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Lição de liderança que fortalece “o moral da tropa”

“Napoleão era adorado também porque parava para falar com os seus soldados, recordando batalhas em que tinham combatido juntos e, quando tinham praticado um ato de valor, e promovia-os no próprio campo.
Francesco Albertoni
“A Arte de Comandar”

Há um vídeo, na TV PMERJ, mostrando um dos gestos que mais fortalece “o moral da tropa”.

Mas, o que é “moral da tropa”?

No dicionário Aulete, encontram-se as explicações dos verbetes moral e tropa. Nelas, destaca-se que o moral — substantivo masculino — é o “conjunto dos valores morais de cada um: Era dono de um moral inabalável”, ou o “Estado de espírito; ânimo: Essa notícia levantou o meu moral”.

A expressão “moral da tropa”, nas lições aprendidas da História, está associada à “moral da guerra”. Os ensinamentos das ações bem-sucedidas dos “grandes generais Aníbal, Alexandre, César, Napoleão”. Todos, segundo Albertoni, valorizavam o “moral da tropa”, praticando a desafiadora arte da liderança, inclusive, quando elogiar, recompensar e punir.

O “moral da tropa” é mais uma das expressões recepcionadas pela moderna Ciência da Gestão Organizacional. Pois, se há pessoas associadas a um objetivo qualquer, têm-se a organização. E as pessoas valorizam a organização, inclusive, adverte Albertoni, “as empresas não são feitas apenas de paredes, máquinas e balanças, mas de homens, de projetos, de sonhos”.

O professor Vicente Falconi ensina que o moral é um ponto médio entre a satisfação e a insatisfação. Invariavelmente, nas lições de Falconi, há uma tendência de as pessoas sentir-se insatisfeitas. E, a satisfação ocorre, em variadas conquistas pessoais e profissionais, em momentos de duração limitada. Daí, a necessidade de buscar o equilíbrio, que é o “moral”, o ânimo indispensável à realização das pessoas.

Veja o vídeo abaixo que mostra o coronel Laviano, comandante-geral da PMERJ, em meio à guerra urbana, de uma das maiores cidades brasileiras, exercitando o “comando certo”, na expressão cunhada por Albertoni, no relacionamento cotidiano, visando fortalecer o moral de tropa.

 

Com as informações da TV PMERJ e fontes destacadas

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Sobre o(a) Autor(a):

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Isaac de Souza

(1949 _ _ _ _) É Mineiro de Bom Despacho. Iniciou a carreira na PMMG, em 1968, após matricular-se, como recruta, no Curso de Formação de Policial, no Batalhão Escola. Serviu no Contingente do Quartel-General – CQG, antes de matricular-se, em 1970, e concluir o Curso de Formação de Oficiais – CFO, em 1973. Concluiu, também, na Academia Militar do Prado Mineiro – AMPM, os Cursos de Instrutor de Educação Física – CIEF, em 1975; Informática para Oficiais – CIO, em 1988; Aperfeiçoamento de Oficiais – CAO, em 1989, e Superior de Polícia – CSP, em 1992. Serviu no Batalhão de RadioPatrulha (atual 16º BPM), 1º Batalhão de Polícia Militar, Colégio Tiradentes, 14º Batalhão de Polícia Militar, Diretoria de Finanças e na Seção Estratégica de Planejamento do Ensino e Operações Policial-Militares – PM3. Como oficial superior da PMMG, integrou o Comando que reinstalou o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos, onde foi o Chefe da Divisão de Ensino de 92 a 93. Posteriormente secretariou e chefiou o Gabinete do Comandante-Geral - GCG, de 1993 a 1995, e a PM3, até 1996. No posto de Coronel, foi Subchefe do Estado-Maior da PMMG e dirigiu, cumulativamente, a Diretoria de Meio Ambiente – DMA. No ano de 1998, após completar 30 anos de serviços na carreira policial-militar, tornou-se um Coronel Veterano. Realizou, em 2003-2004, o MBA de Gestão Estratégica e Marketing, e de 2009-2011, cursou o Mestrado em Administração, na Faculdade de Ciências Empresariais da Universidade FUMEC. Premiado pela ABSEG com o Artigo. É Fundador do Grupo MindBR - Marketing, Inteligência e Negócios Digitais - Proprietário do Ponto PM.