Diferenciação e integração dos órgãos da segurança pública brasileira
O Roda Viva, edição de 1º de agosto de 2017,contou com a participação do Delegado de Polícia Federal — Carlos Eduardo Sobral — e presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. Foi divulgada a seguinte sinopse: O Roda Viva recebe o presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Sobral, para falar sobre o andamento da Operação Lava Jato e a estrutura da Polícia Federal. Delegado que iniciou a carreira em Rondônia, ele tem experiência em outras atividades como o combate ao crime cibernético e a segurança de grandes eventos. Desde 2015, está à frente da entidade que representa a categoria dos delegados no Brasil, defendendo nessa posição a autonomia orçamentária e administrativa da Polícia Federal. Participam da bancada de entrevistadores Diego Escosteguy, editor-chefe da revista Época; Laura Diniz, editora do site de notícias jurídicas JOTA; Flávio Freire, coordenador de Nacional e Política do jornal O Globo, em São Paulo; Julia Affonso, repórter do jornal O Estado de S. Paulo; e Wálter Nunes, repórter do caderno Poder do jornal Folha de S.Paulo. Vale a pena assistir ao vídeo destacado. Nele, há questões abordando a funcionalidade do sistema de segurança pública, com indicativos de que a diferenciação dos órgãos não é bem entendida e isso dificulta a desejada integração, sem a qual não se garante a ordem pública. Fonte: RodaViva.
Em Santa Catarina, há uma força tarefa no encalço dos “caixeiros”
Mais uma notícia de atuação integrada de proteção contra a criminalidade organizada, a exemplo do que foi registrado no Pará e Rio Grande do Sul, foi publicada no portal da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC). São exemplos de que, se há organização para práticas delituosas, o estado segurança pública precisa organizar esforços para inibir e controlar as ações criminosas. As boas práticas e o bom exemplo dos três casos ora destacados devem propagar-se! Somente assim a ordem pública será garantida e aos cidadãos e comunidades oferecida a desejável tranquilidade. Leia mais informações e conheça os resultados dos esforços da atuação dos órgãos catarinenses de segurança pública, na notícia publicada, no portal da PMSC, transcrita em seguida: Aconteceu no início da tarde desta quarta-feira, 2, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), em Florianópolis, a entrevista coletiva com detalhamento da Operação Integração, que resultou na prisão de 13 caixeiros que atuavam em Santa Catarina e no Paraná. As investigações começaram em fevereiro deste ano. Os chamados “caixeiros” atuavam no Norte catarinense e em municípios paranaenses próximos à divisa com Santa Catarina, explodindo agências bancárias e caixas eletrônicos. Na ocasião, o coordenador geral do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina, promotor Alexandre Graziotin, acompanhado do secretário de Segurança Pública, César Augusto Grubba, e do coordenador do grupo regional de Joinville do GAECO, promotor Assis Kretzer, detalharam a operação para a imprensa. Compondo a mesa da Força-Tarefa, também estiveram presentes Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior Coronel PM Subcomandante-Geral – Respondendo pelo Comando, o superintendente adjunto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Admar Luciano Filho e o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Artur Nitz. Ao todo, na operação desta quarta-feira, foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão. As ações aconteceram em Camboriú (SC), Balneário Camboriú (SC), Itapema (SC), Navegantes (SC), Brusque (SC), Rio Negrinho (SC), Água Doce (SC), Calmon (SC), Fazenda Rio Grande (PR), Quitandinha (PR), Araucária (PR), Curitiba (PR), Pinhais (PR) e Tijucas do Sul (PR). Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidos diversos objetos, relacionados com os crimes investigados e que serão encaminhados ao Poder Judiciário. Os policiais apreenderam cinco pistolas e sete armas longas, além diversas munições. Também foram localizados cerca de 80 quilos de explosivos, encontrados na residência de um dos investigados, no município de Camboriú (SC). A operação desta quarta-feira foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina, juntamente com a Polícia Militar do Estado do Paraná, por meio do 17º BPM, de São José dos Pinhais, e apoio da Polícia Militar de Santa Catarina (BOPE, 15º BPM, de Caçador, Companhia de Porto União, 23º BPM, de São Bento do Sul, e 12º BPM, de Balneário Camboriú). Início das investigações A investigação teve início com uma ação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da PMSC, no município de Irineópolis (SC). Com base no