“Rio de Paz faz ato em homenagem aos policiais mortos este ano no estado”
A Agência divulgou, por meio de um post, nesta quarta-feira (27) a homenagem feita pela organização não governamental (ONG) “aos policiais mortos este ano no estado”. Durante os momentos da homenagem, além dos registros fotográficos, aquele post destacou que: A organização não governamental (ONG) Rio de Paz trocou hoje (27) as 132 placas com nomes dos policiais mortos este ano no estado, que foram afixadas na altura da Curva do Calombo, na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade, por cinco placas reunindo o nome de todos eles. Segundo o presidente e fundador da ONG, Antônio Carlos Costa, a troca foi feita porque a instalação é permanente e precisava abrir espaço para novas homenagens. “No formato que nós estávamos utilizando, que possibilitava as pessoas que passam por esse local conhecer a história de cada policial, não cabia mais [placas] nessa região aqui da Lagoa. Então nós resolvemos condensar os nomes em algumas placas para abrir espaço, infelizmente, para os policiais que serão mortos no ano de 2018. Porque essa instalação é permanente e nós vamos estar atualizando mensalmente os nomes desses policiais que tiveram a vida interrompida pelo crime no estado do Rio de Janeiro”. O ato reuniu familiares dos policiais mortos, que ajudaram a recolher as placas individuais e colocaram flores em 13 fardas manchadas de vermelho penduradas no local, simbolizando os 132 homenageados. Gilma Veríssimo Bezerra, mãe do cabo Djalma Veríssimo Pequeno, assassinado no shopping Guadalupe em outubro, lembra que o filho estava de férias quando levou três tiros em um assalto a uma joalheria. “Infelizmente, a vida do meu filho custou 3 gramas de ouro, que foi o que eles levaram”. “Até hoje, o estado coloca os nossos PMs nas ruas para serem mortos, abatidos. Nesse ano, já foram 132 policiais, meu filho foi o [de número] 112. Em menos de dois meses, já teve mais 20. Infelizmente, ninguém faz nada, as autoridades, o estado, ninguém faz nada por ninguém. A nossa segurança está falida, cadê os governadores, cadê o Pezão?” Emocionada, Gilma considera muito boa a homenagem. “Pelo menos com essa Rio de Paz, a gente sabe que os nossos heróis estão sendo lembrados, não ficaram no esquecimento. A gente só espera que, quando for em 2018, isso venha a diminuir cada vez mais, que a gente não tenha mais essas placas pra levantar, e chegue o dia em que tenha pouquíssimas placas, ou não tenha nenhuma. Isso seria um milagre, se acontecesse isso, que ninguém mais segurasse uma placa com o nome do filho, como eu estou segurando do meu”. Para o presidente da ONG, o Rio de Janeiro só terá paz “no dia em que execução de morador de favela e assassinato de policial militar contarem com o mais veemente repúdio de todos os setores da sociedade”. Para ele, direitos humanos não têm lado. “A luta pela defesa do direito à vida não pode ser seletiva. Nós entendemos que um cidadão brasileiro não se torna destituído de direito ao vestir uma farda. E isso, muitas vezes, nós nos esquecemos, vendo-os como inimigos da sociedade, quando não são”. Segundo ele, os policiais não têm as condições adequadas de trabalho. “Nós queremos a paz, mas nós não estamos dispostos a pagar parte do preço dessa paz, que é oferecer condições dignas de vida por aqueles que estão pagando o maior preço pelo sonho da pacificação do Rio de Janeiro. Nós não temos no Rio de Janeiro o histórico de 132 médicos assassinados ou 132 engenheiros que tiveram a vida interrompida pelo crime, seja que profissão for. O que nós sabemos é que 132 policiais militares foram assassinados esse ano”. Fonte: Agência Nacional.
