… tempo de dialogar, mediando e conciliando!
“Viver em comunhão, em autêntico diálogo com outros, é absolutamente necessário para que o homem permaneça humano.” Thomas Merton. É certo que o diálogo aproximam as pessoas. Mais do que isso! Favorece-lhes uma convivência saudável. Aquela que todos desejamos, nas mais diversas relações humanos, no nosso cotidiano. Por isso, é tempo de dialogar! O diálogo é a ferramenta disponível, menos custosa e humana que podemos utilizar, para a solução dos mais diversos conflitos. Onde? Em qualquer lugar. No trânsito, na fila, no trabalho, na escola, na igreja e no lar. Então, vamos dialogar, para mediar e conciliar nossos conflitos? Veja que boa notícia sobre esse tema, de autoria de Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil: Um cadastro nacional de conciliadores e mediadores aptos a facilitar a negociação de conflitos em processos judiciais e extrajudiciais está disponível para a população de todo o país. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ferramenta indica profissionais e seus e-mails, além de um minicurrículo. A listagem é separada por estado e conta com cerca de 3 mil integrantes, entre conciliadores, mediadores e profissionais de Câmaras privadas. O Cadastro Nacional de Mediadores Judiciais e Conciliadores tem em torno de 1 mil conciliadores, de oito unidades federativas: São Paulo conta com 794 profissionais inscritos; Goiás, 129; Distrito Federal, 24; Rio Grande do Sul, 21; Sergipe, 13; Rio Grande do Norte, 11; Paraíba, cinco; Rio de Janeiro, três. O número de mediadores cadastrados é quase o dobro – atualmente, há 1.747 profissionais de 13 estados, além do Distrito Federal. São Paulo e Goiás têm, respectivamente 1.155 e 206. Em seguida, aparecem Bahia (130); Rio Grande do Sul (83); Minas Gerais (77); Rio de Janeiro (37); Sergipe (19); Distrito Federal (13); Pará (11); Rio Grande do Norte (6); Paraíba (5); Pernambuco (2); Ceará (2) e Acre (1). Pela ferramenta, é possível escolher desde conciliadores/mediadores voluntários (gratuitos), como profissionais que cobram pelo trabalho. “Apenas profissionais que atendam aos padrões definidos pelo CNJ (estabelecidos na Resolução 125/2010) podem fazer parte da listagem”, informou o conselho. Outra opção disponível é a utilização de Câmaras privadas de mediação, mas apenas cinco estados e o DF possuem instituições cadastradas no banco. Passo a passo do cadastro Para acessar o cadastro, a orientação é que o cidadão entre no site do CNJ . Na área de informações e serviços, entrar em Programas e Ações. Acessar o Portal da Conciliação e, no índice, clicar em Consulta Pública – Cadastro Nacional de Mediadores Judiciais e Conciliadores. A página da consulta pública abre três opções: Mediador; Câmara privada e Conciliador. A mediação geralmente é utilizada em questões mais complexas, como inventários e dissolução de sociedade e problemas familiares que não se resolvem em uma única sessão. A conciliação é usada em conflitos mais simples, como problemas entre consumidor e empresas. As Câmaras privadas são instituições que possuem um corpo de mediadores. O mediador pode ser independente ou estar ligado a uma Câmara. O cadastro é administrado pelos tribunais, que recebem e avaliam os dados encaminhados pelos profissionais. Para ser um conciliador/mediador, é preciso estar capacitado e, além da etapa teórica, é necessário que o profissional tenha finalizado estágio supervisionado de, no mínimo, 60 horas. O banco de dados está à disposição dos cidadãos e também de Núcleos Permanentes de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania, Câmaras Privadas de Mediação, mediadores e conciliadores. Mas é só para pessoa jurídica? Não! Há, também, possibilidades da mediação e conciliação entre pessoas físicas, em situação de conflitos. Houve um tempo em que o caminho da justiça era o mais indicado. Atualmente, não é assim. Cada vez mais, onde há pessoas em conflito, a preferência é pela mediação e conciliação. Fonte: Texto Agência Brasil e foto: Pixabay.
PM do Rio Grande do Norte Revista a Penitenciária de Alcaçuz.
