Posse do Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
Uma postagem do Portal da Polícia Militar do Estado do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) informa que o Coronel Luís Cláudio Laviano substituiu o Coronel Wolney Dias Ferreira no cargo de Comandante-Geral da Instituição Militar Estadual, A cerimônia de posse do novo comandante-geral foi realizada, “na tarde de quarta-feira (14/03), no pátio do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), no Estácio.” Veja o vídeo abaixo e leia mais informações no post publicado, no portal da PMERJ, e transcrito a seguir: […] Em outro trecho do discurso, expões sua definição sobre a Corporação que passou a comandar: “A Polícia Militar é constituída de heróis anônimos que labutam de sol a sol no asfalto selvagem do Estado do Rio de Janeiro”. A íntegra do discurso do Coronel Laviano pode ser lida no Boletim Interno da Polícia Militar nº 01 de 14 março de 2018. Presidida pelo Secretário de Estado de Segurança Pública, General Richard Nunes, a cerimônia de transmissão de cargo teve início com a leitura da ordem do dia pelo Coronel Wolney Dias Ferreira, que passou o comando depois de 17 meses à frente da Corporação. O Coronel Wolney Dias fez um relato das conquistas obtidas durante sua gestão, mesmo enfrentando as dificuldades da falta de recursos em decorrência da crise financeira do estado. A íntegra do pronunciamento está publicada BOL PM nº048 de 14 de março de 2018. Diante da tropa formada por policiais do BPChq e de outras unidades da Corporação, que vieram prestigiar o evento, o General Richard disse que a intervenção federal abre uma janela de oportunidades para vencer os desafios da área de segurança, pois possibilitará o trabalho mais integrado entre as instituições envolvidas. Ao depositar sua total confiança na capacidade de trabalho e liderança do Coronel Laviano, o General Richard agradeceu o empenho do Coronel Wolney Dias e elogiou o processo de transição. Após a cerimônia de posse, o Coronel Laviano concedeu uma rápida entrevista aos jornalistas, reafirmando o seu compromisso de trabalhar com muito empenho para ampliar a capacidade de policiamento ostensivo, como forma de combater o crime e melhorar as condições de segurança dos cidadãos fluminenses e dos próprios policiais. Com as informações da PMERJ
As policiais militares sul-rio-grandenses da Brigada Militar receberam homenagens no Dia Internacional da Mulher
Uma postagem do Portal da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS) informa que “as policiais militares estaduais, servidoras civis, estagiárias e colaboradoras que atuam no Quartel General da corporação” receberam, “última quinta-feira (8)”, as homenagens comemorativas do Dia Internacional da Mulher. Foi um momento inesquecível, desde “uma apresentação do saxofonista Soldado Marengo, integrante da centenária Banda de Música da BM”, seguida pelo recebimento carinhoso com “flores e bombons, no auditório do QG, no centro histórico da Capital”. O evento cerimonioso foi aberto pelo “chefe do Estado-Maior da BM, coronel Júlio César Rocha Lopes,” que destacou “a importância da presença feminina na história da corporação.” Além disso, enfatizou: […] lembro que estava na academia de polícia quando, em 1986, adentrou a primeira turma feminina na corporação. Foi um marco importante para nossa instituição e para o Rio Grande do Sul. A Brigada Militar teve um salto de qualidade extraordinário e se modificou, se adequou, para receber vocês. Hoje nós temos um ciclo completo dentro da corporação do sexo feminino, desde coronel até aluno-soldado . No post publicado no portal da BMRS, foi destacado também que: […] O evento contou, também com uma palestra da engenheira civil, coach e analista comportamental Fabiele Vargas, com o tema da palestra foi “A mulher e suas muitas faces”, seguida de sorteio de brindes. Mais tarde, todas as mulheres que passaram pela Esquina