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“Imprensa francesa critica ‘desprezo’ de Temer à denúncia de corrupção”, citando-o como “o primeiro chefe de Estado acusado de corrupção”

A Rádio França Internacional (RFI) publicou as notícias “dos principais jornais franceses […] nesta terça-feira (27) com destaque a denúncia por corrupção passiva contra o presidente brasileiro, Michel Temer.” São mencionados na reportagem, os jornais Le monde; Le figaro; Le Figaro e “a revista Challenges” No Le Monde, encontra-se uma explicação de “que a denúncia apresentada pelo Procurador-Geral, Rodrigo Janot, precisa ser validada por dois terços da Câmara dos Deputados para que o Supremo Tribunal Federal instrua o processo que poderá afastar Temer do cargo.” Ainda do Le Monde, a RFI noticia que: O renomado jornal francês observa que Temer reagiu com desprezo à denúncia, ao dizer “nada nos destruirá, nem a mim nem a meus ministros”. Mas “na segunda-feira, 26 de junho de 2017, Michel Temer entrou para a história do Brasil como o primeiro chefe de Estado acusado de corrupção, uma desonra”, diz a correspondente em São Paulo. Le Monde explica, no entanto, que apesar dos indícios irrefutáveis revelados pela delação do empresário Joesley Batista, presidente do grupo J&F Investimentos, Temer tem o apoio de parte significativa do Congresso. Ouvido pela reportagem, João Augusto de Castro Neves, analista da empresa de consultoria Eurasia, estima que Temer tem 70% de chance de escapar da destituição. Ele conta com o apoio de 240 a 250 deputados, ou seja, bem mais do que os 172 votos necessários para frear a ação no poder Judiciário. “Em uma atmosfera cada vez mais pesada, resta o fato de que Temer é um presidente moribundo, aprovado por apenas 7% dos brasileiros, e implicado em outros casos suspeitos de corrupção, que podem resultar em novas denúncias”, conclui Le Monde. Quanto aos destaques do Le Figaro, a RFI pontua que há “acusações extremamente graves”, e explica que: sublinha […] a denúncia inédita da PGR pode ser o fim desse mandato presidencial abalado por escândalos. O diário conservador também publica trechos do discurso de Temer no Palácio do Planalto, no qual ele afirmou que nada irá destruí-lo. Na avaliação do Le Figaro, mesmo se Temer escapar do processo de afastamento do cargo, com o apoio do Congresso, as acusações contra ele são extremamente graves. A RFI destaca ainda que: O jornal especializado em economia Les Echos ironiza a crise política no Planalto: “Nada de novo no Brasil, a bolsa despenca, o real também e os brasileiros gritam nas ruas ‘Fora Temer’, agora também acusado de corrupção”. Les Echos compartilha a análise do restante da imprensa francesa: os congressistas brasileiros, também envolvidos em escândalos de corrupção, serão solidários com Temer. E que: Citando a agência Reuters, a revista Challenges diz que o suspense sobre o destino de Temer na chefia do Estado deve durar mais um pouco. Alguns deputados aguardam a posição de Janot sobre a possível acusação de obstrução da Justiça e poderá se tornar difícil ignorar a indignação dos brasileiros nas ruas. Fonte: RFI.

