Polícia Militar e Marinha do Brasil: integração e proteção aos cidadãos de Ladário.
A Tenente PM Letícia Escobar é a Comandante do 3º Pelotão PM, no município sul-mato-grossense de Ladário, liderando os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Aquela unidade integra o 6º Batalhão de Polícia Militar, do 3º Comando de Policiamento de Área da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS). Considerada sua importância geopolítica nacional, Ladário é, também, a sede do 6º Distrito Naval e é comandado, atualmente, pelo Contra-Almirante Luiz Octávio Barros Coutinho. Devido aos registros da violência e criminalidade de Ladário, realizados pelos seus comandados, a Tenente Letícia, tem conhecimento de que muitas vítimas das diversas agressões criminosas têm sido militares da Marinha do Brasil. Além disso, as ações de polícia ostensiva integradas são inovadas e mais efetivas, com a troca de expertises, principalmente de informações, compartilhadas pelas forças policial e federal ladarenses. Em visita recente ao Comando daquela força federal, a Tenente Escobar e o Comandante Barros Coutinho acertaram apoios mútuos, inclusive, de a oficiala ministrar palestras instrutivas, com dicas de segurança, a fim de que os marinheiros, conhecendo-as, possam orientar outras pessoas para que não sejam vítimas, principalmente de furtos e roubos. AO final da visita, a Tenente recebeu das mãos do Contra Almirante uma lembrança representativa do 6º Distrito Naval. Fonte: PMMS.
Conscientização Ambiental salvará de extinção o Soldadinho-do-Araripe.
Uma iniciativa notável que animará, certamente, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Estado de Pernambuco. Apoiar a iniciativa ora destacada constitui um dever daqueles policiais militares que se empenham na polícia ostensiva ambiental e que tem, na missão precípua da nobilitante função, o compromisso de proteger a fauna e a flora regional. Sugere-se, portanto, aos que militam na polícia ostensiva ambiental, nas mais diversas regiões brasileiras, conhecerem sobre o projeto descrito em seguida. As “bombas do bem”, como tem sido chamada, constitui um projeto de revitalização, “na cidade do Crato, região do Cariri, no sul do Ceará”. O objetivo é o reflorestamento das áreas que “é considerado o habitat do Soldadinho-do-Araripe, ave que está em risco crítico de extinção”, informou a “consultora do Núcleo de Educação Hidroambiental do órgão, Ana Cristina Diogo, responsável pela parte educacional do projeto”. A fórmula da receita é muito simples. “Junte um pouco de barro e esterco com água, faça uma bolinha de mais ou menos 5 centímetros de diâmetro. Abra-a, coloque sementes dentro, refaça a bolinha e coloque-a para secar ao sol […]. Na receita da bomba de sementes, segundo a consultora, entram essências florestais nativas”. Trata-se de uma “tecnologia social, de origem japonesa e utilizada na permacultura”. Tem sido “disseminada pela Sociedade Anônima de Água e Esgoto do Crato (Saaec) em escolas e comunidades da cidade, com o objetivo de ‘formar formadores’, expressão usada” por Ana Cristina. Além disso, utilizar a técnica ora destacada “tem uma importância muito grande. Se não tivermos pressa, vamos perder o Soldadinho-do-Araripe em 15 anos”, alerta. “A gente planta uma árvore para colher água, porque é a árvore que garante a permanência da água subterrânea”, explicou. Além das sementes, também foram plantadas mudas de árvores oriundas da mata úmida, como o jatobá. Atividades já realizadas e perspectivas do projeto No dia 22 de março, Dia Mundial da Água, 10 mil bombas de sementes feitas por estudantes foram lançadas, de um helicóptero, na encosta da Chapada do Araripe, próximo à nascente da Caiana. No dia 24, houve novo