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Profissionais de Segurança Pública: Práticas Inovadoras – 2017.

Com o “objetivo reconhecer práticas desenvolvidas pelas instituições policiais e guardas municipais com potencial de transformação em cenários de vulnerabilidade à violência, sistematizando e disseminando o conhecimento produzido por e para profissionais de segurança pública” o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) criou o Selo FBSP de Práticas Inovadoras. No Edital publicado, encontra-se que: Art. 2º – O Programa de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres é um dos cinco eixos prioritários de atuação do Fórum Brasileiro de Segurança no triênio 2016-2018 e contempla a produção de pesquisas, o reconhecimento de práticas dos profissionais de segurança pública e ações de formação. Nesse sentido, no período de “09 de janeiro de 2017 e 05 de fevereiro de 2017, até às 23:59 horas, horário de Brasília”, os concorrentes ao certame apresentaram seus respectivos trabalhos. Membros do Comitê de Seleção Presidente do Comitê: Renato Sérgio de Lima – Diretor Presidente FBSP Membros: Aparecida Gonçalves (Xaraés Consultoria e Projetos) Cássio Thyone Almeida de Rosa, (PC-DF / FBSP) Daniel Ricardo de Castro Cerqueira (IPEA/FBSP) Edson M. L. S. Ramos (UFPA/FBSP) Elisandro Lotin, (PM-SC / FBSP) Fernando Burgos (Coordenador Geral do CEAPG-FGV-EAESP ) Haydée Glória Cruz Caruso (UnB / FBSP) Jacqueline Brigagão (EACH/USP) Jacqueline de Oliveira Muniz (UFF / FBSP) Luciana Ramos Ludmila Ribeiro (CRISP-UFMG / FBSP) Maria José Tonelli (EAESP-FGV) Marlene Inês Spaniol (Brigada Militar-RS / FBSP) Paulo Celso Pinheiro Sette Câmara (PF – FBSP) Roberta Gregoli (Observatório da Mulher contra a Violência – Senado Federal) Roberta Viegas (Observatório da Mulher contra a Violência – Senado Federal) Samira Bueno (FBSP / EAESP-FGV) Experiências finalistas selecionadas Devido a empate de pontuação, foram selecionadas 11 experiências finalistas para serem visitadas. Até três receberão o Selo FBSP de Práticas Inovadoras 2017, no dia 08 de março, em São Paulo. Todas as finalistas podem fazer parte da Casoteca, uma biblioteca digital de práticas inovadoras a ser disponibilizada online. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública agradece a todas e todos os inscritos e parabeniza as experiências finalistas. (a) Renato Sérgio de Lima Diretor Presidente Fórum Brasileiro de Segurança Pública [table id=4 /] A Equipe Pontopm apresenta os cumprimentos sinceros aos idealizadores e vencedores do Programa ora divulgado. Fonte: FBSP.

Suécia, de volta às Armas!

A RFI noticiou nesta sexta-feira (3) que a “partir de 1º de julho, todo jovem sueco nascido após 1999 será convocado para servir as Forças Armadas. O governo aponta os conflitos da Rússia como uma das razões para a medida”. Na Suécia, há sete anos que o serviço militar é voluntário. Isso porque o país, há 200 anos, “não enfrenta um conflito armado em seu território. Agora, alegando graves mudanças no cenário internacional, o governo de esquerda, em comum acordo com a oposição de centro-direita, volta a instaurar a conscrição obrigatória”. A motivação, ao que tudo indica, e segundo informações do Ministro da Defesa sueco, Peter Hultqvist, aquele país está “num contexto no qual a Rússia anexou a Crimeia, e faz frequentes exercícios militares no mar Báltico”. Por outro lado, “apesar de não dividir uma fronteira terrestre com a Rússia, os dois países têm faixas costeiras em lados opostos do mar Báltico, onde um submarino não identificado foi detectado pelos radares suecos em 2014”. Outra preocupação que faz sentido é o fato divulgado pelo “Centro de Análises das Políticas Europeias, um instituto norte-americano”, destacando que “a Rússia teria 33 mil homens treinados e preparados para invadir qualquer território estrangeiro no mar Báltico, inclusive a ilha sueca de Gotland“. Para “o especialista em segurança internacional sueco” — Wilhelm Agrell — segundo à agência AFP, “Nós vemos a Rússia como expansionista, e pronta a recorrer à violência para atender os seus interesses”. Com o destaque de “Rapazes e moças, às armas!”, a RFI destacou que: Recrutando rapazes e moças, sem nenhuma distinção entre os sexos, a Defesa sueca espera preencher as fileiras que não vêm sendo preenchidas pelo serviço militar voluntário. Treze mil jovens serão convocados e mobilizados, mas somente 4 mil permanecerão nas Forças Armadas depois de terminado o serviço obrigatório de onze meses. Não sendo membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Suécia e Finlândia, outro vizinho do mar Báltico, assinaram em 2016 um acordo de cooperação militar com os Estados Unidos. Tanto suecos como finlandeses, que dividem uma fronteira terrestre de 1.340 quilômetros com a Rússia, cogitam uma eventual adesão à Otan, mas receiam, ao mesmo tempo, a reação de Moscou. Fonte e foto destacada: RFI.

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