26º Boletim Informativo da Polícia Militar do Distrito Federal

No Portal da Polícia Militar do Distrito Federal, foi publicado o Boletim Informativo, nº 26, contendo notícias parlamentares. Leia e conheça as atualizações dos trabalhos legislativos federais, na notícia transcrita a seguir: Reforma da Previdência A Proposta de Emenda à Constituição 287/2016, que dispõe sobre a reforma da Previdência (Altera os arts. 37, 40, 109, 149, 167, 195, 201 e 203 da Constituição, para dispor sobre a seguridade social, estabelece regras de transição e dá outras providências), encontra-se pronta para a Pauta no Plenário da Câmara dos Deputados. A Proposta precisa ser votada em dois turnos, necessitando de 308 votos para aprovação em cada um, antes de ser encaminhada ao Senado Federal. PL 6726/16 – Extrateto O Projeto de Lei 6726/2016, que regulamenta o limite remuneratório de que trata a Constituição Federal (inclui no teto remuneratório a indenização por licenças, férias etc), não sofreu alterações e continua aguardando designação de Relator na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP). Câmara Aprova Registro Obrigatório em Prontuário Médico de Indícios de Violência Contra a Mulher O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20) o Projeto de Lei 3837/15, da Deputada Renata Abreu (Pode-SP), que obriga profissionais de saúde a registrar no prontuário de atendimento os indícios de violência contra a mulher, para fins de estatística, prevenção e apuração da infração penal. A anotação deverá ocorrer se o profissional identificar sinais ou suspeitar da prática de violência contra a mulher. Ele também terá de notificar a direção da instituição de saúde onde ocorreu o atendimento. A direção terá, então, 24 horas para comunicar o fato às autoridades policiais para as providências cabíveis. A proposta seguirá para o Senado. Dia Nacional do Policial e do Bombeiro Militares será em 24 de junho A data de 24 de junho será comemorada, a partir deste ano, como Dia Nacional do Policial e do Bombeiro Militares. É o que prevê a Lei 13.449/2017, sancionada pelo Presidente Michel Temer e publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União. Comissão do Senado Federal Rejeita Projeto de Reforma Trabalhista Os integrantes da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal rejeitaram por 10 votos contrários e 9 favoráveis o relatório ao projeto da reforma trabalhista (PLC 38/2017). O parecer aprovado pela comissão, nesta terça-feira (20), foi o voto em separado do Senador Paulo Paim, pela rejeição integral do texto. A tramitação continua e a matéria seguiu para Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde nesta quarta-feira (21) foi lido o relatório do Senador Romero Jucá (PMDB-RR), que defendeu a aprovação do texto do Projeto nos moldes em que veio da Câmara. No dia 28 haverá uma reunião extraordinária, para leitura dos votos em separado que forem apresentados ao relatório lido na CCJ. A leitura será feita até às 16h; a partir daí, será iniciada a fase de debates, com dez minutos de discussão para cada senador. A seguir, será feita a votação, que será precedida dos encaminhamentos. Sendo aprovado, seguirá para votação em Plenário. Fonte: PMDF.

Apesar de todos os ais, “144 pessoas foram presas na região central da capital paulista, suspeitas de tráfico de drogas”

