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“REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA JUSTIÇA”

  No blog do Josias de Souza foi publicado o seguinte post: Comando da PM no Rio é acertado com deputado estadual e crime, diz ministro O ministro Torquato Jardim (Justiça) faz um diagnóstico aterrador do setor de segurança pública no Rio de Janeiro. Declara, por exemplo, que o governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança do Estado, Roberto Sá, não controlam a Polícia Militar (GN). Para ele, o comando da PM no Rio decorre de “acerto com deputado estadual e o crime organizado.” Mais: “Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”(GN) Torquato declara-se convencido de que o assassinato do tenente-coronel Luiz Gustavo Teixeira, que comandava o 3º Batalhão da PM carioca, no bairro do Méier, não foi resultado de um assalto. ‘‘Esse coronel que foi executado ninguém me convence que não foi acerto de contas.”(GN) O ministro conta que conversou sobre o assunto com o governador e o secretário de Segurança do Rio. Encontrou-os na última sexta-feira, em Rio Branco (AC), numa reunião com governadores de vários Estados. “Eu cobrei do Roberto Sá e do Pezão”, relata Torquato. Entretanto, os interlocutores do ministro reiteraram que se tratou de um assalto. E o ministro: “Ninguém assalta dando dezenas de tiros em cima de um coronel à paisana [em verdade, o oficial da PM estava fardado], num carro descaracterizado. O motorista era um sargento da confiança dele.”GN Na avaliação do ministro da Justiça, está ocorrendo uma mudança no perfil do comando da criminalidade no Rio. “O que está acontecendo hoje é que a milícia está tomando conta do narcotráfico.”(GN) Por quê? Os principais chefões do tráfico estão trancafiados em presídios federais. E o crime organizado “deixou de ser vertical. Passou a ser uma operação horizontal, muito mais difícil de controlar.” Ao esmiuçar seu raciocínio, Torquato declarou que a horizontalização do crime fez crescer o poder de capitães e tenentes da política. “Aí é onde os comandantes de batalhão passam a ter influência. Não tem um chefão para controlar. Cada um vai ficar dono do seu pedaço. Hoje, os comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”(GN) Torquato diz acreditar que o socorro do governo federal ao Rio, envolvendo as Forças Armadas, a Força Nacional de Segurança, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária, vai atenuar os problemas. Mas “a virada da curva ficará para 2019, com outro presidente e outro governador. Com o atual governo do Rio não será possível.”(GN) O ministro relata: “Nós já tivemos conversas —ora eu sozinho, ora com o Raul Jungmann [ministro da Defesa] e o Sérgio Etchegoyen [chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência]—, conversas duríssimas com o secretário de Segurança do Estado e com governador. Não tem comando.” Diante das severas acusações, no portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) foi também publicado o seguinte post: REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA JUSTIÇA As declarações do Ministro da Justiça, Torquato Jardim, vinculando comandantes de batalhões da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro ao crime organizado, são de uma irresponsabilidade inadmissível e merecem o nosso mais veemente repúdio. Ao generalizar acusações sem qualquer base comprobatória contra uma instituição bicentenária, as declarações do Ministro Jardim revelam, no mínimo, desrespeito e desprezo ao esforço descomunal empreendido por milhares de policiais militares que, não obstante a dificuldades de toda ordem, não têm medido esforços para defender a sociedade do nosso estado. Vale lembrar que até a presente data, perdemos 113 companheiros de farda, vítimas de um quadro de violência formado por inúmeras variáveis e sobre o qual a Polícia Militar não pode ser responsabilizada. Muito pelo contrário, no enfrentamento diário aos criminosos, somente este ano efetuamos mais de 20 mil prisões e apreendemos mais de cinco mil armas de fogo. A grande maioria dessas armas é fabricada em outros países. Fuzis com alto poder ofensivo e pistolas sofisticadas chegam às mãos de criminosos por uma articulação do tráfico internacional de armas, cuja repressão transcende a atuação das forças de segurança estaduais. Em relação à morte do Coronel Luiz Gustavo Teixeira, citada também nas declarações do Ministro Jardim, cabe esclarecer que o oficial de conduta ilibada estava uniformizado, pois voltava de uma cerimônia de posse em outro batalhão da Corporação. E foi assassinado numa tentativa de assalto, como quase todos os policiais militares, que, ao se depararem com criminosos, não têm outra alternativa senão matar ou morrer. A banalização da vida, revelada nesse crime hediondo, é resultado também de um código penal anacrônico, cuja revisão também não é atribuição da esfera estadual. Por fim, vale registrar ainda nossa repulsa a denúncias contra uma Corporação que não aceita e pune com todo rigor qualquer desvio de conduta em suas fileiras, como pode ser comprovado pelo trabalho da Corregedoria Interna da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Fonte: Blog do Josias de Souza e PMERJ.

