, 126 kg de drogas apreendidas. Já em 2017, foram 3.224 kg, o que comprova o aumento expressivo deste ano. – O resultado é fruto do esforço coletivo dos nossos policiais e do treinamento com os nossos cães. O batalhão é pioneiro no Brasil em reprodução assistida, então, temos diversos cães que nasceram e foram treinados no próprio batalhão – explicou o primeiro-tenente do BAC, Felipe da Silva Rodrigues. Na conclusão dos estudos sobre “Panorama das apreensões de drogas no Rio de Janeiro 2010-2016”, encontramos que: As apreensões, especialmente aquelas por tráfico, estão crescendo, assim como a massa total de maconha e cocaína recolhida das ruas. Não obstante, as ocorrências apreendem em mediana pouca massa de droga, algo em torno de 10 a 15 gramas. Em 2015, 43% das ocorrências de apreensões de drogas foram consideradas como posse. Entretanto, caso se considerasse os modelos objetivos de Portugal ou Espanha, no qual 25 e 100 gramas de maconha são utilizados como indicadores respectivamente, haveria algo como 60% e 80% de casos registrados como posse. Esse tipo de ocorrência se distingue das grandes operações, que representam próximo de 5% dos casos e apreendem mais de 80% da massa. Viu-se, por exemplo, que pouco mais de 400 ocorrências apreenderam 94 toneladas de maconha, de um total de 110, e que apenas 500 casos recolheram quase cinco toneladas de cocaína, ou metade da soma do período. Há portanto, grande heterogeneidade entre as apreensões. Esses dois modelos de atividades, que se distinguem enormemente em seus objetivos e resultados no enfrentamento ao tráfico de drogas, estão em ascensão. Espera-se que o relatório permita reflexões sobre as consequências desse fenômeno. Fonte e fotos: PMRJ e ISP
Um dia para recordar!
Onde vais tu, esbelto infante com teu fuzil lesto a marchar? Cadência certa, o peito arfante, Onde vais tu a pelejar? Pra longe eu vou a pátria ordena sigo contente o meu tambor, Cheio de ardor, Cheio de ardor Pois quando a pátria nos acena se vive só da própria dor. […] Olavo Bilac Encontrei o texto abaixo, no Blog da Renata, e, a foto, no Blog Plantão Policial MG. Li o texto e lembrei-me dos bons tempos, quando cantávamos o poema composto por Olavo Bilac. Destaquei acima a primeira estrofe da música que, naquela época, no final da Década de 60, era denominada “Alegre Recruta”. Cantávamos garbosamente, no pátio, do então Batalhão Escola, que é o mesmo destacado na foto. Hoje, pensando no tempo que se foi, posso afirmar: valeu a pena! UM DIA PARA RECORDAR Há exatamente uma semana, no dia 01-03-2016, se iniciava na Escola de Formação de Soldados (EFSD) da Academia da POLÍCIA MILITAR de Minas Gerais (APM-MG), o Curso de Formação de Soldados do Quadro de Praças da Polícia Militar (CFSD-QPPM), um momento emocionante, especial e, sobretudo, INESQUECÍVEL na vida de muitos que ali estavam, inclusive eu! A primeira chamada dos ‘’recrutas’’ do CFSD estava marcada para as 07h30min AM, e eu como uma pessoa prestativa que sempre fui (rsr), me ofereci para levar meu irmão gêmeo e então ‘’novo’’ Soldado de 2ª CLASSE da PMMG Douglas Henrique para seu primeiro dia de curso, ora, não poderia perder esse momento por nada! OBS: O ‘novo’ entre aspas refere-se ao fato de que meu outro irmão, o mais velho, é recém formado nas fileiras da PMMG. Pois bem, logo na entrada da APM já tive uma surpresa: Despedi-me de meu irmão, dei ‘meia volta’ e quando dava os primeiros passos pra ir embora, a Oficial que estava ali no portão de entrada recepcionando os novatos me pergunta o porquê de eu estar ali, se eu era Militar, parente ou acompanhante de alguém que adentrava por aquele portão. Respondi que além de acompanhante, eu era irmão de um dos recrutas, foi quando a Oficial (muito simpática por sinal) disse: – Por que está indo embora? Entre, vai lá ver seu irmão! Fiquei