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Os números indicam “grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro”?

Espera-se uma semana de “rebuliço eleitoreiro(!?)” sob a batuta o executivo brasileiro! A Agência Brasil publicou que os “Procuradores-gerais querem mudanças na lei para combater crime organizado“. Mas, as leis não são elaboradas no parlamento brasileiro? Há algum projeto de lei nesse sentido. Tudo indica que haverá mais uma alteração do Código Penal? Em Brasília, Conselhos aprovam intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Tudo isso tem justificação plausível? Senão, vejamos: Uma postagem do portal da Polícia Militar do Estado d Rio de Janeiro (PMERJ) projetou a seguinte imagem: O texto do post destacou que: Apesar das dificuldades com a perda de recursos materiais para garantir a segurança durante o Carnaval de 2018, houve redução de indicadores criminais impactantes em comparação com o período carnavalesco dos três anos anteriores. Os números preliminares foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão da Secretaria de Estado de Segurança Pública. De acordo com o quadro divulgado pelo ISP, houve redução tanto em crimes contra a vida como em crimes contra o patrimônio. Em relação aos números de 2017, neste Carnaval de 2018 ocorreram, por exemplo, menos homicídios dolosos e menos roubo a transeuntes. Embora muito distante de um cenário aceitável, os números coletados pelo ISP revelam que os indicadores de violência mantêm-se no mesmo patamar nos últimos anos. As imagens de alguns flagrantes exibidas pela mídia deram, portanto, uma dimensão maior do que a linha histórica dos fatos. Durante o Carnaval, somente a Polícia Militar, prendeu 305 criminosos e apreendeu 63 menores infratores. Além disso, 35 armas foram retiradas das mãos de criminosos, sendo 18 pistolas e 24 revólveres. Ainda nesse período, 03 policiais foram mortos, sendo 02 deles em serviço, um baleado no Leblon e outro atropelado na subida para Vista Chinesa. Assim, a despeito “das dificuldades com a perda de recursos materiais para garantir a segurança durante o Carnaval de 2018”, em consequência do desprovimento assumido pelo desgoverno fluminense, os registros indicados na figura acima demonstram que há “grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro”? Qual é o resultado da análise política e econômica sobre os anos 2015, 2016 e 2017? Temos, certamente, sérios problemas de segurança pública nos estados brasileiros. Estes, ao que tudo indica, serão resolvidos após o equacionamento daqueles de competência dos políticos e dos economistas gestores do Estado. Com as informações da Agência Brasil e PMERJ

Considerações expostas, nua e cruamente, alertam a liderança da segurança pública brasileira

Assista, por favor, ao vídeo publicado pelo Jornal Globo News. Nele, a Professora Jaqueline Muniz, do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense suas considerações sobre a realidade lamentável da insegurança do Rio de Janeiro, no dia a dia dos cidadãos e no cotidiano das comunidades. A professora Jaqueline de Oliveira Muniz é uma renomada cientista social e estudiosa da segurança pública, obtendo reconhecimento internacional. Há, nas exposições nuas e cruas de Jaqueline, considerações que devem ser levadas a sério. Muito a sério! É aconselhável à liderança nacional, estadual e municipal, que milita no contexto da segurança pública, inclusive, o interventor militar, para o destacado mister, que considerem o que foi dito pela Professora Jaqueline Muniz. Ao final, todos ganharão! Principalmente, os cidadãos e as comunidades! É preciso parar de enxugar gelo! Segurança pública é coisa muito séria! É muito cara e exige competência e muita disposição daqueles que se dispõem a gerí-la. O tempo de “dourar a pílula” passou. Tudo o que for feito, no Rio de Janeiro, durante a intervenção militar, refletirá significativamente nas outras 26 unidades da Federação Brasileira. Com as informações do Jornal Globo News