relatório técnico operacional do BOPE, a Promotoria de Justiça de Porto União instaurou um procedimento investigatório criminal objetivando apurar a atuação dos caixeiros nos dois estados vizinhos. “Tudo iniciou em Porto União, com base em um relatório do Bope da PMSC, em função de uma ocorrência atendida no dia 8 de fevereiro. Com isso, passamos a avaliar as diversas práticas que vinham sendo registradas no planalto catarinense e regiões fronteiriças com o Paraná”, comentou o promotor Assis Kretzer, do GAECO de Joinville. “De fevereiro deste ano até o dia 1º de junho foram registradas 18 ações da quadrilha. Assim, nestes quatro meses tivemos mais de uma ação criminosa por semana”, comentou o promotor Alexandre Graziotin. “A quadrilha estava basicamente sediada na região de Curitiba com uma outra liderança em Santa Catarina”, completou. Nominada de Integração, em razão da união de esforços dos órgãos responsáveis pela segurança pública de Santa Catarina e do Paraná que, em conjunto, conseguiram reduzir consideravelmente as ocorrências, que vinham sendo registradas. Assim, a operação pontua mais uma etapa concluída nas investigações e demonstra que os esforços durante toda a articulação foram positivos. “O trabalho de inteligência foi fundamental. E esse modelo de troca de informações também foi importantíssimo para o sucesso das investigações. Cada instituição teve seu papel na resolução deste grande quebra-cabeças”, avaliou o coronel Araújo Gomes. “Informações de diferentes agências de inteligência, de forma integrada e em consonância, são o destaque desta missão”, frisou. “Mesmo que parecesse que nada vinha sendo feito, avançávamos. De forma coesa seguíamos na direção da apuração dos fatos”, colocou o oficial. “Todos os estados possuem criminosos. Todos os estados possuem quadrilhas. Nós estamos fazendo a nossa parte”, enfatizou o secretário de Segurança Pública, César Augusto Grubba. Histórico de algumas ocorrências: • Roubo tentado ao Banco do Brasil em Irineópolis (SC): 08/02/2017, por volta de 1h30min; • Roubo ao Banco Bradesco na cidade de Mandirituba (PR): madrugada do dia 21/02/2017; • Roubo ao Banco Bradesco em Quitandinha (PR): 28/02/2017, por volta das 03h40; • Roubo ao Banco do Brasil em Monte Castelo (SC): 16/03/2017, por volta das 3h; • Roubo ao Banco Bradesco em Quitandinha (PR): 28/02/2017, por volta das 3h40; • Roubo ao Banco Itaú em Quitandinha (PR): 29/03/2017, por volta das 4h da manhã; • Roubo ao Banco do Brasil em Cruz Machado (PR): 04/05/2017, por volta das 3h; • Tentativa de roubo as agências do Banco do Brasil e Bradesco em Rio dos Cedros (SC): madrugada do dia 09/05/2017; • Roubo a agência do banco Bradesco e Caixa Econômica Federal na cidade de Otacílio Costa (SC): 12/05/2017, por volta das 3h45; • Roubo a agência do Banco do Brasil na cidade de Janiópolis (PR): 01/06/2017, por volta da 3h30. Apreensões Várias armas e munições foram apreendidas durante o período de monitoramento do grupo criminoso. Do total, destaca-se um fuzil russo AK-47 calibre 7.62mm, quatro fuzis calibre 5.56mm, uma espingarda calibre 12 e cinco pistolas calibre 9mm; mais de 2.000 munições de calibre 5.56mm e cerca de 400 projéteis de calibre 7.62mm; além dos 80 quilos de explosivos encontrados na
Na Audiência Pública da Segurança, no Rio de Janeiro, Comandante-Geral da Polícia Militar ressaltou a educação profissional dos servidores militares
Este Pontopm destacou anteriormente a participação da do coronel Wolnei Dias, comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), na “audiência pública promovida pelo Ministério Público estadual”. No evento, conforme ressaltado na notícia publicado no portal da PMERJ, respondendo, certamente, aos argumentos equivocados de que a violência é institucionalizada na formação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, o Coronel Wolnei Dias afirmou: “Não ensinamos em nossas academias ninguém a ser truculento, corrupto ou a cometer qualquer outro desvio de conduta”. Desse modo, foi mostrado para a sociedade carioca que os policiais militares são preparados para cumprirem as missões que lhes cabem no texto constitucional brasileiro, além de se submeterem aos diversos instrumentos de control previsto. Leia mais informações na notícia publicada, no portal da PMERJ, e transcrita em seguida: COMANDANTE-GERAL ENALTECE VALORES TRANSMITIDOS AOS POLICIAIS MILITARES Ao discursar durante audiência pública promovida pelo Ministério Público estadual na tarde de segunda-feira (31/7), o Comandante-Geral da PMERJ, Coronel Wolney Dias Ferreira, disse que as escolas de formação profissional da Corporação transmitem valores de cidadania. – Não ensinamos em nossas academias ninguém