surpreso com aquilo, pois não é normal a entrada de civis naquele local, a não ser que esse seja uma autoridade, o que de fato, não era o caso. Tendo recebido o convite formal para entrar, fui passando em meio aos recrutas até chegar à parte superior do pátio principal da EFSD, onde estavam mais ou menos uma dúzia de outros parentes e acompanhantes, dentre eles, militares e civis (mais militares que civis). Logo na chegada ao meu local, de frente para os recrutas (mais ou menos mil), que já estavam em formação, ‘saquei’ meu celular e comecei a registrar aquele momento com várias fotos e vídeos, principalmente do pelotão em que estava meu irmão, claro. Nessa hora, já estava todo cheio de orgulho e emoção por ver meu irmão (e alguns amigos meus) ali de pé, em posição de ‘sentido’, de BOJEANS (blusa branca e calça jeans azul marinho) no meio de vários novos militares, sendo agraciado por essa benção divina e realizando seu sonho antigo, depois de ter sido eliminado na última etapa do concurso anterior… Mas é como dizem, “tudo tem sua hora”, e enfim, chegou a hora dele! Continuando, observei um dos alunos, no canto direito do pátio, que mesmo em forma, olhava pro ‘nada’, balançava a cabeça e sorria sozinho, com uma expressão de felicidade e agradecimento, às vezes por ter superado fatores externos e a si mesmo para poder agora estar ali, ombreando com aqueles tantos outros jovens, que com certeza lutaram bastante até que chegasse ‘o grande dia’ (e que dia!)… Depois de alguns minutos ali em pé observando os militares veteranos ‘’organizando’’ a nova tropa, nós, os acompanhantes, fomos convidados pessoalmente pelo Sr. Cel chefe da APM, Eduardo Cezar Reis, a subir no ‘altar’ principal daquele pátio para poder, como ele próprio disse, ter a mesma visão que todos aqueles oficiais tinham dos novos soldados. Nossa, quanta surpresa e honra foi ter recebido mais esse convite, porém, fiquei meio receoso de subir ao palanque, pois como disse anteriormente, fui pego de surpresa logo na primeira chamada para entrar na Academia, principalmente pelo fato de eu não estar nem um pouco vestido a caráter. Mas isso não me impediu de subir e agraciar aquela solenidade com uma visão ‘privilegiada’. Tudo estava correndo normalmente, sem, contudo, deixar de ser emocionante. Daí, uma parte da banda da PM formada por alunos do Quadro de Praças Especialistas (QPE), que já estava em formação, começou a tocar a Canção Oficial da PMMG… Nesta hora foi forte a vontade de chorar largado, pois vi o semblante de emoção em que meu irmão estava. Até eu, que ainda nem sou Militar me emociono muito toda vez que ouço esse hino, imaginem ele naquela hora, cantando em pensamento, sabendo que agora ele é um dos ‘’Filhos de Minas’’… :’D Depois disso, fomos novamente convidados, desta vez pelo Sr. TenCel Welerson, comandante da EFSD, juntamente com outros(as) oficiais, inclusive uma psicóloga, Oficial da saúde da PMMG, a acompanhá-los para o auditório da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos (EFAS), no qual foi apresentado a nós, convidados, o que aconteceria no CFSD, dentre outras coisas pertinentes. Os oficiais que nos receberam foram super atenciosos conosco, tiraram dúvidas, conversaram, contaram histórias e até riram com a gente, o que nos deixou bem à vontade. Em especial o TenCel Welerson, que apesar de sua serenidade e sua postura reta, típicas de um comandante, foi super gentil com todos. Rolou até um cafezinho com biscoitos depois… kkkk Após esse momento de descontração, saímos com os oficiais para fazer um tour pela Academia. Passamos pelas salas de aula dos alunos do Curso de Formação de Sargentos (CFS), pelo Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes (RCAT) e quando estávamos a caminho da sala de música da orquestra da PM,
Subtenente Dorvalino Leite: Missão cumprida!