Democrática foram prestigiadas com uma tocata da Banda da Ajudância da BM e entrega de rosas. Patrulha Maria da Penha Um dos programas estaduais de proteção à Mulher, sob a coordenação da corporação, é a Patrulha Maria da Penha . Em cinco anos de existência já são 32 Patrulhas constituídas em 27 municípios. Atualmente, são cadastradas 14.638 vítimas e capacitados 18 militares, dentre oficiais e praças, para atuar junto às vítimas de violência. Cabo Toco Patrona da primeira turma de policiais femininas da Brigada Militar, bem como da primeira turma de PMs femininas do 2º Regimento de Policia Montada (RPMon), Olmira Leal de Oliveira, conhecida como “Cabo Toco”, nasceu no dia 18 de junho de 1902, na localidade de Camaquã, em Caçapava do Sul. Ícone da participação das mulheres na Brigada Militar, ela participou dos movimentos revolucionários de 1923, 1924 e 1926, incorporou em 1923 e só deixou a Brigada em 1932. Faleceu em 21 de outubro de 1989 com 87 anos. O alojamento feminino da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos (EsFAS) leva seu nome e o Museu da Brigada Militar tem um espaço significativo com fotos e pertences da Cabo Toco. Com as informações da BMRS
Há 41 anos, as mulheres policiais militares paranaenses atuam no Estado
Numa postagem publicada, na última quinta-feira (8), no portal da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), e de autoria da Jornalista Marcia Santos, há uma informações PMPR homenageando as policiais militares paranaenses, no Dia Internacional da Mulher. Salientou-se, que “há 41 anos, as mulheres militares estaduais lutam lado a lado com os homens da sua categoria, e ocupam postos e graduações de soldado a coronel, nas mais diversas regiões do estado.” Além disso, arguiu-se: “A mulher que protege nossas famílias, nosso patrimônio, nossa vidas, sem hora e nem certeza de que vai voltar para sua casa, acumulando papel de mãe, esposa e profissional seria mesmo o sexo frágil?” Na realidade, atualmente, “elas compõem quadros operacionais, na área da saúde, em batalhões de área, unidades especializadas e serviço administrativo.” Leia mais informações, sobre as mulheres que se dispuseram a ingressar na Instituição Militar Paranaense, publicadas no post, do portal da PMPR, transcrito em seguida: […] Uma mulher de destaque na PM do Paraná é a coronel Audilene Rosa de Paula Dias Rocha, que hoje é Chefe do Estado Maior da Corporação, a terceira na estrutura da Polícia Militar do Paraná. Ela está na instituição desde 1985 e faz parte da terceira turma da Escola de Oficiais. “Tivemos avanços muito importantes nos últimos anos, mas queremos ter a oportunidade de exercer todas as funções na PMPR e isso está ocorrendo e ocorrerá mais ainda gradualmente”, avalia. “O valor profissional da mulher na corporação vem sendo reconhecido no decorrer dos anos, antes era mais restrito”, disse a coronel que já Comandou, por um período, o 8º Batalhão da PM, em Paranavaí (norte) e ocupou outras funções importantes como Chefia do Estado Maior do 3º CRPM, em Maringá (PR), e Coordenação de Segurança da Vice-Governadora Cida Borguetti. Para a Chefe de Planejamento do 20º BPM, major Isabel Cristina Muzeka, atualmente a PMPR é uma das instituições mais abertas à igualdade de gêneros e promoção do desenvolvimento profissional feminino. “Há 33 anos, ao ingressar na PM, tínhamos uma condição de muitos deveres e poucos direitos, esse fator impedia um crescimento equânime na carreira da mulher PM. Hoje temos iguais condições de desenvolvimento na carreira, ganhamos o mesmo que os homens nos mesmos postos e graduações, possuímos um quadro único de promoções, onde o critério é o preparo técnico e o merecimento, e não a questão de gênero”, explica. A Capitão Ivane Jenk, que está há três anos na Agência Central de Inteligência (ACI), por sua vez, foi a primeira mulher da Polícia Militar do Paraná a frequentar e concluir o