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Validação do Conhecimento

Diferenciar uma imagem de um código requer múltiplos acúmulos pretéritos de informações, é necessário não se deixar enganar pelo cérebro, é necessário distinguir criteriosamente o ponto focal, é necessário conhecer a tênue linha que separa a lógica da matemática, ou mesmo, que separa a linguagem da escrita, é necessária sagacidade e acima de tudo capacidade que clarifique o Conhecimento.  Quando alguém diz que 2 + 2 são 4, tanto na lógica como na matemática, a observação é validada de forma correta, realmente 2 + 2, são 4. Na lógica não existe outra possibilidade, 2 + 2 são 4, ponto. Na matemática nem sempre 2 + 2 são 4, podem ser várias outras possibilidades de respostas, porque a matemática admite outras informações periféricas não compatíveis com a lógica. A matemática nessa questão que se discute, tem enunciados próprios que validam outras possibilidades de respostas. O mesmo raciocínio pode ser observado em relação às palavras que são grafadas de forma idêntica, mas que em idiomas diferentes recomendam compatibilizar informações pretéritas. Pensemos numa pessoa cujo idioma nativo é o português e que conhece o idioma alemão e em viagem pela Alemanha, ao avistar determinada palavra estando em situação de automatismo funcional, o seu cérebro imediatamente a lê e a decodifica como no seu país de origem, sem se aperceber que o código de validação daquela imagem deve ser alterado para o ambiente onde se encontra.Essa forma não apropriada de automatismo funcional é evidenciada quando nos deparamos com um texto traduzido de outro idioma e que recomenda o Conhecimento de elementos culturais próprios de uma determinada época ou região. O tradutor– não obstante a sua capacidade técnica – por não vivenciar a cultura nativa do texto a traduzir, ou mesmo por não conhecer os valores atribuídos ao texto – incorpora à tradução, juízos de valores incompatíveis com o texto, o traduz a partir das suas experiências, dos seus conhecimentos e dos seus valores,distanciando da realidade que buscava transmitir o produtor original do texto. O Conhecimento quando identifica essa vulnerabilidade na intermediação da informação que se pretende acrescentar aos seus conhecimentos pretéritos, recomenda a sua não validação, pois o prejuízo decorrente da apropriação inadequada de um conjunto de imagens e códigos, podem desacreditar toda uma ordem, fazer fluir o caos e desestabilizar a confiança daqueles que o buscam. O Conhecimento é tese, antítese e síntese, é positivo, neutro e negativo. É amor, ordem e progresso. É fé, esperança e caridade. É corpo, alma e espírito. É igualdade, liberdade e fraternidade. É união, amor e independência. É hipótese, variável e conclusão. É comburente, combustível e calor. É princípio, meio e fim.  O Conhecimento é em si a verdade, refuta a  vaidade, corrompe a mentira, trabalha a inteligência, busca o crescimento da humanidade, constrói pontes para a paz, é tolerante, ampara, assiste, distingue e acima de tudo permite ao homem compreender sua missão no universo, sua responsabilidade com o próximo, com as coisas, com os feitos, com a posteridade e com o presente. O Conhecimento que se manifesta como o conjunto de informações pretéritas, hoje produzidas,permitirão à humanidade tomada de decisões acertadas e compatíveis com a grandeza do homem que compreende o seu ambiente mediato e imediato. O Conhecimento trabalhado a partir de uma plataforma digital, num mundo onde a matriz da produção do conhecimento é fruto de um algoritmo, por mais que se empreguem conhecimentos de manipulação humana na construção do algoritmo, onde se buscou informações necessárias à construção do programa, o que se produz não é conhecimento, pelo contrário é apenas mais uma informação. Um autómato, por si só, produz apenas informações, só teremos Conhecimento quando aquelas informações puderem ser traduzidas de acordo com a sensibilidade sensorial que norteia a produção do Conhecimento. As informações digitais, sejam imagens, sons, códigos ou ondas, mensuráveis sob o ponto de vista quântico, não substituem a capacidade humana de cruzar informações e definir objetivamente estratégias a aplicar para que o conjunto dessas informações se transformem em Conhecimento. As informações digitais ajudam a definir com objetividade e minimização de erros os Conhecimento produzidos.Essas informações, quando agrupadas e com tratamentos estatísticos objetivos,permitem elaborar hipóteses mais favoráveis ao Conhecimento.  A tecnologia é fruto de Conhecimento, os bens e produtos decorrentes da tecnologia são frutos do Conhecimento, os serviços decorrentes da tecnologia também são frutos do Conhecimento, mas a tecnologia em si não é conhecimento, ela é um instrumento para se chegar ao Conhecimento,ela é uma matriz que corretamente trabalhada, permite àquele que cruza as suas informações transformar os bens, produtos e serviços em Conhecimento. O Conhecimento, por ser uma relação direta com o ambiente, não aceita outra premissa senão a especulativa. É observação em constante contradição com a estabilidade. Demanda informações pretéritas na mesma intensidade que cria novas hipóteses, influenciadas por variáveis dinâmicas  que demandaram validações contemporâneas. O processo de validação é fruto de informações pretéritas em constante mutação, a verdade anterior poderá ser ampliada, revista, ou simplesmente abandonada, assim o Conhecimento não é uma essência em si mesmo, mas o caminho que clarifica o entendimento.     Ao longo dos tempos a humanidade encontrou formas de decifrar as informações pretéritas deixadas como registros do Conhecimento das várias civilizações e isso só foi possível porque os registros tinham uma lógica, eram imagens e códigos, com sequências e repetições que faziam presumir o que se propunha exprimir. Mas apesar da escrita ainda ser uma realidade recente em relação à história da humanidade, as informações fornecidas, durante épocas distintas a partir da sua inserção no cotidiano da humanidade, passaram a ser Conhecimento exclusivo de algumas ordens. O maior risco que corre o Conhecimento é se transformar numa linguagem não-material, ou seja se transformar em algo a ser transmitido em formato diferente de código ou imagem,algo a ser transmitido em meios que demandem utilização de tecnologia dependente de fontes de energia e leitores apropriados a modelos computacionais. Se transformando em linguagem diferente da compatível com o processo de interpretação dos nossos terminais sensoriais, ela de nada valerá. No mundo como o conhecemos hoje, há uma supremacia

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