Foi divulgado pela Polícia Militar de Santa Catarina que o “subtenente Dorvalino Leite, lotado no 13º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Rio do Sul, assinou” no dia 3 de março deste ano “o requerimento de transferência para a reserva remunerada”. Foi destacado também que: Dorvalino iniciou sua carreira no Corpo de Bombeiros Militar, em 1991. Atuou no 2º Grupamento de Incêndios na cidade de Curitibanos, sendo posteriormente transferido para Lages. Em 1993 realizou concurso para Sargento da Polícia Militar, sendo que naquela época era permitida a migração. Frequentou o Curso de Formação de Sargentos no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), em Florianópolis.Em agosto de 1993 formou-se 3º sargento, sendo transferido para Rio do Sul, onde atuou até então. Requereu na tarde desta sexta-feira a transferência para a reserva remunerada, após 30 anos de serviço. O subtenente Dorvalino possui curso de Táticas Policiais, ministrado pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Santa Catarina, atuou na Força Nacional de Segurança Pública, na Paraíba, e trabalhou nos jogos pan-americanos no Rio de Janeiro. A família do 13º Batalhão deseja ao subtenente Dorvalino sucesso e felicidades no novo ciclo que se inicia, destacando que as portas da corporação estarão sempre abertas para recebê-lo. A equipe do Pontopm cumprimenta o Subtenente PM, pelo Dever Cumprido! Fonte e fotos: PMSC.
Estátuas de Ramsés II e Seti II são encontradas no Egito.
O Ministério de Antiguidades do Egito, informou nesta quinta-feira (9), a descoberta de duas estátuas de faraós da dinastia XIX por uma missão conjunta de arqueólogos egípcios e alemães, numa escavação aos arredores do Cairo. Mahmoud Afifi — presidente do setor de Antiguidades Egípcia —, em comunicado, informou: “que uma das estátuas, que acredita-se que é de Ramsés II, foi encontrada fragmentada em grandes pedaços de quartzito e mede no total, aproximadamente, oito metros”. A outra peça é a parte superior de uma estátua em tamanho natural do rei Seti I, filho de Ramsés I e o segundo faraó de sua citada dinastia, feita de caliça e com cerca de 80 centímetros. A localização da “descoberta aconteceu na região arqueológica de Ain Shams, ao redor de partes do templo de Ramsés II na antiga cidade de Heliópolis, que agora é um bairro da capital egípcia”. Ayman Ashmaui &mdash chefe da missão egípcia —, informou “que as escavações e as pesquisas continuam em busca das demais partes para corroborar a identidade da estátua de maior tamanho, já que a parte encontrada não tem epigrafia que indique a quem pertence”. Segundo a RFI: Ramsés II e Seti II eram faraós da dinastia XIX, que governaram de 1314 a 1200 a.C. “A descoberta das duas estátuas mostra a importância de Heliópolis, dedicada ao culto de Rá”, o deus do Sol do Antigo Egito, explicou Ashmawy. Heliópolis ficou muito danificada durante a época greco-romana, quando a maior parte dos seus obeliscos e colossos foi transportada a Alexandria ou à Europa. Fonte: RFI e Terra.
O Equilíbrio Para Ser Mais Feliz!