Tudo indica que situação da Penitenciária de Alcaçuz não tem, ainda, a normalidade desejada para o sistema penitenciário brasileiro. Nessa quinta-feira (23), profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Rio Grande do Norte realizaram mais uma revista naquela unidade penal, conforme foi divulgado pela Agência Nacional com a seguinte notícia: Tropas especiais da Polícia Militar (PM) voltaram a entrar na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, região metropolitana de Natal (RN). Segundo a Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social, os policiais vão revistar as celas e dependências da unidade em busca de armas, aparelhos celulares e drogas, além de recontar os detentos e garantir a segurança das equipes que estão erguendo um muro de contêineres para separar os presos de facções criminosas rivais. De acordo com a secretaria, os policiais militares entraram na unidade por volta das 10h, sem nenhuma resistência de presos – ainda que muitos detentos continuem espalhados pelo pátio da unidade. Homens do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Tropa de Choque da PM se dirigiram para os pavilhões 1, 2 e 3, enquanto o efetivo do Grupo de Operações Especiais (GOE) atua na contenção dos pavilhões 4 e 5. A Penitenciária de Alcaçuz vive uma guerra entre duas facções desde o dia 14 de janeiro, quando pelo menos 26 presos foram assassinados brutalmente e boa parte da penitenciária passou a ser controlada pelos detentos. Agora, o plano das autoridades de segurança pública é manter homens das três tropas especiais no interior do estabelecimento até pelo menos a conclusão da instalação dos seis últimos contêineres, antes de iniciar a construção do muro definitivo, de concreto, que separará a área interna da penitenciária. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social, o muro definitivo deverá ficar pronto em pouco mais de 15 dias. As placas pré-moldadas já foram encomendadas e, segundo o fabricante, devem ser entregues em cerca de dez dias. A instalação deve demorar mais dois ou três dias se não houver nenhum impedimento. Ainda de acordo com assessores da secretaria, a revista que os policiais militares estão realizando nas celas e dependências da unidade não contam com o apoio das Forças Armadas, apesar de o Rio Grande do Norte ter sido um dos primeiros estados a pedir ao governo federal a presença das equipes de militares das Forças Armadas que o Ministério da Defesa criou especialmente para ajudar os estados que solicitarem a inspeção de estabelecimentos penais em busca de armas, drogas e celulares. As Forças Armadas, no entanto, estão no estado, atuando na segurança nas ruas da capital, Natal, onde, na semana passada, foi registrada uma série de ataques criminosos a ônibus, delegacias e outros prédios públicos. O governo estadual também espera receber o reforço do grupo de agentes integrantes da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária, criada pelo Ministério da Justiça e Cidadania, a pedido e por sugestão de governadores. A formalização da constituição da força foi anunciada hoje (24). Cedidos pelas unidades da Federação que aderirem aos acordos e convênios de cooperação e pelo próprio governo federal, a força-tarefa vão ajudar a controlar distúrbios, vigiar e custodiar presos, entre outras tarefas. Fonte: Agência Brasil.
Coronel Vanildo Maranhão é o Novo Comandante da Polícia Militar Pernambucana.
