POLÍCIA OSTENSIVA COM A UTILIZAÇÃO DE DRONES

A polícia ostensiva com a utilização de drones exemplifica a criatividade, inovação e tecnologia usada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Assim, os policiais mineiro sentem-se mais confortado ao desempenho de suas atividades, na preservação da ordem pública. Agem, nos termos das leis vigentes, na prevenção e repressão, no caso da prisão e condução de agentes, a fim de que haja funcionalidade no sistema de defesa social de Minas Gerais. Na Capital Mineira, mais especificamente, na área de atuação do 22º Batalhão de Polícia Militar (22º BPM), ocorre a utilização de drones pelos. Verificou-se, na manhã de sexta-feira, (28/11/25), importante ação policial-militar, com a utilização de drone. Isso amplia a capacidade de patrulhamento aéreo e reforça o compromisso da PMMG, na criatividade, inovação e tecnologia em prol da segurança da população. A novidade do suporte da operação “Guardião Aéreo”, ocorreu no período de 7 de novembro a 12 de dezembro últimos. Nisso, aumentou-se a prevenção de delitos e a presença ostensiva de policiais militares, nas localidades críticas de movimentação das pessoas e veículos. Com a utilização de drones, equipados com giroflex, sirene, megafone com a possibilidade de emissão de mensagens de cunho educativo e câmeras.. Para o comandante do 22º BPM, Tenente-Coronel PM Jésus Cássio de Abreu Júnior, a polícia ostensiva com a utilização de drones é muito importante. Reforça as ações de policiamento comunitário e preventivo, difudem dicas de segurança, e, além disso: “O drone será empregado em rotas planejadas conforme análise e estudo de índices de segurança e fluxo urbano, executando patrulhamento aéreo preventivo e monitoramento de áreas de interesse policial. A equipe de operadores manterá comunicação direta com as guarnições policiais, repassando informações em tempo real sobre movimentações suspeitas”. Fonte: PMMG
FIONA WILSON: CHEFE DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA EM VICTORIA-CANADÁ

A nova Chefe do Chefe do Departamento de Polícia de Victoria (VicPD) será Fiona Wilson. Anteriormente, a oficiala, atuou como “como subchefe do Departamento de Polícia de Vancouver e seu futuro no VicPD”. Leia, em seguida as respostas dadas aos seis questionamentos ora descritos: “P: Você pode compartilhar algumas de suas memórias favoritas e maiores sucessos de sua carreira em Vancouver? Adoro olhar para trás e refletir sobre uma carreira que trouxe tanto significado, entusiasmo e satisfação à minha vida. Alguns dos meus momentos mais memoráveis foram durante meu tempo em patrulha, acompanhando uma equipe dedicada no Downtown Eastside. Os policiais da linha de frente que atendem a chamadas de emergência e interagem diretamente com a comunidade são verdadeiramente a espinha dorsal de qualquer departamento de polícia. Participar desse trabalho no início da minha carreira foi inspirador e formativo. Ao longo do caminho, tive o privilégio de trabalhar ao lado de pessoas extraordinárias – muitas das quais se tornaram amigas para a vida toda e colegas de confiança. Quando penso nos aspectos mais gratificantes da minha carreira, uma área que se destaca é a defesa do Departamento de Polícia de Victoria (VPD) em torno das causas básicas da criminalidade e da desordem, particularmente aquelas ligadas ao uso de substâncias e doenças mentais. Em 2007, o Chefe Jamie Graham, seguido pelo Chefe Jim Chu, me pediu para explorar o que parecia ser uma tendência crescente: um aumento nas ligações policiais envolvendo indivíduos em crise de saúde mental. O apoio deles ajudou a lançar algumas das primeiras pesquisas sobre essa questão no Canadá – uma iniciativa que lançou as bases para uma conscientização e ação mais amplas. Na época, em certas áreas da cidade, mais da metade das nossas ligações envolviam alguém em crise de saúde mental. Foi um momento crucial, uma das primeiras vezes em que um serviço policial canadense reconheceu publicamente a necessidade de maiores recursos comunitários para apoiar pessoas com doenças mentais, muitas das quais entravam em