Quando observo o estilo de vida da maioria das pessoas, percebo muita correria sem sentido, vida cheia de preocupações, falta de alegria e angústia. O objetivo deste texto é levar o poder do conhecimento e a capacidade de melhorar a sua qualidade de vida. Fala-se muito em qualidade de vida. Viver em equilíbrio parece ser a mensagem deste século. Quando constatamos que entre os remédios mais vendidos do mundo estão um ansiolítico, o LEXOTAN, e um antidepressivo, o PROZAC, vemos que muita gente rompeu com princípios simples, como dormir, relaxar, praticar atividade física sistemática, alimentação adequada… Mas nosso organismo é mágico. Ele consegue, muitas vezes, durante 40 anos ou mais, manter a pessoa sem nenhuma doença, mesmo que sem saúde. Sim, porque a maioria das pessoas não tem doença, mas o problema é que também não tem saúde. Precisamos recuperar o encantamento com a vida, o entusiasmo. Saúde é ter alegria, energia, vitalidade, disposição. Saúde é um processo biopsicossocial de equilíbrio do organismo. O que faz a diferença são nossos hábitos destruidores. Um estilo de vida de desrespeito a nossa saúde. O meio ambiente, o meio social, suas emoções, seus hábitos, a maneira como você administra seu tempo… Tudo se reflete em sua forma de viver. A maneira que você vive é que determina tudo. Você não precisa ter um infarto, ficar depressivo, ver desmoronar toda sua vida para tomar uma decisão que o conduza a uma vida mais agradável. O segredo, portanto, está no equilíbrio para tornar a existência mais leve, ter uma vida mais longa e, sobretudo, para ser mais feliz. Esse é o verdadeiro sentido, esse é o valor que devemos perseguir. A construção de uma vida de boa qualidade não depende de um aspecto isolado. A complexidade da vida tem a medida que lhe damos. Seu corpo é você… Você mora nele. Minha pretensão não é ensinar o óbvio. A minha intenção é apenas enfatizar detalhes que poucas pessoas dedicam atenção. O que me interessa é provocar a reflexão. Seu destino será outro – e muito melhor, assim que você começar a mudar alguns hábitos. A mudança começa por pequenos gestos. Pode ser uma curta caminhada por exemplo. A reação é maravilhosa. Parece que nosso corpo está à espera que se faça alguma coisa por ele. Através deste gesto atingimos objetivos maiores, fortalecemos o coração e ajudamos o cérebro a funcionar melhor, então começamos a elevar nossa qualidade de vida. Nosso organismo está sempre mostrando, por dores, insônia, mal estar, etc, que alguma coisa anda errado, porém quase nunca o escutamos. Tudo tem uma causa. Quando ele falar, escute. Pare um minuto! Pare uma hora, mas pare! Costumo dizer a meus pacientes, que se você não parar com a vida, a vida para com você. Você é o único que pode criar esse tempo em sua vida… Não fuja de si mesmo. O grande encontro é com você. O que precisamos entender é que, quanto mais estivermos envolvidos com nosso corpo, mais aquietaremos nossa mente, estaremos emocionalmente mais equilibrados. Se você acha que sabe tudo pra ter uma vida melhor, mas não fez nenhuma mudança, esqueça… Saber e não fazer ainda não é saber. Algumas pessoas acham que conhecer a teoria é o bastante para criar sua realidade, sem que nada mais precise ser feito. Não por acaso se diz que na prática a teoria é outra. Fui percebendo ao longo do tempo o que as pessoas ganham quando se põem a fazer. Você é hoje aquilo que tem pensado nos últimos tempos. É preciso ficar claro que você fez a sua vida. O que diferencia aquele que consegue, daquele que não consegue é o FAZER. Sei que parece um tanto ousado, mas a intenção é mesmo chocar. Somos todos dependentes da saúde e está comprovado que o desempenho físico nos proporciona outra postura mental e emocional. Dormir, acordar e trabalhar de forma que não gratifique vai destruindo a saúde física e mental. Os acontecimentos cotidianos afetam a todos, porém cada um reage à sua maneira. Quem oscila de humor com freqüência está fora do eixo. Esse é um dos sintomas de desequilíbrio interno que percebo como sinal de alerta importante. Quem se encontra nesse estado, necessita começar a dormir melhor, caminhar e, principalmente ter uma rotina de relaxamento. Irritabilidade e mau humor freqüente são alertas preciosos. Em resumo, a idéia básica é: Qualidade de vida é uma busca permanente do equilíbrio entre diversas atividades que desempenhamos todos os dias (trabalho, família, lazer, esportes, compromissos sociais e muitos outros). Alcançar esse equilíbrio exige método e disciplina. Mas isso quero compartilhar com você no próximo encontro. Espero que este nosso papo inspire você. Entretanto, há ainda um lembrete que quero deixar. Uma citação de um homem visionário que entrou para a história como um dos maiores cientistas da humanidade. “NÃO SE PODE ENSINAR ALGUMA COISA AO HOMEM, APENAS AJUDÁ-LO A ENCONTRÁ-LO DENTRO DE SI”. Galileu Galilei Com carinho, Sueli Cisne Coutinho Psicóloga- HPM CRP- 12/01181 Fonte: PMSC.