“GUERREIROS E VENCEDORES”
Denominados de “GUERREIROS E VENCEDORES”, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), receberam — do Comandante-Geral da Instituição Militar Estadual, coronel Wolney Dias — a seguinte mensagem de final de ano: Ao lado de uma legião de heróis que compõem a nossa tropa, estamos nos aproximando da linha de chegada de 2017 como verdadeiros campeões. Superando toda sorte de obstáculos, colocados em nosso caminho por uma crise financeira sem precedentes na história recente do nosso estado, conseguimos seguir em frente, combatendo diuturnamente a criminalidade. Assessorado por oficiais e praças de extrema competência, cada um em sua área, traçamos uma estratégia baseada no princípio de que para sobreviver e crescer, qualquer instituição, seja pública ou privada, precisa se adequar às demandas do presente e do futuro, independentemente da conjuntura do momento. Crises são cíclicas e devem ser enfrentadas com coragem, criatividade e visão. Assim, paralelamente à rotina de exercer nossa atividade-fim, procuramos implantar um modelo de gestão que contemplou iniciativas capazes de nos conduzir nesta direção. Para citar alguns exemplos, vale lembrar o lançamento do PMERJ On Line e da Controladoria da Polícia Militar, que revolucionarão administrativamente a Corporação; a reestruturação das UPPs; a revitalização do FUSPOM; a montagem de editais mais transparentes e eficientes para comprar suprimentos e recompor nossa frota de viaturas; parcerias com prefeituras e outras instituições para reforçar o policiamento nas ruas; a ampliação do grau de profissionalismo em unidades operacionais, como a criação do Núcleo de Aeronaves Remotamente Pilotadas (NuARP), entre outras medidas adotadas para amenizar e/ou vencer os efeitos da falta de recursos. Foi um ano muito difícil. Superamos ameaças de greve logo nos primeiros meses e tranquilizamos a população do nosso estado que viveu momentos de grande apreensão. Enfrentamos o desafio do dia a dia mesmo com a perda de efetivos e recursos materiais. Sofremos com a morte de mais de uma centena de companheiros. Não temos qualquer responsabilidade pela desigualdade social, pela ausência de políticas públicas inclusivas, pela impunidade, pelo tráfico internacional de armas e por muitas outras causas da violência. E, mesmo assim, fomos (e somos ainda) alvos de injustas críticas de segmentos da sociedade que insistem em nos crucificar pelos efeitos colaterais dos confrontos armados inevitáveis nesse cenário em que vivemos. Os números confirmam que jamais abaixaremos a cabeça para críticas e desafios. Durante este ano, apreendemos mais de seis mil armas de fogo, entre as quais quase 400 fuzis. Efetuamos 25 mil prisões de criminosos e apreendemos seis mil menores envolvidos em atos violentos. Essa caminhada vitoriosa alimenta a nossa esperança de que dias melhores virão. Acredito que a crise será superada em breve, com o reaquecimento da economia e a consequente geração de emprego e renda. E nós, da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, estaremos mais estruturados, capacitados e fortalecidos para cumprir a nossa missão de proteger e servir a sociedade. Fonte: PMERJ.
Mensagens de Natal de 2017 das polícias militares brasileiras
Nesse período de comemoração do Natal de 2017, das 27 polícias militares brasileiras quatorze publicaram, em seus respectivos portais, uma mensagem natalina para os respectivos públicos internos e externos. Veja na listagem seguinte as mensagens de Natal da: Polícia Militar do Amazonas Polícia Militar de Alagoas Polícia Militar da Bahia Polícia Militar do Distrito Federal Polícia Militar de Goiás Polícia Militar do Mato Grosso Polícia Militar do Mato Grosso do Sul Polícia Militar de Minas Gerais Polícia Militar de Pernambuco Polícia Militar do Piauí Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro Brigada Militar do Rio Grande do Sul Polícia Militar do Estado de São Paulo Polícia Militar de Sergipe Fonte: polícias militares brasileiras.
Mensagem de Natal da Polícia Militar do Piauí
Mensagem de Natal da Brigada Militar do Rio Grande do Sul
Mensagem de Natal da Polícia Militar de Goiás
Mensagem de Natal da Polícia Militar do Estado de São Paulo
Mensagem de Natal da Polícia Militar do Pernambuco
Missa de Natal Culto de Natal