A ação do Estado Democrático de Direito é assegurar a legitimidade do cumprimento das leis aos cidadãos e às comunidades. Nesse contexto, os órgãos da segurança pública responsáveis pela garantia da ordem pública devem atuar. E atuam, inadiavelmente, nos efeitos, pois é o que lhes restam a fazer. Isso porque houve, certamente, a sucumbência de um, ou mais, órgão ou entidade, público ou privado, que deveria atuar na causa e não o fez, em consequência de um, ou mais motivos, adiados ao longo dos anos. Na  reportagem transcrita em seguida, da autoria de Daniel Melo da Agência Brasil, há uma síntese informativa sobre diversas ações policiais militares, na Praça Princesa Isabel da cidade de São Paulo-SP, iniciadas no “dia 21 de maio na Cracolândia”. Há, também, algumas considerações de diversas autoridades de instituições envolvidas no processo e de frequentadores daquela localidades. Leia mais informações sobre a reportagem publicada a seguir: Desde a operação policial do dia 21 de maio na Cracolândia, 144 pessoas foram presas na região central da capital paulista, suspeitas de tráfico de drogas. Segundo o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Barbosa, as detenções, que incluem 13 adolescentes, são o resultado do aumento do policiamento na área. O próprio deslocamento da aglomeração de usuários pode, de acordo com o secretário, ser um indicativo dos resultados da polícia. “Se qualquer organização criminosa está vendo a necessidade de mudar de um lugar para o outro, o que eu estou vendo é eficiência da polícia”, disse. Os usuários de drogas que estavam concentrados na Praça Princesa Isabel foram, na noite da última quarta-feira (21), para a esquina da Rua Helvetia, próximo à Estação Julio Prestes. A nova mudança da principal aglomeração da Cracolândia ocorre exatamente um mês após a operação policial que destruiu as barracas improvisadas do chamado fluxo e prendeu pessoas acusadas de tráfico. O local atual é quase o mesmo do ponto à época da ação. As pessoas ouvidas no local pela reportagem da Agência Brasil confirmaram que foram orientadas pelo tráfico a mudarem de lugar. O processo foi acompanhado à distância por policiais militares. “Ficaram fazendo a nossa segurança”, ironizou Antonio, um dos consumidores de crack. O novo ponto é considerado melhor, por grande parte dos usuários, que reclamavam da lama na Praça Princesa Isabel e da distância dos serviços de atendimento que oferecem água e banheiros. Para o secretário Mágino, não havia necessidade de interferência da polícia na movimentação. “A migração de usuários de um lugar para outro é uma coisa que você não consegue impedir. Você estaria cerceando o direito de ir e vir. É uma situação delicada e cabe a nós, Poder Público, monitorar essa situação”, disse. Em maio, logo após a operação policial, houve uma dispersão da população da Cracolândia pela cidade. A Guarda Civil Metropolitana (GCM) contabilizou, uma semana depois, 22 pontos de concentração dessa população na região central. Porém, ao longo dos dias, a Praça Princesa Isabel se consolidou como maior aglomeração. Há menos de duas semanas, no dia 11 de junho, foi feita outra operação, dessa vez na própria praça, que destruiu as barracas improvisadas e prendeu dois homens acusados de tráfico de drogas. Na ocasião a prefeitura estava instalando um novo conjunto de contêineres para atendimento dos usuários próximo à praça. O equipamento que oferece chuveiro e acomodações para pernoite enfrentava resistência dos moradores e comerciantes. Foi firmado com acordo para que os alojamentos viessem acompanhados de um aumento do patrulhamento da GCM e fosse provisório, por apenas 120 dias. “Eles queriam implantar na raça. Fizemos um acordo por questão de segurança dos moradores”, lembrou o presidente da Associação dos Moradores e Comerciantes dos Campos Elíseos, Iézio Silva Um equipamento semelhante foi colocado próximo à Estação da Luz, na Rua dos Gusmões. O plano da administração municipal é oferecer um total de 280 vagas emergenciais na região da Luz, além de disponibilizar 60 leitos de pré-internação em um ambulatório na Praça Princesa Isabel. Em um mês, os serviços municipais contabilizaram 427 internações voluntárias. Fonte: Agência Brasil.

Mãos à obra!

Em 14 meses Emmanuel Macron criou um partido, consolidou-se na liderança, venceu as eleições para presidente e conquistou 2/3 do legislativo francês. O que mais impressiona é que ele nunca havia concorrido a cargo político, mas foi eficiente ministro das finanças do governo anterior. Fez uma verdadeira faxina na velha política aposentando antigos líderes e grandes nomes da política francesa. O cara tem 39 anos, co-príncipe de Andorra, banqueiro, casado com Brigitte 25 anos mais velha que ele, competência comprovada no setor privado, passado conhecido e limpíssimo. Faltam 15 meses para as eleições no Brasil. Ainda dá para surgir um líder assim. Dizem que Deus é brasileiro e poderá nos dar uma força. Que tal buscarmos um perfil semelhante? Mãos à obra!

Governadora de Roraima anuncia remuneração e benefícios aos policiais e bombeiros militares estaduais e reestruturação organizacional dos órgãos