Nota do ENEM valerá para o Ingresso na Brigada Militar do Rio Grande do Sul.
A BM dá mais um passo rumo à modernidade, após a decisão de “utilizar a nota do ENEM para ingresso no concurso de soldado”. É, certamente, um exemplo a ser seguido, a despeito dos benefícios consequentes de não ter que realizar um concurso específico para a finalidade citada. Leia, na íntegra, a nota do Comando: O comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Andreis Silvio Dal’lago, tornou público, no dia 31 de janeiro de 2017, a nova forma de ingresso dos soldados na Brigada Militar. O concurso público para ingresso na BM, na graduação de soldado, nos termos da Lei nº. 12.307, utilizará como forma de ingresso as notas do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, conforme parâmetros a serem estabelecidos em edital próprio a ser divulgado posteriormente pela Corporação. O comandante-geral, coronel Andreis destacou a importância da iniciativa que transforma o curso de Formação de Soldados em um curso superior, qualificando os profissionais do policiamento ostensivo. Comentou sobre a utilização das notas do Enem no exame intelectual do concurso, afirmando que o objetivo foi atender o princípio de economicidade e celeridade no processo de recrutamento e seleção. O Departamento de Ensino (DE), o Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e o Departamento Administrativo (DA) da Brigada Militar, conjuntamente irão elaborar os termos dos próximos editais. Fica resguarda a prioridade ao direito de ingresso aos aprovados no último concurso público para ingresso na Brigada Militar na graduação de soldado, realizado no ano de 2014, que teve seu resultado final homologado nos termos do Edital DA/DRESA nº SD-P 59/2014, publicado no Diário Oficial do Estado nº 246/2014, de 19 de dezembro de 2014, enquanto estiver vigente, nos termos da Portaria SSP nº 249/2016, publicada no DOE nº 207, de 31 de outubro 2016, que prorrogou sua validade por mais dois anos. Fonte:BMRS
Programa de Conscientização da Comunidade e Polícia, na Austrália.
O Comissário Andrew P Scipione e a Subcomissária Catherine Burn, da The NSW Police Force , autorizaram a divulgação do das atividades do Sexto Programa de Conscientização da Comunidade para com a Polícia (CAPP). O Comissário Burn destacou que: Através do CAPP, que se tornou um recurso inestimável, temos visto a liderança das escolas passar para suas comunidades. No CAPP deste ano, que que começa hoje, os líderes comunitários e representantes das mais diversas ocupações profissionais terão a oportunidade de obter uma visão única sobre as realidades do policiamento. O programa, iniciado em 2010, tem atraído líderes religiosos, atores, políticos, jornalistas, representantes organizações sem fins lucrativos, inclusive, internacionais e outros serviços de emergência. Ele foi projetado para ajudar a promover relacionamentos, remover quaisquer barreiras entre a polícia e a comunidade e continuar a educar o público à medida que o policiamento moderno evolui. O evento de três dias começará hoje (sexta-feira, 10 de março de 2017) com um cenário de crime simulado; demonstrações de ações de preservação da ordem pública e do Esquadrão Anti-Motim, além de cenas de busca e salvamento pelo Comando da Área Marítima. Outros cenários de treinamento de motoristas de polícia e manifestações da Unidade de Operações Táticas continuarão na Academia de Polícia da Austrália, em Goulburn, amanhã (sábado, 11 de março de 2017). No último dia os participantes assistirão demonstrações sobre as atividades de polícia técnica, na área de balística, desenvolvimento dos processos judiciais e o trabalho dos agentes da psicologia forense. A subcomissária da Polícia Australiana, Catherine Burn (foto), destaca que o programa permite que os membros do público experimentem o policiamento sob todas as perspectivas, isso porque: Desde 2010, o programa tem recebido mais de trezentos membros da comunidade, com o objetivo de abrir nossas portas para fornecer uma visão rara sobre o que os policiais fazem todos os dias, incluindo por que