Decretada a Intervenção Federal no Rio de Janeiro

Na tarde deste dia 16 de fevereiro de 2018, foi publicada, no portal da Agência Brasil, uma notícia com o seguinte título de “Temer diz que governo dará respostas duras e firmes ao crime organizado no Rio”. Curiosamente, chama a atenção a foto ilustrativa da postagem, onde se vê o chefe do executivo brasileiro, no momento da assinatura do “decreto”, ladeado pelo governador do Estado do Rio de Janeiro e o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil. Na imagem, ao fundo, encontram-se, da esquerda à direita, os titulares do Ministério da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública e da Defesa. A esperança do povo brasileiro é a de que os responsáveis pela defesa e segurança pública brasileiras entregaram, ao chefe do executivo brasileiro, os relatórios elaborados pelas respectivas agências de inteligência, nomeando os titulares da bandidagem que roubam e matam descaradamente os cidadãos do Rio, a fim de que sejam presos, julgados e, apenados, na forma da Lei. A esperança do povo brasileiro, e a de todos os fluminenses que trabalham honestamente para sustentar-se a si e aos seus, a partir de hoje, é a de que a “metástase que se espalha pelo país e ameaça a tranquilidade do nosso povo” e “domina no Rio”, segundo o chefe do executivo brasileiro, seja contida. Que cessem as ações inescrupulosas do narcotráfico, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Nossa esperança é que a “intervenção Federal” citada 7 vezes, na Constituição da República Federativa do Brasil, e destacada de “natureza militar”, no parágrafo único, do Art. 2º, d Decreto transcrito abaixo) não tenha vício de inconstitucionalidade e obtenha o apoio indispensável do Congresso Nacional(Art. 49,IV); os conselhos da República (Art. 90,I) e de Defesa Nacional (Art. 91, § 1º, II). É lamentável a incompetência e incapacidade dos governos, na gestão da segurança pública, do mesmo modo que desconhecemos argumentos e dados plausíveis e justificáveis ao “grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro.” Ao ilustre mineiro, de Belo Horizonte — general Walter Souza Braga Netto — auguramos votos de sucessos profissionais, na desafiadora missão. Além disso, o “clamor político” apela, novamente, à organização militar, instituição célere, transparente e muito competente. E, queira Deus, que os “corvos políticos”, de um futuro próximo, não tergiversem e distorçam resultados auferidos, a exemplo de situações anteriores. Que os constitucionalistas brasileiros digam a respeito do “decreto” transcrito a seguir: Veja a íntegra do decreto: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, da Constituição, DECRETA: Art. 1º Fica decretada intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2018. § 1º A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no Capítulo III do Título V da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. § 2º O objetivo da intervenção é pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro. Art. 2º Fica nomeado para o cargo de Interventor o General de Exército Walter Souza Braga Netto. Parágrafo único. O cargo de Interventor é de natureza militar. Art. 3º As atribuições do Interventor são aquelas previstas no Art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro necessárias às ações de segurança pública, previstas no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. § 1º O Interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção. § 2º O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção. § 3º O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção. § 4º As atribuições previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Estado do Rio de Janeiro. § 5º O Interventor, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, exercerá o controle operacional de todos os órgãos estaduais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. Art. 4º Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor. Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Com as informações da Agência Brasil

“Fire and Fury”: uma “super fofoca política” americana!

  Causa certo rebuliço, ao redor do mundo, o Livro FIRE and FURY – INSIDE THE TRUMP WHITE HOUSE, de MICHAEL WOLFF. Nas notas iniciais, o autor destacou: A razão para escrever este livro não poderia ser mais óbvia. Com a inauguração de Donald Trump em 20 de janeiro de 2017, os Estados Unidos entraram em contato com a tempestade política mais extraordinária desde pelo menos Watergate. À medida que o dia se aproximava, eu me propus a contar esta história de forma tão contemporânea quanto possível e a tentar ver a vida na Casa Branca Trump através dos olhos das pessoas mais próximas(tradução livre do bloguista). Na nota publicada da CBN, destacando a opinião da colunista econômica Monica de Bolle, foi citado que o: Livro conta a história do que aconteceu nesse primeiro ano do governo Trump dentro da casa branca e diversas brigas do ex-estrategista chefe Steve Bannon com o restante dos assessores do presidente. O mais legal de ver no livro são as ideias nacionalistas e populistas de Bannon. Ouça, a seguir, a opinião da Monica de Bolle: Considerado o principal protagonista do Fire and Fury, Bannon deixou a Casa Branca, em agosto de 2017 e o Breitbard News. Além disso, segundo os comentários de Monica de Bolle, da “super fofoca política”, tiram-se lições para os que pretendem candidatar-se a aos cargos de gestores públicos. Isso porque, não bastará ter lisura, nesses tempos de caça aos corruptos, é indispensável conhecer e saber o quê será gerido. Com as informações da CBN e G1