lançamento de bombas – desta vez durante uma trilha de 2,5 quilômetros com estudantes na área da nascente da Preguiça. De acordo com Ana Cristina, a nascente deságua em outra nascente, a da Batateira, que é fonte da água que abastece a cidade do Crato e cuja vazão está diminuindo. “A bombinha de semente virou um ícone, o símbolo da preservação do momento. Queremos que essa experiência seja sustentada, que não seja só pontual”, afirmou a consultora Ana Cristina. O projeto também criou uma revista em quadrinhos que trata da origem da água do Cariri e da importância da preservação das nascentes e do uso consciente de água. A perspectiva da Saaec é produzir e lançar na encosta da Chapada do Araripe 1 milhão de bombas de sementes, até o fim do ano, mas Ana Cristina ressaltou que o órgão quer aproveitar o período chuvoso, que vai até maio, para lançar o maior número possível de sementes. Segundo ela, esse é o melhor período, pois a água quebra a casca de barro e esterco e infunde as sementes no solo. Além do lançamento das bombas de sementes, a iniciativa da Saeec inclui o monitoramento dos locais onde elas foram lançadas, para ver o resultado da ação. Esse trabalho também vai envolver os estudantes que participaram da confecção das bolinhas. No fim de abril, eles irão ao local onde foram lançadas as primeiras 10 mil bombas, acompanhados de um engenheiro florestal. Fonte: texto (Agência Brasil) e foto (Portal G1).
“Polícia Militar faz evento sobre o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo em Curitiba”.
No portal da Polícia Militar do Estado do Paraná, há uma notícia informando que: A sede do Regimento de Polícia Montada (RPMon), no bairro Tarumã, em Curitiba, recebeu um público diferente na manhã deste sábado (01/04): crianças e adolescentes puderam conhecer o quartel e participar de atividades junto com os policiais militares. A atividade faz parte do envolvimento da Polícia Militar do Paraná no Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado no dia 2 de abril para promover a inclusão desse público na sociedade. O evento, que já está na segunda edição nos quartéis da PM, é uma parceria entre o Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), o Regimento de Polícia Montada (RPMon) e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPMA) em promover a inserção de crianças, adolescentes e adultos na sociedade por meio de visitação à unidades da Polícia Militar, estimulando o diálogo e a proximidade com a corporação. A Banda de Música também se engajou na ação e se fez presente por meio de um quarteto de saxofones e encantou o público com a melodia dos instrumentos. “Não poderíamos deixar que esse dia de comemoração ao autismo passasse em branco e trouxemos essas pessoas para o quartel, afinal, nada mais justo do que fazer a inserção delas na Polícia Militar. Num trabalho de parceria com a Clínica SELF, constamos a necessidade de dotar nossos policiais de conhecimento para agir de maneira correta com essas crianças, por isso há três anos foi feita a união entre a comunidade e a Polícia Militar através do BPEC, decidindo promover eventos”, disse o Comandante do Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), tenente-coronel Ronaldo de Abreu. Atuantes no meio educacional, os policiais militares do BPEC também acompanham e desenvolvem atividades voltadas ao público autista com o carinho e a simpatia que merece. Foram convidados os alunos da clínica SELF, da União dos pais Autistas, dos alunos das escolas municipais Presidente Pedrosa (bairro Portão) e José de Anchieta (bairro Sítio Cercado), bem como filhos e familiares de militares estaduais. O capitão reformado da PM, Luiz Frederico da Motta Figueiredo, engajou-se nesse trabalho de inclusão