certas decisões são tomadas em circunstâncias frequentemente difíceis. Policiamento é muitas vezes visto publicamente como oficiais patrulhando as ruas, parando veículos em nossas estradas, e assistir a cenas de crime. O programa CAPP fornece uma compreensão mais profunda do que a polícia faz – a partir de operações de busca e salvamento, processos judiciais e negociações; Ao policiamento da água e do ar, às respostas de desastres naturais, à educação dos jovens através das escolas e ao recebimento de chamadas de Triple Zero (000). Esses momentos são cada vez mais importantes para continuarmos a construir fortes relações de confiança entre a polícia e a comunidade. Dentre os participantes da CAPP de 2016 foram destacados: – Darren Bark, Diretor, Departamento de Justiça de NSW – Graham Ross, CEO Ross Grupo de Empresas Hortícolas, Autor, TV e Radio Broadcaster, Diretor de Tour, Presidente e Fundador Australian Garden Council – Tony Martin, Ator – Tony Harris, Chefe de Operações e Grandes Eventos, Australian Rugby Union – Janet Fife-Yeomans, repórter-chefe, The Daily Telegraph – Kathy Kelly, Diretor / Co-Fundador Thomas Kelly Youth Foundation – Wayne Gleeson, ex-vice-diretor Woolooware High School, NSW Sentencing Council – Jessica Kidd, Jornalista, Australian Broadcasting Corporation – Alex McKinnon, jogador aposentado de NRL, embaixador de NRL – Arcebispo Anthony Fisher OP, Arquidiocese Católica de Sydney, Arcebispo de Sydney – Daniel Tong, Editor-Chefe, The Australian Chinese Daily – Cathy Wilcox, Cartunista, Media Fairfax – Kona Koon Doe, Trabalhador de Apoio à Deficiência, NSW Health, Refugee Advocate – Kent Ross, Diretor Executivo do Ross Group of Horticultural Companies – Peter Connelly, Secretário Adjunto, Departamento de Justiça de NSW – Teigan Power, Professora de Escola Primária, Primária de São Bento, Edgeworth – Cheryl-Anne Moy, A / Comissária Adjunta, Força da Fronteira Australiana. Fonte: The NSW Police Force.
Mesmo deprimidos, os brasileiros, ainda são ‘o povo menos infeliz do mundo’ – Domenico de Masi
Na entrevista publicada pela BBC-Brasil, o sociólogo italiano Domenico de Masi afirma que o estilo de vida atual – classificado por ele como estressante, competitivo e consumista – está deixando o mundo cada vez mais deprimido e que o Brasil pode ter um modelo alternativo, capaz de oferecer uma opção mais solidária e de reflexão. Foi destacado também que: “o autor de O Ócio Criativo é otimista em outros aspectos da vida brasileira: acredita que a trajetória de miscigenação pode representar um exemplo à intolerância e confia na cultura pacífica da nossa sociedade. “O Brasil, apesar de deprimido, continua o povo menos infeliz do mundo”, disse” Em geral o Brasil conserva uma visão equilibrada do tempo, onde trabalho e lazer têm igual importância. Este é um sinal positivo de sabedoria”. Embora reforce os aspectos positivos, De Masi critica o que classifica como uma”infantilidade” do povo brasileiro quando muda de opinião a respeito de algumas personalidades políticas como o ex-presidente Lula e o atual presidente, Michel Temer. Ele ainda compara a Operação Lava Jato à semelhante Mãos Limpas, que ocorreu na Itália na década de 1990, e diz que “a tempestade judiciária” pode ter um importante efeito pedagógico no país. “Leia abaixo trechos da entrevista”. BBC Brasil – Uma pesquisa recente da Organização Mundial da Saúde mostra que o Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina. Apesar disso, há um estereótipo do povo alegre. O que poderia explicar tanta depressão? Domenico de Masi – Quando eu vinha ao Brasil 30 anos atrás, saía de uma Itália eufórica e chegava a um Brasil deprimido. Quando eu vinha ao Brasil 15 anos atrás, saía de uma Itália deprimida e chegava a um Brasil eufórico. Hoje saio de uma Itália deprimida e chego a um Brasil deprimido. Hoje em dia o mundo todo está deprimido, como tento demonstrar no livro O Futuro Chegou, onde procuro encontrar as razões para isso. Quanto mais o mundo adota um modelo americano, feito de competitividade, de estresse e de consumismo, mais se