a ser truculento, corrupto ou a cometer qualquer outro desvio de conduta – disse o Coronel Dias, em resposta às críticas de alguns participantes do evento segundo as quais a política de segurança do estado é voltada para o confronto e muitos policiais cometem irregularidades. O Secretário de Segurança Pública, Roberto Sá, ratificou a posição de que a estratégia de segurança não se baseia no confronto. – Em qualquer ação, nossos policiais tropeçam em armas – afirmou, referindo-se à grande quantidade de armas em circulação. A área de segurança foi representada ainda na mesa pelo Chefe de Polícia Civil, Carlos Augusto Leba. Presidida pelo Procurador-Geral de Justiça, Eduardo Gussen, a audiência pública reuniu por mais de três horas representantes do setor público, da academia e de entidades civis. O objetivo foi colher visões diferentes para aperfeiçoar a política de segurança do estado. A audiência foi contou com a participação de dezenas de cadetes da Academia de Policia Militar D. João VI. Assim como representantes da sociedade civil que expuseram suas visões sobre segurança, muitos cadetes fizeram uso da palavra, todos eles ressaltando a expectativa de trabalhar para aproximar cada vez mais a Polícia Militar da sociedade. Fonte: PMERJ.
Como garantir a ordem pública no Rio de Janeiro?
A notícia publicada, no portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), informando que o “Comandante Geral da PMERJ participa de audiência para debater sobre Segurança Pública”, é um indicativo de que há possibilidades de equacionamentos para o intricado problema da segurança pública no Rio de Janeiro. Duas coisas têm tido grande visibilidade nos últimos tempos. A primeira, divulgada amplamente pelo espetáculo midiático, atribui à PMERJ todas as mazelas de segurança pública, como se a Instituição Militar Estadual fosse a única culpada. A segunda, por ser a cidade Maravilhosa o cartão postal do Brasil e palco de grandes eventos, é a frequente ocupação dos espaços públicos pelas tropas do Exército Brasileiro. Então, tem-se esperançosa expectativa, com a notícia de que “O Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Cel PM Wolney Dias, participa nesta segunda-feira, 31/07, da audiência pública que debate sobre “Segurança Pública”, no auditório do edifício-sede do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ)”. As necessidades da PMERJ, para cumprir sua missão constitucional, são conhecidas e foram divulgadas pela imprensa. Mais de uma vez, o Comandante da IME declarou a defasagem do efetivo operacional, normas que impossibilitam os policiais militares agirem, dentre outras. Mas, o que precisa ser feito, destacando dois dos muitos exemplos Brasil afora, é o que foi feito recentemente, no Rio Grande do Sul, e no Pará. São exemplos de ações consequentes de discussões desenvolvidas de forma integrada pelos profissionais dos órgãos federais, estaduais e municipais da segurança pública. Todos com um único objetivo: proteger pessoas, bens pessoais e públicos. Isso porque, unidos, nas ações integradas de proteção, dão concretude e cara à segurança pública desejada por todos. Por isso, é digna de aplausos, a inciativa, da notícia do portal da PMERJ, assim destacada: A audiência, realizada pelo MPERJ por meio do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ), da Assessoria de Direitos Humanos e de Minorias e da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, é aberta à população e tem como objetivo promover a discussão, junto a especialistas, autoridades públicas e representantes da sociedade civil, sobre o atual cenário da política de segurança pública e sua compatibilização com a proteção dos cidadãos. A vitimização dos profissionais de segurança é um dos temas abordados. Com as contribuições na audiência pública, o MPRJ poderá expedir recomendações aos gestores públicos, propor Termos de Ajustamentos de Conduta (TAC) e ajuizar Ação Civil Pública (ACP). Esse é um caminho a ser seguido pelos profissionais e comunidades cariocas que têm sérios problemas de segurança. Somente eles podem desenvolver as estratégias equacionadoras, desde que recebam os meios adequados, de aportes externos. Primeiramente, a confiança de que são capazes. Depois, de recursos financeiros. Por outro lado, a insistência do aporte federal oferecido, não tem alcançado resultados favoráveis, a exemplo do que se vê, na notícia publicada, no EXTRA, informando que “Operações das Forças Armadas no Rio nos últimos 25 anos não reduziram criminalidade”, com os seguintes destaques: Operações das forças federais no Rio até hoje não foram garantia de redução da violência. Das 11 ações implementadas para reforçar a segurança no estado nos