Desde a manhã da última segunda-feira (20) que o Coronel PM Vanildo Maranhão é o novo comandante geral da Polícia Militar de Pernambuco, após substituir o Coronel Carlos D’Albuquerque. Na cerimônia de posse do Coronel Vanildo, estavam presentes o governador e o secretário de Defesa Social de Pernambuco, além de outras autoridades. Ambas as autoridades assim se manifestaram: “O dia de hoje marca um novo início, uma etapa importante para a segurança pública do Estado”, comentou o governador, sem esquecer de agradecer pelo desempenho de D’Albuquerque, enquanto esteve à frente da corporação. Paulo Câmara também destacou a importância do Pacto pela Vida: “Como governador sei da importância dessa política pública que tanto já fez pelo Estado. E ainda há muito o que fazer, para continuarmos avançando. Vamos melhorar o que precisa ser melhorado, unidos em favor de Pernambuco”. O secretário de Defesa Social, Angelo Gioia, abriu seu discurso com um agradecimento especial ao Coronel D’Albuquerque, por seu compromisso com a sociedade ao atravessar um período turbulento, e lembrou que ele agora poderá descansar com a certeza de que “combateu o bom combate”. Falando para o Coronel Vanildo, disse ter a certeza de que o novo comandante geral saberá conduzir a tropa com sabedoria. “Quando entramos na polícia fazemos um juramento que precisa ser lembrado todos os dias, que fala em defender a sociedade mesmo com o sacrifício da própria vida”, argumentou o secretário, falando que a “população precisa de sossego, viver em paz”, e isso o Coronel Vanildo deve ter como meta à frente de seus comandados. No seu discurso de posse, o Coronel Vanildo prometeu que não faltarão esforços de sua parte e que conta com o apoio de cada um dos policiais militares de Pernambuco para desenvolver seu trabalho como Comandante Geral. Agradecendo ao governador e ao secretário pela confiança depositada em seu nome, ele falou do compromisso que assumiu com a sociedade há 30 anos, quando entrou para a PMPE, de dedicação à segurança da sociedade. Destacou a importância da hierarquia e da disciplina na função policial e fez um agradecimento especial a D’Albuquerque, que tornou o fato de sucedê-lo em um grande desafio. No discurso de agradecimento, o Coronel Carlos D’Albuqueque relembrou os “momentos importantes de sua carreira de 32 anos e falou da honra que foi comandar uma instituição quase bicentenária. Agradeceu a lealdade que sempre recebeu de seu subcomandante, o coronel Adalberto Freitas, agora chefe do Estado Maior, e do coronel André Cavalcanti, que assume o Subcomando Geral da PMPE”. Fonte: PMPE.
Estado Islâmico (EI) reivindicou o atentado de Londres.
Nesta quinta-feira (23), segundo a RFI, o grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou o atentado ocorrido ontem nos arredores do Parlamento de Westminster, em Londres. Conforme noticiado anteriormente, a agressão, que deixou quatro mortos, incluindo o autor do ataque, e cerca de 40 feridos, foi conduzida por um conhecido dos serviços secretos britânicos. Foi identificado como Khalid Masood, de 52 anos, nascido em Kent, no sudeste da Inglaterra. As informações divulgadas indicam que reivindicação teria partido da: Amaq, agência de propaganda do EI na internet, após divulgar que “o autor do ataque diante do Parlamento britânico é um soldado do grupo EI e a operação foi realizada em resposta a um chamado para atacar os países da coalizão internacional antijihadista”. Esta é a primeira vez que a organização ultrarradical reivindica um atentado na Grã-Bretanha, que é membro da coalizão dirigida pelos Estados Unidos. No Parlamento Britânico, a situação foi de aparente normalidade, quando verificamos que: A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, confirmou, hoje, que o autor do ataque era nascido no país e conhecido pela polícia e pelos serviços de inteligência britânicos. Pelo menos oito pessoas foram presas nesta manhã, suspeitas de envolvimento no caso. O motorista assassino foi identificado como Khalid Masood, de 52 anos. May afirmou que o criminoso já tinha sido investigado alguns anos atrás por possíveis ligações com atividades extremistas. Mas para os serviços de inteligência, ele era visto como uma figura periférica no atual panorama do terrorismo no país. A primeira-ministra fez um discurso para seus colegas no Parlamento, que voltou a funcionar normalmente um dia depois de ter sido o alvo do ataque. Ela disse que os britânicos não vão se intimidar nem se abalar diante do terrorismo. Harun Khan — O presidente do Conselho Muçulmano Britânico — “condenou o ataque e pediu para os seus cidadãos manifestarem sua solidariedade às vítimas”. Há, inclusive, “um grupo de civis muçulmanos liderados por um homem que testemunhou o ataque está angariando fundos para as vítimas e já conta com mais de 7 mil libras”. Diante dos acontecimentos, há continuidade dos trabalhos da polícia, quando foi divulgado que: Nesta manhã, a polícia anunciou que prendeu oito pessoas suspeitas de estarem ligadas ao ataque – quatro delas na cidade de Birmingham, a 200 quilômetros de Londres. As autoridades britânicas decidiram manter como “severo” o nível de alerta para possíveis novos ataques, como vem sendo desde 2014. Isso significa que um novo ataque é “altamente provável”, mas não é “iminente”. Londres e outras cidades do Reino Unido ganharam reforço de mais policiais armados nas ruas e em locais de grande movimento. A estação de metrô de Westminster e algumas das principais atrações turísticas da região reabriram suas portas nesta tarde. O policial que morreu esfaqueado quando tentou impedir que o homem armado entrasse nas dependências do Parlamento foi identificado como Keith Palmer, de 48 anos, um pai de família e ex-militar. Foi o mesmo homem que atacou Palmer, Khalid Masood, que dirigia o carro que, minutos antes, entrou em alta velocidade na ponte de Westminster e se chocou contra dezenas de pedestres. O autor do ataque foi baleado por policiais e morreu no local. As outras vítimas fatais são o turista americano Kurt Cochran,e a professora Aysha Frade, britânica de origem espanhola, de 43 anos, que trabalhava em uma faculdade na região. Entre os feridos, estão pessoas de 11 nacionalidades diferentes. Na noite desta quinta-feira, milhares de londrinos são esperados em uma vigília em Trafalgar Square, no centro da capital britânica. Fonte: RFI.