contato com a polícia simplesmente porque não havia outra ajuda disponível. Também demos o importante passo de denunciar o que estava acontecendo: a criminalização das doenças mentais devido a lacunas sistêmicas no atendimento. Essa experiência despertou em mim um compromisso duradouro de defender a melhoria dos apoios à saúde mental, especialmente para aqueles que também enfrentam os desafios do uso de substâncias. P: Como você soube que este era o momento certo para se candidatar a um cargo de chefia? Já estou servindo como chefe adjunto no Departamento de Polícia de Victoria (VPD) há mais de quatro anos e sabia que uma mudança de liderança estava próxima, não apenas para o nosso departamento, mas também para o VicPD. Eu me sentia pronta para dar o próximo passo na minha carreira. À medida que comecei a aprender mais sobre a VicPD e o trabalho em andamento, rapidamente ficou claro que as comunidades de Victoria e Esquimalt compartilham valores que se alinham intimamente com a minha própria abordagem de liderança. As prioridades que me importam como líder policial também ressoam com a visão e as expectativas do Conselho de Polícia de Victoria e Esquimalt. Decidir me candidatar não foi fácil – foi uma mudança significativa. Mas, assim que entrei no processo, ficou cada vez mais claro que era a pessoa certa. Foi uma decisão em grande parte familiar; sabíamos que impactaria a todos nós, então dedicamos um tempo para tomá-la juntos. O processo de recrutamento da VicPD foi impressionantemente completo, e fiquei extremamente grata pela comissão de recrutamento ter me dado a oportunidade de concorrer, mesmo tendo entrado na competição no final do processo. Mesmo assim, concluí todas as etapas junto com os outros candidatos. Tudo aconteceu tão rápido que não precisei manter segredo por muito tempo, apenas o tempo suficiente para garantir que estávamos prontos. Desde que tomei essa decisão, tudo se encaixou. Desde o início, senti que era para ser. “Recebi a oportunidade de desempenhar esta função não porque sou mulher , mas, para ser sincera , acho que é justo dizer que o faço apesar de ser mulher.” P: Como foi quando você recebeu a ligação informando que seria o próximo chefe do VicPD? Por acaso, eu estava dirigindo quando recebi a ligação – curiosamente, eu também estava ao volante quando Adam Palmer ligou para me contar que eu tinha sido aprovada no concurso para superintendente do Departamento de Polícia de Washington, D.C., anos atrás. Talvez estar no carro seja o meu amuleto da sorte quando se trata de novidades sobre carreira! Quando recebi a ligação desta vez, fiquei tomada de gratidão. Foi um daqueles momentos surreais — algo que já vivenciei algumas vezes na minha carreira — em que você precisa parar e realmente absorver, porque é difícil acreditar que está exatamente onde esperava estar. Minha família ficou emocionada e incrivelmente orgulhosa. Meu marido, que trabalha na VPD e realmente ama seu trabalho lá, ficará na cidade com nossos filhos durante a semana enquanto eu me estabeleço em Victoria. Eles virão nos fins de semana, e assim que nosso filho mais novo terminar o ensino médio e meu marido se aposentar, o plano é que todos se mudem para a ilha. Por enquanto, sei o quanto é importante, especialmente neste primeiro ano, estar totalmente presente na comunidade e passar o máximo de tempo possível em Victoria e Esquimalt, construindo essas conexões e definindo o tom para o trabalho que temos pela frente. P: Gostaria também de falar sobre o fato de você ser a primeira mulher chefe da VicPD. Como você se sente? Essa é uma pergunta interessante. Por um lado, reconheço plenamente o significado histórico deste momento e me sinto honrada e privilegiada por assumir este papel. Sei que estou apoiada nos ombros de tantos pioneiros, tanto mulheres quanto homens na polícia, que vieram antes de mim e abriram caminho. Também sei que tive mentores e patrocinadores incríveis ao longo da minha carreira, sem os quais eu não estaria onde estou hoje. Ao mesmo tempo, acho importante ser
QUAL É A QUESTÃO MAIS CRÍTICA PARA O POLICIAMENTO EM 2025?

