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Cavalaria da Polícia Militar de Alagoas participa de curso na Guarda Nacional Republicana de Portugal

Notícia publicada no portal da Polícia Militar do Estado de Alagoas destacou que um oficial da Instituição Militar Estadual participou do “37º Curso de Restabelecimento e Manutenção da Ordem Pública a Cavalo (CRMOP) oferecido pela Guarda Nacional Republicana de Portugal (GNR) e realizado naquele país.” Leia outras informações, na notícia transcrita a seguir: O representante da Polícia Militar de Alagoas que participou do curso foi o tenente Diego Vieira, pertencente ao Regimento de Polícia Montada Dom Pedro I, a Cavalaria da PMAL, que se juntou a mais 20 alunos, sendo cinco brasileiros de outras polícias militares e mais 15 policiais da GNR. O oficial obteve ótimo desempenho, sendo o segundo colocado geral da turma. O oficial conta que o foco das instruções era a qualificação dos militares para atuarem no planejamento e execução de operações de Controle de Distúrbios Civis e em situações de quebra da ordem pública, em ambientes rurais e urbanos. “Fomos submetidos a várias situações que envolvem estresse e soluções imediatas frente aos problemas apresentados, exigindo dentre outras características, capacidade física e intelectual dos policiais”, destacou o tenente Diego. Acrescentando ainda que tiveram instruções práticas de tiro, choque montado, equitação e outros exercícios práticos envolvendo a infantaria (choque a pé feito em Portugal) e cinotecnia. Ele ressalta que a doutrina portuguesa é diferente da brasileira, mas que poderá ser atrelada as ações do RPMon. “Eles têm uma doutrina própria adequada à realidade deles, mas que é extremamente aplicável em nossa realidade, então tudo que eu aprendi lá vai ser mesclado com a nossa doutrina e repassado para a nossa tropa”. O comandante-geral, coronel Marcos Sampaio, destaca a importância de investir na atualização técnica da tropa para subsidiar melhor os procedimentos operacionais e melhor assistir à população alagoana. “Qualquer especialização possibilita que os policiais militares adquiram além do conhecimento técnico, virtudes eminentemente éticas e não apenas técnicas, e a segurança necessária para atuar com disciplina e senso do dever, para cumprir a missão de um serviço imprescindível para a sociedade organizada”, enfatizou Sampaio. Fonte: PMAL.

Em Bacabal, Maranhão, Polícia Militar realiza solenidade de conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) em Bacabal

O compromisso com a educação profissional, por meio da formação e aperfeiçoamento, dos policiais militares responsáveis pela polícia ostensiva e preservação da ordem pública tem sido um desafio superado pelas polícias militares brasileiras. A guisa de exemplo, destaca-se a publicação de notícia, no portal da Polícia Militar do Estado do Maranhão (PMMA), sobre a solenidade de conclusão do “Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS PM 2017.1).” Leia mais, na notícia transcrita a seguir: Aconteceu no último sábado (10), no auditório do 15º Batalhão da cidade de Bacabal, localizado na Estrada da Bela Vista, a solenidade de formatura do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS PM 2017.1). Marcaram presença, além, dos militares, convidados e imprensa, o tenente-coronel PM Eurico, comandante do 15º BPM e instrutor da disciplina Tiro Policial, onde também fizeram parte da mesa das autoridades, os capitães PM Hamilton e Araújo (comandante da 2ª Companhia do 15º BPM, com sede na cidade de São Mateus e instrutor da disciplina Abordagem); André Luís (comandante da 3ª Companhia do 15º BPM e instrutor na disciplina Saúde Física e o tenente PM Pinho, coordenador do CEFS e instrutor da disciplina Ordem Unidade. O Sargento Denis foi o orador oficial da turma. O pastor Manoel ministrou a palavra de Deus. O curso teve início com a fase presencial no dia 29 de maio que teve a duração de duas semanas com instruções pela manhã e tarde. Nesse período, os militares, então segundo sargentos, foram aperfeiçoados nos conhecimentos técnicos necessários para o desempenho da profissão policial militar por meio das disciplinas de prática do tiro de combate, de abordagem policial, de saúde física e de disciplina policial militar. A conclusão do curso, com aproveitamento, é um dos requisitos essenciais para nova promoção, que é de primeiro sargento. A fase teve como objetivo qualificar as praças da Corporação no que diz respeito aos conhecimentos necessários para ascensão profissional, estimulando doutrinas e práticas uniformes. Além de contribuir com a integração dos policiais militares e promover a consolidação das Políticas Públicas na área da segurança. No total, 14 (quatorze) sargentos das cidades de Bacabal (15º BPM), Caxias (2º BPM), Pindaré-Mirim (7º BPM), Codó (17º), Timon (11º BPM), Pedreiras (19ºBPM), Chapadinha (16º BPM), Presidente Dutra (18º BPM) e Zé Doca (12ª CI). “Hoje, a Polícia Militar conclui um Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos, o CAS 2017, são 14 sargentos que concluem esse curso e estão habilitados às próximas graduações. Isso demonstra o compromisso da Polícia Militar do Maranhão em estar qualificando, cuidando da carreira dos policiais. Quero parabenizar todos que trabalharam na conclusão desse curso, parabenizar especialmente todos os formandos, e dizer que a Polícia Militar está atenta a toda essa necessidade que tem cada policial de cuidar da sua carreira”, disse o tenente-coronel Eurico, comandante do 15º BPM. Fonte: PMMA.

