275 kg de drogas apreendidos e quatro homens presos pelos policiais militares catarinenses e policiais rodoviários federais
Uma postagem do portal da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) informa uma ação conjunta dos policiais militares catarinenses e policiais rodoviários federais, após a apreensão de 275 kg de drogas, em chapecó-SC. As ações bem-sucedidas, desenvolvidas “na tarde desta quarta-feira (10), contaram com a participação dos policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar/Fronteira”, da Polícia Militar de Santa Catarina, e dos policiais da Polícia Rodoviária Federal, com responsabilidade territorial no Estado. Iniciada com o recebimento de uma denúncia anônima, a ação policial conjunta foi bem-sucedida com a troca de informação entre os membros das instituições, dando conta de que “um veículo com placas de Foz do Iguaçu (PR), de cor prata, que estava indo do Estado Paraná sentido ao Estado do Rio Grande do Sul, em alta velocidade e em atitude suspeita.” As ações táticas seguiram-se com o posicionamento dos policiais em “barreiras para interceptar o veículo e, na entrada da cidade de Chapecó”, quando “tentaram abordá-lo”. Desobedecida a ordem policial de parada, “iniciou-se “um acompanhamento tático e a abordagem do veículo” e buscas pessoais ao condutor e demais ocupantes. Nas vistorias feitas no veículo, os policiais encontraram “275 quilos de maconha e um rádio comunicador”, seguidas das buscas pessoais aos quatro “homens de 23, 26, 27 e 29 anos” que “foram presos em flagrante.” A ocorrência policial foi encerrada na Delegacia de Polícia Judiciária, aonde foram encaminhados os presos e o material apreendido “para os procedimentos cabíveis.” Com as informações da PMSC
“Sergipe registra redução de 14% no número de homicídios dolosos em 2017”
A informação de que “Sergipe registra redução de 14% no número de homicídios dolosos em 2017” é da “Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio dos representantes das polícias Civil e Militar”. A boa notícia foi divulgada numa “coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira,” (5), quando se “detalhou as ações desenvolvidas ao longo de 2017 que apontou uma redução de 14% no número de homicídios dolosos em Sergipe.” E a afirmação é sustentada pelos dados registrados e analisados, mensalmente, na “Coordenadoria de Estatística de Análise Criminal (Ceacrim)”. Por isso, a “estabilização dos índices a partir de 2016 e o início da curva descendente no ano passado possibilitaram que 481 vidas fossem salvas”, informa uma postagem do portal da Polícia Militar de Sergipe (PMSE). Leia mais informações publicadas no post publicado naquele portal e transcrito a seguir: […] No ano passado foram registrados 1.123 homicídios dolosos em todo o estado, número inferior ao de 2016, quando ocorreram 1.306; e ao de 2015, quando houve o registro de 1.196. O trabalho ostensivo e preventivo das forças policiais aumentou a percepção de segurança em Sergipe, fazendo com que 32 cidades apresentassem redução nos casos de homicídios dolosos em 2017. Além disso, em outros sete municípios foi barrada a tendência de crescimento apresentada em anos anteriores. Com estes números, a taxa de homicídio, que era de 57,64 para cada 100 mil habitantes, cai para 49,08, o que deixe Sergipe atrás de outros estados do país. Dentre as cidades que registraram queda nos índices de homicídios estão: Aracaju, com 88 casos a menos do que o ano anterior; Tobias Barreto, com 18; Laranjeiras, 15; Canindé do São Francisco e Itabaiana com 13; Lagarto, 12, e São Cristóvão, 11. Na região metropolitana houve uma queda de 12%. No ano passado foram 314 casos, contra 357 em 2016. Já no interior o número caiu de 534 em 2016 para 480 em 2017, uma redução de 10,1%. A obtenção desses números é fundamental no desenvolvimento de ações e estratégias das forças policiais no combate à criminalidade. É o que aponta Sidney Teles, diretor do Ceacrim. “Ninguém combate crimes às escuras, combate por meio de dados que levamos para discussão com gestores com o horário, dia, qual bairro e município está tendo uma maior reincidência, para que as forças possam traçar o planejamento”. Sidney ainda reforça que os dados são públicos e a própria população pode solicitar. Em se tratando de ocorrências relacionadas a crimes violentos letais e intencionais, o Ceacrim coleta informações diárias, é feito uma busca no boletim de ocorrência para a obtenção de horário, dia, motivação e endereço exato do caso e a partir dessa