Perspectivas para 2025 – Fevereiro A nova proposta pela a Revista da IACF – POLICE CHIEF, no mês de fevereiro, procurou saber sobre a questão mais crítica para o policiamento em 2025. Destacam-se, em seguida, as respostas dos policiais: William D. Walsh, Capitão, Departamento de Polícia de Voorhees, Nova Jersey; Raj Mander, Inspetor, Serviço Policial de Surrey, Colúmbia Britânica; Faisal Mukhtar, Superintendente Sênior de Polícia, Polícia de Khyber Pakhtunkhwa, Paquistão e Patrick E. Orender Jr., Comandante de Vigilância – Capelão, Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA. Para William D. Walsh: “O pessoal continuará sendo uma questão crítica no futuro previsível. Pessoal é um conceito amplo, mas a escolha da palavra é proposital. Primeiro, o funcionário tradicional de 25 a 30 anos que trabalha para sua aposentadoria e vê o policiamento como sua única paixão e fonte de renda familiar não existe mais na maioria da força de trabalho atual. Os funcionários de hoje querem ver seu trabalho cuidando deles e de suas famílias agora, não apenas na aposentadoria. Eles esperam que as agências se importem com sua segurança física e psicológica. Incentivos como rodízio de cargos, treinamento baseado em evidências para o aluno adulto versus um campo de treinamento ou abordagem de trote, justiça processual interna como parte da cultura da agência são vitais. Outros investimentos em uma organização saudável incluem reembolso de educação, flexibilidade e voz na programação, programação de saúde e bem-estar, instalações de condicionamento físico, licença parental e assistência infantil. Finalmente, o pessoal busca métricas de desempenho que estejam alinhadas com a missão da agência e as expectativas da comunidade com um foco genuíno no desenvolvimento e enriquecimento dos funcionários como parte do processo de avaliação. Os departamentos já entrevistaram os candidatos. A tendência agora é que os candidatos entrevistem o departamento. O pessoal atual que é responsável por recrutar, contratar e treinar (tanto em academias quanto em treinamento de campo) reconhecendo e aceitando essa mudança de paradigma ajudará as agências em esforços bem-sucedidos de recrutamento e retenção, ao mesmo tempo em que fará com que os membros da nossa equipe se sintam vistos e valorizados. Raj Mander opinou que: O bem-estar dos membros será uma das questões mais críticas que o policiamento enfrentará no próximo ano. Policiais e equipe de apoio enfrentam regularmente uma ampla gama de traumas e estressores, muitas vezes em altas frequências. Muitas agências em todo o mundo estão investindo no cuidado e bem-estar dos membros, empregando abordagens criativas e inovadoras. No entanto, as restrições de financiamento continuam sendo uma barreira significativa, pois os salários e outros custos fixos dominam os orçamentos do policiamento, deixando recursos limitados para o suporte da equipe. Como líderes policiais, devemos conscientizar e defender o aumento de recursos nessa área. Embora o recrutamento frequentemente ocupe o centro das discussões sobre prioridades policiais, acredito que o foco deve ser cuidar e reter nossos membros atuais. Sua experiência e bem-estar são inestimáveis para o futuro e a estabilidade da profissão. Por sua vez, Faisal Mukhtar, afirma que: O problema mais crítico que afeta todas as organizações policiais ao redor do globo será a crescente ameaça de crimes digitais. Os criminosos estão explorando cada vez mais os avanços técnicos para cometer crimes digitais. De acordo com a Cybercrime Magazine , com os custos do crime cibernético projetados para exceder US$ 10,5 trilhões até 2025, acima dos US$ 3 trilhões em 2015, o impacto das ameaças digitais é enorme. Elas introduziram uma gama totalmente nova de crimes, que eram desconhecidos há uma década. Para enfrentar esse desafio, a liderança policial deve ser proativa e inovadora, concentrando-se na alocação de recursos para ferramentas investigativas avançadas, adaptação a mudanças, aquisição de novas habilidades e colaboração com especialistas em tecnologia. Ao final, Patrick E., enfatiza que: No próximo ano, a questão mais crítica que a polícia enfrentará será garantir um suporte robusto para o pessoal. Os policiais enfrentam imenso estresse, de incidentes menores a grandes crises. Estabelecer uma equipe de suporte de resiliência forte e programas de assistência de pares é essencial. Esses programas fornecem uma rede de suporte para os policiais lidarem com estressores pessoais e profissionais, aumentando sua resiliência e eficácia. As agências com recursos limitados devem fazer networking com as vizinhas para compartilhar recursos. Ao investir em saúde mental e bem-estar, as agências demonstram seu comprometimento com sua força de trabalho, garantindo que os policiais permaneçam focados, engajados e prontos para servir suas comunidades de forma eficaz. Manter uma força de trabalho saudável é crucial não apenas para as operações atuais, mas também para melhorar a retenção e o recrutamento, pois um ambiente de apoio atrai e mantém profissionais resolutos. Fonte: IACP – Police Chief. Perspectivas para 2025 – Janeiro. Perspectivas para 2025 – Março.
COMO CAPACITAR POLICIAIS PARA APOIAR E ATUAR COM JOVENS EM SUAS RESPECTIVAS COMUNIDADES?