Policiais militares realizam treinamento num shopping da cidade do Rio de Janeiro

Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) realizam treinamento num shopping localizado na cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado. A exemplo do que acontece nas maiores metrópoles mundiais, o objetivo da atividade destacada visa a capacitação dos policiais militares para atuarem em situações reais. Leia mais informações, na notícia transcrita abaixo que foi publicada no portal da PMERJ: Na manhã desta quarta-feira, 14/06, policiais da Unidade de Intervenção Tática (UIT) do BOPE, realizaram treinamento de ocorrência com resgate de refém em um Shopping da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Os policiais foram acionados por volta das 8 horas da manhã para intervir em uma ocorrência onde, após um roubo frustrado a uma joalheria, dois criminosos fizeram duas funcionárias refém. Após negociação um dos criminosos se rendeu liberando a refém.  Para o outro foi preciso fazer a entrada tática de retomada e resgate. O treinamento contou a participação de cerca de 30 policiais do BOPE e 4 policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) com um cão. Fonte: PMERJ.

A PMMG em Bom Despacho.

João Bosco de Castro: Professor titular emérito de História da PMMG e de Historiografia de Polícia Militar na Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Li na página 5 do Jornal de Negócios  ̶  Destaque, edição de 4 a 10 de junho de 2017, o texto A PMMG ajudou a fundar Bom Despacho, do Colunista consagrado Tadeu Antônio de Araújo Teixeira. Rica de boas informações e arroubamentos enfatuados, a narrativa de Tadeu Araújo não condiz com a História Maiúscula da Polícia Militar de Minas Gerais nem com os registros da fundação de Bom Despacho. A Polícia Militar de Minas Gerais não ajudou a fundar Bom Despacho, muito menos poderia tê-lo feito, simplesmente porque essa respeitável e gloriosa Corporação da Paz Social, àquela época (“Por volta de 1767, ou um pouco antes, ….”), ainda não existia. Se existisse, como primeira força policial-militar autêntica e legitimamente brasileira, não teria sido na situação de “…. tropa composta de soldados da Milícia (PMMG) de Pitangui, de combatentes civis e mercenários dos batalhões dos Capitães de Mato, ….”, mas no dignificante estalão de força regular de primeira linha, como sempre o foi. “Por volta de 1767, ou um pouco antes, ….”, as tropas da Milícia de Pitangui eram forças irregulares e mercenárias decorrentes do Bando ou Regimento dos Capitães-Mores instituído pelo Rei português Dom Sebastião, em 1570, e, principalmente, do Terço de Ordenanças do Interior, estatuído pela Carta-Régia Portuguesa de 20 de janeiro de 1699. A autoridade policial do Capitão de Ordenanças foi regulamentada pela Carta-Régia Portuguesa de 1709. A PMMG nunca foi tropa de capitão-mor nem de terço de ordenanças. Essas tropas irregulares e mercenárias, dotadas de hierarquia militarizada mas destituídas da necessária chama da disciplina militar, não eram remuneradas pelo Erário Régio nem podiam enquadrar-se na definição dada ao conceito de Bandeira (ou Companhia): força militar desbravadora, composta de um capitão, um alferes, um meirinho, um escrivão, um furriel, dez cabos e dez esquadras de vinte e cinco soldados cada uma. Segundo o rito do ato normativo sebastianino de 1570, o capitão e o alferes da Bandeira tinham as honrarias e privilégios de Cavaleiro, mesmo se não o fossem. A Entrada era força paramilitar arbitrária e desorganizada, mercenária e desbravadora, às vezes chefiada pela sanha de um capitão do mato, mais dada à perseguição de quilombolas e à captura de selvagens indóceis. Ao local onde se estabelece Bom Despacho não chegou tropa