Policiais militares fluminenses receberam os cumprimentos do Comandante-Geral pela atuação na Segurança do Réveillon

  No portal da da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), há uma postagem informando que Coronel Wolney Dias Ferreira, Comandante-Geral daquela Instituição Militar Estadual “enviou mensagem à tropa no primeiro Boletim Interno da PM deste ano, agradecendo o empenho de praças e oficiais para o sucesso do esquema de policiamento montado pela Corporação neste réveillon.” Publicou-se também que: Foram mobilizados 12.752 policiais e 1393 viaturas para garantir a segurança da população das 8h de domingo, dia 31.12, até o dia seguinte (01.01.2018) em todo o território do Estado. Apesar da perda de recursos humanos e materiais, foi possível arregimentar um efetivo 19,6% superior ao do ano anterior. Leia na íntegra a mensagem do Cel Wolney transcrita em seguida: Superação e conquistas O sucesso do esquema especial de policiamento durante este Réveillon foi uma demonstração simbólica e concreta de tudo que realizamos em 2017 e do que vamos realizar em 2018. Simbólica, por ter sido a nossa última missão do ano. Foi um trabalho coroado de êxito. As manifestações de apoio e agradecimento, vindas espontaneamente pelas redes sociais, e o silêncio dos nossos críticos não deixaram dúvidas. Concreta, por termos obtido sucesso em algo que, à primeira vista, poderia parecer impossível. Mesmo com uma perda superior a 5% do nosso efetivo nos últimos 12 meses, mobilizamos um contingente de policiais maior do que o empregado no Réveillon anterior. Mesmo com perda de recursos materiais, mantivemos o mesmo número de viaturas e equipamentos. Tudo isso foi fruto do trabalho e da competência dos nossos oficiais e praças lotados nas áreas administrativas e da fibra incomparável de nossa tropa. Esse conjunto de qualidades explica por que, durante todo o ano de 2017, fizemos mais com menos. Os números de nossa produtividade estão disponíveis para confirmar. Agora, em 2018, daremos continuidade ao nosso trabalho com o mesmo espírito. Mas com uma vantagem adicional: estamos mais capacitados. As dificuldades ampliaram nosso conhecimento e estimularam nossa criatividade para vencer desafios imediatos e planejar o futuro. Conseguimos equacionar problemas complexos como o de recompor a frota de veículos e comprar suprimentos em período de escassez de recursos financeiros. Estamos melhor estruturados para elevar nossa performance, tanto na área administrativa como operacional. Avançaremos também na adoção de novas tecnologias para aplicá-las como ferramentas de segurança. O grande desafio será ampliar o nosso efetivo. Paralelamente à luta pela obtenção de recursos para formar novos policiais, daremos prosseguimento à política de parcerias com prefeituras e outras instituições para viabilizar o pagamento por prestação de serviços extras, reforçando, ao mesmo tempo, a remuneração de policiais voluntários e o policiamento preventivo. Em 2017, fizemos mais do que o possível. Em 2018, esperamos colher bons frutos como recompensa de nossa superação e do entusiasmo de nossa tropa. Agradeço a Deus por estar à frente de uma Corporação composta por homens e mulheres valentes. Uma verdadeira legião de heróis. Muito obrigado a todos. Com as informações da PMERJ