Perspectivas para 2025 – Janeiro A Revista da IACF – POLICE CHIEF, propôs, para o mês de janeiro, o seguinte questionamento: Como capacitar Policiais para apoiar e atuar com Jovens em suas respectivas Comunidades? Foram selecionadas as respostas dos seguintes profissionais: Cecilia Ashe, Chefe de Polícia, Departamento de Polícia de Milford, Delaware; Dave Klug, Comandante, Departamento de Polícia de Irvine, Califórnia; Karonienhawi Thomas, Sargento Detetive – Divisão de Investigação Criminal, Departamento de Polícia Tribal Saint Regis Mohawk, Nova York; Jason Kew, Inspetor Chefe de Detetives (aposentado), Polícia de Thames Valley, Reino Unido e Shannon Blackamore, Capitão, Extensão Comunitária, Saúde Mental e Gestão de Emergências, Departamento de Polícia da Cidade de Madison, Wisconsin. No entendimento de Cecilia Ashe: “A base para capacitar os jovens começa com nossos agentes de recursos escolares. Nós construímos sobre esses relacionamentos para abordar imediatamente qualquer uma das necessidades dos nossos jovens. Nós colaboramos com as partes interessadas da comunidade para participar do engajamento dos jovens por meio de programas como Cops and Bobbers, um programa onde os policiais ensinam os jovens a pescar, bem como as habilidades de vida de paciência e resiliência. Nós capacitamos nossos jovens trabalhando com o Boys and Girls Club de Milford e ouvindo as preocupações dos nossos jovens, não presumindo saber quais são seus problemas. Finalmente, temos um forte programa de estágio com nosso distrito escolar local para formar futuros líderes, o que expõe nossos jovens às funções diárias de um departamento de polícia e aos recursos necessários para proteger a comunidade que servimos. Ao implementar essas estratégias, construímos relacionamentos mais fortes com nossos jovens e promovemos uma comunidade mais segura e solidária.” O Comandante Dave Klug, respondeu que: “Desafios antes típicos de estudantes do ensino médio agora estão impactando os alunos do ensino fundamental. As consequências do fechamento de escolas relacionadas à COVID-19 e a influência generalizada das mídias sociais levaram ao aumento da depressão, tendências suicidas e menor bem-estar emocional entre nossos jovens. O Departamento de Polícia de Irvine respondeu adaptando nosso programa SEAMS (Students Empowered at Middle School) para lidar com esses desafios do mundo real. Nossos policiais colaboram com a equipe do City of Irvine Youth Outreach para fornecer atividades interativas que criam confiança, melhoram a tomada de decisões e promovem a resiliência em jovens adolescentes que enfrentam desafios semelhantes aos de adultos. O SEAMS complementa nossos programas existentes para jovens, criando uma abordagem abrangente. Testemunhamos o SEAMS transformar vidas jovens e fortalecer os laços entre a comunidade e a polícia, reafirmando nosso compromisso de empoderar os jovens durante esses anos críticos e formativos.“ A Sargento Detetive Karonienhawi Thomas, manifestou-se, afirmando que: “Criamos lugares seguros onde os jovens se sentem ouvidos, acreditados, seguros e vistos. Somos testemunhas da turbulência do que a vida tem a oferecer e das dificuldades do que pode ocorrer em circunstâncias que não têm nada a ver com eles ou com suas escolhas, às quais são prejudicados, impactados e interrompidos. Nesses momentos delicados, os jovens precisam ser ouvidos, vistos e acreditados. Como caminhamos por esses tempos e espaços com eles será para sempre uma memória e a impressão que eles terão de nós como pessoas e de nossa profissão. É preciso um adulto de confiança para melhorar a taxa do fator de segurança o suficiente para fazer a diferença. Quando os valorizamos o suficiente para ouvir — para ouvir, sintonizar o suficiente para nos vermos em seus sapatos — fazemos o trabalho sem muito trabalho..” Jason Kew, Inspetor Chefe de Detetives (aposentado), respondeu, explicando que: “A linguagem importa! Até mesmo a palavra “juventude” dentro desta questão parece condescendente, até mesmo desdenhosa. Só podemos empoderar e apoiar os jovens juntos — com eles, não para eles, pois isso é patriarcal. Tenho experiência trabalhando em parcerias de segurança comunitária, um coletivo de autoridades eleitas e figuras seniores. A mudança só começou a ocorrer quando os jovens foram incluídos nesses ambientes estratégicos — sendo ouvidos e oferecendo críticas e soluções. A voz da criança é a voz mais importante que precisamos ouvir. Afinal, só podemos policiar com o consentimento do público, incluindo os jovens. Como podemos melhorar a vida de nossas comunidades e das gerações futuras quando excluímos involuntariamente aqueles que mais importam? Os jovens importam, eles cuidarão de nós em breve.” O Capitão Shannon Blackamore, entende que: “Empoderar e apoiar os jovens em nossa comunidade é baseado na fundação de transparência e consistência por agências policiais. A polícia empodera e apoia os jovens por meio de fortes parcerias comunitárias com partes interessadas e programação para jovens focada em respeito mútuo e vulnerabilidade. Fornecer programas interativos e culturalmente relevantes que envolvam os jovens em tópicos de conhecimento de seus direitos, interação com a polícia e forte tomada de decisão é fundamental para promover o empoderamento dos jovens, o que ajuda a remover o véu do medo, segredo e insegurança durante as interações policiais. Os policiais que se envolvem em divulgação para jovens e parcerias com a comunidade devem perceber que o empoderamento e os relacionamentos de confiança prosperam em nossa capacidade de fornecer programação e divulgação que sejam consistentes e relevantes. Finalmente, conversas corajosas sobre a profissão, lideradas por jovens, realmente os empoderam.” Fonte: IACP – Police Chief. Perspectivas para 2025 – Fevereiro. Perspectivas para 2025 – Março.