últimos 25 anos, em apenas uma houve redução de quatro indicadores criminais analisados pelo EXTRA: roubos a pedestres, de veículos, de cargas e homicídios. Nas demais, pelo menos a metade dos índices observados piorou. Nos maiores eventos ocorridos nesse período — a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 —, todos os crimes apresentaram aumento (confira os infográficos). O levantamento foi feito com base na série histórica do Instituto de Segurança Pública (ISP). Os dados dos meses em que as forças federais estiveram no Rio foram comparados com os mesmos períodos do ano anterior — exceto os casos das ocupações nos complexos do Alemão e da Maré, em que, como as durações das operações foram maiores do que um ano, os períodos imediatamente anteriores às ações foram usados na comparação. Nesses dois casos, por se tratarem de ocupações de locais específicos, somente os índices dessas regiões foram levados em consideração. O crime que apresentou aumento em mais ocasiões foi o roubo a pedestre, que cresceu em nove ações dos militares desde 1992 — quando 15 mil agentes ocuparam a capital para a Rio-92, conferência da ONU sobre meio ambiente. Já o índice que apresentou melhora mais recorrentemente em operações militares foi o roubo de cargas, que diminuiu em cinco ocasiões. Os números mostrados nos infográficos, coletados e analisados, sinalizam que o tempo de discussão passou. Resta, portanto, ação, aliás, uma operação desenvolvida por profissionais qualificados para esse mister, a exemplo do que foi feito, insiste-se, no Rio Grande do Sul e no Pará. Fonte: PMERJ e EXTRA (destacada acima).
Policiais militares sul-mato-grossenses apoiam e participam da Campanha do Agasalho
A Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul, o Corpo de Bombeiros Militar a Secretaria Municipal de Assistência e vários segmentos da sociedade promoveram no Mundo Novo (MS) a Campanha do Agasalho, onde famílias carentes foram beneficiadas e também indígenas. As ações de polícia comunitária foram desenvolvidas numa atuação integrada das instituições militares estaduais do Mato Grosso do Sul, com outros órgãos e entidades públicos e privados, com a finalidade de auxiliar pessoas necessitadas. Leia mais sobre a notícia que foi publicada no Portal da PMMS e transcrita abaixo: A Campanha do Agasalho organizada pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Mundo Novo, com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Igreja Católica e segmentos da sociedade organizada, que em sua versão 2017, arrecadou milhares de peças de vestuários, brinquedos e calçados, será encerrada neste domingo (30). Foram feitos oito grandes repasses de donativos a Secretaria Municipal de Assistência Social de Mundo Novo, que por sua vez, distribuiu agasalhos a centenas de famílias, sendo que a maior parte das peças foram arrecadas pela Campanha. Diversas famílias carentes também receberam roupas e cobertores na sede da Polícia Militar de Mundo Novo. Um caminhão de pequeno porte esteve recentemente na sede do Pelotão da Polícia Militar de Mundo Novo e no Corpo de Bombeiros, onde buscou agasalhos para ser entregues aos indígenas da Aldeia Porto Lindo de Japorã. Na sexta-feira (28), por iniciativa de uma professora da Escola Pólo Municipal Carlos Chagas, localizado no Bairro Fleck, nas proximidades da Delegacia de Polícia Civil, foi montado um “varal solidário”, onde as famílias que foram até a Unidade Escolar buscar os boletins escolares puderam escolher roupas, calçados e brinquedos, que foram repassados pela Polícia Militar aos organizadores do evento. As professoras que tiveram a iniciativa e contataram a PM para a parceria, explicam que perceberam que mesmo em dias frios, algumas crianças iam de chinelo e bermuda para a Escola, o que demonstrava a falta de agasalhos para amenizar os efeitos da baixa temperatura. A maior parte dos beneficiados pela ação social, são moradores dos Bairros Fleck e São Jorge. Postos de Arrecadação A campanha segue arrecadando qualquer tipo de roupa, calçado, cobertor, carrinho de bebê ou brinquedo. Os donativos podem ser entregues na sede do Terceiro Pelotão da Polícia Militar, que se localiza a Avenida Campo Grande 1840, centro, ao lado do Posto de Saúde Central, ou no Corpo de Bombeiros, localizado a Rua Pedro Ramalho, próximo a Escola Castelo Branco. As duas unidades do Expresso Supermercado de Mundo Novo, localizadas uma na Avenida JK, nas proximidades da Igreja Matriz e a outra na Avenida Campo Grande, ao lado da Prefeitura Municipal, também são postos de arrecadação. A Igreja Católica Matriz e os Mercados Central, um situado na Avenida Brasil próximo ao Banco Bradesco e o outro na Avenida Campo Grande, nas proximidades da “Rotatória do Poço”, bem como a Lotérica Boa Sorte, também são pontos de arrecadação, desta que neste ano é a maior campanha de agasalho do extremo sul/fronteira do Estado. Fonte:PMMS