No portal da Agência do Governo do Estado de Roraima, encontra-se a reportagem, transcrita em seguida, noticiando o aumento do “efetivo da Polícia Militar, de três mil, para três mil e quinhentos policiais” e mais três projetos de lei, versando sobre “remuneração” (PLC nº 08/2017); “previdência” (PLC nº 09/2017) e reorganização do Corpo de Bombeiros Militares (PLC nº 10/2017). No vídeo destacado acima, Coronel Edson Prola, comandante-Geral da Polícia Militar do Estado de Roraima (PMRR) destacou a iniciativa da governadora Suely Campos e os benefícios consequentes da decisão política. Leia mais informações, na notícia transcrita a seguir: Esta semana foram aprovados na Assembleia Legislativa, quatro importantes projetos que beneficiam Policiais e Bombeiros Militares de Roraima. De autoria governamental, eles agora seguem para sanção da governadora Suely Campos. Os projetos de reestruturação beneficiam ambas as categorias. O primeiro é o que aumenta o efetivo da Polícia Militar, de três mil, para três mil e quinhentos policiais. Estão inclusos nesse quantitativo os policiais militares do Estado e também do Ex-Território Federal de Roraima. “Esse aumento vai permitir que a Polícia Militar realize concurso e coloque mais policiais nas ruas, reforçando a segurança da população”, destacou Suely Campos. O comandante geral da Polícia Militar, Coronel Edson Prola, juntamente com outros oficiais da corporação, esteve presente à sessão na ALE. Ele destacou o empenho da governadora em atender o pleito da categoria. “Há quase duas décadas os militares aguardavam pela aprovação desses projetos. É um importante reconhecimento e demonstra o comprometimento da governadora com a categoria”, disse. Somando-se todos os Quadros de Oficiais da PMRR, a corporação dispõe de 288 Oficiais, com patentes que vão de 2º Tenente a Coronel. Já em relação aos Praças, são 3.212 militares, com patentes de Soldado até Subtenente. O segundo é o Projeto de Lei Complementar (PLC nº 08/2017) (PLC) n° 08/2017, que trata da remuneração. Já o PLC n° 09/2017 versa sobre o regime próprio previdenciário. O quarto projeto aprovado foi o PLC n° 10/2017, sobre a redistribuição do atual quadro de organização da Lei 346/2002 do Corpo de Bombeiros, para reestruturar os órgãos setoriais do Comando, além de criar a Diretoria de Inteligência, de Informática e Estatística e de Ensino. Os ajustes no quantitativo de oficiais e praças vão contribuir para melhoria do funcionamento da corporação. NOVAS FUNÇÕES – O aumento será de 62% no número total de funções de oficiais, passando das atuais 121 para 196 funções. Quanto às funções de subtenentes e sargentos houve um aumento de 39,5%, aumentando das atuais 337 para 470 funções graduadas. Não houve a necessidade de aumento de efetivo, mas apenas uma redistribuição do mesmo. Neste caso ocorreram as retiradas de funções das graduações de soldado e cabo que não estavam sendo ocupadas. CORPO DE BOMBEIROS – Entre as principais mudanças estão a criação de uma Ouvidoria e de uma Diretoria de Controle Interno, para dar continuidade ao atendimento de qualidade para a sociedade roraimense e ao mesmo tempo, manter o CBMRR como uma Instituição que, além do alto grau de credibilidade e aceitação frente ao público externo, esteja norteando os princípios da administração pública, garantindo a manutenção do respeito conquistado e, acima de tudo, valorizando de forma transparente e legal os militares que compõem a corporação. Presente na sessão da Assembleia Legislativa do Estado, O coronel Edson Prola, comandante-geral da PMRR, manifestou, à governadora de Roraima, o agradecimento em nome dos membros da Instituição Militar Estadual (IME), e orientou a publicação do vídeo, na rede social da IME, com a seguinte notícia: Senhora Governadora, É com grande satisfação que a Polícia Militar agradece a sua atenção e respeito demonstrados neste dia. Agradecemos, o esforço ininterrupto em atender às necessidades da corporação, com ações contínuas de valorização do policial militar. Os projetos de lei referentes ao Quadro de Distribuição de Efetivo, à Legislação Previdenciária e ao Estatuto dos Militares Estaduais, são largos passos em direção ao ideal da Segurança Pública. Nossa missão é árdua mas o reconhecimento é a recompensa. Fonte: Governo de RR e PMRR.