Desafios da Polícia 5.0 ao combate do CiberCrime

Mediante as experiências de Chris Lynam [1], aprende-se um pouco mais sobre as funcionalidades da Polícia 5.0 ao combate do CiberCrime. Conta sobre suas atividades iniciais na RCMP “(…) no espaço político e, então, comecei a ver como a RCMP poderia lidar melhor com o cibercrime”. Depois, de sua liderança no “Centro Nacional de Coordenação de Crimes Cibernéticos (NC3)”[2]. Segundo a narrativa de Brittani Schroeder, há considerações sobre o papel da polícia no combate ao cibercrime, a performance tática e tecnológica dos cibercriminosos, a disponibilidade das novas tecnologias, as arcerias estratégicas e a higienização cibernética. O papel da polícia no combate ao cibercrime. A respeito de O papel da polícia no combate ao cibercrime, as explicações não se restrigem às técnicas, téaticas e estratégias de Polícia. Enfatiza, contudo, os desafios da Polícia 5.0 no contexto da sociedade A vitimização dos “indivíduos, empresas ou qualquer tipo de organização”. Isso porque as ações danosas aprimoram-se com o tempo, ficando cada vez “mais complexos e impactantes do que antes”. Lynam exemplifica situações práticas, do ponto de vista da seriedade e violação do “site AshleyMadison.com”, em 2015, citando que: “Em muitos casos, o que costumávamos considerar um crime cibernético sério alguns anos atrás, agora não os consideraríamos tão sérios.”; “Na época, isso parecia o maior tipo de violação, mas quando você avança para agora e vê o Toronto Sick Kids Hospital sendo atingido por um ataque de ransomware pouco antes do Natal que afetou seus sistemas, vemos o quanto o espaço cibernético afetou mudou e evoluiu ao longo dos anos.” Para Lynam, a Polícia 5.0 é desafiada, ainda mais, devido à “natureza sem fronteiras do cibercrime”. Destaca que as vítimas podem ser os residente do “Canadá, mas os perpetradores geralmente estão em outros países do mundo. Então, “Encontrar dados ou evidências para construir sua investigação para outra jurisdição é extremamente difícil, e nos deparamos com um desafio multijurisdicional que nosso modelo tradicional de policiamento não foi criado para enfrentar.” Eis, então, o principal fundamento da criação do “NC3 da RCMP”: propiciar sinergia às ações da Polícia 5.0. Lynam, assim, comenta: “Queríamos tentar movê-los todos em uma direção semelhante e capacitá-los para realizar investigações com a ajuda de ferramentas e inteligência especializadas e parcerias. Essas parcerias atingem todo o país, é claro, mas também alcançam nossos vizinhos do sul nos EUA, na Europa, em qualquer país que pense da mesma forma, para que possamos ter uma abordagem de equipe para perseguir os cibercriminosos.” A performance tática e tecnológica dos cibercriminosos. Nos últimos tempos, cresceu a performance tática e tecnológica dos cibercriminosos, segundo Lynam“: Lynam enfatiza a Operation Cookie Monster, derrubada pelas autoridades no “Genesis Market, um mercado online que oferecia acesso às contas online das pessoas”: “Isso não fornecia apenas às pessoas credenciais roubadas; também fornecia a capacidade de emular o dispositivo ou computador de alguém. Por exemplo, o Market colocaria malware em seu computador, coletaria informações e depois venderia o acesso às suas várias contas online para outras pessoas. Você nem saberia que eles se conectaram como você e poderiam fazer o que quisessem. (…) as equipes de aplicação da lei se uniram para derrubar o mercado e apreender sua infraestrutura e domínios. Como outro passo, o NC3 – em parceria com outras organizações policiais canadenses – perseguiu os usuários que estavam comprando as credenciais roubadas. (…) Nesta investigação, trabalhamos com 28 diferentes serviços policiais em todo o país para executar nove mandados de busca e nove prisões. Foram mais de 60 ocorrências em que os policiais foram à casa de um usuário suspeito e pediram para falar com a pessoa em questão. Em alguns casos, eles descobriram que o usuário quase não tinha ideia no que estava se metendo (…). conseguimos mostrar a eles que eles realmente não querem se envolver nesse tipo de atividade e talvez os tenhamos evitado de se tornarem criminosos cibernéticos hardcore no futuro.” A disponibilidade das novas