ÀS VEZES, O AZAR RESPIRA SORTE!…
ÀS VEZES, O AZAR RESPIRA SORTE!… João Bosco de Castro*. Às 13h de 21 de outubro de 2017, sábado, Eu, minha Namorada Beatriz, minha Filha Bruna Dáphne e seu Namorado Tadeu Henrique participamos de agradável encontro socioassistencial na Liga Operária de Minas Gerais, sediada na Rua dos Tamoios, nº 930, Centro de Belo Horizonte, Capital do Estado, para almoço beneficente em favor da Associação das Obras Pavonianas de Assistência ─ AOPA. Vi lá coparticipação efetiva de Pessoas e Entidades engajadas na Felicidade Comunitária e Grandeza Humana, como a própria Liga Operária, a mencionada AOPA, Segmentos Religiosos e a Maçonaria Universal. Sem esses Salvadores, os Mais-Necessitados sempre ficam à mingua de socorro, pois em republiquetas da marca do Brasil, dirigidas por ratazanas políticas dos três poderes, os agentes impúblicos fantasiados de politicoides amorais elevam-se à gestão da Pátria Amada pelos degraus da escadaria construída no monturo, sob o pálio ignorante de eleitores míopes depauperados pelo desaviso crítico oriundo da falta de Escola de Qualidade e pressionados por desemprego gerador de fome e desespero. Em ambientes dessa laia maldita e acanalhada, fulminadora de oportunidades sociais e impeditiva de progresso moral e econômico, os recursos honestos enfiam-se na funda goela de larápios e até se espalham pelos ralos fétidos e mesquinhos da sistêmica e vergonhosa corrupção atrelada à indecência da concussão avassaladora da dignidade estatal e empresarial. Para Crianças, Adolescentes, Idosos e outros Seres desvalidos, a par de Desempregados e outras Vítimas do cancro sociopolítico, obterem algum alento de vida, até mesmo comida nutritiva, existem Maçons, Espíritas, Católicos, Protestantes, Vicentinos, Ligas Operárias e AOPAs. Ainda bem!… Na Liga Operária da Rua dos Tamoios, anfitriã e hospedeira do maravilho Evento beneficente, fomos cordialmente acolhidos pelo Secretário Márcio Viana de Paula, ardoroso Maçom, Pai de Tadeu Henrique, e Dona Idelma Macedo de Paula, Mãe do mesmo Tadeu. O nível do Encontro era elevado e irradiava alegria e paz, congraçamento e cordialidade, atenção humana e autodoação dadivosa, como convém aos melhores Artífices da Felicidade Alheia. Gostamos bastante de todos aqueles ares de Amizade e Elegância Espiritual. Tudo ali tinha jeito de aprazível e apaziguante Convivência, com espontaneidade e singeleza a serviço da Tranquilidade e Garantia da Vida Humana. Sorridente e expressiva, Dona Idelma ajudava a servir às filas de comensais varados de fome. Ela também fez docinhos esplêndidos e ofereceu-os a Todos. Quanta habilidade e ternura numa só e única Pessoa!… Almoçamos bem! Massas especiais e generosas, bem-servidas e regadas com sucos e refrigerantes. Quem gostasse de vinhos e cervejas, e disso bebesse em tal festança, pagasse mais por esses mimos. Sobremesa farta, bem-feita e bem-servida, ao guloso costume dos montanheses, até poderia comprometer os diabéticos ou aqueles mais redondinhos e fofos ornamentados com os perfeitos pneuzinhos da obesidade central. Tentei conter-me, porém não dei ouvidos aos clamores vigilantes dos arcanjos zeladores dos bons-modos da barriga-chapada!