“Londres ataque terrorista: o que sabemos até agora”.
A fim de complementar informações sobre o episódio ocorrido ontem, na Inglaterra, o The Guardian publicou, nesta quinta-feira (23), um resumo com o título de “Londres ataque terrorista: o que sabemos até agora”. Veja o relatório publicado: Quatro pessoas morreram, incluindo um policial e o agressor. A polícia disse que outras 29 pessoas foram tratadas no hospital, sete das quais estão em estado crítico. O assaltante dirigiu um carro em pedestres na ponte Westminster, matando duas pessoas, antes de deixá-lo fora do parlamento e tentar entrar no complexo, armado com uma faca. Ele esfaqueou um policial desarmado, que mais tarde morreu dos ferimentos, antes que a polícia armada o matasse. O policial foi identificado como PC Keith Palmer , de 48 anos , que tinha 15 anos de serviço no serviço de proteção parlamentar e diplomática. Ele era marido e pai, disse a polícia. Outra vítima foi nomeada como Aysha Frade , 43, que trabalhou como professora em Londres. A mãe de dois tinha família em Betanzos, Galiza, no noroeste da Espanha, e sua morte foi confirmada pelo prefeito da cidade. A primeira-ministra, Theresa May, disse que o atacante era britânico e que havia sido investigado “há alguns anos” pelo MI5 em relação às preocupações com o extremismo violento. Ela disse que o homem, cuja identidade seria revelada no devido tempo, “não fazia parte da atual imagem da inteligência”. O Estado Islâmico (Isis) reivindicou a responsabilidade pelo ataque. Ele divulgou uma declaração através da agência de notícias Amaq, que usa para difundir propaganda, chamando o homem não identificado de “um soldado do Estado Islâmico”. A reivindicação não foi verificada. Acredita-se que o atacante tenha agido sozinho, mas a polícia está investigando possíveis associados. May disse que não havia “nenhuma razão para acreditar” mais ataques contra o público foram planejados. A polícia procurou seis endereços em Birmingham, Londres e outras partes do país , e fez oito prisões. May disse MPs em uma declaração ao Parlamento na quinta-feira : “Não temos medo e nossa determinação nunca dispensa em face do terrorismo”. A primeira-ministra, que foi retirada do parlamento em poucos minutos e levada a Downing Street, descrito Palmer como ” Cada polegada um herói “. Doze britânicos foram feridos, incluindo três policiais, dois dos quais ficaram gravemente feridos. Quatro estudantes universitários, três franceses, quatro sul-coreanos, dois romenos, dois gregos, um chinês, um italiano, um americano, um polaco, um irlandês e uma alemã residentes na Austrália também foram feridos. Uma mulher que foi retirada do Tâmisa foi um turista romeno celebrando o aniversário de seu namorado em Londres, disse ao Realitatea TV o embaixador da Romênia no Reino Unido, Dan Mihalache. Ela sofreu graves lesões na cabeça e pulmões gravemente danificados. Seu namorado ficou com um pé fraturado. O ministro da Antiterrorismo, Tobias Ellwood, um ex-soldado, correu para dar primeiros socorros ao policial que mais tarde morreu . Fotos mostrou-lhe com sangue em seu rosto como ele administrou RCP. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, prometeu que “os londrinos nunca serão intimidados pelo terrorismo” em um vídeo. Líderes mundiais condenaram o ataque e ofereceram condolências. O presidente dos EUA, Donald Trump, falou a maio, prometendo ao Reino Unido o pleno apoio do governo dos EUA em resposta ao ataque. Líderes do Canadá, França, Alemanha e Espanha foram, entre outros, os que enviaram mensagens de choque e solidariedade. Policiais extras estavam de serviço em Londres, e a polícia metropolitana montou uma agência de acidentes para aqueles preocupados com amigos ou familiares. Um serviço ocorreu na frente da Scotland Yard na manhã de quinta-feira, na frente da chama que queima como uma homenagem a todos os policiais mortos da polícia Metropolitana. Fonte: The Guardian.