tecnologias. A disponibilidade das novas tecnologias, como é o caso da “AI (inteligência artificial) e novas plataformas como o ChatGPT” é procurada pelos cibercriminosos que se especializam em adotá-las. Assim, Lynam esclarece que “É muito importante mantermo-nos atualizados e tentarmos adotar as tecnologias mais recentes, o quanto pudermos.” Indagado “sobre a taxa de sucesso na prisão de cibercriminosos, ele respondeu que, infelizmente, não é uma resposta tão simples (…). No entanto, há esforços conjugados, a fim de: “(…) afastar da simples métrica de sucesso proveniente de quantos criminosos são presos e acusados. Nosso mandato é reduzir a ameaça e o impacto do crime cibernético sobre os canadenses e, portanto, estamos usando uma abordagem muito mais holística para reduzir esses aspectos”. (…) Numa extremidade do espectro está o trabalho preventivo: é aqui que a aplicação da lei faz o trabalho de desvio e se concentra nos próprios infratores, e eles fornecem o máximo de informações às vítimas em potencial para que possam permanecer seguras online. No outro extremo do espectro, estão as apreensões, prisões, indiciamento de indivíduos por meio de investigações, etc. Mas o mais importante é o que a polícia está fazendo cada vez mais, que é o espaço de disrupção. “É difícil algemar um cibercriminoso localizado em outro país, mas podemos trabalhar com nossos parceiros internacionais para interromper suas atividades, apreendendo a infraestrutura que eles usam, derrubando seus domínios, ajudando a interditar o fluxo de dinheiro ou criptomoedas e ajudando as vítimas obter algum do seu dinheiro de volta.” Parcerias estratégicas e higienização cibernética. A Polícia 5.0 contém, em seu conceito básico, a integralização de todos rumo ao resultado comum. Nenhuma instituição, entidade ou agência de serviço soluciona sozinha o problema de proteção, física ou virtual, nos espaços, público ou privado. O trabalho é de todos! Nesse entendimento, Lynam ratifica: “Todos, desde o setor privado e setores não-governamentais, ao meio acadêmico, escritórios jurídicos e gigantes da tecnologia – precisamos que todos trabalhem juntos. Gastamos muito tempo e esforço construindo esses relacionamentos e descobrindo maneiras de colaborar.” A maioria das pessoas, físicas ou jurídicas, quando vítimas, relutam “em denunciar à polícia” esclarece Lynam, e explica: “O que muita
Ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina
Uma ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina, durante um episódio lamentável ocorrido, em Belo Horizonte, na noite dessa terça-feira (5). O fato em si, faz parte do cotidiano dos grandes centros urbanos. Nums mais, outros menos, frequentemente. Porém, de qualquer forma, os cenários indesejáveis e cruentos têm sido comuns aos cidadãos e suas comunidades. E esses estão certos de que há profissionais — como é o caso daqueles que se dispuseram ao exercício da polícia ostensiva e a preservação da ordem pública — dispostos a protegê-los, observando exclusivamente o pálio dos mandamentos legais vigentes. Mas, aquele episódio foi assim noticiado, respectivamente, pelos Jornal Folha de S. Paulo; MGTV-1 e Portal G1 Minas Gerais: Atirador de elite da PM mata ladrão que fez mulher refém em MG Polícia mata homem que fazia mulher refém em loja no Centro de Belo Horizonte Homem que fez mulher refém no centro de Belo Horizonte tinha ficha extensa na polícia As imagens e os textos contradizem algumas informações realçadas, como é o caso de “Atirador de elite da PM mata ladrão…” ou “Polícia mata homem que fazia mulher refém…”. Nessas reportagens, ao contrário são evidenciados alguns pontos importantes, destacando que uma ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina. Um deles, foi a descrição que “Paulo Henrique Correia já havia sido preso dez vezes por sete crimes diferentes.” E as prisões seguiram-se após prática de crime “duas vezes por falsidade ideológica, duas vezes por agressão física, duas vezes por ameaça, uma vez por furto, uma vez por roubo, uma vez por estelionato e uma vez por crime de trânsito, segundo a Polícia Civil. Em 2015, ele foi vítima de uma tentativa de homicídio.” Outro escreveu que a “mulher foi feita refém […]. O suspeito fugia da polícia