militar regular nem Bandeira, “…. por volta de 1767, ou um pouco antes, ….”, mas força irregular, horda perseguidora de quilombolas assentados nas cercanias dos Rios Pará, Lambari, Picão e Alto-São Francisco. Aquilo era Entrada, e não PMMG! A Polícia Militar de Minas Gerais, até então inexistente, não se prestaria a empreendimentos de força militar irregular nem a tretas de capitão do mato. Nos assentamentos dessa Força Pública da Paz Social, em Bom Despacho, não há nada de fé de ofício militar de João Gonçalves Paredes, nem de Luís Ribeiro da Silva, nem de Francisco Ferreira Fontes, nem do Padre Agostinho Pereira de Melo como capelão militar regular das tropas vindas da Sede da Comarca de Pitangui. Naqueles tempos, ainda não existia, no mundo, nenhuma Polícia Militar nem o embrião da mais antiga de todas elas: exatamente a Polícia Militar de Minas Gerais, criada em Lisboa, Salvaterra dos Magos, Capital da Monarquia Portuguesa, em 24 de janeiro (e não em 9 de junho!…) de 1775, por ato público assinado pelo eminente Iluminista Martinho de Mello e Castro, Ministro de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos da Coroa Portuguesa, e instalada em Cachoeira do Campo da Vila Rica de Nossa Senhora do Pilar, na Capitania Real das Minas do Ouro, em 1º de julho de 1775, por ato interno do Capitão-General Dom Antônio José de Noronha, Governador da dita Capitania, com o nome de Regimento Regular de Cavalaria da Capitania de Minas, a legendária “Tropa Paga”, força regular de primeira linha. Esse Regimento Regular de Cavalaria de 1775 (de oito, “…. ou um pouco….” mais, anos depois da fundação de Bom Despacho) é a Pujante e Seivosa Raiz da Primeira Polícia Militar do Brasil, a Polícia Militar de Minas Gerais, também detentora da marca intransferível de ser a Mais Antiga Força Pública do Mundo. Exatamente isso! O Regimento Regular de Cavalaria da Capitania Real das Minas do Ouro, hoje denominado Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes ─ insofismável origem desse inatacável Exército da Paz Social Mineiro ─, foi criado e instalado vinte anos antes das duas instituições policial-militares registradas como se fossem as duas primeiras Forças Públicas do Mundo: a Gendarmerie Nationale (atual Polícia Militar Francesa) e a Koninklijke Maréchaussée (a Real Polícia Militar da Holanda), criadas ambas, com assentamento indiscutível, em 1795, sobre a rocha de poderosa consistência iluminista e humanitária do artigo XII da redemocratizante Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, cuja letra normativa assim nos impõe: “A garantia dos direitos do Homem e do Cidadão carece de uma força pública; esta força é, pois, instituída para vantagem de todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.” O eixo-mor dessa declaração jurídica e filosófico-científica da Revolução Francesa de 14 de julho de 1789, particularmente em seu transcrito artigo XII, ratifica o espírito público da Politeia de Platão (traduzida como República, ou Coisa do Povo, arrimo soberano e claríssimo do conceito de Polícia), do século V – IV a.C., e estatui verdade sobranceira, infelizmente ainda não adotada pelo Poder Público Brasileiro: a força pública (ou a polícia militar, ou toda e qualquer organização policial) há de ser infensa às manipulações engendradas por governo ou pressão política, porque força pública é recurso de estado, sustentáculo do Homem e do Cidadão, proteção do Povo e da vontade cívica, social, humana, majoritária e maiúscula dEste, e não dos amanhadores de poder nas hordas de governo. As “Instruções ao Senhor Governador…”, ou “Instruções do Senhor Martinho de Mello e Castro, para se regular a Tropa Paga de Minas, e Auxiliares, e sobre outros objetos”, assinadas, como já se