… Ao final da Confraternização adorável, surgiu animado sorteio de brindes. Minha Filha Bruna Dáphne ganhou sofisticados sabonetes da Natura. Meu número 46 foi o último a ser laureado. Eta coisa boa! Último número laureado naquele pródigo sorteio, sim, mas o primeiro voo da sorte a acertar-me na vida de azares, ao longo destes meus setenta anos. Ganhei um exemplar de O Planeta das Gêmeas: entre risadas e brincadeiras, de Melissa e Nicole, Editora Astral Cultural. Sempre apoiei moções de filantropia. Comprei e vendi rifas e quejandos da sorte, vida afora, contudo somente me visitava o azareio. Isso nunca me desgostou… Em fins de 1977, em Patrocínio-MG, quando e onde, como primeiro-tenente, Eu comandava a 2ª Companhia de Polícia Militar do Condor do Paranaíba, ali sediada, quase ganhei um fusca zerinho-zerinho, ano 1977, modelo bonito de 1978. Minha Loja Maçônica 31 de Março, recém-instalada, fazia campanhas diversas para o exercício filantrópico e, naquela ocasião, buscava recursos para a construção de seu majestoso Templo da Arte Real. Ainda aprendiz, incumbi-me da venda de cem bilhetes sem nenhuma numeração. Eram dez mil chaves de veículo: aquela, cujo talhe de segredo fizesse o dito-cujo funcionar, corresponderia ao bilhete premiado. Das cem chaves sob minha responsabilidade, vendi noventa e comprei dez… Vendi-as a Mim mesmo! Guardei-as em minha gaveta de comando, com toda a segurança, à espera do novo azareio. E o diabo me veio, com suas conhecidas e eficazes habilidades transformadoras de sorte em azar! A uma semana da data prevista para o sorteio, o Décimo Quinto Batalhão de Patos de Minas, o Condor do Paranaíba, reforçou-me o efetivo policial-militar de Patrocínio com dezesseis Soldados recém-formados no Curso de primeira qualificação. Recebi-os, com alegria e palestra de boa-chegada, ao início da manhã de chuvosa segunda-feira de dezembro. Após essa recepção, dois deles foram a meu Gabinete, atrás da boa-sorte. Queriam comprar uma chave-bilhete do sorteio do tal fusca zerinho-zerinho. A princípio, não quis dar-lhes atenção, pois, ao vender noventa, só me restavam as dez belas chaves reservadas à madura insistência de minha categoria de pé-frio. Eles tinham, contudo, argumento poderoso e lúcido ao qual me curvei: “─ Sô Tenente, o Senhor ainda fica dono de nove chaves… Queremos comprar só uma, ainda assim à-meia, porque nossa grana é pouca!…” Amoleci-me a convicção de cabeça-dura egoísta. Abri minha gaveta, retirei dela as dez chaves e deixei-os escolher uma… apenas uma. Os dois jovens Soldados embaralharam a penca e retiraram a deles. Pagaram-me Cr$ 2.000,00 (dois mil cruzeiros) com duas cédulas amarelinhas de Cr$ 1.000,00 (mil cruzeiros). Saíram satisfeitos com a conquista. Seis dias após essa bendita e bem-argumentada transação, a chave-bilhete deles fez o fusca funcionar. Levaram o bicho. Venderam-no. Com o dinheiro, cada um comprou o seu, também fusca, bem-bonzinho, apesar de desgastado pelo tempo e pelas refregas do uso. A tal chave-bilhete rendeu a transformação de um fusca zerinho-zerinho 1978 em dois fuscas 1966, ainda saudáveis. Não me entristeci com isso. Louvei a boa-sorte de meus dois Comandados. Continuei minha senda festiva de ajudador… Às vezes, o azar respira sorte!… Estive com O Planeta das Gêmeas em mão, por alguns poucos minutos, naquele fraterno almoço beneficente de 21 de outubro de 2017.