Queixa-crime de Temer contra Joesley foi rejeitada na Justiça Federal

“O Globo” noticiou nessa terça-feira (20) que “O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal, rejeitou a queixa-crime do presidente Michel Temer contra Joesley Batista. Temer queria processar o empresário por crimes de calúnia, injúria e difamação.” Apresentada pela defesa do Presidente, a ação visava incriminar o desafeto, Joesley Batista, em consequência de uma entrevista dada “à revista Época”, acusando “Temer de chefiar ‘a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil’”. Ainda no domingo (18), após “a publicação da entrevista, Temer já havia anunciado que processaria Joesley pelas ‘mentiras’ declaradas à revista. Em nota pública, o Palácio do Planalto chamou o empresário de ‘bandido notório’”. Na decisão do Magistrado “não há crime no fato de Joesley ter dado entrevista e fazer acusações ao presidente, tendo em vista que as afirmações fazem parte de acordo de delação premiada”. No despacho do Juiz, consta ainda que “A reiteração de fatos afirmados em acordo de colaboração premiada que, malgrado tenha sido homologado pelo Supremo Tribunal Federal, vem sendo seguidamente contestado seja pelo conteúdo que encerra, seja pelas consequências que produz, constitui direito do querelado (Joesley), pessoa diretamente interessada em sua manutenção”. Além disso, segundo O Globo, “Para o magistrado, Joesley, ao dar entrevista, procedeu ‘com o fim de narrar fatos e afastar qualquer aleivosia que se lance ao acordo de colaboração premiada que celebrou com o Ministério Público Federal’”. Fonte: O Globo.

“Violência e Economia”

O Jornal Globo deste domingo (18) publicou a opinião Violência e Economia, da autoria do Coronel Wolney Dias Ferreira, comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). A reportagem foi igualmente publicada no portal da PMERJ. No texto, o Coronel Wolney relata uma análise da questão da violência e criminalidade no ambiente socioeconômico do Estado do Rio de Janeiro. Faz comparações periódicas, referindo-se às duas décadas do século passado e as duas deste século. Explicita a pressão sobre um crescimento nada compatível com a desejável organização e estruturação dos espaços geográficos destinados às concentrações metropolitanas cariocas e, apesar desses contrapontos, enfatiza o esforço dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública na prestação de serviços aos cidadãos e comunidades. Leia e obtenha mais informações, na notícia publicada e transcrita a seguir: Em período de crescimento, reduzimos a taxa de homicídios para 28,7 em 2012. A partir do ano passado, no entanto, os homicídios voltaram a ter trajetória de alta Historicamente, os indicadores de violência acompanham o desempenho da economia. Embora seja impossível quantificar essa constatação com números de ciência exata — tal a quantidade de variáveis em jogo —, podemos afirmar que nas crises econômicas, como a atual, a violência se expande. E, pior, quando a violência se expande, empurra para baixo a economia, produzindo um ciclo desastroso para toda a sociedade. É possível observar esse cenário nas últimas quatro décadas. O primeiro grande boom de violência foi vivido no estado nas décadas 1980 e 1990, período em que se registrou um forte esvaziamento no setor industrial, especialmente na Zona Norte carioca — Penha, Bonsucesso, Benfica, Caju, Jacaré e outros bairros. Grandes empresas fecharam e deixaram para trás edificações e terrenos, que, em seguida, serviram para expansão de favelas. A ocupação desordenada do solo, por sua vez, agravou a violência. Em 1994, a taxa de homicídio chegou a 64,8 por cem mil habitantes, um recorde da série histórica. Na primeira década do novo século, os indicadores tanto da economia quanto da violência começaram a se reverter. Beneficiado pelo preço das commodities no mercado internacional, o país se expandiu, houve grandes investimentos em infraestrutura e uma vigorosa política de inclusão social. O Rio de Janeiro, com a expansão da indústria do petróleo, viveu um momento muito especial. Nesse período de crescimento, conseguimos reduzir a taxa de homicídios para 28,7 em 2012. A partir do ano passado, no entanto, os homicídios voltaram a registrar trajetória de alta. Não cabe aqui discutir se demoramos a nos preparar para enfrentar as consequências da crise financeira internacional, que explodiu nos EUA em 2008 e espalhou-se rapidamente pela Europa e mercados da Ásia. Mas não há dúvida de que a quebra de Wall Street é um dos fatores determinantes da recessão brasileira. E hoje pagamos um preço alto, com mais de 13 milhões de desempregados. Se observarmos as curvas da série histórica dos homicídios no estado, entre 1991 e 2016, é possível estabelecer um paralelo com a economia. O Rio foi o estado mais prejudicado com a queda vertiginosa da indústria do petróleo, seu maior ativo econômico. No curto prazo, as consequências da crise na segurança são evidentes, com a perda de homens e equipamentos. Para citar um exemplo, deixamos de contar, por falta de recursos, com um reforço diário de 600 policiais que eram pagos pelo programa Regime Adicional de Serviço (RAS). No médio e longo prazo, temos um desafio muito grande para impedir que novas áreas da região metropolitana — como Itaboraí, Xerém, Itaguaí — virem grandes favelas, como aconteceu há 20 anos na Zona Norte carioca. O governo do estado vem atuando com determinação para equacionar o impasse financeiro, como medida emergencial. E, em seguida, criar mecanismo de recuperação da crise, diversificando a economia com investimentos em serviço, infraestrutura e meio ambiente, além da retomada de setores tradicionais como a indústria naval. Nesse complexo quadro socioeconômico, não podemos deixar de enaltecer o trabalho das forças de segurança do estado, em particular dos policiais militares. Apesar de todas as dificuldades financeiras e materiais, nossa tropa não perdeu o entusiasmo de cumprir o lema da corporação: “Servir e proteger”. Fonte: PMERJ e O Globo