social e busca a cada ano fazer o melhor para que os autistas possam ter mais espaço e respeito na sociedade. “o Dia Mundial de Conscientização do Autismo é uma data definida pela Organização as Nações Unidas (ONU) para nos lembrar e informar sobre o transtorno do espectro autista e a necessidade do desenvolvimento de políticas públicas voltadas para as necessidades dessas pessoas”, explicou. O oficial mencionou que a falta de informação sobre o assunto pode fazer com que uma pessoa que tenha um determinado comportamento não receba a devida atenção e possa ser um autista. “São pessoas que esteticamente não detém a deficiência e muitas vezes o autismo acaba sendo confundido pelas famílias mau comportamento ou teimosia e estamos fazendo essa ação integrada com a Polícia Militar para evitar o preconceito e incluir esses cidadãos à sociedade”, ressaltou. EQUOTERAPIA – Além da atividade promovida em razão da data comemorativa, a PM já possui programas de inclusão de pessoas com necessidades especiais como a Equoterapia, praticada no Regimento de Polícia Montada (RPMon) há 10 anos e auxilia centenas de pessoas a terem melhor qualidade de vida. Hoje, as crianças puderam ter contato com os cavalos e passear com os equinos treinados especificamente para a atividade terapêutica. “O Regimento contribui com a inserção social e com a Equoterapia atendemos os pacientes diariamente. Percebemos ao longo das sessões a evolução de cada um e a alegria da família ao perceber essa mudança”, disse o instrutor do programa, soldado Lorenço Aquino Dias. Luciano Dezotti trouxe toda a família para participar do evento, mesmo não tendo familiar diagnosticado com autismo. O objetivo foi apoiar a causa e trazer os filhos para terem contato com as crianças que possuem o espectro para que tenham respeito e carinho por elas. “A Polícia Militar abriu espaço e está ajudando a sociedade, a qual precisa aprender a receber essa comunidade que passa muitas dificuldades. Embora não tenha essa situação na família, temos que acolhê-los, participar e trazer os filhos para que entendam que o autismo não é um problema”, afirmou.
Polícia Militar Ambiental do Tocantins na “Rota Segura”.
A Polícia Militar de Tocantins (PMTO), por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, em conjunto com o Ibama e a Polícia Rodoviária Federal finalizaram, nessa sexta-feira (31) a Operação Rota Segura. Citada operação foi desencadeada, no período de 25 a 31 de março, no Posto Rodoviário Federal na BR-153, em Paraíso. O objetivo foi “a fiscalização de veículos que transportam cargas perigosas como combustíveis e produtos químicos, já que esse tipo específico deve seguir a rigorosa normatização das Leis Ambientais”. Operação Rota Segura A Operação Rota Segura é executada em nível nacional com o objetivo de abordar veículos de cargas que trafegam em rodovias federais, bem como inibir o cometimento de ações em desacordo com a legislação de trânsito como ultrapassagens indevidas, casos de embriaguez e irresponsabilidades no trânsito. Os resultados da operação, conforme constou no portal da PMTO, indicaram que: Os agentes promoveram ainda a conscientização dos motoristas sobre o transporte de produtos perigosos e a responsabilidade de condução de veículos. […] foram contabilizadas 19 autuações por falta de autorização ambiental para o transporte de produtos perigosos cujos valores em multas totalizaram R$ 475.200,00 mil e mais uma autuação por transporte ilegal de carne de animal silvestre no valor de 500 reais. Durante a operação, ainda foram lavrados diversos Termos de Apreensão e Depósito de Veículos envolvidos no transporte ilegal de produtos perigosos. Fonte: PMTO.
Violência, violências: mais agredidas ou mais atentas?