após roubar celulares em uma loja de varejo […]. Os militares fizeram cerco ao ladrão e começaram a negociar a libertação da vítima.” Os resultados auferidos não foram, certamente, os desejáveis, pelos policiais militares participantes do episódio, pois, estão qualificados, no desenvolvimento de uma ocorrência policial militar, para proteger as pessoas, usando os meios moderados, a exemplo do que aconteceu na ação policial militar legítima protege clientes de uma loja belo-horizontina. Ocorrerão, certa e tranquilamente, as ações judiciais subsequentes. Por outro lado, dois assinantes da Folha de S.Paulo comentaram: “Lamento pela morte, mas uma salva de palmas para a polícia mineira” e “Que bom que não terminou como o caso da Eloá aqui em SP. Foram dias de negociação e um fim trágico. Parabéns a PM mineira. A vítima saiu ilesa”.
762 kg de drogas foram apreendidos pelos policiais militares paranaenses
Uma postagem da autoria de Marcia Santos, jornalista da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), informa que 762 kg de drogas foram apreendidos pelos policiais militares paranaenses. As informações publicadas esclarecem que os policiais militares do “19º Batalhão de Polícia Militar (19º BPM), pertencente ao 5º Comando Regional da PM (5º CRPM)”, desenvolviam suas atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, na rodovida “que liga os municípios de Pato Bragado e Entre Rios, no Oeste do estado”. Num determinado trecho daquela rodovia, “avistaram uma VW Amarok, de cor branca, estacionada na beira da via”. Iniciada a abordagem, os policiais militares verificaram “que dentro da caminhonete havia centenas de tabletes de maconha, totalizando 762 quilos de droga.” Posteriormente, após “a identificação do veículo descobriu-se que estava com alerta de furto/roubo da cidade de Goioerê (PR) desde janeiro deste ano.” Nas imediações do veículo abandonado, nenhuma pessoa suspeita foi localizada. A ocorrência policial militar foi encerrada, na Delegacia de Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon (PR), aonde foi entregue a droga apreendida. Com as informações da PMPR
1,040 toneladas de drogas foram apreendidas, pelos policiais militares mineiros, em Honoropolis-MG
No portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), uma postagem informa a apreensão de 1,040 toneladas de drogas apreendidas, pelos policiais militares mineiros, em Honoropolis-MG, na última quinta-feira (21). A atuação dos profissionais mineiros, de polícia ostensiva e preservação de ordem pública, seguiu-se a “uma denúncia anônima, de que havia uma camionete modelo S10 de cor branca, parada às margens da rodovia MGT-497, próximo a Honoropolis, sentido a Iturama.” Destacou-se, igualmente, que: Os militares deslocaram de imediato para o local, onde localizaram um veículo Chevrolet S10 de cor branca, placa de Uberaba, carregada de substância similar a maconha, e um veículo Ford Ecosport placa de Campo Grande, parados no local. Não foram encontradas pessoas no local, as quais possivelmente fugiram ao perceberem a presença de policiais nas imediações. A droga totalizou 1040 quilos, sendo 796 tabletes de maconha prensada e 18 pacotes de maconha não prensada. A droga e os veículos foram apreendidos e encaminhados para a autoridade policial. Os veículos ainda serão vistoriados no sentido de verificar se são produtos de furto/roubo. Com as informações da PMMG
Policiais militares fluminenses apreenderam armas e drogas “na comunidade Fazendinha, no Complexo do Alemão”, e “na Comunidade Primavera, em Cavalcante”
Uma postagem do portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) informa atuação dos profissionais fluminenses de polícia ostensiva e preservação da ordem pública numa “operação na comunidade Fazendinha, no Complexo do Alemão” e “na Comunidade Primavera, em Cavalcante”. Ação policial militar na “operação na comunidade Fazendinha, no Complexo do Alemão” As ações policiais foram realizadas “na madrugada deste domingo (18/03),” e foram conduzidas pelos “policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE)” que “estavam na localidade conhecida como “Campo do Seu Zé” a equipe foi recebida a tiros pelos criminosos que fugiram. Durante as buscas os policiais militares