coleta é feito um planejamento. Como resultado, todos os meses números de homicídio, latrocínio, lesão e diversos crimes são fechados. A delegada geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza, avalia a redução da criminalidade no Estado como positiva, mas acredita que o trabalho das policias em 2018 diminuirá ainda mais esses números. “Nós avaliamos de forma positiva porque sabemos que já encontramos o caminho da redução, então é muito gratificante quando a gente percebe que o nosso trabalho rendeu frutos, mas ainda não estamos satisfeitos com esses números, sabemos que podemos melhorar ainda mais”. Ainda de acordo com a delegada, a expectativa é que o Governo nomeie os novos agentes de polícia e com o anúncio do novo concurso, bem como os novos planejamentos, o índice venha a ser mais satisfatório em 2018. Redução na capital Quando levada em conta apenas a capital, os números são ainda mais consistentes. Os dados do Ceacrim mostram que no ano passado foram registrados 326 homicídios dolosos contra 414 ocorridos em 2016. A redução chegou a 21,3%, comprovando o que foi divulgado recentemente pelo Jornal O Globo, que mostrou Aracaju como a primeira capital no Nordeste e a terceira no país que mais reduziu os casos de homicídios. Na capital, a SSP contou com o apoio das equipes da Força Nacional, que juntamente com a PM e a PC realizaram ações preventivas e ostensivas. O trabalho levou a uma redução nos casos de homicídios dolosos em vários bairros, a exemplo do Santos Dumont, Cidade Nova (bairro que mais aumentou: 20 -> 27), Porto Dantas (aumento de 18 para 19); Lamarão, na zona norte; Santa Maria e 17 de Março, na zona sul. De acordo com o Comandante de Policiamento Militar da Capital, tenente-coronel Vivaldy Cabral, a permanência da Força Nacional auxilia no trabalho já desenvolvido pela PM. “Essa permanência por mais 180 dias certamente vai contribuir para que diminua mais ainda, além disso outras ações que fazemos em conjunto junto a Polícia Civil, como apreensão de drogas e armas de fogo; abordagem a pessoas e veículos tem ajudado a diminuir esses números”, destacou o oficial. Em 2017 foram efetuadas 4.055 prisões de acusados de crimes graves que foram encaminhados a presídios. No ano anterior foram 3.900. Os números mostram um aumento no número de prisões de acusados de crime que foram levados ao presídio. Um dado que preocupa é o número de reincidentes. “Dentre 4.055 pessoas encaminhadas ao sistema prisional quase 40% dos presos são reincidentes. Isso significa e demonstra a falência do sistema de justiça criminal. É preciso verificar esse fenômeno para que possamos melhorar”, completou o tenente-coronel Vivaldy. Também destacam-se o trabalho do Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc), com um saldo de mais de 2 mil toneladas de drogas apreendidas; as ações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com as prisões de 217 homicidas; a atuação do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), que resultou em 271 pessoas presas em 2017; além de todos os outros departamentos que cumpriram o seu trabalho. Segundo a delegada Katarina Feitoza, o trabalho das forças policiais será também focado em outras regiões do Estado. “Em 2018 pretendemos estender a atuação mais direcionada da Polícia Civil e Militar nas regiões de São Cristóvão, Barra dos Coqueiros e São Cristóvão devido aos índices dessas localidades não terem sido satisfatórios”, reforçou. Os
6º ano consecutivo de redução de crimes contra vida, no Estado da Paraíba, em consequência da atuação integrada de proteção
No portal da Polícia Militar do Estado da Paraíba (PMPB), uma postagem informa que, pelo 6º ano consecutivo, haverá redução de crimes contra vida, no Estado da Paraíba, em consequência da atuação integrada de proteção dos profissionais dos órgãos que constituem o Sistema de Segurança e Defesa Social do Estado. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMPB e descrito, em seguida: A Paraíba deverá ser o único estado do Brasil a reduzir assassinatos por seis anos consecutivos. É o que aponta o relatório do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds), apresentado nesta quinta-feira (21), durante reunião realizada entre o governador Ricardo Coutinho e gestores das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, no Palácio da Redenção, em João Pessoa (foto acima). Segundo os números, este ano, de janeiro a novembro, a Paraíba acumula 2,5% de queda nas ocorrências de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), com 1.172 casos, contra 1.202 no mesmo período de 2016. Em 2011, o estado chegou a registrar 1.680 assassinatos. Em relação aos homicídios por 100 mil habitantes, este ano a Paraíba pode chegar a uma taxa de 31,8, a segunda melhor projetada para os estados do Nordeste. Os assassinatos de mulheres também diminuíram em território paraibano. Em 2017, de janeiro a novembro, foram 74 casos de CVLI com vítimas do sexo feminino e em 2016, no mesmo período, foram contabilizados 90 casos. Os homicídios de mulheres representam 6% do total de mortes por assassinatos no Estado. Na ocasião, o governador Ricardo Coutinho sancionou a Lei que regulamenta o Programa Paraíba Unida pela Paz, política pública fundamentada na defesa da vida e do patrimônio, que busca promover e garantir a segurança, ordem pública e paz social. “Estamos registrando este Programa como uma Lei, ou seja, um instrumento contínuo, uma política pública que terá seguimento a curto, médio e longo prazo. Os dados positivos, desde que implantamos o Paraíba Unida pela Paz, mostram que estamos no caminho correto”, observou. O governador também aproveitou a oportunidade para agradecer a todos que compõem as forças de segurança no Estado pelo empenho e dedicação durante este ano e pedir que em 2018 o esforço na busca pela paz social continue ainda mais firme. “Muito foi feito neste ano que estamos prestes a concluir, porém é preciso fazer ainda mais em 2018. O combate à criminalidade deve ser constante e pede sempre muita determinação das forças de segurança. Em poucos dias, estaremos fechando 2017 e provavelmente teremos mais um ano com redução de homicídios, sendo o 6º ano consecutivo. Agradeço o empenho de todos e que possamos entrar 2018 ainda mais empenhados, visando garantir a tranquilidade da população”, concluiu. “Este é um momento importante, porque conclui simbolicamente, o ano de 2017 e também porque hoje o governador transformou o Paraíba Unida pela Paz em Lei, sendo algo que vai ficar para o futuro. Todos os resultados que alcançamos, ao longo desses anos, são frutos de muito trabalho. Que tenhamos um final de ano produtivo e um 2018 com ainda mais determinação na busca pela paz”, falou o secretário de Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima. Também estiveram presentes na reunião o comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, o delegado geral da Polícia Civil, João Alves, o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jair Carneiro, o secretário da Administração Penitenciária, Wagner Dorta, o chefe da Casa Militar, Anderson Pessoa, e outras autoridades. Dados – Ainda segundo dados do Nace, 10 das 21 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) apresentam redução na ocorrência de assassinatos. A 1ª Aisp tem 25 CVLI a menos na zona norte de João Pessoa. A mesma redução foi verificada na área de Esperança (12ª Aisp). A zona sul de João Pessoa (1ª Aisp) tem menos 17 assassinatos. A 5ª Aisp, de Santa Rita contabilizou menos 12 casos, a 7ª Aisp de Mamanguape menos 11 casos. Solânea (3ª Aisp) tem cinco homicídios a menos, a 4ª Aisp de Bayeux menos quatro casos. Itaporanga (17ª Aisp) registrou redução de três casos e a 19ª Aisp de Sousa tem menos um caso. Redução de ataques a bancos – Este ano, houve uma diminuição de 25% das ocorrências de crimes patrimoniais consumados envolvendo instituições bancárias e agências dos Correios em território paraibano. Em 2017, de janeiro a novembro, o Nace contabilizou 79 casos, enquanto que no mesmo período do ano passado aconteceram 106 ocorrências desse tipo. Houve 15% de redução em relação aos furtos com explosão (75 contra 64 casos); e 64% em relação a furtos com arrombamento (28 contra 10 casos). No que se refere aos roubos, foram cinco casos em 2017, em 11 meses. Apreensão de armas e drogas – Uma das ações realizadas pelas Polícias da Paraíba para enfrentamento da violência é a retirada de armas e drogas das ruas. Em relação aos armamentos, 3.182 unidades de revólveres, pistolas e espingardas, entre outros, foram apreendidas em ações de segurança pública. De 2011 a 2016, 18 mil armas que circulavam ilegalmente foram recolhidas pelas Forças de Segurança Pública. O total de entorpecentes apreendidos foi de 1.957,6 quilos de janeiro a novembro de 2017, e no ano passado 949,61 quilos, no mesmo período. Houve aumento em todos os tipos de drogas apreendidas: 56% de cocaína (25,61 para 40,1 quilos); 68% de crack (50,9 para 85,7 quilos); e 110% de maconha (873,1 para 1.831,8 quilos). Fonte: PMPB.