“Violência, violências: mais agredidas ou mais atentas?” é um relatório de uma pesquisa, apresentado por Sílvia Ramos — Cientista social e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes, e do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania – CESEC. O marco inicial da pesquisa teria sido a quantidade de casos de violência contra mulheres registrada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, no período do Carnaval de 2017. À busca de maiores esclarecimentos do fenômeno, pesquisadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha ouviram homens e mulheres em 103 cidades do Brasil. Os resultados apresentados no texto seguinte, foram surpreendentes, de acordo com o relatório de Sílvia Ramos. Violência, violências: mais agredidas ou mais atentas? Centro de Estudos de Segurança e Cidadania – CESEC Sílvia Ramos Cientista social e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes. A Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou um balanço do Carnaval de 2017 e revelou que 2.154 pessoas chamaram o 190 para denunciar casos de violência contra mulheres entre a sexta-feira, dia 26 de fevereiro, e a quarta-feira, dia 1 de março. Uma agressão a cada três minutos. A bióloga Elisabeth Henschel, de 23 anos, estava em um bar no centro do Rio de Janeiro quando foi apalpada por um homem. Ao procurá-lo para tirar satisfações, levou dois socos no rosto. Elisabeth, que disse ter saído fantasiada de diaba usando um maiô em que se lia ‘feminist’ justamente para fazer alusão “aos xingamentos feitos às feministas”, precisou receber três pontos no nariz e relatou o caso em seu Facebook: “desde o momento em que pisei fora de casa, os homens começaram seus ataques, desde olhares lascivos às gracinhas mais absurdas. Vários tentaram encostar em meu corpo sem meu consentimento1”. Uma entidade carioca que fazia a campanha Carnaval sem Preconceito teve que trocar as mulheres por homens, porque mulheres que distribuíam folhetos contra o assédio nos blocos ouviram xingamentos e foram ofendidas verbal e fisicamente2. Que realidades estão guardadas por trás dessas notícias e desses números? Que dinâmicas cotidianas acontecem abaixo da linha mais visível de violências explícitas nas ruas e que moldam – ainda em parte – nossa cultura de relações possíveis entre homens e mulheres dentro de casa, entre casais, ex-parceiros, familiares e vizinhos? Para entender isso, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o Datafolha ouviram homens e mulheres em 103 cidades do Brasil. Duas mil e setenta e três pessoas pararam para dar entrevistas em pontos de fluxo e responderam perguntas sobre violência contra as mulheres. Como algumas perguntas poderiam ser íntimas ou constrangedoras, 833 mulheres responderam a um bloco de questões preenchendo elas mesmas as respostas num tablete – uma técnica que coloca um padrão especial nas pesquisas de “vitimização” contra mulheres. Os resultados confirmam padrões que não param de nos surpreender – como o fato de que 30% das mulheres relataram ter sofrido algum tipo de violência pessoal e direta apenas no último ano e nada menos do que 66% de todos os entrevistados admitiram ter presenciado alguma cena de violência contra mulheres no próprio bairro no último ano. Ao lado disso, a pesquisa traz revelações inesperadas, ou ao menos instigantes. Jovens no mundo do trabalho com maior escolaridade e maior renda Um resultado surpreendente da pesquisa foi a incidência de vivências de agressões e violência entre as mulheres jovens de 16 a 24 anos. As com renda maior (mais de 2 salários mínimos), as solteiras e as inseridas na população economicamente ativa (PEA) também relataram mais experiências de violência do que as mais velhas, menos escolarizadas e fora do mercado de trabalho. Mais surpreendente ainda: não só as mais jovens relataram ter sofrido mais agressões, mas também presenciaram mais cenas públicas de agressões contra mulheres nos últimos 12 meses, chegando a 80% das entrevistadas, contra 55% das entrevistadas mais velhas. 