A segurança pública é uma questão isolada de estados

  A CBN publicou um podcast do colunista Merval Fernandes, com o título de “A segurança pública já não é uma questão isolada de estados”, Destacando ainda: Esse problema virou uma questão de nacional. Os presídios no Brasil estão com problemas gravíssimos. Um plano nacional de segurança é fundamental para um combate organizado. Ouça o podcast: Ouso discordar do notável comentarista, pelas considerações, e afirmo que a segurança pública é uma questão isolada de estados. A estratégia dos governos estaduais que recorrem ao governo central é um “habeas corpus” preventivo, pois não sabem como vão pagar as contas devidas. É preciso dizer que os estados federados têm enorme (65%?) despesas e nenhum deles detém a competência necessária para gerar as receitas e honrar seus compromissos. Estes, estão relacionados com as despesas de dois grupos distintos. O primeiro, todas as despesas dos outros dois poderes, e o segundo, com as despesas da folha de pagamento dos servidores da segurança pública…e, depois, dos demais servidores. Essa situação não é nova! Arrasta-se, desde antanho. Agravou-se, nos últimos 30 anos, pois, não fizeram os investimentos devidos à gestão moderna e competente da educação e da saúde. Favoreceu ao surgimento do “estado paralelo” destacado na fala o ilustre jornalista, segundo as informações que pululam aqui, lá e acolá. Agravou-se, mais recentemente, com o rombo do patrimônio público nacional e a incompetência gestora de arrecadação nacional e nos estados. Agrava-se, pois, minguam os recursos financeiros e os governos não sabem até quando irão honrar os compromissos devidos, inclusive, com os outros dois poderes. Com as informações da CBN

Proteção brasileira “a la nova-iorquina”

  No “SóNotícias”, há uma postagem — O Matador de Policial — cuja autoria é atribuída ao Jornalista Alexandre Garcia. No texto de três parágrafos, o autor faz considerações extraordinárias! Enfatiza, no primeiro parágrafo, o despautério praticado na justiça brasileira, notadamente o “indulto de Natal”, instituto protagonista dos desencontros e desentendimentos dos Poderes da República; depois a mortalidade policial registrada, no Rio de Janeiro, e ignorada pela maioria dos brasileiros. Citou o ato condenatório de “um tribunal de Nova Iorque”, que sentenciou “à prisão perpétua, sem direito a saidões, indultos, progressão de pena ou liberdade condicional, o matador de um policial”, assim declarando: Pelo assassinato do policial Brian, que estava em serviço, a sentença do tribunal é prisão perpétua. Toda a vida, sem liberdade condicional. Para tornar mais simples para o seu cérebro comprometido, você vai morrer na prisão. Nunca mais irá respirar ar puro fora do aço e do concreto de uma prisão do Estado de Nova Iorque. Essas sentenças são aplicadas juntas, consecutivas com cada uma. Em adição aos 300 dólares de sobretaxa obrigatória, uma taxa de 25 dólares para o sistema de assistência às vitimas de crimes, uma taxa de 50 dólares de registro de DNA, todas a serem pagas pelo condenado. Cientifico seu advogado do direito de recorrer e de tirar sua cara com esse sorriso cínico fora deste Tribunal. Evidenciou, no segundo parágrafo, como se pratica a justiça “na maior democracia do planeta” e como são tratados os “matadores de policiais.” Mas, aqui, assiste-se ao velho filme da “corrupção institucionalizada no topo” (A imagem de mais de 50 milhões do dinheiro de Geddel fala por si, sobre a corrupção generalizada.) E, a isso, soma-se uma criminalidade narcotraficante que esfrangalha tudo e todos, submetendo crianças, adolescentes e famílias inteiras ao poderio nefasto. Corrupção política e narcotráfico tudo fazem para deixar o Estado Legal igualmente esfrangalhado! É o Estado sem ordem. Não há ordem legal, jurídica, ideológica ou pública! Assim, não se difere o que é crime político, crime comum ou crime ideológico. Tudo, “farinha do mesmo saco!” No final, mostra a situação paupérrima que se encontram os meios e as medidas de proteção estatal e que têm o dever de assegurar proteção às pessoas e suas comunidades. Quais garantias e direitos são devidas e repassadas aos profissionais que se qualificam para tal mister? E, não se cogita, nenhum momento, desviar-se dos deveres e das responsabilidades. Ao contrário, nãos se compactua com violências desviantes. E, aos culpados, a Força da Lei! Mas, escassos os recursos mínimos, há possibilidades de violências derivadas. Quem será o culpado? É o nosso Brasil. Rico país de belezas naturais, desde que foi descoberto! De gente boa e esperançosa. Mas, sempre teve governança repleta de hediondez! Por isso, tratam pessoas iguais, desigualmente… E, exceto sobre os direitos devidos e administrados pelas instituições militares estaduais, não sabemos o que aconteceu com policiais militares tombados em serviço. Mas lá, em Nova Iorque: […] Quando o policial Brian foi morto em Nova Iorque, a porta de sua casa ficou cheia de flores; o prefeito visitou a família; as honras fúnebres foram de herói; o condenado pagou uma taxa para o fundo de assistência às vítimas. Por aqui, os valores estão invertidos. Por outro lado, sempre se exige, do policial militar brasileiro, comportamento semelhante ao do policial que atua em Nova Iorque. Mas, não se vê, por aqui, decisões políticas de segurança pública iguais as que são tomadas pela liderança nova-iorquina. Com as informações do SóNotícias