deprime. Neste livro, descrevo quinze modelos de vida antigos, da Grécia à Idade Média, e modernos como sociedade industrial e pós-industrial. Comparando estes quinze modelos é possível entender que o Brasil, apesar de deprimido, continua o povo menos infeliz do mundo. BBC Brasil – No mesmo livro o senhor fala, que o Brasil “pode se dissolver na confusão ou gerar o modelo inédito de que o mundo precisa”. O que está acontecendo – estamos dissolvendo ou gerando esse modelo? De Masi – Não sei dizer. Depende dos intelectuais brasileiros. Ao longo da história, os modos de vida para uma nova sociedade não foram elaborados por políticos, ou por sindicatos, nem mesmo por empreendedores, ou executivos. Eles foram elaborados por intelectuais, artistas e humanistas. O livro Trópicos Utópicos, do economista Eduardo Giannetti, representa uma excelente contribuição neste sentido. BBC Brasil – Mas que modelo seria esse que o Brasil poderia gerar? De Masi – Um modelo menos focado na concorrência e na velocidade e mais na solidariedade e na reflexão. Um modelo menos voltado à satisfação das necessidades alienadas – riqueza e poder – e mais voltado à satisfação das necessidades radicais como introspecção, amizade, amor, jogo, beleza e comunhão. BBC Brasil – Nesse aspecto, somos um país conhecido pela diversidade cultural e sincretismo religioso, mas com registros de vários casos recentes e violentos de intolerância. Há uma mudança ou sempre houve esses outros aspectos? De Masi – No mundo todo existem espaços de intolerância, de fechamento e de agressividade. Mas me parece que, nestes aspectos, o Brasil seja melhor dos outros países. Por exemplo: a Europa sempre se dilacerou em guerras entre as várias nações que a compõem, assim como os Balcãs e os países asiáticos, os Estados Unidos – que estão em guerra permanente e mundial desde que existem – o mesmo com a Rússia. O Brasil, entretanto, em 500 anos, conduziu apenas uma guerra, contra o Paraguai, e nenhuma guerra contra os outros 10 países vizinhos. Trata-se de uma diferença profunda em favor do Brasil e de sua cultura pacífica. BBC Brasil – Mas o Brasil vive uma onda recente de polarização política. Que impacto essa divisão pode ter no médio e longo prazo? De Masi – Visto da Europa, o caso do Brasil parece um tanto paradoxal. Ao longo dos oito anos de governo Lula, o carisma do presidente e a passagem de milhões de brasileiros do sub-proletariado ao proletariado, e do proletariado à classe média, deram ao Brasil uma grande admiração internacional. Ao longo do primeiro mandato do governo Dilma, a imagem do Brasil aos olhos do resto mundo continuou muito positiva. Em seguida, logo no começo do segundo mandato, surgiram péssimas noticias sobre o Lula, muitos integrantes dos governos do PT foram acusados de corrupção, Dilma sofreu o impeachment. Lula, que antes era aplaudido por multidões enormes, chegou a ser vaiado ao entrar em restaurantes. Recentemente, chegaram do Brasil mais duas noticias contraditórias: membros do novo governo Temer também estão sendo acusados de corrupção e nas pesquisas pré-eleitorais Lula parece ser mais uma vez o favorito. A impressão que esta situação gera é de que o povo brasileiro esteja se comportando de maneira infantil, mudando rapidamente de opinião, principalmente influenciado pela mídia de massa. A mídia, por sua parte, amplifica e manipula a luta entre os partidos políticos conduzida por meio de ações judiciais, assim como aconteceu na Itália em 1992 com a Operação Mãos Limpas. Eu espero que a Operação Lava Jato tenha no Brasil efeitos melhores daqueles que a Operação Mãos Limpas teve na Itália. Espero, portanto, que o Brasil saia desta fase dramática com governantes e empreendedores menos corruptos. Mas, por enquanto, o maior efeito gerado foi uma maior precariedade do proletariado e da classe média. BBC Brasil – A Operação Lava Jato está completando três anos neste mês. Como ela se compara à Mãos Limpas e como o senhor avalia o impacto dela até agora e daqui pra frente? De Masi –
Bomba da 2ª Guerra Mundial, localizada em Dusseldorf, na Alemanha.