Policiais militares brasilienses do Centro de Pilotagem Policial realizam treinamento para Agentes da ONU
Policiais militares brasilienses do Centro de Pilotagem Policial (CPP) realizam treinamento de condução de veículos para agentes da Organização das Nações Unidas. Os agentes receberam treinamento para manobras defensivas e ofensivas e também sobre manobras evasivas para situações de risco. Os carros foram locados pela ONU e por sugestão do CPP foram o mais próximo possível daqueles usados na ONU e suas agências. Leia mais informações publicados numa postagem, no portal da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e transcrito em seguida: O Centro de Pilotagem Policial (CPP) está realizando nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no Autódromo de Brasília, o treinamento de condução de veículos para 20 agentes da Organização das Nações Unidas. Os funcionários das Nações Unidas fazem parte da segurança do orgão. No primeiro dia eles receberam noções teóricas, no segundo dia receberam treinamento para manobras defensivas e ofensivas. No terceiro dia, os participantes da aprendizagem irão receber treinamento em manobras evasivas para situações de risco. O carros utilizados foram locados pela ONU e a sugestão dada pelo CPP era de que fossem o mais próximo possível do que são usados na ONU e suas agências. Um dos participantes é Daniel José Lopes Torres, chefe do Conselho de Segurança das Nações Unidas no Brasil. Outro funcionário que participa é o chefe do Escritório da ONU para crimes e drogas no Brasil, Rafael Frasine. Um dos instrutores, o segundo sargento Maxueel, explicou que os agentes da ONU trabalham com os chefes de agências das Nações Unidas no Brasil, como o UNICEF e o Banco Mundial. Ele descreveu um dos treinos realizado, o de frenagem. Nele o veículo trafega entre 60 e 70 quilômetros por hora, quando o instrutor fala para o motorista parar. O objetivo desse teste é diminuir o tempo de reação do condutor. Segundo o sargento, esse tempo pode ser a diferença entre se livrar de um acidente ou não. Fonte: PMDF
Policial militar baiano concluiu o 1º Curso de Caçador Policial realizado em Fortaleza-Ceará
No portal da Polícia Militar do Estado da Bahia (PMBA), um post informa que “um soldado integrante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) […] o 1º Curso de Caçador Policial”, no “Comando Tático Rural (Cotar) da Polícia Militar do Ceará entre os dias 1º e 31 de outubro, na cidade de Fortaleza”. Neste Pontopm, publicou-se um post, sobre a conclusão o citado curso, com o seguinte título: Policiais Militares Cearenses, Baianos, Fluminenses E Militares Do Exército Brasileiro E Policiais Federais Realizaram O 1º Curso De Caçador Policial Leia mais informações no post publicado, no portal da PMBA, e transcrito em seguida: O curso de Caçador Policial tem como objetivo capacitar o PM na utilização de arma longa e disparos em longas distâncias, de forma que ele consiga observar os locais operativos, proteger a patrulha e neutralizar qualquer ameaça à equipe policial. Com mais de 200 horas de instrução, o curso formou 30 alunos das Polícias Militar dos estados do Ceará (CE), Bahia (BA), Piauí (PI), Rio de Janeiro (RJ), Pernambuco (PE) e Distrito Federal (DF). Os alunos aprenderam com aulas de orientação e navegação; inteligência policial; camuflagem; comunicações; instrumentos ópticos; munições; fundamentos de tiro; sistema de caçada, técnicas de tiro entre outras. ”É um curso inovador de iniciativa da Polícia Militar do Ceará para qualificar policiais com técnicas no uso de arma longa e disparos em longas distâncias, que podem chegar até a 600 metros e com múltiplos alvos”, destaca o caveira capacitado como Caçador Policial. O Departamento de Comunicação Social da PMBA optou por preservar a identidade e imagens do policial, pois esta é uma atividade considerada estratégica em unidade especializada da corporação. Fonte: PMBA.
Posso discordar? Discordarei…
Recebi esta figura, numa das redes sociais. Circula, por aí, livremente, leve e solta! Suscita uma opinião, um posicionamento, ou não? Discordo, completamente, de assassinatos, homicídios. Sempre discordei. Aprendi, desde cedo, que a “vida é dom de Deus”. Êle dá! Ele tira! E não precisa de ajuda, nunca precisou! Discordo, completamente, das 111 mortes ocorridas “no Carandiru”. Discordo, também, das pessoas que insistem na perpetuação do nefasto episódio do Carandiru, mesmo depois de firmada a sentença judicial. Discordo, completamente, das pessoas que, antes do episódio do Carandiru, pegaram em armas, pois, treinados para matar, mataram soldados indefesos, nas sentinelas de quartéis. Discordo, completamente, das pessoas que se esqueceram de que pegaram em armas e mataram e procuram rememorar um episódio transitado e julgado. Discordo, completamente, das pessoas que assistem aos assassinatos de 115 policiais militares, a maioria tombada em plena atividade de proteção, numa das mais importantes cidades brasileiras, dita: “Cartão Postal do País”. Discordo, completamente, das comunidades que assistem — e nada fazem — ao justiçamento inescrupuloso de pessoas dispostas a protegê-las. Discordo, completamente, a incapacidade de não se fazer justiça aos culpados dos milhares de assassinatos ocorridos no Brasil. Discordo, completamente, da política brasileira que pratica ações vis e covardes contra o povo brasileiro. Dicordo, completamente, da justiça mancomunada com a vil e covarde política brasileira, ambas praticadas praticadas pelos mais perversos dos homens.