“Segurança Pública desencadeia a maior operação integrada da história do” Rio Grande do Sul
Na notícia publicada no portal da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul (BMRS) de que “Segurança Pública desencadeia a maior operação integrada da história do” Rio Grande do Sul favorece o entendimento do que é a concretude real da garantia da ordem pública prevista constitucionalmente. É possível perceber os segmentos judiciário, policial e penitenciário que constituem a segurança pública, com adequada integração desse sistema, inclusive, com a efetiva participal de órgãos federais. De ver-se que, não houve necessidade de “decretos”, concentração de autoridades do executivo ou exposições públicas de políticos, sabidamente corruptos, numa tentativa ardilosa de desviar o foco de um problema que tem sido a causa de tantos outros… Nota-se, a singularidade do esforço “para a execução da Operação Pulso Firme”, nas quatro fases previstas, desenvolvidas por 20 instituições e seus “mais de três mil homens” empenhados em suas missões constitucionais específicas. A “Operação Pulso Firme” é um exemplo a ser seguido e aplicado em outras plagas! Leia mais informações, n notícia publicada, no portal da BMRS, e transcrita em seguida: O dia 28 de julho de 2017 entrará para a história do Rio Grande do Sul como a data em que a Secretaria da Segurança Pública desencadeou a maior operação integrada já realizada em solo gaúcho. Mais de três mil homens, de 20 instituições, foram mobilizados para a execução da Operação Pulso Firme, que culminou com a transferência de 27 presos de alta periculosidade para as unidades penitenciárias federais de Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN). Para o governador José Ivo Sartori, a integração promovida é o início de um novo momento que beneficiará em muito a sociedade rio-grandense. “Esse é o Estado que a sociedade quer: um Estado a serviço das pessoas. Estamos presenciando o começo de um esforço que deve ser contínuo, permanente. Como governador, mas principalmente como cidadão, minha palavra é de apoio, incentivo e gratidão”. Os trabalhos iniciaram há cinco meses, sob a coordenação do secretário Cezar Schirmer. Os presos transferidos representam as principais lideranças do crime organizado no RS. Somadas, suas penas ultrapassam 1.200 anos de reclusão. “Um marco histórico que ilustra a capacidade técnica de todos os envolvidos. A Operação Pulso Firme comprova que a integração é caminho para atingirmos os nossos objetivos”, destaca Schirmer. O secretário salienta, também, a importância da participação do Poder Judiciário e do Ministério Público para a iniciativa. “Tivemos a compreensão e o apoio das instituições, em nível estadual e federal. Isso foi imprescindível para que pudéssemos dar andamento ao nosso planejamento”. “O que acontece hoje não é apenas mais uma operação, mas um duro golpe no crime organizado. Nada disso poderia ser feito se não houvesse a cooperação de todos”, enfatiza o procurador-geral de Justiça do RS, Fabiano Dallazen. Os apenados foram selecionados em um trabalho conjunto da SSP e de setores de inteligência dos órgãos de segurança estaduais e federais. O critério estabelecido foi a posição na organização a qual pertencem, somada a capacidade de influência e de comando que possuem dentro e fora do sistema penitenciário. Com base nesta metodologia, a SSP visa desarticular a cadeia de comando, eliminando a comunicação – que determina ações diversas, como a gestão do tráfico de drogas e a execução de integrantes de grupos rivais. Possíveis mudanças na hierarquia das facções estão sendo monitoradas. “Esta ação não se encerra hoje. O número de indivíduos a serem transferidos não foi fixado. Existem outros nomes que, embora não tenham sido encaminhados ao sistema prisional federal, em um futuro próximo poderão ter o mesmo destino”, afirma o secretário. A preparação para o chamado “Dia D” foi dividida em fases. A primeira consistiu na vinda de brigadianos do interior para a capital, combinada com operações da Polícia Civil e o reforço dos agentes da Força Nacional de Segurança Pública. A segunda fase teve início com o lançamento do Sistema de Segurança Integrada com os Municípios (SIM/RS), que potencializa ações de inteligência, capacitação e otimiza sistemas de videomonitoramento e cercamento eletrônico. A terceira fase da Operação Pulso Firme foi iniciada com a formatura dos novos servidores da Segurança Pública e o subsequente reforço dos mais de 1,5 mil