curso, do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) – na época Choque –, chamado Controle de Distúrbios Civis (CDC), em 2007. “Desempenhamos as mesmas funções que os homens hoje na corporação, em outros momentos houve mais resistência, mas hoje caminhamos para avanços mais significativos”, disse a oficial, que tem 21 anos de corporação. Chefe da subseção de transportes da PM, a capitão Dalva Rosane Felipack, que ingressou na corporação em 1999, diz que é um orgulho ser policial militar. “Vejo que lutamos muito e durante esse tempo fomos cada vez mais aumentando nossa participação na Polícia Militar. Temos nosso espaço na Polícia Militar, em todas as atividades, tanto no serviço administrativo como no operacional, e desempenhamos com a mesma qualidade, produtividade e eficiência que o efetivo masculino”, ressalta. “Me orgulho muito de pertencer à Polícia Militar, de ser mulher, de ter passado por todo o por todo processo seletivo, teste físico, psicológico, ou seja, por todas as etapas do concurso e ter logrado êxito”. Além das funções de Comando, a corporação conta hoje com mulheres que se destacam em atividades consideradas masculinas devido à exigência de grande esforço físico, no serviço operacional (nas ruas). Neste campo, a soldado Marcia Falkievicz, que compõe há a ROTAM (Rondas Ostensivas Tático Móvel) do 20º Batalhão, situado na capital, há cinco anos, é um dos exemplos. “Nos dedicamos em nossas atividades, seja na Radiopatrulha ou, como no meu caso, na ROTAM sempre em prol da comunidade; somos tratadas com respeito”, garante. Para a Soldado Diana Oliveira Contador, que ingressou na corporação em 2013, e hoje atua na Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) do 17º Batalhão da PM, “é um orgulho estar na ROCAM, em outras unidades já trabalhei com motos e me sinto realizada. É necessário ter uma mulher trabalhando na rua, pois no crime também há mulheres e há momentos em que a atividade exige a nossa presença, como no caso de fazer uma revista íntima. É bacana atuar na rua em prol da sociedade. Meu sonho era ser policial militar, muita gente duvidou da minha capacidade, mas conquistei meu espaço”, explica. “Tenho duas filhas e se elas escolhessem esta profissão eu ficaria muito orgulhosa, pois é uma honra proteger a sociedade”, complementa. Nos 12 km de rodovias estaduais, a coisa não é diferente, a mulher é atuante em motos e viaturas: “Cada dia se torna mais forte a paixão pela polícia, desenvolvo meu trabalho todos os dias como se fosse a primeira vez”, descreve a soldado Adriana Gomes de Araújo, que atualmente trabalha no Posto Rodoviário de Palotina. “Eu sempre quis ser polícia”, completa a policial, única mulher do batalhão rodoviário que faz escoltas de grande porte, como foi na delegação da Tocha Olímpica e da Copa do Mundo. Ela também já fez escolta de presidenciáveis. Antes de ser PM, a soldado Juliana Lima Nakamura trabalha em um salão de beleza. “Sempre tive admiração pela Polícia Militar e se tornou um sonho, desde criança e isso me fez tentar o concurso. Meu namorado à época [agora meu marido] sabia da minha paixão e quando viu o edital me incentivou a fazer. Foi um sonho que se tornou realidade”, relembra. “Hoje, sendo policial, minha vida mudou completamente, além disso sou muito bem acolhida”, completou a policial que trabalha no serviço administrativo atualmente, no quartel do Comando Geral. HISTÓRIA – De acordo com artigo da oficial e primeira tenente-coronel, Rita Aparecida de Oliveira, em 19 de
FaceBook da Polícia de Segurança Pública é uma das páginas mais populares de Portugal