A cara da política brasileira… “é tudo uma confusão só”!
Duas reportagens, publicadas pela CBN, chamam a atenção: Ouça a primeira que, na página da CBN, destacou: Há indícios que levaram à declaração de Torquato Jardim sobre o Rio O ministro da Justiça criticou o comando da PM do Rio e as autoridades do estado reagiram. Ele não foi leviano. Investigações estão em curso e vão gerar consequências. A classe política vai sofrer com isso. O ministro pode ter se precipitado. Ele tem informações sérias e não adianta o governo do estado reclamar. Mas, ouça, também, a segunda que, destacou, igualmente: Governo não tem condições de demitir nenhum ministro O ministro da Justiça, que se envolveu em polêmica com governador do RJ, esteve com o presidente Temer nesta manhã. Ele teria dito a Pezão que suas acusações contra PMs do estado são de cunho pessoal. Já a ministra tucana Luislinda Valois não pode ser retirada do cargo, já que o presidente não quer piorar relação com PSDB. Depois disso, só nos resta cantar aquela canção do Cazuza: […] Brasil! Mostra tua cara Quero ver quem paga Pra gente ficar assim Brasil! Qual é o teu negócio? O nome do teu sócio? Confia em mim […] Cazuza Fonte: CBN e Letras*.
CANÇÃO DA TERRA (pensamentos por emoção).
CANÇÃO DA TERRA (pensamentos por emoção). João Bosco de Castro. * O Antropólogo-Folclorólogo Saul Alves Martins renovou, em 1998, sua poética e deleitosa Canção da Terra, dada a lume em 1955. Tal Livro dissemina encantamento entre os espíritos sensíveis à Beleza, mediante versos regozijantes e deliciosamente amenos. Saul Martins é Poeta, por agradável, não por versejador! Em prosa e em verso, Ele é maravilhoso, sugestivo e enfeitiçante, porque recriador, na voz de Teodoro de Cirene: “…, tornamo-nos agradáveis, servindo-nos de expressões novas… o pensamento é paradoxal e não está de acordo com a opinião (…) admitida.” Saul é Poeta em prosa, como n’O Catrumano, de Os Barranqueiros, mas refinadamente Poeta nos versos de Canção da Terra e Lagartas-de-Fogo: Poeta por realizador da alogicidade metafórica palpitante na coisa diferente e insinuada pela palavra plurissignificativa, por mestre no arranjo do presente-eterno embutido na a-historicidade irrefutável da conotação renovadora, e por hábil na arquitetura da abstração verbal contida na anarratividade implícita em estados de alma em vez de em acontecimentos ou ações. Em Canção da Terra, a singeleza das coisas torna excelsa e inexplicável a dimensão lírica da palavra estética, em sublime consórcio com a expressão musical esparsa em figuras de linguagem, cesuras, métricas, rimas e ritmos engenhados para fazer transmutações sensoriais do feio e nojento para o bonito e virtuoso, como em Arrudas: soneto lírico tecido em decassílabos entre heroicos e sáficos. A habilidade estética de Saul torna belo e delicioso o atual sujo e desagradável Ribeirão Arrudas, impiedosamente massacrado por esgotos fedorentos e podres da Capital Mineira. Eis o bucolismo concomitantemente zoomorfizador e antropomorfizador fulgente no primeiro terceto dessa dádiva poética: “Já não abrigas em teu seio a vida, Fogem-te os beijos da perdiz garrida E a frescura do verde palmeiral.” Pelo “inutília trúncat” dos Árcades, o desejado Poeta-Coronel barranqueiro de Januária humaniza, com suavidade, a vida circunjacente ao ribeirão infectado por dejetos expulsos por esfíncteres do homem. O poder mágico da metáfora, na primeira quadra do primeiro dos três sonetos constitutivos do poema Flagelados, recria fenômenos cotidianos da existência: “A tarde era tão bela e bruscamente O manto azul do céu desaparece, O vento ladra, já raivosamente, E todo o firmamento se enegrece.” Mesmo em canções heroicas, Saul Alves Martins mostra-se aprazivelmente lírico, à moda parnasiana de emprestar plástica individualista e emocional, com fulcro no presente-eterno, às situações historiosas e historiáveis da