O valor da vida, segundo os japoneses!
O ministério da Saúde, no Japão, declarou nessa terça-feira (22) que aproximadamente um em cada quatro japoneses considerou suicidar-se e as mulheres estão um pouco mais propensas a tais pensamentos do que os homens. Uma pesquisa divulgada pelo ministério consta que: 23,6% dos entrevistados consideraram o suicídio, 0,2 pontos percentuais acima da pesquisa anterior realizada em 2012. A proporção era de 25,6% para as mulheres e 21,4% para os homens. Por idade, as pessoas de 50 anos eram mais propensas a pensamentos suicidas do que aqueles em outras faixas etárias, em 30,1 por cento, seguido por aqueles de 30 anos (28,7 por cento), 40 anos (24,3 por cento), 20 anos (23,0 por cento), 60 anos (20,2 Por cento), e pessoas com 70 anos ou mais (19,1 por cento). Entre os entrevistados, 18,9% disseram ter pensado em suicídio no ano passado. Questionados sobre como eles foram capazes de superar seus pensamentos suicidas em uma pergunta de resposta múltipla, 36,7% disseram que mudaram seus enfoques para hobbies ou trabalho, enquanto 32,1% disseram confiar em familiares, amigos ou colegas de trabalho. A pesquisa também questionou sobre o conhecimento das medidas e serviços públicos de prevenção do suicídio. Cerca de 6,9% dos entrevistados disseram estar cientes do serviço nacional de prevenção de suicídio, enquanto 5% disseram saber sobre campanhas nacionais de prevenção de suicídio de uma semana e de um mês. Uma vez que os níveis de conscientização de medidas públicas e serviços para a prevenção do suicídio permanecem baixos, o Gabinete planeja reforçar as etapas com um plano para aprovar o esboço de novas medidas neste verão. “Nós gostaríamos de promover ainda mais a notificação de serviços de consulta eo desenvolvimento de medidas de saúde mental nos locais de trabalho”, disse um funcionário do Ministério de Saúde, Trabalho e Bem-Estar. A pesquisa foi realizada em outubro passado em 3.000 pessoas com 20 anos ou mais, com 2.019 respostas válidas. De acordo com dados separados da Agência Nacional de Polícia, o número de suicídios totalizou 21.764 em 2016, caindo pelo sétimo ano consecutivo. Fonte: The Japan Times.
Noruega: “SAIA DESSA!” Não extermine as baleias!
A Noruega, quem diria, o país que tem o melhor índice de felicidade do planeta, tem uma tradição anual: o massacre implacável de centenas de baleias. A equipe do Pontopm apoia a iniciativa da Avaaz e convida a você, caro leitor, a se engajar ao grupo de assinantes. São necessárias 750.000 assinaturas. COnheça, abaixo, a mensagem dirigida aos participantes e ao final, assine! Queridos amigos, Dentro de apenas alguns dias, a Noruega vai começar uma terrível tradição anual: o massacre implacável de centenas de baleias. Mas temos uma estratégia para dizer ao país: “SAIA DESSA!” As baleias são criaturas belas e imponentes. Sabemos que elas cantam para se comunicar e sentem emoções, como os seres humanos. Apesar disso, todos os anos esses animais incríveis são caçados, mortos e destrinchados na Noruega, para fazer ração e produtos de beleza. É insuportável. A Noruega conseguiu passar desapercebida com o título de maior país caçador de baleias. Se fizermos uma campanha como nunca antes, mostrando a grande indignação global, poderemos pressionar a Europa a fechar os portos para baleeiros noruegueses. Conseguimos fazer isso no caso da Islândia – vamos tentar de novo! Assine a petição abaixo com um clique: Acrescente seu nome para exigir o fim da caça às baleias e dizer: Noruega, SAIA DESSA! Ao Governo da Noruega, Comissão Europeia e líderes de todos os países que permitem a passagem de carregamentos de carne de baleia da Noruega: Como cidadãos globais, exigimos que o governo norueguês acabe com o massacre de baleias e apelamos a todos os outros países para fechar os portos para navios noruegueses que transportam carne de baleia. Esta decisão estabelecerá um precedente que pode salvar milhares de baleias e ajudar a pôr um fim à caça às baleias em toda a Europa. Nosso