A página do FaceBook, da Polícia de Segurança Pública (PSP), é considerada uma da mais populares, na categoria “páginas institucionais”, segundo uma reportagem da Rádio e Televisão de Portugal. Essa notícia, juntamente com o vídeo destacado acima foram publicados no Facebook da PSP, onde se encontra também: Agradecemos aos nossos seguidores por interagirem connosco e à RTP por esta reportagem. Naquele vídeo, o “Intendente Hugo Palma”, do Gab. Imprensa e Relações Públicas”, da PSP, explica a estratégia de comunicação adotada: “[…] o que nós fizemos e o que nos fez começar a ser mais notado nas redes sociais foi de facto a utilização do humor como uma ‘arma’. Abandonar discursos fatalistas, discursos de mestre-escola… de autoridade cinzenta… e entrar numa linguagem do dia a dia! De modo semelhante, os membros da “equipa” de “Imprensa e Relações Públicas” falaram de suas aplicações práticas da estratégia explicada por Hugo Palma. Com as informações da PSP
As policiais são-tomenses comemoraram o “Dia Internacional da Mulher”
No FaceBook da Polícia Nacional de São Tomé e Príncipe (PNSTP), duas postagens evidenciaram as comemorações do “Dia Internacional da Mulher” pelas policiais são-tomenses. Na primeira, foi destacado a realização de “um conjunto de actividades recreativas”; e na outra uma mensagem de cumprimentos da “Subintendente Directora do Departamento de Violência Doméstica e Rede Mulher Polícia” daquela Instituição Policial. Actividades recreativas No post sobre as actividades recreativas, encontra-se a seguinte mensagem: Sobre o Dia Internacional da Mulher No considerado “o mês da Mulher”, os elementos femininos da Polícia Nacional, e dos Serviços Prisionais e Reinserção Social organizaram um conjunto de actividades recreativas, como uma partida de futsal,dentre outras, com o intuito de comemorar-se o Dia Internacional da Mulher. Um bem-haja às nossas camaradas! Mensagem da Subintendente Teresa Santiago Na sua mensagem, trasncrita em seguida, a Subintendente Teresa Santiago enfatizou: Dia Internacional da Mulher “Desejo-vos um óptimo 8 de Março, mas acima de tudo quero encorajar-vos, pois numa sociedade machista como a nossa, o empoderamento feminino torna-se cada vez mais urgente e necessário. A sociedade são-tomense precisa de nós e temos de fazer valer a nossa posição em comunhão com os homens. A mulher deve ser amada e cuidada para que retribua de igual forma.” Subintendente Teresa Santiago Directora do Departamento de Violência Doméstica e Rede Mulher Polícia, da PNSTP Com as informações da PNSTP 1 e 2
Polícia Militar do Distrito Federal homenageia as policiais militares, no Dia Internacional da Mulher
Dois momentos distintos marcaram as homenagens prestadas à Mulher Policial, nas comemorações do “Dia Internacional da Mulher”. O primeiro foi a realização de uma palestra aberta ao público, tratando de temas de interesse da Mulher. O outro foi a publicação, no portal da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), de um post alusivo à significativa data. Palestra aberta ao público Veja no vídeo abaixo, flashes da palestra realizada: Post alusivo ao Dia Internacional da Mulher No post publicado no portal da PMDF, além de evidenciar a importância do “Dia Internacional da Mulher”, foi mencionada “uma singela homenagem a todas as mulheres, em especial, àquelas que cumprem suas missões em defesa da segurança pública e da paz social.” No post, salientou, também, a importância das policiais militares no contexto da polícia ostensiva e preservação da ordem pública, informando que elas “saem às ruas da capital federal todos os dias e arriscam suas próprias vidas para proteger a vida e o patrimônio de outras pessoas.” Ao final, registraram-se os seguinte cumprimentos: Parabéns policiais femininas pelo trabalho realizado com tanta dedicação … Leia também os depoimentos evidenciados no fôlder abaixo: Com as informações da PMDF
Homenagem da Polícia Militar Mineira: Dia Internacional da Mulher
Com você Mulher por uma Minas Gerais Cada vez mais Segura! Com as informações da PMMG
Em Portugal, “O Jardim” de Cláudia Pascoal e Isaura venceu o Festival da Canção de 2018