Polícia Militar da Bahia inicia curso de Motociclista Militar

Na Polícia Militar baiana teve início o Curso de Motociclista Militar – Escolta e Segurança, a ser ministrado pelo Esquadrão Águia, no intuito de aperfeiçoar o uso da motocicleta no combate à criminalidade, conforme se depreende da reportagem abaixo: A utilização da motocicleta em áreas urbanas e rurais tem sido uma grande ferramenta da polícia no combate à criminalidade. Pensando em aperfeiçoar o uso deste veículo o Esquadrão Águia deu início ao Curso de Motociclista Militar – Escolta e Segurança. A capacitação tem duração de seis semanas, compreendendo 200 horas/aula, e é realizada na sede da instituição, localizada no Alto de Ondina. Na manhã desta terça-feira (13) os policiais receberam aulas teórica e prática de defesa pessoal. O instrutor chefe do curso, capitão Igor Fogaça, ressaltou que a utilização da arma de fogo deve ser sempre a última opção. ” Estamos aqui aperfeiçoando as técnicas de algemação, projeção ao solo, rolamento, entre outros ensinamentos”, explicou o oficial. Destacou que a presença de militares de outros estados no curso faz parte do processo de reconhecimento e referência do Águia no país. “Este é um dos cursos mais antigos do Brasil e sempre acolhemos os colegas de outras federações. Esse intercâmbio de conceitos é também importante para os nossos policiais”, concluiu Fogaça. Fonte: PMBA

“Três anos após início da Copa, ‘elefantes brancos’ servem até de escola para reduzir prejuízo”