Novos policiais militares catarinenses participaram da “formatura do fogo”, na conclusão do Curso de Formação de Soldados

  Uma postagem no portal da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) informa que os novos policiais militares catarinenses participaram da “formatura do fogo”, na conclusão do Curso de Formação de Soldados. A solenidade cerimoniosa realizada marcou o início da carreira policial militar, pois é o rito de passagem, tradicionalmente realizada, no início dos cursos de formação, simbolizando que os futuros policiais passaram a usar, pela primeira vez, o fardamento da Instituição Militar Estadual. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMSC, e transcrito abaixo: Na noite da última quinta-feira, 26, foi realizada a solenidade de Formatura do Fogo dos alunos do Curso de Formação de Soldados (CFSd), onde Estiveram presentes o comandante-geral da PMSC, coronel Paulo Henrique Hemm, o comandante da 7ª Região de Polícia Militar (RPM), coronel Carlos Alberto Fritz Bueno, o comandante do 13º Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Renato Abreu, o comandante do Centro de Formação de Praças (CFAP), tenente-coronel Jardel Carlito da Silva, o secretário de Desenvolvimento Regional, Ítalo Goral, o promotor da 3ª Promotoria da Comarca de Rio do Sul, Frabrício Franke da Silva, a comandante da 3ª Companhia do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (CBM) capitão Priscila Casagrante, outras autoridades militares, civis, amigos e familiares dos alunos soldados. A Formatura do Fogo é uma solenidade militar que marca o rito de passagem, tradicionalmente realizado no início dos cursos de formação, sendo que nesta cerimônia se entrega, formalmente, o primeiro fardamento aos alunos soldados. A partir da entrega, os alunos não mais utilizarão trajes civis no interior do quartel da PM. Após proclamarem o Decálogo da Polícia Militar e cantarem a canção da PM, o pelotão desfilou em continência ao comandante-geral, que em seguida fez o uso da palavra. Em seu discurso, o comandante-geral parabenizou os alunos por terem escolhido a nobre missão de “servir e proteger” a sociedade. Destacou ainda o incansável trabalho policial militar, nas mais adversas situações. Por fim, agradeceu a presença das autoridades e familiares, encerrando a solenidade do Formatura do Fogo de Rio do Sul.   Fonte:PMSC

A ditadura do pensamento ou a liberdade do diálogo?

Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu […] tempo de estar calado, e tempo de falar; […]. Eclesiastes 3:1 e 7b. . Interessante o conteúdo de um post publicado na “Revista maire claire” sobre um evento que acontecerá “entre 7 e 9 de novembro deste ano” e, por isso, o “Sesc Pompeia, um dos mais tradicionais centros culturais de São Paulo, está sofrendo ataques online desde a última quinta-feira (26).” No texto, há um destaque, igualmente, interessante, de uma usuária que escreveu: “Quantos haters Sesc Pompeia! Isso por causa de uma única palestrante. Acho que vocês poderiam ampliar isso, convidar mais gente para os debates, porque ignorância se combate com informação” Leia mais informações no post publicado e transcrito a seguir: O Sesc Pompeia, um dos mais tradicionais centros culturais de São Paulo, está sofrendo ataques online desde a última quinta-feira (26). Isso porque o local será sede de um evento com Judith Butler, que acontece entre 7 e 9 de novembro deste ano. A filosofa norte-americana é uma teórica do movimento queer e uma das principais referências quando o assunto é a identidade de gênero. Judith já esteve no Brasil antes, em 2015, mas este ano volta ao país para participar do ciclo de palestras Os Fins da Democracia – que não fala diretamente sobre as questões de gênero – e para o lançamento de seu novo livro, Caminhos divergentes – judaicidade e crítica do sionismo.(sic) No Facebook, principalmente, a página do Sesc recebeu inúmeras avaliações negativas e muitos comentários criticando a escolha da filósofa para o evento. “O Brasil decente não é a favor dessa ideologia de gênero”, escreveu um usuário. Uma petição online, com mais de 163 mil assinaturas até o momento, também pede o cancelamento das palestras de Judith. Segundo a agenda oficial publicada no site do Sesc, porém, Judith não participará sozinha de nenhum painel do evento, mas sim da sua abertura e encerramento ao lado de outras duas pessoas, a professora da Universidade de Berkeley Natalia Brizuela e o também filósofo Vladimir Safatle. Do lado contrário, um grupo se mobilizou para criar um ‘cordão de proteção’ para ajudar na locomoção de Judith pelo evento, e outros simpatizantes do próprio Sesc, além das palestras em si, tem mostrado o seu apoio pelas redes sociais. “Quantos haters Sesc Pompeia! Isso por causa de uma única palestrante. Acho que vocês poderiam ampliar isso, convidar mais gente para os debates, porque ignorância se combate com informação”, escreveu uma outra usuária. Tire sua própria conclusão, cara(o) leitora(o), pois tudo indica que há uma ditadura do pensamento e não uma liberdade do diálogo!   Fonte: Revista marie claire.