policiais civis, militares e bombeiros. Essa organização consolidou as bases necessárias para o desencadeamento da quarta e atual fase, que consiste na desarticulação das lideranças das facções através de uma série de operações simultâneas. Estrutura da operação Em 20 de julho, foi instalado o Gabinete de Gestão, considerado o centro nervoso da operação. A estrutura é composta por representantes de todas as instituições envolvidas e opera no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da SSP. Nele, as ações são acompanhadas em tempo real e os possíveis desdobramentos monitorados pela área de inteligência, possibilitando a tomada de decisão com mais agilidade e maior eficácia. A Penitenciária de Segurança Máxima de Charqueadas (PASC) e a Penitenciária Modulada Estadual de Charqueadas (PMEC) foram definidas como bases para recebimento de presos oriundos de outras unidades prisionais, entre elas a Cadeia Pública de Porto Alegre (CPPA) – cuja extração dos detentos foi efetuada pela Brigada Militar e Susepe na quinta-feira (27). De lá, eles partiram em comboio, nesta manhã (28), para a Base Aérea de Canoas. O comboio recebeu suporte de diversas instituições. Policiais civis e militares, integrantes do Grupo de Ações Especiais da Susepe (Gaes) e do Corpo de Bombeiros Militar garantiram a segurança durante todo o trajeto. O transporte dos presos foi monitorado direto do CICC, através de imagens transmitidas pela internet, captadas por câmeras instaladas em viaturas. Em Canoas, os presos passaram por exames médicos realizados pelo Instituto-Geral de Perícias. Após o procedimento, a custódia foi então repassada a agentes do Departamento Penitenciário Nacional, que utilizou um avião da Força Aérea Brasileira para conduzir os detentos às unidades federais de destino. Em paralelo, a Brigada Militar efetua barreiras e operações de saturação de área em todas as regiões do Estado. Os trabalhos ganharam, a partir desta sexta-feira, o apoio do Exército Brasileiro e da Força Nacional de Segurança Pública,
Policiais militares paraenses integram a “Caravana da Segurança”
Uma ação integrada de proteção foi desenvolvida na noite dessa última sexta-feira (28), em Santarém, no Pará, com a participação dos integrantes da “Caravana da Segurança”. A “Caravana da Segurança” consiste num esforço operacional desenvolvido pelos membros dos órgãos federais, estaduais e municipais da segurança pública. Denominada de VI operação “Caravana da Segurança” e realizada em Santarém, oeste do Estado, houve a participação efetiva dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Estado do Pará (PMPA). Os policiais militares que participaram da operação pertencem aos comandos do CPR-I e do 3º Batalhão da Polícia Militar. Leia mais informações, na notícia publicada, no portal da PMPR, e transcrita a seguir: A ação recebe essa denominação pela junção de vários órgãos e Instituições ligadas a segurança pública, resultando na participação ostensiva da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Corpo de Bombeiros, Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPC), Juizado da Infância e Juventude (JIJ), Conselho Tutelar I e II, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT), Vigilância Sanitária (VISA), PROCON e do Ministério Público. Durante a operação foram realizadas diversas diligências na cidade de Santarém. A operação comandada pelo coronel Heldson Tomaso, comandante do CPR I, tenene coronel Aldemar Maués, comandante do 3º BPM e a chefia dos demais órgãos realizaram abordagem a veículos e pessoas, apreensão e remoção de veículos, apreensão de drogas, recaptura de foragidos fiscalização e fechamento de diversos estabelecimentos comerciais (bares e casas de shows) por conta de irregularidades identificadas. Vale ressaltar que durante o preíodo da ação, não foram registrados crimes violentos contra a vida, conforme informações do Núcleo Integrado de Operações (NIOP). Ao final da ação conjunta, o Comandante do CPR-I, coronel Heldson Tomaso, elogiou os esforços de todos os envolvidos e agradeceu o empenho e dedicação, lembrando que graças a operações como estas a sociedade pode usufruir da almejada paz social. Confira a produtividade da Operação: ORGÃO AÇÕES LOCAL Quantidade CPR-I 3º BPM Abordagem a veículos e pessoas / segurança aos outros órgãos Vias, Bares e Casas de Show em Santarém. Veículos: 516 Pessoas: 1.288 Estabelecimentos: 11 Foragido capturado: 01 DETRAN Verificação documentação/ Teste de Alcoolemia/ Apreensão e Remoção de veículos/ outros Vias e Orla de Santarém APREENDIDOS: Veículos 4r 06 Veículos 2r 22 Alcoolemia 02 SMT PRF PROCON MUNICIPAL Fiscalização e Apreensão de materiais Mercearia/ bares/ casas de show Estabelecimentos: 05 VIGILANCIA SANITÁRIA Fiscalização/ Autuações Apreensões/Notificações Mercearia/ pizzarias/ lanchonetes/ bares/ casas de show. Estabelecimentos 14 JUIZADO INFÂNCIA E JUVENTUDE Fiscalização/ Autuações Apreensões/ Notificações / Abordagem a suposto menor. Mercearia/ bares/pizzarias/ lanchonetes/ casas de show. Autuações de bares 02 trabalho infantil 01 Adolesc. Retirada 02 portarias e avisos 13 Abordagem 20 NIOP Registro de Ocorrências em geral Toda cidade de Santarém Comparativo JUL 2017 07/07: 27 Ocorrências 14/07: 25 Ocorrências 21/07: 15 Ocorrências* Fonte: PMPA.