A BBC – Brasil publicou extensa reportagem, assinada por Renata Mendonça, mostrando a utilidade de alguns estádios brasileiros, “três anos após o início da Copa”, considerados “elefantes brancos” e que, para “reduzir o prejuízo”, “servem até de escola”. Na reportagem são destacados os estádios “Mané Garrincha (Brasília), Arena Pantanal (Cuiabá), Arena da Amazônia (Manaus), Arena das Dunas (Natal) e Arena Pernambuco (Recife)” com as seguintes informações: Estádio Custo de construção Custo mensal de manutenção Arrecadação em 2016 Prejuízo Arena da Amazônia R$ 660,5 milhões R$ 550 mil R$ 1,11 milhão R$ 5,5 milhões Arena Pantanal R$ 628 milhões R$ 700 mil não informou R$ 8,3 milhões Arena das Dunas R$ 423 milhões sem informações disponíveis sem informações disponíveis sem informações disponíveis Arena Pernambuco R$ 532 milhões R$ 860 mil R$ 2,4 milhões R$ 7,92 milhões Mané Garrincha R$ 1,8 bilhão R$ 700 mil R$ 1,70 milhão R$ 6,4 milhões Arena da Amazônia (Manaus) Nas informações sobre a Arena da Amazônia (Manaus), a reportagem esclarece que: O estádio de Manaus foi considerado um dos “mais bonitos” construídos para a Copa. Depois do Mundial, foi palco de partidas de futebol da Olimpíada e de amistosos da seleção brasileira, e sediou partidas de clubes cariocas como Flamengo e Vasco, que têm um bom número de torcedores em terras amazonenses. Com custo de R$ 550 mil por mês para manutenção, o estádio de 40 mil lugares via nos jogos dos times do Sudeste sua principal fonte de renda. No entanto, com a mudança nas regras da CBF, a situação ficou difícil. Para reduzir o deficit, a administração do estádio aposta no futebol local, para que ele possa “se pagar” já no ano que vem e, no futuro, ser até uma fonte de recursos para o governo. Em entrevista à BBC Brasil, Fabrício Lima, secretário de Esportes e Lazer do Amazonas, lamentou a falta de apoio da CBF. “Há algumas decisões da CBF que vão de encontro a tudo aquilo que eles pregaram na Copa do Mundo, de legado, daquilo que eles queriam para o futebol. A entidade que deveria fomentar os estádios e ajudar a fazer com que eles crescessem e junto com eles o futebol local, não faz isso.” Lima contou que a estratégia foi abrir as portas para os clubes locais, sem cobrar deles. Com jogos e eventos a casa semana, segundo Lima, o “cartão-postal” da cidade ganha vida e afasta o estigma de “elefante branco”. “Aqui é como uma empresa, ela não vai dar lucro de uma hora pra outra. Esse ano, o público ainda está muito aquém…mas ele vem melhorando a cada ano”, disse Lima. O futebol feminino também tem sido incentivado dessa maneira, segundo Lima. O Iranduba, equipe amazonense que se firmou no cenário nacional no ano passado e já levou o maior público da arena em jogos locais (mais de 17 mil pessoas em partida pela Liga de Futebol Feminino Sub-20 em 2016), não paga aluguel para atuar no estádio e fica com toda a renda dos jogos. “É uma forma de fomentar o futebol feminino. A gente acredita que é um investimento a médio e longo prazo nosso para os clubes locais.” A Arena da Amazônia é alvo de investigação por fraude na licitação. Segundo delação da Odebrecht, a licitação em Manaus teve um acordo para que fosse vencida pela Andrade Gutierrez. Arena Pantanal (Cuiabá) Para a Arena Pantanal, em Cuiabá, a reportagem destaca que: O custo mensal é de R$ 700 mil, mas a atual administração da Arena Pantanal não sabe quanto o estádio arrecadou em 2016, nem o tamanho do prejuízo. Mas segundo estimativa da revista Época, a arrecadação do ano passado foi de apenas R$ 100 mil – o que representaria um deficit de R$ 8,3 milhões. “A arrecadação só foi regulamentada em agosto de 2016, portanto não há dados relativos a 2015 e como já ocorreu na parte final do ano, também não temos os dados precisos dos eventos. Como houve a mudança na gestão do estádio, não foi possível obter os valores relativos aos cinco meses de 2016 após a regulamentação”, afirmou a secretaria de Educação, Esporte e Lazer. Por enquanto, a melhor utilização para aproveitar a arena de 41 mil lugares em Cuiabá foi fazer dela uma escola, instalada há três meses e com 300 alunos. “Já que o estádio está aí, nós temos que usar”, disse o secretário Leonardo de Oliveira. “A arena aqui fica num complexo esportivo com piscina olímpica, quadra de vôlei de areia, ginásio, etc. Os alunos estudam normal e no outro turno são 3 horas de esporte. Nossa ideia é fazer uma escola estadual voltada ao esporte, com 10 modalidades para começar a trabalhar atletas. Eles terão acompanhamento de médicos, dentistas, fisioterapeutas e tudo mais.” A construção da Arena Pantanal também é alvo de investigação por corrupção. O ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB) foi acusado pelo ex-secretário da Copa do Estado, Eder Moraes, de ter recebido propina no valor de R$ 5 milhões para acelerar a contratação da obra. Os dois estão presos. Arena das Dunas (Natal) De igual modo, a arena potiguar, enfrenta situações semelhantes. A reportagem esclarece que: A Arena das Dunas é outra obra sob investigação da Polícia Federal, na Operação Manus, que apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na construção do estádio, além de um superfaturamento de R$ 77 milhões. O ex-ministro (do Turismo) e deputado federal Henrique Alves (PMDB) foi preso na semana passada como alvo da operação. O estádio também depende dos cofres públicos para se pagar. Um dos mais utilizados no período pós-Copa, a arena de Natal agora recebe poucos jogos e, segundo levantamento da revista Época, acumulou mais de R$ 35 milhões de prejuízo entre 2014 e 2015. A reportagem entrou em contato com a administração do estádio, mas não obteve resposta sobre custos e arrecadação. A Arena das Dunas foi construída como uma parceria público-privada (PPP); a concessão vale por duas décadas, e o Estado pagará por ela durante os próximos 17 anos.

“O Supremo Tribunal Federal repudia, com veemência, espreita espúria, inconstitucional e imoral contra qualquer cidadão […]”