Policiais militares espírito-santenses participaram do “liderar é enxergar além da capacidade dos olhos”

  O portal da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo (PMES) publicou um post sobre o evento realizado em Aracruz-ES e que contou com a presença de policiais militares do 5º Batalhão de Polícia Militar que atua naquele município. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMES, e trasncrito abaixo: O 5º Batalhão da Polícia Militar do Espírito Santo em parceria com a ESESP (Escola de Serviço Público do Estado) realizou na manhã desta sexta-feira (27), palestra com o tema “LIDERAR É ENXERGAR ALÉM DA CAPACIDADE DOS OLHOS”, ministrada pelo Economista, especialista em Comércio Internacional, Consutor de Empresas, Conferencista e Professor de Ensino Superior Richard Moreira. Richard Moreira vem realizando trabalhos em diversas Organizações Públicas e Privadas de setores mercadológicos diversificados e Instituições de Ensino Superior pelo Brasil e exterior, dedicando-se a pesquisas de desenvolvimento em cenários da gestão organizacional, especialmente em temas ligados a inteligência empresarial e executiva, estratégias competitivas, liderança estratégica, entre outras. O evento reuniu cerca de 150 participantes, dentre servidores municipais, estaduais, empresários, líderes comunitários e religiosos, bem como oficiais e praças da unidade. Além disso, contou também com a presença do Comandante do 5º BPM, Tenente Coronel Anderson Loureiro Barboza e representantes do poder judiciário local. “A capacitação contínua, aliada ao planejamento estratégico, são as nossas ferramentas para o alcance dos objetivos. Para isso, buscamos traçar os melhores caminhos, sempre em prol da prestação de um serviço de excelência à população capixaba”, ressaltou o Ten Cel Loureiro.   Fonte: PMES.

Policiais militares alagoanos participam do relançamento do livro “Pequena História da Polícia Militar de Alagoas”

  Uma postagem publicada no portal da Polícia Militar do Estado do Alagoas (PMAL) informa sobre “o relançamento do livro ‘Pequena História da Polícia Militar de Alagoas’, uma obra produzida pelo Centro Universitário Cesmac, e escrita por Félix Lima Júnior.” O evento aconteceu na “manhã desta sexta-feira (27), na sala do Centro Musical da Polícia Militar, localizado no Quartel do Comando Geral (QCG), Centro de Maceió” e muito significativo para a Instituição Militar Estadual e os profissionais alagoanos de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMAL, e transcrito a seguir: Na oportunidade, o comandante-geral da PM, coronel Marcos Sampaio, recebeu de forma simbólica 200 exemplares do livro, que foram entregues pelo reitor da universidade, João Sampaio. O volume constitui uma reimpressão integral da obra editada em primeira edição no ano de 1990, no qual, foram atualizadas as normas técnicas e ortográficas, sendo acrescida uma lista complementar dos comandantes da Instituição. O livro proporciona um contato com importantes acontecimentos da própria história de Alagoas, nos quais a Polícia Militar marcou presença. Também são relatados os diversos seguimentos da Corporação, como a Banda de Música, a Cavalaria, seus hinos e fardamentos. O comandante-geral da PM, coronel Marcos Sampaio, enalteceu a parceria realizada entre as instituições, como também, citou a importância que o livro terá para os policiais militares. “Costumo dizer que uma instituição sem história não tem futuro, pois a história serve de referência, inclusive, para tomadas de decisões. Este livro precisa se tornar um objeto de estudo permanente de nossos membros, pois conta com riqueza de detalhes os feitos de nossa Corporação, acontecimentos que precisam ser divulgados por todos os seus 185 anos de serviços prestados a sociedade”, explicou Marcos Sampaio. Durante o seu discurso, João Sampaio frisou o seu bom relacionamento com a Corporação. “É uma honra e um prazer poder voltar a este prédio onde sempre fui muito bem tratado, desde os tempos em que ocupava uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de nosso Estado. A Polícia Militar possui todo o meu respeito, nós que fazemos parte da sociedade precisamos dar um apoio especial a estes homens e mulheres que diariamente vão as ruas para nos defender”, afirmou o reitor. Pré-lançamento do DVD da Banda de Música da PM Complementando a cerimônia, foi realizado o pré-lançamento do DVD do Centro Musical da Corporação, gravado no último Dia do Soldado, comemorado em 25 de agosto. As imagens foram registradas durante a edição do Programa Vem Ver a Banda Tocar, nas manhãs de domingo, no Espaço Geruza Malta, orla de Ponta Verde. Criada em 1851, A Banda de Música leva arte e cultura para a sociedade, representando de forma brilhante a Polícia Militar de Alagoas, por meio do programa Vem Ver a Banda Tocar, Música é Saúde, Bloco Vulcão, e participação em diversas solenidades militares e eventos como o Grande Concerto de bandas militares do Estado.   Fonte: PMAL.