Polícia Militar Do Distrito Federal publica mais notícias Parlamentares no Boletim Informativo

No portal da Polícia Militar do Distrito Federal, há mais notícias parlamentares referentes ao período de 09 a 16/06/17, publicadas no Boletim Informativo da Instituição Militar Estadual. Reforma da Previdência A Proposta de Emenda à Constituição 287/2016, que dispõe sobre a reforma da Previdência (Altera os arts. 37, 40, 109, 149, 167, 195, 201 e 203 da Constituição, para dispor sobre a seguridade social, estabelece regras de transição e dá outras providências), encontra-se pronta para a Pauta no Plenário da Câmara dos Deputados. A Proposta precisa ser votada em dois turnos, necessitando de 308 votos para aprovação em cada um, antes de ser encaminhada ao Senado Federal. PL 6726/16 – Extrateto O Projeto de Lei 6726/2016, que regulamenta o limite remuneratório de que trata a Constituição Federal (inclui no teto remuneratório a indenização por licenças, férias etc), não sofreu alterações e continua aguardando designação de Relator na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP). Chega à Câmara Projeto que Define Crimes de Abuso de Autoridade A Câmara dos Deputados começa a analisar o Projeto de Lei 7596/17, do Senado, que define os crimes de abuso de autoridade, cometidos por servidores públicos e membros dos Três Poderes da República, do Ministério Público, dos tribunais e conselhos de contas e das Forças Armadas. A proposta lista ações que poderão ser consideradas abuso de autoridade, quando praticadas com a finalidade específica de prejudicar alguém ou beneficiar a si mesmo ou a terceiro. Entre elas, obter provas por meios ilícitos; Constranger o preso ou o detento a produzir prova contra si mesmo ou contra terceiro ou a exibir-se ou ter seu corpo ou parte dele exibido à curiosidade pública; e Executar a captura, prisão ou busca e apreensão de pessoa que não esteja em situação de flagrante delito ou sem ordem escrita de autoridade judiciária. As penas previstas variam de seis meses a quatro anos de prisão, mais multa, e serão aplicadas independentemente das sanções de natureza civil ou administrativa cabíveis. Além disso, as autoridades condenadas terão que indenizar a vítima, devendo o juiz fixar na sentença o valor mínimo de reparação. Em caso de reincidência, também poderá haver a inabilitação para exercício da função pública pelo período de um a cinco anos e a perda do cargo, mandato ou função. A proposta ainda será distribuída às comissões permanentes. Se for aprovado na Câmara dos Deputados com alterações, retornará ao Senado Federal; Caso contrário, o projeto seguirá à sanção, revogando a atual Lei do Abuso de Autoridade (4.898/65). Ouça o áudio do informativo clicando aqui. Fonte: PMDF.