Foi noticiado pelo jornal WESTDEUTSCHE ZEITUNG que, no bairro de Rath, na zona norte de Dusseldorf, que fica no oeste da Alemanha, foi encontrada, nesta quarta-feira (8), uma bomba de 250 kg. Com isso, mais de 8.000 pessoas foram retiradas de suas moradias e locais de trabalho. Paralelamente aos trabalhos de desativação da bomba, há 70 anos, aproximadamente, naquele local, os usuários dos transportes rodoviários e ferroviários tiveram suas rotinas alteradas. Há informações da existência de 3 mil bombas só na região de Berlim, noticiou, inclusive. A RFI, noticiou que: As autoridades calculam que há três mil bombas apenas em Berlim. Mais de 70 anos após o fim da guerra, ainda existem muitas bombas ocultas no subsolo alemão, vestígios das intensas campanhas de bombardeios dos aliados durante o conflito, que aparecem com frequência ao escavar para realizar obras de construção. No último dia 25 de dezembro, dia de Natal, 54 mil pessoas foram evacuadas de Augsburgo, no sul da Alemanha, após a descoberta de uma bomba da Segunda Guerra Mundial. Fonte e fotos: RFI e WESTDEUTSCHE ZEITUNG.
Matezito de coca e/ou cocaína. É possível controlar a cadeia produtiva?
Com cerimônia realizada no Palácio Quemado, em La Paz, nesta quarta-feira (8), o presidente boliviano, Evo Morales, promulgou uma polêmica lei, que amplia a superfície de cultivo de coca no país, alcançando 22.000 hectares. Trata-se de uma decisão considerada polêmica e acontece em meio a divisão de dois grupos. Um constituído pelos sindicatos dos produtores da planta, que é sua principal base eleitoral. O outro que se opõe à expansão do plantio e procura resistir à decisão do governo. Assim, a Bolívia terá 14.300 hectares na região dos vales sub-andinos do Yungas, onde se planta desde os tempos pré-colombianos, e 7.700 na região de Chapare, no centro do país. É considerado o terceiro produtor mundial de coca e cocaína, segundo dados das Nações Unidas, depois da Colômbia e do Peru. A nova norma foi aprovada em 24 de fevereiro pelo Congresso Boliviano, onde Morales tem controle absoluto. Para Morales, o tempo é de comemoração, após afirmar: Estamos aqui orgulhosos e honrados de promulgar essa lei, com a qual queremos garantir coca para toda a vida e É o momento de enterrar a lei 1008 (vigente desde 1988), que buscava o fim da coca na Bolívia. Lembrou, também, que “a direita busca colocar uns contra os outros. Como sempre dizem, ‘dividir para governar’. É a política do imperialismo. Que moral tem a direita para criticar quando, nos seus governos, havia 37 mil hectares de coca”. Morales — que, antes de ingressar política, era dirigente dos seis sindicatos de produtores do Chapare — faz questão de enfatizar que as críticas à lei não se sustentam e afirmou que “não somos da cultura da cocaína” e reivindicou que “nossa cultura da coca é milenar”. Para o ministro do Desenvolvimento Agrícola, César Cocarico, o momento é de celebração em consequência de “o nascimento de uma nova lei, que dá vida à nossa folha de coca”. E que “as novas regras vão deixar um excedente de cerca de 6.000 toneladas de coca, que serão industrializados para exportação para os países vizinhos”. Para Franklin Gutiérrez, na presidência da Associação Departamental de Coca Produtores (Adepcoca), que não assistiu ao ato de promulgação da lei, a folha de coca do Chapare “não se destina ao mercado tradicional”. Esse líder dos produtores de coca do Yungas de La Paz faz questão de ratificar que seu setor não está de acordo com a nova Lei de Coca porque ele afirma que dos 22 mil hectares de cultivos legais na Bolívia, 7.700 hectares são para os trópicos de Cochabamba. Outra preocupação que se avizinha, no entendimento daqueles que se opõem à nova lei promulgada, são os dados dos “relatórios de instituições, como a União Europeia e a ONU, indicam que 90% da coca do Chapare vai para o narcotráfico”. FOnte e foto destacada: RFI e El Diario.