Cadetes da Polícia Militar de Goiás participam de Simpósio sobre segurança no Chile.

  Um post publicado no portal da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) informa que os cadetes da 43ª Turma do Curso de Formação de Oficiais começaram suas atividades institucionais em Santiago, na “Expo Seguridad 2017”. A “Expo Securidad 2017” é um evento internacional destinado aos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública Segurança e Ordem publica. É “organizado por empresas da área de Segurança e Tecnologia juntamente com os Carabineros do Chile’, estimando-se a participação de profissionais oriundos do “Canadá, Uruguai, Estados Unidos, China, Japão e Espanha.” Leia mais informações no post publicado, no portal da PMGO, e transcrito em seguida: Na manhã do dia 23 de outubro, segunda-feira, os cadetes da 43ª Turma do Curso de Formação de Oficiais começaram suas atividades institucionais em Santiago, na “Expo Seguridad 2017”. Trata-se de um Evento Internacional de Segurança Integral e Ordem Pública e conta com a participação de vários países, tais como Canadá, Uruguai, Estados Unidos, China, Japão e Espanha. O Evento, organizado por empresas da área de Segurança e Tecnologia juntamente com os Carabineros do Chile, oportuniza aos visitantes o conhecimento do que há de mais moderno em Segurança Pública e Privada, Segurança para situações de emergências e catástrofes, Segurança Laboral e Prevenção de Riscos. Neste primeiro dia, os cadetes assistiram diversos exercícios demonstrativos, como: atendimento de ocorrência de assalto a ônibus com reféns e atuação do Grupo de Operações Especiais, habilidades na condução de motos e veículos policiais e operações de controle de Distúrbio Civil com a utilização de veículo lança águas.   Fonte: PMGO.

Policiais militares espirito-santenses participam de seminário promovido pela Diretoria de Recursos Humanos

  Com o objetivo de atualizar os policiais militares que desenvolvem as atividades no sistema de gestão de pessoas na Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), será realizado “o I Seminário da Diretoria de Recursos Humanos. Leia mais sobre o evento e conheça as informações detalhadas no post publicado, no portal da PMES, e transcrito em seguida: Na próxima terça-feira (24), a PMES realiza o I Seminário da Diretoria de Recursos Humanos. O evento acontece de 09h às 17 horas, no auditório do Hospital da Polícia Militar, em Bento Ferreira, Vitória. O objetivo é prover a atualização e manutenção dos conhecimentos aos militares da P1, P4 e seções equivalentes das Unidades/Subunidades, Diretorias e CPOs da PMES de informações sobre a utilização do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos do Espírito Santo (SIARHES) e sobre as atividades desempenhadas pelas seções RH- 2, RH-3 e RH-4 da Diretoria de Recursos Humanos. De acordo com o diretor de Recursos Humanos da PMES, coronel Altiere de Carlo da Silva Machado, a complexidade do serviço executado pela Diretoria de Recursos Humanos gera uma grande demanda por parte dos militares das Unidades da PMES, com necessidade de conhecimento de legislação específica, rotinas administrativas e informações diversas, que, muitas vezes, determinam o tempo de tramitação de documentos, importantes à carreira dos militares na ativa, familiares e mesmo, dos inativos. São esperados no evento representantes das diversas Unidades da PMES, que receberão esclarecimento de dúvidas quanto à utilização do SIARHES aos assuntos inerentes às seções RH-2, RH-3 e RH-4; e conhecerão os maiores erros de lançamentos no SIARHES, visando a redução de erros de lançamentos de dados no sistema. Também serão orientados sobre como melhorar o teor dos documentos emitidos pelas Unidades da PMES à Diretoria de Recursos Humanos. Serviço I Seminário da Diretoria de Recursos Humanos da PMES Data: 24 de outubro de 2017 Horário: 09h às 17h Local: Auditório do HPM, Endereço: Avenida Joubert de Barros , 555, Bento Ferreira, em Vitória.   Fonte: PMES.