A questão racial debatida no Roda Viva

A questão racial foi a temática debatida, no último Toda Vida, por quatro especialistas, nessa última segunda-feira (11) Destacou-se que no “centro da roda, estão assuntos como preconceito, educação e inserção social de jovens da periferia, além da importância do desenvolvimento de relações igualitárias.” O seleto grupo de debatedores foi constituído por Alexandra Loras (empresária); Elisa Lucinda (a atriz e escritora); Hélio Menezes (antropólogo e pesquisador da Universidade de São Paulo) e Natália Neris (pesquisadora de políticas públicas da USP e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Houve, também, a exemplo de programas anteriores a brilhante “participação fixa do cartunista Paulo Caruso.” Temática de interesse nacional, o vídeo destacado acima é imperdível. Todos, sem exceção, deveriam assistí-lo. Principalmente, pela argumentação segura e com conhecimento de causa, motivada ou expontânea, brilhantemente defendida pelos notáveis debatedores. Houve um único senão, na fala conclusiva do Antropólogo e pesquisador USP — Hélio Menezes —, nas proposições de “desmilitarização da polícia” e atuação da “Polícia Militar” de forma generalizada. Suas considerações têm amparo nos dados carreados e analisados por cientistas do Forum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), no “Índice de vulnerabilidade Juvenil à Violência 2017 – Desigualdade Racial – Municípios com mais de 100 mil habitantes”. Porém, não há referência nenhuma sobre a Polícia Militar, ou sua forma de atuar. Há, sim, na página 72 do documento citado, destaques sobre ausências “(…) das políticas públicas no Brasil (…)” e “(…) sobre a tragédia brasileira da segurança pública (…)”. Possivelmente, se tivéssemos mais soluções com as políticas educacionais e sanitárias preventivas para a população brasileira, a segurança pública não estaria em situação de tragédia (conforme destacou o documento) e as ações de “polícia ostensiva e preservação da ordem pública” teriam a efetividade desejada pelos cidadãos e comunidades brasileiras.   Fonte: RODAVIVA e FBSP.