movimento e organizações parceiras já conseguiram que a Alemanha e a Holanda se mobilizassem para fechar seus portos para os baleeiros da Islândia, forçando um dos maiores caçadores do país a encerrar suas operações. Também pressionamos a Comissão Internacional da Baleia para reprimir a “caça científica” e ajudamos a definir uma rota para proteger 30% dos nossos oceanos até 2030. Apesar do massacre anual que promove, a Noruega segue impune há muito tempo e, para piorar, o governo acabou de anunciar que pretende dobrar as quotas de abate! Mas a caça só é rentável se o país conseguir exportar a carne e, para enviar os carregamentos para o exterior, ele depende de portos europeus. Vamos acabar com o comércio desses seres mágicos. Quando a petição alcançar um milhão de assinaturas, a Avaaz vai fazer uma algazarra na imprensa, até que cada porto europeu feche as portas para baleeiros. Com isso, vamos forçar a Noruega a desistir da caça às baleias de uma vez por todas. Adicione seu nome e espalhe a campanha – vamos fazer de tudo para salvar as baleias! Acrescente seu nome para exigir o fim da caça às baleias e dizer: Noruega, SAIA DESSA! A atual conjuntura segue na direção de acabar com este massacre bárbaro. Mas enfrentamos o forte lobby baleeiro: precisamos ser o canto das baleias, já que elas não podem se defender. Vamos cantar tão alto que seja impossível ignorar nossa voz, e assim ajudar a acabar com a caça às baleias, para sempre. Com esperança, Rewan, Caroline, Diego, Allison, Emma, Danny, Alice e toda a equipe da Avaaz MAIS INFORMAÇÕES nos seguintes links: Maioria das baleias caçadas na Noruega é de fêmeas grávidas (O Globo) Nenhuma baleia-comum será caçada na Islândia neste verão (The Guardian) (em inglês) Como a Noruega tornou-se silenciosamente uma potência baleeira (CS Monitor) (em inglês) Programa de caça às baleias da Noruega fica ainda mais polêmico (National Geographic) (em inglês) Congelada no tempo – Como a Noruega moderna continua apegada ao passado baleeiro (Ocean Care) (em inglês) Fonte: AVAAZ.
A tarde entorpecente, quando vi um policial morrer fora do parlamento.
No “atentado” ocorrido, nas imediações do Palácio de Westminster, nesta quarta-feira (22) e noticiado pela imprensa mundial, inclusive, pelo The Guardian, encontramos as mais diversas informações. Mas, o relato de um repórter que trabalhava na Câmara dos Comuns, publicado naquele jornal, traz detalhes interessantes, conforme se vê a seguir: O tempo estendeu-se quando as pessoas começaram a fazer RCP [reanimação cardiopulmonar]em ambos os corpos. Depois, depois do que parecia uma era mais tarde, mas só podia ser uma questão de minutos, havia o ruído sobre nossas cabeças da ambulância aérea se preparando para aterrissar na Praça do Parlamento. Vários policiais armados correram de New Palace Yard para conversar com três paramédicos vestidos de amarelo. Eles contornaram o primeiro corpo – o assaltante – e foram direto trabalhar no policial caído. A cena tornou-se mais ordenada, ainda mais urgente. Eles trabalharam por vários minutos, esperando por um milagre que nunca veio. Em algum momento um dos médicos deve ter decidido que tinham feito tudo o que podiam e eles concordaram em parar. Eles foram ajudar os que atendiam ao homem que tinha sido baleado. As linhas foram postas nele e mais RCP administrado. O homem foi levado em uma ambulância. Pouco tempo depois, a ambulância aérea decolou, deixando apenas o policial morto dentro da propriedade parlamentar. Seu corpo estava envolto em uma bolsa branca nos seixos onde ele havia caído. Voltei para a minha mesa, sem saber o que fazer. Eu vim trabalhar naquele dia esperando esboçar as perguntas do primeiro-ministro e acabou sendo uma das muitas testemunhas de um ataque terrorista. Em vários pontos da tarde, com todas as Casas do Parlamento fechadas, voltei à janela para ver o que estava acontecendo. Era como se eu estivesse de alguma forma esperando que eu pudesse retroceder o tempo, que eu poderia fazer o que tinha acontecido infeliz.
