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Polícia Militar de Santa Catarina distingue seu Patrono: o Alferes Tiradentes!

Foi destacado em Alferes Tiradentes e sua importância histórica para os brasileiros que “os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Mato Grosso (PMMT) dão um notável exemplo para todos os demais membros das instituições militares estaduais do Brasil”.

Verificou-se, posteriormente, que os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar de Santa Cantarina (PMSC) procedem de igual modo, encaminhando-se para a modernidade, sem ignorar os feitos do passado, a fim de destacar-se como uma Instituição Militar Estadual (IMA) presente e proativa.

Nesse entendimento, os valiosos profissionais catarinenses demonstram, também, a importância dos valores históricos na elaboração da própria história que é legada aos jovens membros da IME, evitando-se incluir entre aqueles protagonistas ressaltados, assim, por Carl Sagan:

A história está repleta de pessoas que, como resultado do medo, ou por ignorância, ou por cobiça de poder, destruíram conhecimentos de imensurável valor que em verdade pertenciam a todos nós. Nós não devemos deixar isso acontecer de novo.

Carl Sagan.

No portal da PMSC, econtramos um destaque especial sobre o Alferes Tiradentes, com os seguintes dizeres:

Joaquim José da Silva Xavier nasceu na Vila de São José Del Rei – atual cidade de Tiradentes, Minas Gerais, em 1746. Exerceu diversos trabalhos entre eles tropeiro e minerador e por fim Alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais.

Alferes Tiradentes lutou pela independência do Brasil, num período em que nosso país sofria o domínio e a exploração de Portugal, refletidos na opressão fiscal, nos impostos extorsivos, na corrupção e nos desmandos das autoridades lusitanas.

Patriota, idealista e determinado, unido a integrantes da aristocracia mineira começa a fazer parte do movimento dos inconfidentes cujo objetivo principal era transformar o Brasil numa República independente de Portugal. Por sua capacidade de organização e liderança foi escolhido para liderar a Inconfidência Mineira. O movimento foi descoberto e interrompido pelas tropas oficiais em 1789, após ser delatado por Joaquim Silvério dos Reis. Em 1792 os inconfidentes foram julgados e condenados, sendo exilados na África após três anos de cárcere.
Porém, Tiradentes foi condenado à forca, sendo executado em 21 de abril de 1792, na cidade do Rio de Janeiro. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais, sua casa foi queimada e seus bens confiscados.

A história da Inconfidência Mineira se confunde com a vida dos Inconfidentes. Neste movimento revolucionário, além da atuação pessoal de cada integrante, podemos sentir a transformação de uma sociedade inteira, com seus pequenos e grandes casos, com seus avanços e recuos, sua perplexidade, desespero e busca por uma situação melhor do que aquela resultante da condição de colônia.

Apesar de existir uma corrente histórica revisionista, é inegável que Tiradentes teve papel destacado na conspiração e que sua participação foi decisiva para que o movimento ficasse marcado na história. A Independência do Brasil tornou-se o motivo de sua vida, não se importando com a entrega de seu bem maior naquela revolução. Seu modo de agir contrastava com os dos outros conspiradores, pois falava abertamente sobre a necessidade da revolução e pregava-a em qualquer lugar.

Por sua demonstração de amor à Pátria foi homenageado em 1946, quando o então presidente Eurico Gaspar Dutra assina o Decreto-Lei nº 9208 de 29 de abril, instituindo o dia 21 de abril como o Dia das Polícias Militares e Civis, sendo o Mártir da Independência considerado o Patrono Cívico da Nação e das Polícias Militares e Civis do Brasil.
O Alferes Tiradentes honrou com sua própria vida valores éticos e morais, valores inerentes à atividade policial militar. Embora este movimento de libertação não tenha atingido seus ideais, a participação de Tiradentes foi um importante fator para a formação da Nação Brasileira .

Seu exemplo serve de motivação para nossa labuta diária no cumprimento de nossa missão constitucional, superando obstáculos existentes na garantia dos direitos à igualdade, à segurança, à liberdade e à vida com dignidade à sociedade catarinense.

Fonte: PMSC.

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Sobre o(a) Autor(a):

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Isaac de Souza

(1949 _ _ _ _) É Mineiro de Bom Despacho. Iniciou a carreira na PMMG, em 1968, após matricular-se, como recruta, no Curso de Formação de Policial, no Batalhão Escola. Serviu no Contingente do Quartel-General – CQG, antes de matricular-se, em 1970, e concluir o Curso de Formação de Oficiais – CFO, em 1973. Concluiu, também, na Academia Militar do Prado Mineiro – AMPM, os Cursos de Instrutor de Educação Física – CIEF, em 1975; Informática para Oficiais – CIO, em 1988; Aperfeiçoamento de Oficiais – CAO, em 1989, e Superior de Polícia – CSP, em 1992. Serviu no Batalhão de RadioPatrulha (atual 16º BPM), 1º Batalhão de Polícia Militar, Colégio Tiradentes, 14º Batalhão de Polícia Militar, Diretoria de Finanças e na Seção Estratégica de Planejamento do Ensino e Operações Policial-Militares – PM3. Como oficial superior da PMMG, integrou o Comando que reinstalou o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos, onde foi o Chefe da Divisão de Ensino de 92 a 93. Posteriormente secretariou e chefiou o Gabinete do Comandante-Geral - GCG, de 1993 a 1995, e a PM3, até 1996. No posto de Coronel, foi Subchefe do Estado-Maior da PMMG e dirigiu, cumulativamente, a Diretoria de Meio Ambiente – DMA. No ano de 1998, após completar 30 anos de serviços na carreira policial-militar, tornou-se um Coronel Veterano. Realizou, em 2003-2004, o MBA de Gestão Estratégica e Marketing, e de 2009-2011, cursou o Mestrado em Administração, na Faculdade de Ciências Empresariais da Universidade FUMEC. É Fundador do Grupo MindBR - Marketing, Inteligência e Negócios Digitais - Proprietário do Ponto PM.