A Veja.com destacou “que o governo, em ofensiva contra a Lava Jato, acionou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para bisbilhotar a vida do ministro Edson Fachin”, com as seguintes explicações: Em nota divulgada neste sábado, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, afirma que “é inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o STF, contra de democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes”. Reportagem de VEJA desta semana informa que o governo, em ofensiva contra a Lava Jato, acionou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para bisbilhotar a vida do ministro Edson Fachin, relator do inquérito aberto contra o presidente Michel Temer por corrupção, organização criminosa e obstrução de Justiça. “Própria das ditaduras”, continua Cármen Lúcia, “como é esta prática, contrária à vida livre de toda a pessoa, mais gravosa é ela se voltada contra a responsável atuação de um juiz, sendo absolutamente inaceitável numa República Democrática, pelo que tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente”. Em seguida, leia o inteiro teor da nota da Presidente do STF: Nota Oficial “É inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal, contra a Democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes. Própria de ditaduras, como é esta prática, contrária à vida livre de toda pessoa, mais gravosa é ela se voltada contra a responsável atuação de um juiz, sendo absolutamente inaceitável numa República Democrática, pelo que tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente. O Supremo Tribunal Federal repudia, com veemência, espreita espúria, inconstitucional e imoral contra qualquer cidadão e, mais ainda, contra um de seus integrantes, mais ainda se voltada para constranger a Justiça. Se comprovada a sua ocorrência, em qualquer tempo, as consequências jurídicas, políticas e institucionais terão a intensidade do gravame cometido, como determinado pelo direito. A Constituição do Brasil será cumprida e prevalecerá para que todos os direitos e liberdades sejam assegurados, o cidadão respeitado e a Justiça efetivada. O Supremo Tribunal Federal tem o inasfastável compromisso de guardar a Constituição Democrática do Brasil e honra esse dever, que será por ele garantido, como de sua responsabilidade e compromisso, porque é sua atribuição, o Brasil precisa e o cidadão merece. E, principalmente, porque não há outra forma de se preservar e assegurar a Democracia. Brasília, 10 de junho de 2017. Ministra CÁRMEN LÚCIA Presidente do Supremo Tribunal Federal Fonte: Veja.com,STF e Foto.

I Colóquio Discutindo o Acervo da Polícia Militar da Bahia

Na programação da I Semana Nacional de Arquivos, promovida pelo Arquivo Nacional, realizou-se o I Colóquio Discutindo o Acervo da Polícia Militar da Bahia. Sobre esse importante evento, leia mais informações, na notícia publicada no portal da PMBA que foi transcrita a seguir: Aconteceu na manhã desta quinta-feira (8), no Quartel dos Aflitos, o I Colóquio Discutindo o Acervo da Polícia Militar da Bahia. O evento foi organizado pelo coordenador de Documentação e Memória do Subcomando Geral da PM, major Raimundo Marins, e está inserido na programação da I Semana Nacional de Arquivos, promovida pelo Arquivo Nacional. O I Colóquio Discutindo o Acervo da Polícia Militar da Bahia propõe-se a oferecer um extrato aos públicos interno e externo das pesquisas baseadas no acervo histórico, conhecer a experiência dos profissionais nelas envolvidos e fomentar o interesse da comunidade em geral pela ciência concentrada na documentação. O evento contou com a presença do comandante geral da PMBA, coronel Anselmo Brandão, alunos de mestrado e professores da Universidade Federal da Bahia (Ufba) que ministraram palestras resultantes de pesquisas do acervo histórico da PM e tiveram como temas “Aspectos do Processo de Restauração dos Livros Históricos da PMBA”, “A Trajetória da Banda de Música Maestro Wanderley através de seus Arquivos Históricos” e “Acervos Históricos: para que preservar?”. Para o coronel Anselmo Brandão são de grande importância a conservação e difusão dos acervos da Polícia Militar. “Quero agradecer ao major Marins pelo excelente trabalho desenvolvido para a preservação da nossa memória e pelo estudo da história do Quartel e consequentemente da história da Bahia”, declarou o comandante. A aluna Iramaia Ferreira, do curso de Letras da UFBA, considerou o evento muito produtivo. “Foi muito significativo e importante para nós estudantes e para a memória da sociedade baiana”, afirmou. E para encerrar o evento o major Marins ressaltou o objetivo dessa iniciativa. “A Polícia Militar da Bahia abriu seus arquivos para o conhecimento da história da sociedade. Esta é a materialização do sonho de abrir as portas do Quartel para que todos tenham acesso às suas memórias”, finalizou o major.

Polícia Militar do Rio Grande do Norte realiza Aula Inaugural para o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-2017