apreenderam um fuzil AK-47 calibre 7.62, com dois carregadores, um artefato explosivo, 640 embalagens com erva seca e ainda 264 pinos de pó branco.” “A ocorrência [policial militar] foi registrada na 45ª DP (Complexo do Alemão)” onde foi entregue o material apreendido.” Ação policial militar “na Comunidade Primavera, em Cavalcante” Outro fuzil foi apreendido, na tarde do último sábado (17), pelos “policiais militares do 9º Batalhão de Polícia Militar, da PMERJ, na realização de “uma operação na Comunidade Primavera, em Cavalcante.” No post publicado no portal, da PMERJ, foi destacado que: Durante o patrulhamento a equipe se deparou com 10 criminosos, todos em motocicletas e portando fuzis e granadas, eles atiraram contra os policiais militares, que revidaram. Após o confronto, a equipe conseguir prender um criminoso ferido e recuperar uma motocicleta, produto de roubo. Com ele foi apreendido um fuzil calibre .556, uma granada, um radiocomunicador, carregadores e um celular. O criminoso foi socorrido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha e ficou custodiado. A ocorrência foi registrada na Central de Garantias Norte (CGN), na Cidade da Polícia, no Jacaré. Com as informações da PMERJ
Policiais militares sul-rio-grandenses realizaram a “48ª Operação Golfinho”
A “48ª Operação Golfinho” desenvolvida pelos profissionais sul-rio-grandenses, de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, alcançou “resultados positivos”, conforme relatou uma postagem publicada no portal da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS). Desenvolvida na “temporada do verão”, as atividades policiais militares foram direcionadas “ao Litoral Norte e Sul do Rio Grande do Sul”, no período “de 16 de dezembro de 2017 a 5 de março de 2018” quando se intensificaram as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Assim, “com aporte de recursos humanos e materiais”, foi possível a movimentação de “policiais militares a pé, em viaturas, motocicletas, cavalos, bicicletas, aeronaves e embarcações” que “desenvolveram ações preventivas e repressivas para a segurança de veranistas e população local.” A produtividade dos serviços prestados pelos policiais militares é demonstrada pelos seguintes números: […] 4.282 prisões, sendo 2.242 em flagrante, 318 de foragidos e 1.722 por termo circunstanciado. Também foram apreendidas 206 armas de fogo e 90 quilos de drogas (maconha, cocaína e crack), fiscalizados 129.836 veículos e abordadas 200.927 pessoas, resultando em 18.217 ocorrências atendidas. Leia mais informações, no post publicado, no portal da BMRS, e transcrito a seguir: […] Foram utilizadas Bases Móveis Comunitárias (BMCs), locais que já se tornaram referência de proximidade e atendimento aos cidadãos. Atendimento de ocorrências, encaminhamentos e orientações foram alguns dos serviços executados pelos policiais militares das BMCs. A Plataforma de Observação Elevada também foi empregada para apoiar as ações de polícia ostensiva. A estrutura, com câmeras com alcance de cerca de três quilômetros e visualização em 360 graus, permitiu uma área maior de vigilância e uma resposta mais eficaz da Brigada Militar em caso de necessidade de intervenção. A Banda de Música da BM participou com apresentações em todo o Litoral em tocatas e participações em eventos, aproximando a corporação e a comunidade. De acordo com o subcomandante-geral e comandante da 48º Operação Golfinho, coronel Mário Yukio Ikeda, os resultados foram extremamente positivos e demonstram o comprometimento da Brigada Militar para com o cidadão. “É importante reforçar o policiamento na área litorânea, em especial nesse período, tendo em vista que há aumento significativo de pessoas circulando pela região por ocasião do período de festas de final de ano, férias e Carnaval. Garantir a segurança das pessoas, para que possam usufruir de momentos de lazer e também de trabalho no Litoral, é o nosso foco, objetivo e preocupação. Importante saudar e destacar o empenho de todos os policiais militares envolvidos na operação, pois foram fundamentais para o sucesso nos resultados”, avaliou. A Operação Golfinho integrou o programa Verão para Todos do governo do Estado do Rio Grande do Sul. Com as informações da BMRS