30% das mulheres relataram ter sofrido algum tipo de violência pessoal e direta apenas no último ano É certo que mulheres jovens, inseridas no mercado, circulam mais pela cidade e estão mais expostas a sofrer e testemunhar cenas de violência, assédios, ofensas e ameaças, especialmente em locais públicos. Mas também é provável que mulheres mais jovens estejam hoje mais atentas ao decodificar como “violência” uma cantada agressiva, uma proximidade corporal forçada e também estejam mais dispostas a ressignificar como assédio aquele convite insistente do chefe ou do professor que tinha ficado na memória apenas como um momento ruim vivido na solidão e em geral na culpa. Com certeza, a chamada “quarta onda do feminismo”, que envolveu especialmente mulheres jovens nas redes e nas ruas principalmente a partir de 2015, influenciou os resultados das respostas das mais jovens para a pesquisa. Carla Rodrigues mostra que “aprimaveradasmulheres veio embalada pelas manifestações de 2013, pela criação de coletivos de mulheres e pela retomada das ruas desde 2011, quando começou a se espalhar, a partir do Canadá, a Marcha das Vadias. Fomos gritar #foracunha e protestar contra o Projeto de Lei 5069; as negras exibiram seus cabelos no #orgulhocrespo e organizaram a Marcha Nacional das Mulheres Negras; ocupamos as redes para denunciar #meuprimeiroassedio; intelectuais ganharam espaço na campanha #agoraéquesãoelas; a #partidA se organizou como um novo movimento feminista (…) o Think Olga liderou a mobilização #chegadefiufiu para dar um basta na naturalização do assédio, da violência sexual e da cultura do estupro; o transfeminismo confrontou o essencialismo das feministas radicais, as radfems [radical feminists], e reivindica espaço legítimo no movimento de mulheres (…) Tudo isso acontece ao mesmo tempo, formando a quarta onda feminista. Ou seria a terceira? (…)3”. Violência, violências: nossos velhos “conhecidos” Um complicador na discussão sobre violência contra a mulher é que os fenômenos de agressão não são únicos nem correspondem a dinâmicas simples ou idênticas para todos os casos. A percepção de que certos comportamentos públicos masculinos agora são inaceitáveis, como cantadas e insinuações, continua convivendo com a violência a portas fechadas onde o agressor é o “conhecido” marido, ex-cônjuge, pai, irmão ou vizinho (61% dos casos
Ações de polícia comunitária da Polícia Militar do Amazonas: prevenção contra o uso de drogas!
Ações de polícia comunitária têm sido desenvolvidas pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), quando se observa a palestra realizada com o “tema ‘Drogas – Se fosse bom não teria esse nome’”. São iniciativas estratégicas, que cooperam com os demais órgãos e entidades públicos e privadas, no ingente esforço de proteção da vida e da prevenção do crime. Observe, na nota publicada no portal da PMAM, os detalhes sobre o desenvolvimento da ação comunitária destacada. A Polícia Militar do Amazonas por meio da 1º Companhia Interativa Comunitária (CIPM) promoveu as partir das 20 horas ontem, quinta-feira, (30), palestra sobre os malefícios do uso de drogas focando, principalmente, o público jovem entre 8 e 18 anos, que moram na comunidade Vila Mamão, bairro São Francisco, zona Sul de Manaus. A palestra teve como tema “Drogas – Se fosse bom não teria esse nome”, nesta primeira edição foi voltada para as crianças e adolescentes da referida comunidade. Segundo seus organizadores mais de 60 jovens da comunidade e proximidades, contando ainda com a presença de pais e responsáveis, tiveram ativa participação nos debates apresentando alternativas e recebendo informações sobre um assunto que, durou o tempo necessário para esclarecer e apresentar alternativas como forma de combater e evitar no meio familiar e escolar o contato dos jovens com as drogas. Segundo o Capitão PM Charles Guimarães Prestes, Comandante da 1ª CICOM, ainda neste primeiro semestre, estão previstas mais edições da palestra por toda a área de abrangência de sua unidade militar “Pretendemos atingir toda a comunidade dos bairros da Cachoeirinha, Praça 14 de janeiro e São Francisco, levando informações e esclarecendo sobre o perigoso mundo das drogas, os males e as destruições que veem desse mal que, infelizmente, vem crescendo de modo absurdo e assustador no meio de pessoas de todas as esferas sociais”, esclareceu. Entre as metas dos organizadores do evento, cerca de 13 escolas públicas e particulares da região da 1ª CICOM, assim como as Igrejas e Associações serão visitadas pela equipe coordenada pelo Aspirante PM Ruy Vasconcelos, que também é o Palestrante, com o fito de, por meio de possíveis ações cívicas em conjunto com essas entidades, iniciar o resgate de adolescentes e jovens envolvidos com o tráfico. Fonte: PMAM.
PMDF, PMGO e PF apreendem 1 tonelada de maconha!
