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Não permita que a retórica neossocialista influencie a sua fé: policies.


Minha amada prima, bom dia!

Sei que posso estar sendo rude com você, em relação aos comentários que faço.
Em momento algum são dirigidos a você, pois você é parte de mim e eu parte de você, muito do que te criou materialmente, também, me criou, mas sobretudo n’Aquele que é o Criador, está o meu pertencimento e em Maria a minha consagração.

Aquele que é a Luz, a Verdade e o Caminho nunca substituiu o trabalho pelo pão, Ele deu a vara e nos ensinou a pescar, Ele nunca disse que deveríamos esperar, ao contrário, disse que o caminho era difícil e que o trabalho era necessário, a partir das ideias d’Ele de que devemos dar a vara para pescar e não o produto dela: o peixe, o Império Romano adota a Religião Católica como a religião oficial do império, acaba o pão e o circo e todos vão dar sentido aos ensinamentos de oração e ação: crer no Senhor, trabalhar a terra e esperar que os frutos recompensam o suor do rosto humano, como a fé, a esperança e a caridade.

Assim, sempre fui criado, assim nossos pais nos criaram, assim nossos ascendentes foram criados, assim Deus nos orienta e mesmo Ele, que é o Senhor do tempo, em nenhuma passagem bíblica, afirmou como seria o futuro, sempre afirmava em resposta: lute o que acontecerá será decorrente da sua fé, da sua caridade e da sua esperança e em muitas batalhas o crente regressava a Deus.

O regresso a Deus é parte da fé, é parte do trabalho, seu Filho-Deus Jesus, combateu o bom combate e foi vencido pela cegueira do homem, morrendo na cruz, nos deu a vida eterna, mas cumpriu a sua sina, trabalhou as obras do Pai que estava no céu, não sentou, não esperou, não reclamou, não montou um movimento social para locupletar, não fundou um Sindicato e no julgamento final o povo não clamou por Ele.

O povo clamou pelo ladrão, os religiosos da época levaram o povo a clamar pelo ladrão, o povo clamou por Barrabás, o ladrão, o homicida, o mal-feitor. Cristo Jesus era o honesto, o digno, o trabalhador.

Infelizmente, hoje, tal qual naquele tempo, exatamente assim começam as proclamações, naquele tempo e como hoje os religiosos da Igreja Católica Apostólica Romana – ICAR, estão conduzindo seus rebanhos à defesa do ladrão, como fizeram no julgamento de Cristo, não defendem quem trabalha, quem conquistou, quem produz, quem honrou, mas quem mentiu, quem se apropria das coisas alheias, quem espera por preguiça e por ideologia e não quem procura ir ao encontro da justiça como batizado: sacerdote, profeta e rei.

Minha prima, a Igreja Católica dos meus antepassados é a Igreja da defesa dos mais fracos e não dos desonestos, dos doentes de caráter, dos preguiçosos, dos apropriadores das coisas alheias, seja pública ou privada.
A Igreja Católica de minha mãe, meu pai, o seu pai meu tio e a sua mãe minha tia; e de nossos antepassados no cumprimento a Ordem de Cristo a partir da Diocese do Novo Mundo em Santa Maria do Tomar, defendia as verdades trinas e não os desvios da fé ou mesmo o seu mal uso.

O socialismo que subordina a vontade de homem à vontade do Estado a essência do comunismo, já foi condenado por uma encíclica Papal e talvez estejamos precisando de uma Bula Papal, para que o remédio seja eficaz na cura dos desvios dos membros da Igreja Católica no Brasil, Ela não pode continuar a ser vítima desse pastoreio que a entrega ao sentimento de despertencimento ao caráter.

Os homens fazem parte do pó e a ele retornaram a ICAR é uma instituição, é eterna, como o é o seu criador Cristo Jesus, seus Santos, seus Anjos e o seu rebanho imaculado, que contaram com nossos pais e nossa origem em Braga a cidade dos Arcebispos, a cidade dos Sinos, a Roma Portuguesa.

Te amo minha prima, como amo a todos que me respeitam, que fazem parte da minha ascendência, da minha descendência, da minha colateralidade parental e dos verdadeiros amigos que me consomem as orações.
Em Nossa Senhora minha mãe, clamo a Jesus meu salvador, pelas graças de Deus, que o Espírito Santo nos alcance e faça-se em nós as maravilhas do Deus Trino. Ele é conosco.

Bom dia!

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Sobre o(a) Autor(a)

Carlos Alberto da Silva Santos Braga

Carlos Alberto da Silva Santos Braga

Major PM Carlos Alberto da Silva Santos Braga, natural de Bom Despacho - MG é Aspirante-a-Oficial da Turma de 1987. Ingressou na PMMG no ano de 1982, no Batalhão de Polícia de Choque, onde fez o Curso de Formação de Soldados PM. É Especialista em Trânsito pela Universidade Federal de Uberlândia e Especialista em Segurança Pública pela Fundação João Pinheiro. Durante o serviço ativo como Oficial na PMMG - 1988 a 2004 - participou de todos os processos estruturantes do Ensino, Pesquisa e Extensão. Nos anos de 1989 e 1990 participou da formação profissional da Polícia Militar do então Território Federal de Roraima durante o processo de efetivação da transformação em Estado. Foi professor da Secretaria Nacional de Segurança Pública nos Cursos Nacionais de Polícia Comunitária. A partir de 2005, na Reserva da PMMG, trabalhou como Vice-Diretor da Academia de Polícia Integrada de Roraima - Projeto da SENASP - foi Membro do Conselho Estadual de Trânsito de Roraima, Membro do Conselho Diretor da Fundação de Educação Superior de Roraima - Universidade do Estado de Roraima, Coordenador do Curso Superior de Segurança e Cidadania da Universidade do Estado de Roraima. Foi Superintendente Municipal de Trânsito de Boa Vista, Superintendente da Guarda Civil Municipal de Boa Vista, Assessor de Inteligência da Prefeitura Municipal de Boa Vista e professor nos diversos cursos daquela Prefeitura. Como reconhecimento aos serviços prestados ao Município de Boa Vista e ao Estado de Roraima foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário de Boa Vista - RR e com a Medalha do Mérito do Forte São Joaquim do Governo do Estado de Roraima. Com dupla nacionalidade - brasileira e portuguesa - no período de fevereiro de 2016 a outubro de 2022, residiu em Braga - Portugal onde desenvolveu projetos de estudos na área do Conhecimento. Acadêmico-Correspondente da Academia Maranhense de Ciências Letras e Artes Militares - AMCLAM.