“323 peças com um valor de mercado estimado em 5 500 euros” apreendidas, durante “uma operação de fiscalização ao mercado semanal da Malveira”
No portal da Guarda Nacional Republicana de Portugal (GNR-PT), um post informa o desenvolvimento de uma operação de fiscalização ao mercado semanal da Malveira, resultando na “apreensão de mais de 5 500 euros de material contrafeito”. Na operação realizada, nessa última quinta-feira (15), com o objetivo “de combate à contrafação na Feira da Malveira em Mafra”, houve a participação efetiva dos militares “do Destacamento Territorial de Mafra e do Destacamento de Ação Fiscal de Lisboa”, membros do “Comando Territorial de Lisboa e a Unidade de Ação Fiscal”. […] Os militares desenvolveram uma operação de fiscalização ao mercado semanal da Malveira, visando a deteção de artigos contrafeitos, que culminou com a apreensão de 323 peças com um valor de mercado estimado em 5 500 euros destacando-se: 104 sapatilhas; 84 pares de botas; 83 camisolas de fato de treino; 44 fatos de treino; Oito malas de senhora. Foram ainda identificadas quatro pessoas pela prática do crime de contrafação e elaborados cinco autos de notícia. O objetivo principal da operação prendeu-se com a necessidade de reprimir a venda ilegal de artigos de marcas registadas, que tinha bastante expressão naquele mercado. Esta operação contou com o apoio do Destacamento de Intervenção de Lisboa, que garantiu toda a segurança da operação. Fonte: GNR-PT.
11 pessoas foram presas, durante a operação integrada de proteção deflagrada pelos servidores do Ministério Público e da Polícia Militar do Paraná, em Chopinzinho-PR
No portal da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), um post relata a participação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, numa atuação integrada de proteção aos cidadãos e comunidades de Chopinzinho, no Sudoeste daquele Estado, resultaram na apreensão de drogas, armas de fogo e brancas, munições, dinheiro e drogas, e prisão de 11 envolvidos. Participaram das atividades de proteção integrada, junto aos servidores do Ministério Público do Paraná, os policiais militares do “3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), pertencente ao 5º Comando Regional da PM (5º CRPM)”, que desenvolveram, durante “três meses”, aproximadamente, os levantamentos indispensáveis ao desenvolvimento de uma operação policial militar, que visava “desarticular o tráfico de drogas na cidade” de Chopinzinho-PR. Deflagrada, na manhã da última sexta-feira (8), segundo o post publicado, os “militares estaduais cumpriram cinco mandados de prisão, e abordaram 14 endereços que possuíam mandado de busca e apreensão”. Foram, também, apreendidos “um revólver de calibre .38, 27 munições, uma espingarda de pressão, dois facões, R$ 500,00 em dinheiro, celulares e porções de maconha, crack e cocaína.” À Delegacia de Polícia Judiciária, daquele municípios, foram conduzidos os presos, aonde foram entregues os materiais apreendidos. Veja as fotos publicada no post: Fonte: PMPR.
