EU SINTO A DOR

EU SINTO A DOR Marcílio Fernandes Catarino (*) Reacendem-se os debates acerca da pandemia da Covid-19, ocorridas no início do ano 2020, decorrentes das investigações conduzidas pelo Senado norte-americano, das quais estariam emergindo revelações estarrecedoras, a sinalizarem que tudo não teria passado de um grande embuste, sob a suposta direção do Dr. Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, no governo Joe Biden. Ao ser ouvido pelo Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado Norte-Americano, sob a acusação de ter ocultado informações sobre a origem da Covid-19 e de ter cometido graves erros na condução da resposta do país à pandemia, o Dr. Fauci invocou a 5ª Emenda da Constituição para permanecer em silêncio, não respondendo aos mais de 100 questionamentos que lhe foram feitos. Conduta no mínimo estranha para quem afirmava que as medidas por ele propostas eram resultados de “rigorosos estudos científicos”. Ainda mais estranho foi o fato dele ter sido “indultado preventivamente” pelo presidente Joe Biden, em seu último dia à frente do governo dos EUA. Registros encontrados em mais de mil páginas do diário pessoal do Dr. Fauci, apreendido pelo Comitê, além de e-mails e anotações, datados no período de 2019 e 2022, estão sendo esmiuçados pelos congressistas, que estariam trazendo fortes evidências de que o SARS-CoV-2 (coronavírus), teria origem em experiências no Instituto de Virologia de Wuhan, na China, de onde vazara. Experiências essas que o Dr. Fauci não apenas teria conhecimento, mas garantido suporte financeiro. Destacaram os senadores que integram o Comitê, que os registros sobre a Covid-19, anotados pelo Dr. Fauci no mencionado diário, “conflitavam com as suas orientações públicas para o combate à pandemia”. Ressaltaram, ainda, que a sua fortuna dobrara no período de 2019 e final de 2023, chegando a cerca de US$ 15 milhões, notícia também divulgada no jornal The NewYork Post. Creio não ser necessário destacar os momentos de terror e violência contra os direitos e garantias individuais ocorridos em todo o mundo, de modo particular no Brasil, em que nem mesmo as crianças foram poupadas. Momentos de desespero, dor, sofrimento e humilhação, patrocinados pela truculência policial, divulgados ao vivo e a cores pela maioria da grande mídia nacional. Tristes consequências das diretrizes impostas pelo programa de combate à pandemia, cuja autoridade maior era o Dr. Fauci, em que se destacou a obrigatoriedade de vacinação da população mundial, sob pena até de prisão dos recalcitrantes, e que contou com total e irrestrito apoio da grande mídia mundial, bem como da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, oportuno ressaltar, a efetiva participação de influenciadores e, principalmente, de inúmeros artistas globais que, além de exercerem forte influenciação na opinião pública para a vacinação em maça, buscaram, de forma abjeta, denegrir a reputação de renomados médicos e cientistas, que exerceram o dever/direito inalienável de se manifestarem contra as medidas impostas, por eles consideradas equivocadas. Com a verdade vindo à tona, um silêncio ensurdecedor recaiu sobre a maior parte da grande mídia mundial e instituições que apoiaram o programa de respostas à pandemia. No Brasil, em particular, não tem sido diferente, não se verificando sequer uma linha sobre o assunto na maioria dos órgãos da grande imprensa. Nenhum artista global se apresentou publicamente, até o momento, para se desculpar perante o povo brasileiro, tampouco as personalidades cujas imagens denegriram. Indignação, revolta e Dor…! A Dor que ainda nem fora embora e que agora se reaviva fortalecida, fazendo sangrar, mais uma vez, os corações de milhões de vítimas e famílias mundo afora. Eu sinto a dor…! Dor dos verdadeiros médicos e cientistas que apresentaram estudos científicos que contraindicavam a adoção das medidas propostas para o combate a pandemia, além de justificadas dúvidas quanto à segurança e eficácia das vacinas apresentadas que, segundo se informa, ainda estão em fase final de testes. Foram todos massacrados pela grande mídia mundial e rotulados de negacionistas e genocidas. Eu sinto a dor…! Dor de governantes sérios que, corajosamente se posicionaram contra as medidas radicais impostas, igualmente atacados pela grande mídia, exemplo do que ocorreu na nossa Pátria Amada, que os fatos ora revelados atestam que estavam absolutamente com a razão. Eu sinto a dor…! Dor de pequenos e médios empreendedores, que tinham como única fonte de renda as suas empresas, mantendo a custo de esforço ingente seus empregados e seu “ganha pão”, compelidos por órgãos policiais a fecharem seus estabelecimentos. Jogados no poço do endividamento e da depressão, muitos jamais conseguiram se recuperar. Eu sinto a dor…! A dor de pais que, obrigados a se submeterem às ameaças de serem seus filhos, ainda crianças, expulsos das escolas, permitiu que a eles fossem inoculados medicamentos experimentais, de eficácia e segurança duvidosas, o que levaram diversos à óbito e outros a sequelas que persistem até os dias atuais, conforme divulgado notadamente nas redes sociais. Crianças que, conforme foi alertado por cientistas e autoridades diversas, se mostravam naturalmente imunes ao vírus. Eu sinto a dor…! A dor daqueles que, mesmo diante da opressão, do terror e ameaças de toda a sorte, não se submeteram, perdendo seus empregos, de longos anos de serviços, por justa causa. Eu sinto a dor…! A dor daqueles que foram humilhados, violentados, algemados e presos, simplesmente por estarem tomando banho de mar, ou de quem, fugindo do isolamento e da depressão, buscou se relaxar sozinho em um banco de uma praça. Eu sinto a dor…! A dor dos inúmeros jovens atletas que, oprimidos pelas circunstâncias, cumpriram as determinações que, em futuro breve, os tornariam incapazes de dar continuidade às suas carreiras, pelas sequelas adquiridas, ou vieram a óbito em plena atividade. Eu sinto a dor…! A dor daqueles que não viram outra solução senão o autoextermínio, destruindo a alegria, a harmonia e, na maioria das vezes, a esperança de toda uma família, da qual eram únicos provedores. Eu sinto a dor…! DOR da falta de tanto AMOR. (*) Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970