“Candidata de direita é agredida ao fazer campanha em Paris”

A foto registra o momento em que “Nathalie Kosciusko-Morizet, ex-ministra do governo Sarkozy, foi agredida nesta quinta-feira (15) em um mercado de Paris onde fazia campanha”. O episódio aconteceu “três dias do segundo turno das eleições legislativas na França” e tudo indica que “os ânimos estão exaltados”. A agredida é “candidata do partido Os Republicanos a uma vaga na Assembleia” e o agressor “fugiu depois do ataque”. Sobre o fato citado, a Rádio França Internacional (RFI) destacou que: A candidata distribuía panfletos em um mercado do 5° distrito da capital francesa, um bairro nobre de Paris. Um homem de cerca de 50 anos se aproximou, recebeu o material das mãos de Kosciusko-Morizet e os lançou violentamente contra o rosto dela, chamando-a de “burguesa de merda”. A candidata caiu, bateu com a cabeça e ficou desmaiada por alguns minutos. Rapidamente, os bombeiros foram chamados e a republicana foi levada para um hospital da região, onde recebeu a visita do primeiro-ministro, Edouard Phillipe, membro de seu partido. Antes de deixar o local correndo, o homem ainda gritou: “É por sua causa que temos Hidalgo como prefeita”. Anne Hidalgo, do Partido Socialista, venceu as últimas eleições para a prefeitura contra Kosciusko-Morizet. A justiça abriu uma investigação por “violência voluntária” e realiza buscas para encontrar o agressor. Fonte: RFI.

“Três anos após início da Copa, ‘elefantes brancos’ servem até de escola para reduzir prejuízo”