Polícia Militar Paulista realiza cerimônia de outorga da Medalha “Brigadeiro Tobias”

  No FaceBook da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), há posts informando sobre a solenidade celebrativa da “outorga da Medalha ‘Brigadeiro Tobias’, a mais alta condecoração da Instituição”. A comenda foi “criada e oficializada pelo decreto nº 45.648, de 07 de dezembro de 1965, em homenagem à memória do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, fundador da Milícia Bandeirante, e destina-se a homenagear” pessoas e instituições que se destacaram na prestação de serviços em favor da PMESP. “No anverso da medalha”, encontram-se “dispostas em círculo, há 16 estrelas simbolizando as campanhas em que a Força Pública de São Paulo participou desde sua criação; na parte inferior, abaixo de efígie, as datas de nascimento e falecimento do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar”. Realizada, nessa quarta-feira (18), na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, na Avenida Água Fria, São Paulo, onde o Coronel PM Nivaldo Cesar Restivo, comandante-geral da Instituição Militar Estadual, recebeu e homenageou, com a medalha, “personalidades civis e militares que, em razão de suas atividades, têm prestado à Instituição preciosa colaboração no desempenho de suas funções.” Nos posts, destacaram-se, também que: Além do Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo – Coronel NIVALDO Cesar Restivo, compareceram à celebração, o Secretário de Segurança Pública, Doutor Mágino Alves Barbosa Filho; o Presidente da Assembleia Legislativa, Senhor Cauê Macris, entre outras igualmente importantes autoridades. […] Um dos agraciados foi o renomado intelectual Mario Sergio Cortella, que, não bastasse ser um exímio filósofo, também contribui para a sociedade como sendo um escritor, educador, palestrante e professor universitário, muito experimentado em abordar questões sociais ligadas à filosofia na sociedade contemporânea. Por suas atividades, ele tem prestado à Instituição preciosa colaboração no desempenho de suas funções, mostrando-se digno de tal premiação. Aproveitando a oportunidade, confira o vídeo em que o filósofo discorre sobre a questão Homenagem, “O que é uma Homenagem?”, como ele mesmo cita, fazendo um jogo de palavras enquanto filosofa em seu agradecimento.   Fonte: PMESP.

O rebuliço nacional e a “esquizofrenia histórica”