9ª Operação Integrada de Proteção foi deflagrada pelos policiais civis e militares fluminenses, apoiados pelos policiais federais e militares das forças armadas
A 9ª Operação Integrada de Proteção foi deflagrada, nesta quarta-feira (6), pela “Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), por meio das polícias Civil e Militar, com o apoio das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), Força Nacional de Segurança Pública e Polícia Federal”, segundo post publicado no portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Realizada “nas Comunidades da Mangueira, Tuiuti e Arará/Mandela, na Zona Norte da Capital”, foram alcançados os seguintes resultados: […] Foram presas 14 pessoas e cinco menores apreendidos. Foram apreendidos também um fuzil, uma espingarda calibre 12, duas pistolas, um revólver, três carregadores de armas, dois simulacros de fuzil e um de pistola, uma granada, munições, uma grande quantidade de diversas drogas, rádios transmissores, cadernos de contabilidade e dinheiro em espécie. Leia mais informações e conheça os detalhes e as opiniões da liderança executiva da operação deflagrada, segundo o post publicado, no portal da PMERJ, e transcrito a seguir: […] Policiais civis da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), comandados pelo delegado titular Gabriel Ferrando, prenderam na comunidade do Parque Arará, Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157. O criminoso foi encontrado em uma residência, fingiu ser outra pessoa, mas foi reconhecido pelos agentes. Ele não ofereceu resistência à prisão. Durante entrevista coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, o secretário de Segurança, Roberto Sá, explicou que Rogério 157 estava sendo monitorado pelos serviços de Inteligência. – As informações de Inteligência circulam e esse criminoso estava sendo monitorado há algum tempo. Não tem sido fácil fazer operações em áreas conflagradas na busca dos criminosos, mas sabíamos que estávamos chegando perto. A operação de hoje conseguiu esse êxito em relação a ele. Não foi por acaso que a equipe do delegado Gabriel Ferrando foi designada para ir ao Arará/Mandela, pois eles o conheciam fisicamente. Sabiam que a possibilidade da prisão era muito grande – afirmou. O delegado titular da 12ª DP, Gabriel Ferrando, também ressaltou o trabalho de Inteligência presente na operação e que a prisão foi fruto de inúmeras informações disponíveis sobre o criminoso. – A prisão do Rogério é uma vitória de todos que estão participando da operação. Isso é um estímulo pra gente, um sinal de que tudo vai dar certo. A sociedade carioca precisa nos abraçar nesse momento tão importante, valorizar seus policiais, que, mediante tanta dificuldade, ainda conseguiram realizar uma ação exitosa, técnica e precisa como essa – disse. O chefe do Estado-Maior Geral da Polícia Militar, coronel Lúcio Baracho, declarou que a Polícia Militar se sente muito orgulhosa em ter participado da operação. – Por dia empregamos 550 policiais militares na Rocinha e estamos atuando dessa forma há quase três meses. Nossas ações na localidade têm abastecido a Inteligência com muitas informações importantes – completou o coronel. O porta-voz do Estado-Maior Conjunto e do Comando Militar do Leste, coronel Roberto Itamar, explicou que as Forças Armadas, além de responsáveis pelo cerco nas comunidades, também realizaram um trabalho de desobstruções das vias com a retirada de barreiras colocadas por criminosos. – Na operação de hoje empregamos 2.900 homens no cerco. Com isso, os órgãos de segurança pública puderam realizar seu trabalho no cumprimento dos mandados de busca e apreensão e de prisão. Além do cerco, visamos estabilizar a área para que os policiais trabalhassem em um ambiente seguro. É uma honra participarmos de operações como essa – afirmou. O Disque-Denúncia deu apoio à operação, com a distribuição de panfletos com fotos dos principais traficantes que atuam na região, estimulando a população a informar as autoridades sobre possíveis esconderijos. Representantes de todas as instituições envolvidas na operação acompanharam no CICC os desdobramentos desde as cinco horas da manhã. A operação integrada desta quarta-feira é a nona envolvendo a Seseg, as Polícias Civil e Militar, Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), Força Nacional de Segurança Pública, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal em comunidades do Estado. Fonte: PMERJ.
No Rio de Janeiro, mais uma atuação integrada de proteção dos policiais militares fluminenses e membros do Ministério Público
Mais uma atuação integrada de proteção é desenvolvida, na cidade do Rio de Janeiro, na manhã dessa quinta-feira (30), pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e “do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP-RJ)”, visando a “desarticular mais um reduto do crime organizado na Região Metropolitana do Rio.” Os detalhes da operação integrada encontram-se no post publicado, no portal da PMERJ, e transcrito em seguida: Resultado de uma investigação para identificar traficantes e cúmplices que atuam nas comunidades do Sapê, Badu, Largo da Batalha, Morro da Cocada, Bromélia, Morro do Céu, Barraca Azul, Caju, Ponte Amarela, Mirante, Lajão e Complexo do Caramujo, entre outras. A atuação visa cumprir 39 mandados de prisão e 52 de busca e apreensão. A 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), unidade da Corregedoria da Corporação, também participa da ação desta quinta-feira. Os detalhes da operação serão divulgados em entrevista coletiva marcada para esta quinta-feira, às 11h30m, no auditório do Quartel General da Polícia Militar, na Rua Evaristo da Veiga. A coletiva será concedida por oficiais da Polícia Militar e promotores do Gaeco. Fonte: PMERJ.