A BBC – Brasil publicou extensa reportagem, assinada por Renata Mendonça, mostrando a utilidade de alguns estádios brasileiros, “três anos após o início da Copa”, considerados “elefantes brancos” e que, para “reduzir o prejuízo”, “servem até de escola”. Na reportagem são destacados os estádios “Mané Garrincha (Brasília), Arena Pantanal (Cuiabá), Arena da Amazônia (Manaus), Arena das Dunas (Natal) e Arena Pernambuco (Recife)” com as seguintes informações: Estádio Custo de construção Custo mensal de manutenção Arrecadação em 2016 Prejuízo Arena da Amazônia R$ 660,5 milhões R$ 550 mil R$ 1,11 milhão R$ 5,5 milhões Arena Pantanal R$ 628 milhões R$ 700 mil não informou R$ 8,3 milhões Arena das Dunas R$ 423 milhões sem informações disponíveis sem informações disponíveis sem informações disponíveis Arena Pernambuco R$ 532 milhões R$ 860 mil R$ 2,4 milhões R$ 7,92 milhões Mané Garrincha R$ 1,8 bilhão R$ 700 mil R$ 1,70 milhão R$ 6,4 milhões Arena da Amazônia (Manaus) Nas informações sobre a Arena da Amazônia (Manaus), a reportagem esclarece que: O estádio de Manaus foi considerado um dos “mais bonitos” construídos para a Copa. Depois do Mundial, foi palco de partidas de futebol da Olimpíada e de amistosos da seleção brasileira, e sediou partidas de clubes cariocas como Flamengo e Vasco, que têm um bom número de torcedores em terras amazonenses. Com custo de R$ 550 mil por mês para manutenção, o estádio de 40 mil lugares via nos jogos dos times do Sudeste sua principal fonte de renda. No entanto, com a mudança nas regras da CBF, a situação ficou difícil. Para reduzir o deficit, a administração do estádio aposta no futebol local, para que ele possa “se pagar” já no ano que vem e, no futuro, ser até uma fonte de recursos para o governo. Em entrevista à BBC Brasil, Fabrício Lima, secretário de Esportes e Lazer do Amazonas, lamentou a falta de apoio da CBF. “Há algumas decisões da CBF que vão de encontro a tudo aquilo que eles pregaram na Copa do Mundo, de legado, daquilo que eles queriam para o futebol. A entidade que deveria fomentar os estádios e ajudar a fazer com que eles crescessem e junto com eles o futebol local, não faz isso.” Lima contou que a estratégia foi abrir as portas para os clubes locais, sem cobrar deles. Com jogos e eventos a casa semana, segundo Lima, o “cartão-postal” da cidade ganha vida e afasta o estigma de “elefante branco”. “Aqui é como uma empresa, ela não vai dar lucro de uma hora pra outra. Esse ano, o público ainda está muito aquém…mas ele vem melhorando a cada ano”, disse Lima. O futebol feminino também tem sido incentivado dessa maneira, segundo Lima. O Iranduba, equipe amazonense que se firmou no cenário nacional no ano passado e já levou o maior público da arena em jogos locais (mais de 17 mil pessoas em partida pela Liga de Futebol Feminino Sub-20 em 2016), não paga aluguel para atuar no estádio e fica com toda a renda dos jogos. “É uma forma de fomentar o futebol feminino. A gente acredita que é um investimento a médio e longo prazo nosso para os clubes locais.” A Arena da Amazônia é alvo de investigação por fraude na licitação. Segundo delação da Odebrecht, a licitação em Manaus teve um acordo para que fosse vencida pela Andrade Gutierrez. Arena Pantanal (Cuiabá) Para a Arena Pantanal, em Cuiabá, a reportagem destaca que: O custo mensal é de R$ 700 mil, mas a atual administração da Arena Pantanal não sabe quanto o estádio arrecadou em 2016, nem o tamanho do prejuízo. Mas segundo estimativa da revista Época, a arrecadação do ano passado foi de apenas R$ 100 mil – o que representaria um deficit de R$ 8,3 milhões. “A arrecadação só foi regulamentada em agosto de 2016, portanto não há dados relativos a 2015 e como já ocorreu na parte final do ano, também não temos os dados precisos dos eventos. Como houve a mudança na gestão do estádio, não foi possível obter os valores relativos aos cinco meses de 2016 após a regulamentação”, afirmou a secretaria de Educação, Esporte e Lazer. Por enquanto, a melhor utilização para aproveitar a arena de 41 mil lugares em Cuiabá foi fazer dela uma escola, instalada há três meses e com 300 alunos. “Já que o estádio está aí, nós temos que usar”, disse o secretário Leonardo de Oliveira. “A arena aqui fica num complexo esportivo com piscina olímpica, quadra de vôlei de areia, ginásio, etc. Os alunos estudam normal e no outro turno são 3 horas de esporte. Nossa ideia é fazer uma escola estadual voltada ao esporte, com 10 modalidades para começar a trabalhar atletas. Eles terão acompanhamento de médicos, dentistas, fisioterapeutas e tudo mais.” A construção da Arena Pantanal também é alvo de investigação por corrupção. O ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB) foi acusado pelo ex-secretário da Copa do Estado, Eder Moraes, de ter recebido propina no valor de R$ 5 milhões para acelerar a contratação da obra. Os dois estão presos. Arena das Dunas (Natal) De igual modo, a arena potiguar, enfrenta situações semelhantes. A reportagem esclarece que: A Arena das Dunas é outra obra sob investigação da Polícia Federal, na Operação Manus, que apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na construção do estádio, além de um superfaturamento de R$ 77 milhões. O ex-ministro (do Turismo) e deputado federal Henrique Alves (PMDB) foi preso na semana passada como alvo da operação. O estádio também depende dos cofres públicos para se pagar. Um dos mais utilizados no período pós-Copa, a arena de Natal agora recebe poucos jogos e, segundo levantamento da revista Época, acumulou mais de R$ 35 milhões de prejuízo entre 2014 e 2015. A reportagem entrou em contato com a administração do estádio, mas não obteve resposta sobre custos e arrecadação. A Arena das Dunas foi construída como uma parceria público-privada (PPP); a concessão vale por duas décadas, e o Estado pagará por ela durante os próximos 17 anos.

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