  A sanção da Lei 13.491, publicada ontem no Diário Oficial da União, causa um rebuliço sem precedentes e páginas e mais páginas foram escritas sobre o assunto. Aos que se mostraram apressados, pois não leram e não entenderam qual é o propósito da norma devem fazê-lo. Do contrário sugere-se uma rápida leitura no texto de Reinaldo Azevedo, transcrito em seguida: No ano da satanização dos militares, o poder civil foi bater à porta dos quartéis Um estrangeiro que ignorasse a nossa história, mas conseguisse ler a nossa imprensa, certamente chegaria à conclusão de que este é um país que padece de uma doença social rara, talvez única, nativa mesmo, como a jabuticaba. O nome dessa doença é esquizofrenia histórica. Como sabemos, nestes 50 anos do chamado “golpe”, nunca os militares foram […] Por Reinaldo Azevedo 15 fev 2017, 14h55 – Publicado em 3 abr 2014, 19h54 Um estrangeiro que ignorasse a nossa história, mas conseguisse ler a nossa imprensa, certamente chegaria à conclusão de que este é um país que padece de uma doença social rara, talvez única, nativa mesmo, como a jabuticaba. O nome dessa doença é esquizofrenia histórica. Como sabemos, nestes 50 anos do chamado “golpe”, nunca os militares foram tão demonizados como agora. Alguns poderão dizer que não é bem assim; que as críticas são dirigidas aos desmandos e aos excessos havidos durante a ditadura, mas a gente sabe que isso não é verdade. Os militares são tratados como intrusos. Passa-se adiante a impressão de que tudo caminhava às mil maravilhas no mundo civil; de que o governo João Goulart era um exemplo de democracia e disciplina, e aí chegaram os gorilas fardados para nos tirar no paraíso. Notem: é evidente que eu acho que militares não têm de se ocupar da política. Mas acho também que as pessoas que se ocupam da história devem se ater aos fatos. E é fato que foi o governo civil de 1964 que criou as condições paro o golpe militar. Negá-lo é fazer pouco caso das evidências — e nada disso impede que se reconheçam os desmandos havidos, porque é certo que os houve. Ponto parágrafo. O Brasil é governado por civis desde 1985. Embora as primeiras eleições diretas para presidente, depois do ciclo militar, tenham ocorrido só em 1989, chamar de “ditadura” o governo vigente em 1982, por exemplo, é um pouco mais do que licença poética — é mentira mesmo. Mas nem me atenho a isso agora. O fato é que, depois de quase três décadas, quando se precisa de uma referência de confiabilidade, de seriedade, de incorruptibilidade e de eficiência, eis que se apela às… Forças Armadas. Garantir a segurança pública é tarefa precípua dos civis, é evidente. Sim, o artigo 142 da Constituição reconhece às Forças Armadas papel subsidiário na manutenção da lei e da ordem, mas essa não é sua tarefa primeira. Não obstante, a partir de sábado, 2050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista e 450 da Marinha vão ocupar o Complexo da Maré, no Rio. Lá ficarão, no mínimo, até 31 de julho — sim, leitores, a Copa do Mundo acontece nesse intervalo. Pessoalmente, já disse, nada tenho contra a intervenção das Forças Armadas no combate ao narcotráfico. Há quase 30 anos, já disse, escrevi meu primeiro texto defendendo tal ação. Ocorre que não estou entre aqueles que saem por aí a defender uma tal desmilitarização da polícia — seja lá o que isso signifique — ou que tratam os militares como espantalhos. E notem: no Complexo da Maré, o Exército e a Marinha não se limitarão a fazer um trabalho de apoio, não. Vão mesmo exercer função de polícia. Segundo o general Ronaldo Lundgren, chefe do Centro Operacional do Comando Militar do Leste, os homens estão autorizados a realizar patrulhamento ostensivo, revista e prisões em flagrante. Todo cuidado é pouco. A chance de haver problemas é gigantesca. O narcotráfico costuma mobilizar agentes provocadores para incitar uma resposta violenta dos soldados e, assim, jogar a comunidade contra os militares. Lundgren afirmou, durante entrevista coletiva no Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio, que haverá um telefone para que os moradores da Maré possam denunciar eventuais abusos de autoridade. Nos 50 anos do golpe, o poder civil foi bater à porta dos quartéis. Como se vê, as Forças Armadas não são intrusas, mas parte da história do Brasil. Sugere-se, ainda, vê o seguinte vídeo.

O combate ao “plágio nas produções acadêmicas”

  A maioria dos especialistas entende que o tema sobre o combate ao “plágio nas produções acadêmicas” tem uma única solução: dialogar, sempre! E não poderia ser o contrário, considerando que a escola é o “reino da palavra”, assevera Paul Ricoeur (1913-2005). Mas, cá entre nós, o problema existe, afirmam. E aumentou muito, a partir de 2000, com o advento da Internet e do conhecidíssimo Ctrl C e Ctrl V. Numa reportagem da CBN, verifica-se que “mais de um terço dos textos produzidos em universidades no mundo são plagiados”. De um lado, se o mal cresce — e viraliza —, há por outro, o antídoto, segundo um post, publicado pela Escola Dom Bosco, indica a existência de “8 programas que detectam plágio em trabalhos acadêmicos”. Outra provável solução encontra-se na reportagem da CBN, postada no portal daquela empresa, mediante o seguinte post: Especialistas e pesquisadores vão discutir em Brasília ferramentas para combater o plágio nas produções acadêmicas. Uma empresa que identifica trabalhos copiados estima que 34% dos textos produzidos em universidades no mundo são plagiados. Tomara que a melhor solução continue sendo: dialogar! dialogar! dialogar!   Fonte: CBN e Dom Bosco Ead.

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