labuta humana, como o faz na última estrofe e estribilho da Canção do Lavrador: “Em casa, à noite, do labor cansados, Tocais viola, namorando a lua, Canta o vaqueiro, ao longe, além do prado, Descendo a estrada nua, A recolher o gado. Multiplicai os campos verdejantes, De raça forte sois representantes!” Em Canção da Terra, Saul Alves Martins reconsagra-se Poeta, com apurada e louvável sensibilidade artística e indiscutível técnica de urdidura do verso tradicional: métrica, escansão, harmonia vertical e horizontal (ritmo dos versos e das estrofes), cesura, rima, estrofação, eufonia e literariedade. Isso esplende em sonetos (inclusive com extensão linear de redondilhos maiores e dissílabos, numa geometria raríssima), acrósticos, poemas de variada estrutura (estrófica, métrica, melódica e frasal), canções e trovas. Ele faz, provavelmente como exercício estético-intelectual, alguns poemas tramados em versos livres, dentre os quais Saudação à Bandeira assume suprema grandeza: “Tu resumes toda a história do nosso povo, Seus anseios de independência E sonhos de liberdade. Tremulaste gloriosa em frentes de batalha, Aqui E além… (…) Bandeira do Brasil, Eu te saúdo!” Canção da Terra ilustra e revigora a juventude literária de Saul Alves Martins: Poeta recriador da vida pela magia conotativa da linguagem e articulador da complexidade rítmico-emotivo-conceptual dos conteúdos da imaginação, fonte melhor do Belo, por meio de palavras sugestivas e polissêmicas. Hoje, quando se comemoram cem anos redondos e respeitáveis de seu nascimento “no chão da estrada velha do Pandeiro”, Freguesia norte-mineira de Januária, nosso Desejado Poeta, “lá do outro lado do caminho” da banda transversa da Terceira-Margem do Léthys, nas sensações estéticas e expressões grandiloquentes, continua sua revolução intelectual de agradar aos espíritos amantes da metáfora, eruditos ou brutos, com seara de versos originária da semeadura de pensamentos por emoção. Belo Horizonte-MG, 1º de novembro de 2017. ____________________________ *JOÃO BOSCO DE CASTRO: Professor de Línguas e Literaturas Românicas, Ciências Policiais, Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Ética, Historiografia de Polícia Militar e Crítica Textual aplicada às Ciências Militares. Oficial reformado da PMMG. Romancista, contista, poeta, ensaísta e crítico literário. Jornalista do Pontopm. Rua Epídoto, nº 143 – Santa Teresa, CEP 31010-270 ̶ Belo Horizonte-MG. jbocastro@gmail.com 31-30827699, 31-984321539.
ABAETÊ-TAPEJARA.
Há muitos anos que a Polícia Militar do Estado Rio de Janeiro proclama: “A Paz tem Voz”
Há muitos anos que a Polícia Militar do Estado Rio de Janeiro (PMERJ) proclama: “A Paz tem Voz”. E, nessa última segunda-feira (30), segundo um post publicado, no portal da Instituição Militar Estadual, aconteceu mais um espetáculo — “A Paz tem Voz, Orquestra Bela Oeste!” — com a chancela de músicos policiais militares fluminenses. Assim, a exemplo do que tem acontecido ao longo dos últimos 208 anos, os policiais militares fluminenses, notadamente os músicos e integrantes das bandas, são destacados pelas genuínas contribuições dadas à música e à cultura carioca. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMERJ, e transcrito abaixo: Na noite desta segunda-feira, 30 de outubro, a Orquestra Bela Oeste, do projeto A Paz tem Voz!, se apresentou no aniversário de 10 anos do Bangu Shopping. O projeto foi idealizado pelo escritor da Vila Aliança, Binho Cultura e pelo o Capitão Músico da PMERJ, Carlos Pimenta, e vem transformando a relação entre a Polícia Militar e os moradores das Comunidades da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Estavam presente no evento o Capitão Ronald, subcomandante da CIPMús, o Capitão Músico Pimenta, idealizador do projeto, o bailarino Carlinho de Jesus, além de vários representantes da Polícia Militar e entidades civis. Fonte: PMERJ.