Policiais militares catarinenses e militares do Exército Brasileiro atuam na “Operação Ágata”
“Operação Ágata” foi o nome dado à atuação integrada de proteção que vem sendo desenvolvida pelos policiais militares catarinenses e militares do Exército Brasileiro. O objetivo da operação visa à coibição de “delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira, além de ainda aumentar a presença ostensiva dos diversos órgãos participantes nas áreas de fronteiras.” Leia mais informações no post publicado, no portal da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC) e transcrito abaixo: A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) está participando da Operação Ágata, ação realizada na faixa de fronteira em Santa Catarina pelo Exército Brasileiro e que conta com a participação das forças de segurança pública federais e estaduais. A operação tem por objetivo coibir os delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira, além de ainda aumentar a presença ostensiva dos diversos órgãos participantes nas áreas de fronteiras. A operação foi oficialmente aberta nesta segunda-feira, 20, onde, em reunião realizada no quartel do 14º Regimento de Cavalaria Mecanizada, em São Miguel do Oeste, o comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, general Sérgio Luiz Tratz, explanou sobre as ações a serem realizadas com o apoio ao longo da operação. O comandante da 9ª Região de Polícia Militar de Fronteira (9ª RPM/Fron), coronel Dirceu Neundorf, representando o Comando-Geral da Corporação, colocou a Polícia Militar a disposição para a realização de ações conjuntas nos 35 municípios que compõem a 9ª RPM/Fron, região localizada na fronteira com a Argentina. Deverão ser realizadas ações de fiscalização de veículos e pessoas com postos fixos e móveis de controle de acordo com planejamento diário realizado pelas forças componentes da operação, entre outras ações. Fonte: PMSC.
70 agentes mineiros de proteção ao meio ambiente verificaram irregularidades na Bacia do Rio das Velhas
Uma postagem do portal da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG) informa que 70 agentes mineiros de proteção ao meio ambiente verificaram irregularidades na Bacia do Rio das Velhas. Os participantes da atuação integrada de proteção são “profissionais da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MG), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae)”, destacou-se naquele portal. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMMG, e transcrito em seguida: Equipes do Governo de Minas e de órgãos federais participam da Primeira Operação do Programa de Fiscalização Integrada na Bacia do Rio das Velhas, que vem sendo realizada desde domingo (19), em quatro municípios localizados na região onde nasce o Velhas: Nova Lima, Rio Acima, Itabirito e Ouro Preto. Até ontem (21) já haviam sido fiscalizados 54 alvos com aplicação de mais de 260 mil reais em multas. Dos 54 pontos, 36 encontravam-se regulares e 18 com irregularidades. As ações buscam identificar danos ao meio ambiente, estimulando o uso sustentável dos recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida das populações. Cerca de 70 agentes participam da Operação, divididas em 17 equipes estruturadas que seguem temáticas específicas de acordo com os eixos da operação, verificando barragens, desmatamento, acompanhamento de condicionantes definidas no licenciamento ambiental de atividades, saneamento, mineração, fauna e outorgas de uso de recursos hídricos. A região definida para as ações de fiscalização compreende o Quadrilátero Ferrífero, tendo o município de Ouro Preto como limite sul, e grande parte inserida na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). “É uma região que exerce enorme pressão sobre os recursos naturais e tem importância estratégica para o abastecimento de água da RMBH, pois se encontra na área do manancial de Bela Fama”, explica o superintendente de Estratégia e Fiscalização Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), Marcelo da Fonseca. Os locais visitados foram criteriosamente definidos pela Coordenação da Operação, sendo utilizados os mais modernos recursos tais como imagens de satélites, voos panorâmicos, levantamentos de inteligência dos órgãos e denúncias apresentadas pela sociedade. “Por meio de coordenadas geográficas apuradas, os agentes fiscais elaboram os roteiros e realizam as ações de fiscalização com logística adequada e eficácia”, explica o gerente de Fiscalização do Crea-Minas Guilherme Rodrigues. A operação é coordenada pela Semad e tem participação de profissionais da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MG), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae). “Operações Integradas como esta demonstram a nova tônica dos órgãos públicos que, preocupados com o meio ambiente realizam trabalhos conjuntos em prol de toda a comunidade. O importante é que isso fortalece as ações