2 adolescente, suspeitos de homicídios, foram apreendidos pela Força Tarefa de policiais civis e militares, em Fortaleza-CE
Uma Força Tarefa constituída por policiais civis e policiais militares dos respectivos órgãos policiais da segurança pública apreenderam dois “adolescentes envolvidos na morte de motorista Uber”, ocorrida no último domingo (23). No entanto, continuam as diligências policiais, a fim de prenderem “outras duas pessoas que deram apoio aos criminosos”, segundo publicação do portal da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, informando sobre as ações policiais da Força Tarefa. Leia mais informações, na notícia publicada e transcrita a seguir: Uma ação realizada pelas Polícias Civil e Militar do Estado do Ceará, na tarde dessa quarta-feira (26), resultou na apreensão de dois adolescentes, de 13 e 16 anos, envolvidos na morte do motorista Uber, Guilherme e Silva Maia, ocorrida no último domingo (23). A dupla foi capturada no bairro Ancuri, o mesmo onde ocorreu o crime. Os dois infratores foram capturados na noite dessa quarta-feira, após diligências realizadas por policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investigavam o caso de forma ininterrupta desde o dia do crime. A dupla foi capturada em uma casa na Rua Alameda das Palmeiras, no bairro Ancuri – Área Integrada de Segurança 03 – AIS 03 – de Fortaleza. As investigações apontam que o adolescente de 16 anos, que já foi apreendido por roubo em 2015 e por tráfico de drogas e crime contra a administração pública em 2016, foi o autor do tiro que vitimou Guilherme. “No curso das nossas investigações, descobrimos que a vítima foi assassinada por um único tiro, de uma espingarda calibre 12, disparado pelo infrator de 16 anos. A munição utilizada por ele é do tipo balins, que ao sair da arma provoca diversos estilhaços, que equivalem a vários tiros de calibre 32”, explicou o delegado Osmar Berto, da DHPP e responsável pelo inquérito da morte de Guilherme. Já o menor de 13 anos, que não possuía registro de passagem na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), foi responsável por jogar uma pedra que quebrou o vidro do veículo da vítima. Ainda nas investigações, a Polícia descobriu que a vítima chegou em seu veículo, um Siena de cor prata, e ficou parado na entrada do conjunto habitacional Alameda das Palmeiras. Os infratores acharam a vítima seria de um grupo rival e atacaram o carro. O diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Leonardo Barreto, destacou a rápida elucidação do crime. “A resposta célere e qualificada com a apreensão dos autores diretos do crime se deu graças a união e a integração dos policiais envolvidos no caso. Nossa função constitucional mais uma vez foi desempenhada, dando a necessária e importante resposta tanto a família quanto a sociedade cearense”, disse Leonardo. No momento da abordagem, o infrator de 15 anos, se identificou com o nome do irmão na tentativa de enganar os policiais. Porém, a Polícia já sabia de quem se tratava. A dupla foi conduzida para a sede da DCA, onde foi autuada em flagrante, em um ato infracional, por homicídio. A Polícia segue com das diligências no sentido de apreender a arma utilizada no crime, bem como capturar outros dois partícipes já identificados. “Nós já apreendemos os dois infratores que efetivamente cometeram o crime. Porém estamos no encalço de outras duas pessoas que deram apoio aos criminosos”, finalizou Osmar Berto. Durante coletiva realizada na manhã de hoje (27), na sede da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), titular da pasta, André Costa, ressaltou o empenho de todos que compõe o sistema de segurança em mudar a criminalidade no Ceará. “Nós policiais somos homens e mulheres, participamos da sociedade também, moramos nos mesmos locais que vocês moram. Nós sentimos a responsabilidade e o peso por mortes como essas. Não somos insensíveis. Muito pelo contrário, a responsabilidade que sentimos é grande. Somos profissionais e estamos empenhados em vencer essa guerra e mudar a realidade aqui no Estado do Ceará”, concluiu André. Fonte: SSPDS.