Políticos na mira da Justiça

No último dia 22 de novembro, a EXAME publicou o seguinte post: “5 dos 7 governadores do Rio desde 82 estão na mira da Justiça”. E alertou: “Os dois que não aparecem na lista estão mortos. Dos cinco, três estão presos”. Destaca-se, em seguida, a lista mencionada pela revista: Governador Início do governo Fim do Governo  Sigla Falecimento Está na mira da Justiça? Leonel Brizola 15 de março de 1983 15 de março de 1987 PDT 21 de junho de 2004 Não Moreira Franco 15 de março de 1987 15 de março de 1991 PMDB   Sim Leonel Brizola 15 de março de 1991 2 de abril de 1994 PDT   Não Marcello Alencar 1 de janeiro de 1995 1 de janeiro de 1999 PSDB 10 de junho de 2014   Anthony Garotinho 1 de janeiro de 1999 6 de abril de 2002 PDT*   Sim Rosinha Garotinho 1 de janeiro de 2003 1 de janeiro de 2007 PSB*   Sim Sérgio Cabral Filho 1 de janeiro de 2007 1 de janeiro de 2011 PMDB   Sim Sérgio Cabral Filho 1 de janeiro de 2011 3 de abril de 2014 PMDB   Sim Luiz Fernando Pezão 1 de janeiro de 2015 Em exercício PMDB   Sim *Ambos, hoje, são filiados ao PR Essas informações dizem tudo e explicam o quadro caótico da política vivenciada pela maioria dos estados brasileiros, nos últimos vinte anos. Onde está o erro? Mas, felizmente, nos estados brasileiros, há os valiosos policiais militares comprometidos com a proteção das pessoas e de suas respectivas comunidades. Ignorados, muitas vezes, e desconsiderados pela liderança política, não se intimidam e continuam prestando serviços. Se não são os melhores, aqueles desejados pelas pessoas, pela sociedade, enfim, a responsabilidade não deve, jamais, recair sobre os ombros dos policiais militares. E, a comprovação do que foi escrito, não é difícil! Neste Pontopm, há, a partir do dia 20 de janeiro deste ano, parte dos registros dos serviços prestados pelos policiais militares. Inclusive, caso seja do interesse do leitor em constatar apenas os serviços dos policiais militares fluminenses, considerando que o post evidenciou a liderança política do Estado do Rio de Janeiro, é muito simples. No espaço de localização, basta digitar: “Rio de Janeiro”. Então, encontrará, 273 posts, entre os 1.983 publicados, até a publicação deste post, relatando o quê foi pelos policiais militares fluminenses. Certamente, poderiam ter feito muito mais, se houvesse mais ações verdadeiras e menos promessas mentirosas, pela liderança política que deveria honrar os votos de seus eleitores. Fonte: EXAME.

Ministro do STF “determinou quebra do sigilo bancário e fiscal do Senador Aécio Neves”

  Um dia após liberar “Andrea Neves da prisão domiciliar e do uso de tornozeleira eletrônica”, com a decisão extensiva à “Frederico Pacheco e Mendherson Souza, o Ministro Marco Aurélio Mello “determinou quebra de sigilo bancário e fiscal do senador Aécio Neves (PSDB-MG).” A decisão prolatada pela autoridade judicial, “que é o relator da investigação sobre Aécio, determina as quebras de sigilo também da irmã do senador, Andrea Neves, do primo do senador, Frederico Pacheco de Medeiros, e de Mendherson Souza, ex assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG)” e “abrange o período de 1º de janeiro de 2014 a 18 de maio de 2017. A determinação de Marco Aurélio foi assinada no final de novembro.” Todos os citados são acusados de corrupção passiva, em consequência da “denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República”, assim destacado no Portal G1 Política: Segundo ao Supremo, Aécio pediu e recebeu de Joesley Batista, um dos donos da JBS, propina de R$ 2 milhões. O valor foi solicitado por Andrea Neves para pagar advogado do senador, mas para a PGR, o dinheiro era uma contrapartida por favores do senador ao grupo J&F. Frederico Pacheco e Mendherson Souza foram acusados por terem intermediado o recebimento dos valores, entre abril e maio deste ano, em quatro parcelas de R$ 500 mil em espécie. Ao determinar a quebra dos sigilos, Mello escreveu que a medida tem o objetivo de rastrear a origem e o destino de recursos supostamente ilícitos. Além disso, o Senador “Aécio também é investigado por embaraço às investigações da Lava Jato.” Publicou-se, ainda, que “O advogado de Andrea Neves, Marcelo Leonardo, informou que desconhece a decisão do ministro, mas ressaltou que não há nenhuma preocupação com relação à quebra de sigilo”. E que, segundo o Advogado Alberto Zacharias Toron, na defesa do Senador, os “sigilos bancário e fiscal do senador Aécio Neves sempre estiveram à disposição da Justiça, e desde outubro, quando essa decisão foi tomada, a Defesa reitera que é uma medida extremamente natural e salutar para confirmar a absoluta correção dos seus atos.”   Fonte: Portal G1 Política (texto) e Cariri Ligado (Foto).

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