preventivas, pois a população passa a realizar cada vez mais denúncias. Além disso, inibe crimes ambientais, diminuindo o impacto sobre a Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas”, enfatiza o Tenente Renato Sena Farias, da Companhia de Polícia Militar Independente de Meio Ambiente. Programa de Fiscalização Integrada do Rio das Velhas O programa possui a finalidade de contribuir para o processo de Revitalização da Bacia do Rio das Velhas, a partir de um olhar interdisciplinar, buscando a proteção do meio ambiente natural, através do uso sustentável de seus recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida das populações. Por meio de ações integradas de fiscalização nos empreendimentos impactantes da Bacia é possível potencializar a atuação e o poder fiscalizador de cada instituição parceira. O programa possui caráter continuado e permanente. A operação realizada neste ano encontra-se inserida num amplo conjunto de ações de fiscalização que serão realizadas em toda a bacia nos próximos anos. A adesão ao programa é voluntária e de fluxo contínuo, sendo assim, a qualquer momento novos parceiros poderão aderir ao programa. Atualmente, fazem parte do Programa a Semad; Feam; Ministério Público de Minas Gerais (MPMG); PMMG; Ibama; Arsae; Crea/MG e Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH-Velhas). A Bacia A Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas está localizada na região central de Minas Gerais. Suas nascentes estão localizadas nos limites da Área de Proteção Ambiental da Cachoeira das Andorinhas, município de Ouro Preto. O rio das Velhas é o maior afluente em extensão da bacia do Rio São Francisco, com 761 Km, desaguando no rio São Francisco na localidade de Barra do Guaicuy, em Várzea da Palma (MG). Com uma área de cerca de 29 mil Km², abrange 51 municípios que concentram uma população total de quase 5 milhões de habitantes. O rio das Velhas teve papel importante na história de Minas Gerais desde o tempo dos ciclos do ouro e dos diamantes e, atualmente, é essencial para o abastecimento de água da região metropolitana de Belo Horizonte e dos demais municípios que integram a Bacia. Ocupando apenas 10% da área territorial da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, a RMBH detém mais de 70% de toda a sua população. Além disso, possui processo de urbanização avançado e concentra atividades industriais, sendo por isso a área que mais contribui com a degradação das águas do rio das Velhas. Fonte: PMMG.
“85 quilos de cocaína, 189 quilos de maconha, um fuzil, munições e diversos materiais” apreendidos pelos policiais militares paranaenses e policiais federais, em operações conjuntas
No portal da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), um post informa que “85 quilos de cocaína, 189 quilos de maconha, um fuzil, munições e diversos materiais” apreendidos pelos policiais militares paranaenses e policiais federais, em operações conjuntas. Leia mais informações no post publicado, no portal da PMPR, e transcrito em seguida: Durante ações diferentes nesta segunda-feira (06/11) e sábado (04/11), policiais militares do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) apreenderam 85 quilos de cocaína, 189 quilos de maconha, um fuzil, munições e diversos materiais. As abordagens aconteceram durante operações em apoio à Receita Federal na região de fronteira. Em uma das ações, na manhã desta segunda-feira (06/11), durante a Operação Fronteira Integrada em apoio à Receita Federal, equipes da Força Nacional abordaram um veículo na Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu. O condutor, ao notar a presença policial, fugiu e foi capturado em seguida pelos militares estaduais do BPFron. No carro dele foi encontrado, em um fundo falso no banco traseiro, 85 quilos de cocaína. Anteriormente, na madrugada do mesmo dia, os policiais haviam abordado um automóvel Ford Escort na praça de pedágio de São Miguel do Iguaçu (PR) e no seu interior localizaram 189 quilos de maconha. O veículo foi encontrado abandonado durante ação do BPFron na Operação Muralha em apoio à Receita Federal. Já no sábado (04/11), por voltas das 23 horas, agentes da Receita Federal tentaram abordar um veículo Golf, com placas de Caxias do Sul (RS), no posto de pedágio de São Miguel do Iguaçu. O condutor não obedeceu a ordem de parada e fugiu, sendo iniciado buscas pelas equipes do BPFron e do 14º Batalhão da PM. O carro foi encontrado abandonado, sendo apreendido no seu interior um fuzil de fabricação artesanal, munições de calibres 7.62, 5.56mm, .50, .40 e .45, além de coletes balísticos, tocas balaclavas, carregadores, estopim para dinamite e fardas camufladas. Nenhum dos suspeitos foi localizado. Em todas as situações os envolvidos foram encaminhados, juntamente com as drogas, a arma de fogo, as munições e as demais apreensões, à delegacia para que as medidas cabíveis fossem tomadas. Fonte: PMPR.