Policiais militares mineiros participaram do “Ciclo de Palestras do 1º Encontro Jurídico em Diamantina”
O portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG) destacou a “política de atualização e multiplicação de conhecimento”, adotada pelo comando do 3º Batalhão da Polícia Militar, com o objetivo de “aprimorar a qualificação nas ações dos policiais militares”. Nesse entendimento, “foi organizado o 1º Encontro Jurídico”, nas instalações da sede daquela Unidade de Execução Operacional, em Diamantina-MG, e desenvolvido “em um formato de ciclo de palestras ocorridas nos dias 04, 11, 18 e 25 de julho.” Ressalte-se, também, a participação dos representantes de outros órgãos do sistema de segurança pública, além de outras autoridades que abrilhantaram e enriqueceram o evento. Leia mais informações, na notícia publicada, naquele portal, e transcrita em seguida: […] A iniciativa do evento foi do assessor jurídico do 3º BPM, o advogado Nelson Mascarenhas da Rocha Neto, vendo que o batalhão quer que o policial militar disponha de conhecimentos necessários para atuar na execução de sua atividade funcional, a partir do compromisso de servir e proteger a sociedade mineira, promovendo a cidadania, a proteção aos direitos humanos, à vida, à liberdade e à segurança pública. No primeiro dia do evento, dia 4 de julho, o juiz da comarca de Diamantina, Tiago Ferreira Barbosa, marcou presença no encontro e ministrou a palestra “A prova e a oitiva do militar em juízo”. No segundo dia do encontro, 11 de julho, quem palestrou foi o renomado professor doutor Américo Braga Júnior, que falou sobre “Invasão de domicílio e prisão em flagrante delito: limites e possibilidades”. Já no dia 18 de julho, ocorreu a palestra “Crime organizado e lavagem de dinheiro”, proferida pelo promotor de Justiça da comarca de Diamantina, Paulo Márcio da Silva. No último dia do Ciclo de Palestras, na última terça-feira (25), o evento foi encerrado com a palestra sobre “A advocacia como condição indispensável à cidadania”, e contou com a presença do presidente da 12ª subseção da OAB-Diamantina, José Agostinho Rocha, acompanhado por Harley Fernandes de Almeida. Fonte: PMMG.
2,020 toneladas de drogas apreendidas, no Paraná, por policiais federais e militares
2,020 toneladas de drogas foram apreendidas, na Região Oeste do Paraná, por policiais federais e militares, segundo noticiado pelo vídeo e notícia publicados no portal G1 – Paraná RPC. As apreensões ocorreram, na última terça-feira (25), “em duas abordagens realizadas durante a Operação Fronteira Integrada” desenvolvidas por policiais federais e militares, numa atuação integrada de proteção. A primeira apreensão aconteceu na na Vila Bananal, em Foz do Iguaçu, às 19h30min, aproximadamente, às margens do Lago de Itaipu, onde os “policiais tentaram abordar o motorista de um carro que fugiu a pé em meio a mata ao perceber a aproximação da viatura, abandonando o veículo. No carro, a PF apreendeu 620 kg de maconha.” A segunda apreensão foi em Santa Terezinha de Itaipu, às 21h, aproximadamente, quando duas pessoas, em um barco, foram abordadas pelos policiais que teriam “acabado de descarregar drogas em um carro estacionado no lago de Itaipu.” Naquele “veículo, a polícia apreendeu 1,4 tonelada de maconha. Três pessoas foram presas, duas delas estavam no barco e uma no carro estacionado.” A ocorrência foi encerrada na delegacia da Polícia Federal de Foz do Iguaçu, aonde foram conduzidos os presos, a droga apreendida e os veículos. Fonte: G1 – Paraná RPC