Noruega lidera a lista de felicidade global, neste 2017.
Nessa segunda-feira, dia 20 de março, quando foi comemorado o Dia Mundial da Felicidade, foi lançado o World Happiness Report 2017, publicado pela Sustainable Development Solutions Network. Na publicação da homepage do citado relatório, encontramos os seguintes detalhes: Noruega lidera a lista de felicidade global para 2017 A Noruega saltou do quarto lugar em 2016 para o primeiro lugar este ano, seguido pela Dinamarca, Islândia e Suíça em um grupo bem embalado. Todos os quatro principais países estão altamente em todos os principais fatores encontrados para apoiar a felicidade: cuidar, liberdade, generosidade, honestidade, saúde, renda e boa governança. Suas médias são tão próximas que pequenas mudanças podem reordenar os rankings de ano para ano. A Noruega move-se para o topo do ranking, apesar dos preços mais fracos do petróleo. Diz-se às vezes que a Noruega consegue e mantém sua felicidade elevada não por causa de sua riqueza do óleo, mas apesar dela. Ao optar por produzir seu petróleo lentamente e investir os recursos para o futuro, em vez de gastá-los no presente, a Noruega isolou-se do ciclo de crescimento e recessão de muitas outras economias ricas em recursos. Todos os outros países entre os dez primeiros também têm valores elevados em todas as seis variáveis-chave usadas para explicar as diferenças de felicidade entre os países e com o tempo – renda, expectativa de vida saudável, alguém com quem contar em tempos de dificuldade, generosidade, liberdade E confiança, com o último medido pela ausência de corrupção nos negócios e no governo. Aqui também houve alguns arranques de fileiras entre países estreitamente agrupados, com as classificações deste ano colocando a Finlândia no 5º lugar, seguido pelos Países Baixos, Canadá, Nova Zelândia e Austrália e Suécia empatados para a 9ª posição, com a mesma pontuação de 2014-2016 Para três decimais. A felicidade é tanto social como pessoal O relatório deste ano enfatiza a importância dos fundamentos sociais da felicidade (ver Capítulo 2). Isso pode ser visto comparando as experiências de vida entre os países de topo e de baixo dez nos rankings de felicidade deste ano. Há uma diferença de felicidade de quatro pontos entre os dois grupos de países, dos quais três quartos são explicados pelas seis variáveis, metade devido a diferenças em ter alguém com quem contar, generosidade, um senso de liberdade e liberdade de corrupção. A outra metade da diferença explicada é atribuída ao PIB per capita e à expectativa de vida saudável, os quais, como o relato explica, também dependem muito do contexto social. No entanto, 80% da variância da felicidade em todo o mundo ocorre dentro dos países. Nos países mais ricos, as diferenças entre os países não são explicadas principalmente pela desigualdade de renda, mas pelas diferenças de saúde mental, saúde física e relações pessoais: a maior fonte de miséria é a doença mental (ver Capítulo 5). As diferenças de renda importam mais nos países mais pobres, mas até mesmo sua doença mental é uma grande fonte de miséria. O trabalho também é um fator importante que afeta a felicidade (ver Capítulo 6). Desemprego causa uma grande queda na felicidade, e mesmo para aqueles no trabalho a qualidade do trabalho pode causar grandes variações na felicidade.
Diretrizes para a ação de comando.
No primeiro dia útil do seu comando, o Coronel PM Nivaldo Cesar Restivo — Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo — fez publicar, nas redes sociais da Instituição Militar Estadual, as diretrizes para a ação de comando. No folder publicado, foram destacados 4 eixos fundamentais para o funcionamento da maior Polícia Militar do País: Educação corporativa e Gestão do conhecimento. Processos internos. Processos operacionais. Orçamento e finanças. Fonte: Portal da PMESP.