Foi divulgado, na noite deste domingo (4), que “a canção vencedora”, do Festival da Canção de 2018, “é O Jardim de Cláudia Pascoal e Isaura […]. A música é uma homenagem da artista Isaura à avó, que morreu no último ano” e representará “Portugal na Grande Final da Eurovisão, a 12 de Maio no Altice Arena.” Realizado no “Pavilhão Multiusos de Guimarães”, a grande final do Festival da Canção foi apresentado Filomena Cautela e Pedro Fernandes. No Festival da Canção de 2018, as 14 finalistas foram: Canção n.º1: Sem Medo – Rui David Canção n.º2: O Jardim – Cláudia Pascoal Canção n.º3: Sunset – Peter Serrado Canção n.º4: Zero a Zero – Joana Espadinha Canção n.º5: O Voo das Cegonhas – Lili Canção n.º6: Para Sorrir eu Não Preciso de Nada – Catarina Miranda Canção n.º7: Anda Estragar-me os Planos – Joana Barra Vaz Canção n.º8: Amor Veloz – David Pessoa Canção n.º9: Patati Patata – Minnie & Rhayra Canção n.º10: (sem título) – Janeiro Canção n.º11: Bandeira Azul – Maria Inês Paris Canção n.º12: Para te dar Abrigo – Anabela Canção n.º13: O Jardim – Cláudia Pascoal Canção n.º14: Só por Ela – Peu Madureira Veja o vídeo abaixo, a apresentação de “O Jardim”: O Jardim Cláudia Pascoal Album Festival da Canção 2018 [Verso 1] Eu nunca te quiz Menos do que todo Sempre, meu amor [Pré-refrão] Se no céu também és feliz Leva-me eu cuido Sempre, ao teu redor [Refrão] São as flores o meu lugar Agora que não estás Rego eu o teu jardim São as flores o meu lugar Agora que não estás Rego eu o teu jardim [Verso 2] Eu já prometi Que un dia mudo Ou tento, ser maior [Pré-refrão] Se do céu também és feliz Leva-me eu juro Sempre, pelo teu valor Com as informações de(a) P, RTP e GENIUS
“Cachaça não é água não! Partilhem este alerta e bom Carnaval, em segurança.”
Uma postagem do FaceBook da Polícia de Segurança Pública (PSP) publicou, com o título de “Cachaça não é água não! Partilhem este alerta e bom Carnaval, em segurança”, o seguinte folder orientativo aos condutores de veículos, durante o período momesco: No folder, destacou-se a pergunta: Pensa Que Cachaça é Água? E a resposta está destacada na primeira parte da frase utilizada no título. A orientação é utilizada lá — em Portugal — e aqui, no Brasil, pelas forças de segurança pública, visando à prevenção da vida! Minimizar as causas de óbitos nas vias urbanas e rodovias. No Brasil, há uma marchinha carnavalesca, de autoria questionável, que contém, nos primeiro e segundo versos da primeira estrofe, a pergunta: Você pensa que cachaça é água?; e a resposta: Cachaça não é água não! 1 – Letra da Marchinha — Cachaça Não É Água Você pensa que cachaça é água? Cachaça não é água não Cachaça vem do alambique E água vem do ribeirão Repete a primeira estrofe Pode me faltar tudo na vida Arroz, feijão e pão Pode me faltar manteiga E tudo mais não faz falta não Pode me faltar o amor (Disto eu até acho graça) Só não quero que me falte A danada da cachaça Repete a primeira estrofe 2 – Autoria da Marchinha Num post — A Polêmica da Marchinha da Cachaça —, discute-se a autoria da marchinha, segundo o GAZETA DO POVO, onde se vê o seguinte destaque: Pouca gente sabe, mas o autor da marchinha “Cachaça” (“Você Pensa que Cachaça é Água”), viveu boa parte de sua vida em Londrina. A música, tocada há décadas em diversos bailes e desfiles de Carnaval, foi composta por Marinósio Trigueiros Filho. Baiano, natural de Salvador, Marinósio aportou em Londrina no início da década de 1940. Os herdeiros do compositor, que moram na cidade, acabam de ganhar, em segunda instância, uma ação por danos morais contra o Sistema Globo de Gravações Audiovisuais Ltda (Sigla), do qual a gravadora Som Livre é a mais conhecida. Com as informações da PSP e GAZETA DO POVO
Policiais militares goianos terão novo comandante-geral
No portal da Polícia Militar do Estado de Goiás, há um convite informando sobre a passagem da função de comandante-geral do coronel Divino Alves de Oliveira para o coronel Silvio Vasconcelos Júnior. Leia mais informações no convite transcrito em seguida: Com as informações da PMGO