Policiais militares cearenses, baianos, fluminenses e militares do Exército Brasileiro e policiais federais realizaram o 1º Curso de Caçador Policial
No portal da Polícia Militar do Estado do Ceará (PMCE), uma postagem informa que policiais militares cearenses, baiano, fluminenses e militares do Exército Brasileiro e policiais federais realizaram o 1º Curso de Caçador Policial, na Academia Estadual de Segurança Pública do Estado do Ceará. A solenidade de encerramento do curso aconteceu na segunda-feira (30). Leia mais informações, sobre o desenvolvimento do curso, no post publicado, no portal da PMCE, e transcrito a seguir: Um grupo de 30 agentes da segurança pública, incluindo policiais militares dos estados do Ceará, Piauí, Bahia e Rio de Janeiro; militares do exército e policiais federais concluíram, nesta segunda-feira (30), o 1º Curso de Caçador Policial. O treinamento foi promovido pela Academia Estadual de Segurança Pública (Aesp/CE) e habilitou os profissionais para atuarem como combatentes especializados em tiros com armas longas e em procedimentos táticos individuais e de pequenos escalões, junto às patrulhas do Comando Tático Rural (Cotar), unidade responsável pelo combate a crimes de alta complexidade fora dos limites da Capital, atuando principalmente em ocorrências de assaltos a banco e a carro-forte no Interior do Estado. De acordo com o comandante do Batalhão de Choque, tenente-coronel Cícero Henrique Bezerra Lopes, a capacitação é uma inovação e dará reforço às ações de combate à prática criminosa conhecida como“novo cangaço”. “Esse homem especializado ele vai servir como apoio de fogo e atirador para que a patrulha (Cotar) possa progredir. O Caçador também é um passador de informações, passa informação para a patrulha, identifica possíveis alvos e ameaças e eu acho que com isso, o BPChoque irá ganhar muito na atividade Cotar, com esse novo membro da equipe, o caçador.”, O comandante ainda explica qual será o papel desse profissional. “Cada patrulha do Cotar é composta por oito homens e vai ter um policial caçador com armamento específico, camuflagem específica, para cada atuação”, conclui o oficial. Além do conhecimento técnico, o treinamento, de 218 horas/aula, também focou na preparação física, emocional e psicológica, através de disciplinas de orientação e navegação; inteligência policial; primeiros socorros; camuflagem; pista de pistola e fuzil; rastreamento e contrarrastreamento; caçada urbana e diversas técnica de tiro. A solenidade de formatura do curso aconteceu no auditório da Aesp e contou com a participação do secretário executivo da Aesp, Nartan Andrade; do comandante do BPChoque, tenente-coronel Cícero Henrique Bezerra Lopes; do diretor da Divisão Antissequestro (DAS/PCCE), delegado Antônio Pastor e da subcomandante do Policiamento Especializado da PMCE, tenente-coronel Keydna Alves Lima. Fonte: PMCE.
36 sargentos da Polícia Militar da Bahia concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos, em Feira de Santana-BA
No portal da Polícia Militar do Estado da Bahia, um post informa que 36 sargentos da Polícia Militar da Bahia concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos, em Feira de Santana-BA. Leia as informações publicadas no post e transcritas em seguida: Aconteceu na manhã desta terça-feira (31) a solenidade de formatura de 36 policiais no Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS) 2017.1 em evento promovido pelo 1º Batalhão de Ensino Instrução e Capacitação (Beic) de Feira de Santana, no auditório do Centro de Cultura Maestro Miro. A cerimônia reuniu o diretor do 1º BEIC, tenente coronel Josenilton da Hora, autoridades militares da PM, do Corpo de Bombeiros e Exército, do prefeito José Ronaldo de Carvalho, familiares dos formandos. Durante a cerimônia o comandante de Policiamento da Região Leste, coronel Luziel Andrade, foi homenageado com uma placa de título de paraninfo da turma. O sargento Edson Gomes foi agraciado como amigo da turma e a soldado PM Valmira Araújo homenageada como madrinha. O sargento PM Weslei Oliveira dos Santos foi premiado pelo desempenho intelectual por ter obtido a média de 9,25, e os policiais formandos receberam de seus padrinhos e madrinhas certificados. A solenidade contou com a participação da Banda de Música Maestro Wanderley do 1º Beic. Entre as músicas tocadas, a banda destacou o Hino ao Dois de Julho e o Hino Adeus CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças). Fonte: PMBA.