Mais uma ação de polícia ostensiva e preservação da ordem pública foi registrada pela Polícia Militar do Distrito Federal. Na descrição da nota destacada, no portal daquela Instituição Militar Estadual, verifica-se que os policiais militares, envolvidos na ocorrência, foram bem sucedidos, durante as ações de polícia ostensiva desenvolvidas. PMDF, com apoio da Polícia Federal e da PMGO, apreendeu uma tonelada de maconha que seria distribuída em várias cidades do DF. A operação foi às 8h desta quinta-feira (30). Equipes do 2º Batalhão levantarem as informações após uma série de abordagens em Taguatinga, durante a semana. O Grupo Tático Operacional do 2º Batalhão (Gtop 22) apurou as denúncias e descobriu que um grande carregamento de drogas estava chegando para o DF, em uma Renault/Duster pela BR 060. A droga vinha do Paraguai e foi entregue aos traficantes em Ponta Porã (MS), estes distribuiriam a droga no DF. A Polícia Federal foi acionada e descobriu a localização do veículo suspeito em Chapadão do Sul (GO). A PMGO foi acionada e abordou o carro com uma tonelada de maconha.Dois batedores que faziam a segurança dos suspeitos. Ao todo, quatro pessoas foram detidas na apreensão das drogas, destas duas ficaram presas. O restante vai responder em liberdade. Eles foram autuados pelo tráfico internacional de drogas. Os suspeitos e a maconha foram conduzidos para o Departamento de Polícia Federal em Brasília. A droga tinha como destino as cidades de Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas e Ceilândia. Participaram da ocorrência os cabos Maurício Alves, Gripp e Esser e o soldado Ítalo. Com apoio do sargento Camelo dos cabos Sidney, Nivard, R. Sousa, Altino, Luiz Fernando, R. Sousa e Eriveltone os soldados Leandro Rocha e Sobrinho. A Equipe do Pontopm reconhece a importância do serviço policial militar prestado às comunidades do Distrito Federal e cumprimenta os policiais ora destacados e outros por ventura não citados. Fonte: PMDF.
A pequena Sophia é “capitã-mirim” da Polícia Militar do Distrito Federal.
A pequena Sophia, conforme noticiado no portal da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), é uma pessoa muito querida dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública daquela Instituição Policial Militar. Tratada carinhosamente como “capitã Sophia”, a garotinha é uma defensora do policial militar, pois teria afirmado que “Policial é igual super-herói, igual super-homem, só que de verdade”. Leia a notícia publicada pela PMDF: Sophia é uma garotinha de cinco anos de idade que tem uma grande paixão pela Polícia Militar, já visitou algumas unidades especializadas da PM e por isso é conhecida como “capitã” mirim. Em 2015 Sophia ganhou uma festa de aniversário organizada pelo 1º Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc), no próprio batalhão, com direito a cavalo, helicóptero, viaturas, cães do BPCães e brinquedo inflável. Já na festa de aniversário deste ano, Sophia e os colegas da escola tiveram outra surpresa, a presença dos sargentos Elton e Maia do Batalhão de Operações Especais (BOPE). A festa estava decorada com desenhos e objetos de caveira, símbolo do BOPE, ideia dada pela pequena aniversariante. Os pais e a própria Sophia ficaram muito felizes com a troca de carinho e atenção da PMDF com a família e são muito gratos à Instituição por possibilitar essa interação com a filha. De acordo com a mãe, Liana de Almeida, a filha fala do amor pela polícia, da vontade de ser policial, mas que o carinho vai além disso. Quando é preciso, a Sophia também defende a PM. “Policial é igual super-herói, igual super-homem, só que de verdade”. Segundo Liana, o apreço da filha com a PMDF já resultou de maneira positiva no comportamento de Sophia tanto no rendimento na escola e como no convívio social. “Isso ajudou muito na escola, porque ela se dedica ao máximo para poder um dia ser a policial que tanto sonha ser. Ela passou a se interessar em ajudar o próximo. A gente desenvolve um trabalho junto com policiais, que se chama ‘Policial Noel’. O ato solidário aflorou muito nela depois desse contato com a PM”. E acrescentou, “ nós agradecemos muito pela troca de carinho, pelo reconhecimento com a Sophia. Pois eles fazem com que ela se sinta mais próxima do sonho dela”. Histórico Há três anos a PMDF conquistou a atenção e o coração da pequena Sophia, uma garotinha de até então três anos de idade, que tornou-se admiradora da corporação a partir do momento que viu um policial militar num propaganda na TV. Naquele instante, ela manifestou aos pais a seguinte decisão: ‘É isso que eu quero ser’. Desde então, a pequena Sophia sempre participa dos eventos da Polícia Militar. Ela já compareceu no Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), Batalhão de Aviação Operacional (BAVOP), Comando do Grupamento Tático Ambiental (GTA) e já passeou na lancha do Patrulhamento do Pelotão Lacustre. A cada visita, os pais confeccionam o uniforme da respectiva unidade especializada, o que já rendeu uma coleção variada de uniformes da PM para a pequena Sophia. Uma curiosidade: a menina tem bonecas pequenas e uma de tamanho real que também usam uniformes da PM. FOnte: PMDF.