A Aula Inaugural, realizada nessa terça-feira (6), é o início de Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-2017 da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte (PMRN). Desse modo, mediante a educação profissional, aquela Instituição Militar Estadual dá mais um passo para a qualificação de sua liderança executiva. O curso ora destacado é destinado aos capitães de PMRN. Após concluí-lo, o oficial cumpre o pré-requisito intelectual para o acesso no oficialato superior, aos postos de major e tenente-coronel. Leia mais informações do evento, na notícia publicada no portal da PMRN e transcrita a seguir: Foi realizado nesta terça-feira (06), no auditório Sylvio Pedrozza no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do RN a Aula Inaugural do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais 2017. Estiveram presentes o senhor Subcomandante Geral da PM RN Coronel Ulisses, o Secretário Adjunto de Segurança Pública e da Defesa Social Coronel Osmar, o subdiretor de ensino Tenente Coronel Arthur, o Chefe da 5ª Seção Tenente Coronel Vilela, o Comandante da Academia de Polícia Militar Tenente Coronel Assunção, o representante da corregedoria Tenente Coronel Espínola, representando o Diretor de Pessoal o Tenente Coronel Pereira Junior, o Chefe de Operações do CPI Tenente Coronel Castelo Branco e os 34 capitães que participarão do CAO 2017. O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais tem por finalidade habilitar o Oficial intermediário ao uso de ferramentas de gestão no desenvolvimento de atividades de assessoramento e liderança em questões de natureza administrativas e operacional, além de ser pré-requisito para a Promoção ao posto de Major. Este evento marca o início de uma nova fase na carreira Policial Militar dos 34 capitães que realizarão este curso, pois os tornará aptos para exercerem as funções de Oficial Superior. O curso com carga horária de 435 Horas Aula, será desenvolvido nos proximismos seis meses na Academia da Polícia Militar Coronel Mílton Freire de Andrade. Fonte: PMRN.

Brigada Militar do Rio Grande do Sul finaliza o 4º Curso de Especialização em Operações de Choque (CEOC)

Conforme divulgado anteriormente neste Pontopm, continua, na Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS), a realização do 4° Curso de Especialização em Operações de Choque, com o encerramento previsto para a próxima quarta-feira (14). No portal da BMRS publicou a notícia, transcrita abaixo, onde você poderá ler mais informações: A Brigada Militar promove, até o dia 14 de junho, o Curso de Especialização em Operações de Choque (CEOC) com a participação de 25 oficiais. Pela primeira vez, outro país da América Latina participa da iniciativa com representantes da Argentina, além de outros quatro estados brasileiros. Ao todo, a corporação já formou mais de cem oficiais em operações de choque. A 4ª edição da qualificação, realizada pela Brigada Militar, tem o objetivo de treinar policiais para ações em controle de distúrbios, buscando o restabelecimento da ordem pública em casos de grandes manifestações, preservando a integridade física das pessoas e patrimônio público e privado. A instrução dura 45 dias em regime de dedicação exclusiva, e carga horária de 500 horas-aula. Nessa ocasião, conta com participação de oficiais da Argentina e dos estados do Amapá, Mato Grosso, Paraíba, Rio Grande do Sul e Tocantins. Entre as disciplinas abordadas durante o treinamento estão controle de distúrbios civis, simulações de operações, direitos humanos, primeiros socorros, legislação e ações integradas de tropas a pé, a cavalo e cinófila. O coordenador do CEOC, major Cesar Augusto Guindani, disse que “a doutrina de operações de choque tem se difundido em todo Brasil, principalmente a partir das manifestações de 2013”. “O objetivo é qualificar o efetivo, permitindo que a polícia possa dar uma resposta adequada no caso de manifestações, garantindo a segurança dos envolvidos e da sociedade em geral”, destacou. “É um curso completo, realizado em diversos Estados do Brasil, e que unifica a doutrina na área”, concluiu o major. Em relação à disciplina do Curso de Especialização em Operações de Choque com apoio da Cavalaria, o major Claudio de Azevedo Goggia explicou que “durante o treinamento no 4º Regimento de Polícia Montada, realizamos simulações, enfrentamos todos os obstáculos e dificuldades semelhantes às que podemos encontrar nas ruas”. Para o capitão da Polícia Argentina, Marcos Mathias Linell, a oportunidade está sendo uma grande experiência. “Todas as atividades são muito satisfatórias e certamente os conhecimentos serão repassados, qualificando o efetivo em meu país”, ressaltou. Do extremo norte do Brasil, o representante da Polícia Militar do Amapá, tenente William Bastos, enfatizou que “a atividade choqueana exige muito preparo emocional por parte do comandante e do efetivo”. Comentou que “no curso realizado na Brigada Militar aprendemos a importância da técnica aliada a uma boa tática, fazendo com que uma manifestação violenta seja dispersa de forma mais eficaz, restabelecendo a ordem pública”, finalizou o tenente. A formatura de conclusão será realizada dia 13 de junho, no 1º Batalhão de Operações Especiais, em Porto Alegre. Fonte: BMRS.

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