Patrulha “Maria da Penha” em Vilha Velha, no Espírito Santo.
Mais uma ação integrada de proteção comunitária desempenhada, em Vila Velha, no Espírito Santo. Assim, os profissionais de polícia ostensiva de preservação da ordem pública, juntamente com outros atores da segurança pública, marcarão presença naquela localidade, com ações pontuais e protetivas de direitos humanos devidos às mulheres vitimizadas. Essa boa notícia, foi publicada no portal da Polícia Militar do Espírito Santo. Nesta manhã de quinta-feira (30), na Delegacia de Defesa da Mulher, Prainha de Vila Velha, autoridades políticas, o secretário da Sesp, André Garcia, Drª Gracimeri Gaviorno, subsecretária da Sesp, o prefeito de Vila Velha Max Filho, a deputada Janete de Sá, e demais delegados da polícia civil, participaram da entrega de uma nova viatura patrulha Maria da Penha, recebida pelas autoridades militares presentes: Major PM Sebastião Biato Filho, o comandante do 4º BPM, 1º tenente PM Olival Tristão, o comandante da 1ª Cia do 4º BPM. A viatura Patrulha Maria da Penha, será usada por uma equipe treinada para a execução exclusiva de assistência policial e tranquilizadora, dando continuidade ao programa de visitas as vítimas de violência doméstica. O programa é uma ferramenta de sucesso, no enfrentamento deste delito, a Polícia Militar, vem cumprindo com maestria sua função de assistência social, trabalho este, muito bem aceito e aprovado pelas famílias que sofrem com este drama. Fonte: PMES.
Policiais militares de Santa Catarina são aperfeiçoados como educadores ambientais.
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) foram aperfeiçoados para atuar, também, como educadores ambientais, naquele Estado. As informações sobre as atividades desenvolvidas estão assim relatadas no portal da PMSC: Na última semana, o quartel do Comando de Policiamento Militar Ambiental (CPMA) foi sede do Estágio de Formação e Aperfeiçoamento de Educadores Ambientais. O curso, com carga horária de 50 horas aula, teve como objetivo a formação de novos instrutores para aplicação do Programa Protetor Ambiental (PROA) e do Programa Unidos pelo Meio Ambiente (PUMA), bem como aperfeiçoar os policiais militares que já atuam como educadores ambientais. Durante a semana foram aperfeiçoadas novas técnicas de ensino e aprendizagem na temática da educação ambiental, além da discussão de projetos que estão sendo realizados em cada unidade da Polícia Militar Ambiental, bem como a padronização e normatização das atividades desenvolvidas pelos gestores de educação ambiental. O encontro promoveu riquíssimos debates sobre a educação e como a Polícia Militar está envolvida no contexto da conscientização ambiental na sociedade. Durante a aula inaugural, o comandante do CPMA, coronel Adilson Schlickmann Sperfeld destacou a importância de cada policial militar ambiental para a mudança de cultura pela instrução e finalizou: “Vocês estão aqui para fazer a diferença”. Fonte: PMSC.
